<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8639940</id><updated>2011-04-21T17:18:39.097-04:30</updated><title type='text'>Antiga e Mística Ordem dos Abatedores de Lebres</title><subtitle type='html'>Escola de sabedoria iniciática que tem como objetivo o aprendizado das mais avançadas técnicas de conquista de lebres para a prática do sexo casual. Trata-se de uma organização secreta que legitima o verdadeiro espada matador e condena ao fogo do inferno os gays, lésbicas, transgêneros e simpatizantes. Leitura não recomendada para mulheres, crianças e cachorros. Nenhum direito reservado.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://amoal.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amoal.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Simão Pessoa, 1º Sacerdote da AMOAL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05933186576875034341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>60</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8639940.post-109891144693146838</id><published>2004-10-27T17:10:00.000-04:00</published><updated>2004-10-30T00:45:32.406-04:00</updated><title type='text'>O Autêntico Garanhão Espada</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/640/kslk002.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" height="271" src="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/400/kslk002.jpg" width="400" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Quando eu faço um &lt;em&gt;top five&lt;/em&gt; - e sempre os faço com livros, discos, bandas, filmes, etc - dos meus escritores preferidos, não reluto em incluir Luiz Fernando Veríssimo, Nick Hornby, Ruy Castro, Stephen King e, naturalmente, Simão Pessoa.&lt;br /&gt;Amigo e mentor intelectual de longa data, Simão me ensinou a maneira “solta” de escrever, mostrando que a arte é tão simples e prazerosa quanto uma boa (perdoem os puritanos) trepada. E se é prazeroso para ele escrever, a recíproca é verdadeira para nós, leitores e discípulos.&lt;br /&gt;Impossível não esticar os músculos faciais quando se percebe que o humor pode andar de mãos dadas com a informação histórica e científica, sem perder a ternura jamais.&lt;br /&gt;Seja em menor ou maior proporção, o sexo sempre foi e talvez sempre será um mistério em todas as culturas pós-idade da pedra. Dúvidas surgem a cada civilização, a cada geração, da mais singela às mais cabeludas. Os Manuais paridos por Simão Pessoa, apesar dos títulos erroneamente interpretado pelos menos avisados como leitura puramente masculina, tem como uma das missões educar do mais inexperiente ao mais (supostamente) sabichão.&lt;br /&gt;E quando se fala em sexo, meus amigos, nunca é demais saber muito, mesmo porque nenhuma mulher é igual, apesar do que se cacareja por aí (no caso dos Homens, pode-se admitir uma semelhança generalizada no que se refere às preferências relativas a anatomia feminina...não dá pra negar).&lt;br /&gt;Com o Manual do Garanhão, fica completa a tríade do macho do século 21. Para entender nosso papel de matador neste mundo onde as mulheres estão ganhando espaço (graças a Deus...quanto mais mulher, melhor), é imprescindível ter em nossas cabeceiras os Manuais do Canalha, Espada e a obra-prima que você tem em mãos.&lt;br /&gt;Neles vamos adquirir conhecimento necessário para entendermos bem todos os mistérios da sexualidade humana sem muita ladainha Freudiana. Os textos são como uma boa ejaculada facial, diretos e envolventes.&lt;br /&gt;Dentre vários atrativos da obra, destaca-se o lado histórico, que desvenda a origem do termo Onanista (vulgo punheteiro) e ainda dá algumas dicas preciosas (todas devidamente testadas) de como melhor praticar o sexo manual. E não pára por aí. O lado científico é abordado quando, por exemplo, se levanta uma interessante estatística de quanto sangue é necessário para a ereção de um pênis comum e como sofre um homem que, por acidente genético, tem um bimbo de proporções cavalares. Põe por água abaixo a vontade de (quase) todo homem ter um bilau do tamanho de uma sucuri adulta.&lt;br /&gt;Desmistifica também o famigerado Ponto G que toda mulher sabe que tem mas nem todo homem sabe onde achar. Qual não é a surpresa quando descobrimos que pode se fazer uma mulher chegar ao orgasmo até com a ponta do dedo mindinho.&lt;br /&gt;Usuário incansável da internet e pesquisador ávido das salas de bate-papo, o antenado Simão Pessoa vai mais fundo (sem dupla conotação) e dá orientações de como conduzir uma boa transa virtual. Imprescindível nos dias em que o membro fálico é substituído gradativamente pelo mouse.Trata-se de uma leitura obrigatória para os nerds que tremem só de pensar em “pegar” uma mulher de carne, osso, peitos e bunda.&lt;br /&gt;Depois de ler o Manual do Garanhão, trepar vai ser encarado não como uma mera necessidade física, onde o vai-e-vem alucinado termina com um esporro (no sentido ejaculatório da palavra). Trepar (ou fazer amor, como queiram) será visto e sentido como uma obra de arte onde dois (ou mais, conforme o gosto do freguês) corpos se entrelaçam numa dança coreografada, como um balé bem ensaiado, onde os passos aceleram de acordo com a música entoada dos seus integrantes, como uma espécie de Cavalgada das Valquírias de gemidos, chegando ao ápice da sinfonia como um vulcão em erupção seguido da sensação do dever cumprido (pelo menos na maioria dos casos).&lt;br /&gt;Assim sendo, não perca mais tempo lendo esse texto introdutório (ah, palavrinha sugestiva). Pule logo para a página seguinte e se delicie no mundo de prazeres do Manual do Garanhão. Ah, e só pra lembrar: Manual, em uma das referências contidas no dicionário Houaiss, é definido como “livro que orienta a execução ou aperfeiçoamento de uma determinada tarefa”. Assim sendo, caro leitor, nada de deixar o livro na estante criando poeira. Use e abuse, relaxe e goze.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Marco Antônio Ribeiro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Cavaleiro Templário, Mestre Secreto do 4º Grau e Magnus Frater do Conselho Supremo do Grau 33 do Rito Escocês Antigo e Aceito da AMOAL&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8639940-109891144693146838?l=amoal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109891144693146838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109891144693146838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amoal.blogspot.com/2004/10/o-autntico-garanho-espada.html' title='O Autêntico Garanhão Espada'/><author><name>Simão Pessoa, 1º Sacerdote da AMOAL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05933186576875034341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8639940.post-109891130244867963</id><published>2004-10-27T17:08:00.000-04:00</published><updated>2004-10-27T20:55:20.903-04:00</updated><title type='text'>A Origem da Tradição Devassa</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/640/atlantida3.2.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; WIDTH: 296px; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid; HEIGHT: 351px" height="342" src="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/400/atlantida3.2.jpg" width="334" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Segundo Platão, depois que os atlantes abandoram as práticas espirituais para se dedicarem ao sexo sem limites, os deuses se aborreceram com aquela pouca vergonha e operaram um cataclisma de proporções faraônicas. O cacique Cobra Coral não teve nada a ver com a história.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Da mesma forma que muitas outras ordens ocultas, a gênese da nossa escola de sabedoria, na sua aparência moderna, é nebulosa. Na verdade, a Antiga e Mística Ordem dos Abatedores de Lebres (AMOAL) é um corpo de iniciados cujo objetivo, no exterior, é o estabelecimento da Lei do Sexo Casual. Esse é o nome aplicado à tradição arcana conhecida como Sabedoria Devassa, que teve suas raízes na Lemúria, o famoso continente desaparecido.&lt;br /&gt;De acordo com alguns estudiosos a Lemúria é uma terra mitológica, "uma utopia da putaria franciscana" na clássica definição de Thomas More, que teria existido no oceano Pacífico "há um ano galáctico ou 26 mil anos solares, durante a Era de Ouro do Império do Sol".&lt;br /&gt;Esta sociedade tropical espiritualmente avançada e baseada no poder feminino teria vivido em perfeita paz e harmonia até ser submersa por uma inundação global. Diz a lenda que seus habitantes, que "praticavam cotidianamente a suruba, a ioga tântrica, o kama sutra, a levitação, a viagem astral e o teletransporte", teriam sido os responsáveis por erguer os moais da Ilha de Páscoa, num local que outrora, antes do cataclisma, teria sido uma alta montanha da Lemúria.&lt;br /&gt;Segundo os estudiosos, alguns locais da Terra como a cidade de Los Angeles e a Ilha de Páscoa seriam as pontas imersas deste continente submerso, e isso explicaria porque nestes locais há tantos machos devassos de elevada consciência (Michael Douglas, Warren Beatty e Jack Nicholson, por exemplo) e tantas louras-burras doidas pra trepar (Pamela Anderson, Britney Spears e Cristina Aguillera, por exemplo). Faz sentido.&lt;br /&gt;Da Lemúria esse conhecimento foi transportado para o Atlântida, outro continente que também acabou no fundo do mar. No velho Egito dos faraós, os sacerdotes de Saís disseram a Sólon que a Atlântida havia sido destruída nove mil anos antes deles estarem ali, jogando conversa fora e admirando a bunda das escravas etíopes. A civilização atlante, no entanto, não poderia ser superada pela nossa moderna civilização no quesito sexo sem limites.&lt;br /&gt;Defendida por teóricos e místicos, negada pela ciência oficial, sua existência torna-se uma possibilidade quando analisamos escrituras de diversos povos - inclusive a Bíblia - e encontramos referências a esse continente. Atlântida situava-se no Atlântico Norte, indo desde a costa da atual Flórida, nos EUA, até as ilhas Canárias e os Açores, na costa africana.&lt;br /&gt;A cultura de seu povo era muito avançada e ultrapassava a nossa com facilidade. A tecnologia, extremamente refinada, diferia muito da atual em termos de padrão de freqüência vibracional, pois se baseava no eletromagnetismo quântico. Estava diretamente relacionada com as forças da natureza e continha aspectos energéticos (metafísicos) e até espirituais unidos em uma só ciência. Os atlantes também dominavam máquinas voadoras bastante apuradas. Caracteres hieroglíficos e objetos que lembram aeronaves - algumas apresentando asas delta - foram encontrados no Egito e na cultura maia, apresentando um comportamento aerodinâmico perfeito.&lt;br /&gt;Segundo relatos do filósofo Platão, Atlântida possuía a capacidade de prover seus habitantes com todas as condições de sustento, cultura e diversão existentes na face da Terra. Não era cascata. Toda sorte de frutos, legumes, flores e raízes existiam em abundância e a extração de minérios, em particular o ouro, ocorria fartamente no continente.&lt;br /&gt;Os bacanais, as orgias e o sexo casual eram incentivados pelos governantes. Ninguém era de ninguém, era a regra de ouro dos atlantes. Foram eles que adaptaram a lei de Thelema ("faz o que tu queres que é tudo da lei") aos jogos sexuais, inventando o boquete, o cunninlingus, a sodomia, a coprofagia e o bestialismo, que redundou na nossa atual classe política.&lt;br /&gt;O declínio dos padrões éticos e morais, a perda da harmonia e o distanciamento da essência e da dimensão espiritual da existência foi o principal motivo do desaparecimento da civilização atlante. Em &lt;em&gt;Timeu&lt;/em&gt;, Platão discorre sobre o fato: "Impressionantes terremotos e inundações ocorreram (...) e sobrevieram um dia e uma noite horríveis quando Atlântida foi tragada pelo mar e desapareceu (...)".&lt;br /&gt;Prevendo a destruição, os sábios atlantes emigraram juntamente com alguns grupos para o Egito (dando início à dinastia dos faraós), para a América Central (originando a civilização maia) e para a Grã-Bretanha (possibilitando o surgimento dos Celtas). O conhecimento que possuíam foi utilizado para construir, entre outras coisas, monumentos, pirâmides, observatórios astronômicos, vibradores, bonecas infláveis e calendários muito precisos.&lt;br /&gt;Muito pouco se sabe sobre os druidas, que disseminaram a tradição devassa entre os povos celtas. Na linguagem atlante, druida significava "conhecimento do carvalho", que com o tempo virou "sabedoria do caralho". Suspeita-se que eles inventaram algo muito parecido com um relógio despertador, pois, segundo a história, costumavam levantar-se pontualmente num determinado dia do ano para presenciar o alvorecer no equinócio da primavera.&lt;br /&gt;Os druidas ficaram conhecidos pela tradição oral, talvez pelo fato de não saberem escrever ou por falta de papiros para tal finalidade. O que restou da cultura druida são alguns poucos artefatos ("menires") belamente esculpidos, que lembram vagamente caralhos gigantescos.&lt;br /&gt;O Egito pode ser considerado o segundo berço da Sabedoria Devassa e, provavelmente, este fato não é devido aos picantes filmes de Cléopatra, estrelados por Elizabeth Taylor, Sophia Loren e Vivian Leigh. Cleópatra governou o Egito por 21 anos, até morrer, e dividiu o trono com dois irmãos, Ptolomeu XIII, de 51 a 47 a.C., e Ptolomeu XIV, de 47 a 44 a.C., e com seu próprio filho Cesarion, ou Ptolomeu XV, de 44 a 30 a.C.&lt;br /&gt;Foi a primeira governante de sua família a aprender egípcio, uma das nove línguas que falava, e também se apresentava aos seus súditos como filha de Amon-Rá, o deus egípcio que representava o Sol. O que ela fazia com a língua, nas internas, só quem podia dizer eram os generais romanos Júlio César e Marco Antônio, dois dos duzentos amantes oficiais da sacana. Os outros 675 amantes não eram oficiais: eram sacerdotes, padeiros, escravos, agricultores, cavalariços, soldados, etc.&lt;br /&gt;Existe uma grande curiosidade dos estudiosos de ocultismo sobre o Egito, particularmente sobre as pinturas dos faraós e deuses. “Por que eles sempre ficavam de perfil quando eram pintados os seus retratos?” Algo bastante misterioso e oculto, digno de uma investigação mais detalhada, deve permear este fato. Dissertar sobre o panteão egípcio é também bastante significativo para o abatedor de lebres neófito, que deseja granjear prestígio entre as donzelas, pois aquele povo foi o primeiro a ter deusas exuberantes e mortas de gostosas, que fornicavam com um mortal comum.&lt;br /&gt;Para um aprofundamento melhor deste panteão devemos ter em mente alguns personagens conhecidos. Morena cor de jambo, bonita e fogosa, Ísis era o arquétipo da deusa-mãe e está relacionada com a Lua e a Natureza. Seu marido, Osíris, era a figura do deus-pai, inteligente e articulado, mas não tão brilhante como Amon-Rá, o deus-sol.&lt;br /&gt;O filho de Ísis e Osíris, chamado Hórus, era uma crinaça promissora. Seria difícil dizer com quem ele se parecia, uma vez que tinha a cabeça de falcão. O cafajeste e mulherengo Set, irmão de Osíris, tinha a cabeça de um chacal e deve ter sido muito fácil reconhecê-lo no meio de um multidão de pessoas normais.&lt;br /&gt;A lenda diz que Set, disposto a comer a cunhada, matou o irmão, retalhou em 15 pedaços (trata-se de algo bastante significativo em termos numerológicos, pois é o número da centimetragem média de uma certa parte do corpo masculino), e os espalhou pelo planeta. Ísis partiu em busca desses pedaços, tentando juntá-los, a fim de reconstituir Osíris.&lt;br /&gt;Ficamos pensando se toda essa história não deixou Ísis bastante abalada e à beira de um ataque de nervos, mas, em todo o caso, ela conseguiu reunir a maior parte do corpo de Osíris. Encontrou 14 partes. Não vale você tentar adivinhar qual foi a parte que ela não conseguiu encontrar.&lt;br /&gt;Há também o fato de que os místicos foram muito beneficiados pelo fato de os arqueólogos terem morridos como moscas, ao tentarem desvendar as tumbas dos faraós, em virtude das várias maldições ali existentes. Os ocultistas ficaram bastantes impressionados pelo fato de a magia egípcia ser tão poderosa que uma simples maldição de um faraó era capaz de matar pessoas estranhas, após milhares de anos.&lt;br /&gt;Além disso, os deuses e deusas egípcios possuíam nomes notáveis e sonoros, os quais ficavam muito bem nos rituais realizados em sua homenagem. Invocar Thot, Hórus ou Néftis era bem mais simples do que invocar Sung Tzu Niang-niang ou Bodhisattva Avalokitesvara.&lt;br /&gt;Uma das seitas ocultistas apaixonadas pelo Egito foi a Ordem Hermética da Aurora Dourada, cujo principal líder, Aleister Crowley, proclamou o início da era de Hórus e fez vários experimentos de magia sexual, que lhe valeram o apelido de “o homem mais devasso do mundo”.&lt;br /&gt;Para suas discípulas, conhecidas hoje como wiccas (“bruxas modernas”), ele era chamado carinhosamente de “a Besta do Apocalipse”, devido ao tamanho descomunal da sua pomba de jumento. Além disso, Aleister aperfeiçoou um trabalho-tarô, ao qual denominou “baralho de Thot”, cheio de símbolos egípcios e bastante notável, além de pouco usado, pois as cartas eram muito grandes, o que dificultava o ato de embaralhá-las. Você aprenderá um pouco mais sobre isso quando estudar as técnicas de sedução sexual exclusivamente baseadas no tarô.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8639940-109891130244867963?l=amoal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109891130244867963'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109891130244867963'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amoal.blogspot.com/2004/10/origem-da-tradio-devassa_27.html' title='A Origem da Tradição Devassa'/><author><name>Simão Pessoa, 1º Sacerdote da AMOAL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05933186576875034341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8639940.post-109891117304499025</id><published>2004-10-26T17:06:00.000-04:00</published><updated>2004-10-30T00:44:17.436-04:00</updated><title type='text'>Do Antigo Egito à Idade Moderna</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/640/Tavola.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; WIDTH: 381px; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid; HEIGHT: 297px" height="374" src="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/400/Tavola.jpg" width="469" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;O grande mestre Simon Person, no canto inferior esquerdo da ilustração, participou ativamente da abertura de várias Távolas Redondas e contabiliza 1.175 anéis de couro detonados no seu impressionante currículo (até setembro de 2004). Sem contar as xanas e os boquetes.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Do Egito, a tradição devassa chegou à Palestina, graças ao empenho do rei Salomão, cujo harém de 300 concubinas era considerado uma das “Sete Maravilhas do Mundo”. Além de fornicar como um sátiro faminto e escrever versos parnasianos de qualidade duvidosa (“Cântico dos Cânticos”), Salomão era um diligente estudante de cabaços (chamados de “qabalah”, na língua dos essênios) e um espada-matador de primeira. Ele chegou mesmo a matar um general hitita para ficar com a viúva. O bom abatedor de lebres deve ter conhecimentos, ainda que parciais, sobre cabaços (apesar de estar cada vez mais difícil encontrá-los) ou cabala, que é a ciência que estuda os mesmos.&lt;br /&gt;Para início de conversa, é bom aprender a pronunciar corretamente a palavra, pois algumas pessoas escrevem “qabhalismo” ou “qabalahismo”. Pronuncie-a “chabalismo”, como se ela começasse com um agá aspirado forte, aquele acompanhado de um som indicando a iminência de uma cusparada. Quando ouvir alguém pronunciar erradamente a palavra cabalismo, corrija-o imediatamente, demonstrando que ele não entende porra nenhuma de cabaços, que dirá de bocetas. Isso lhe renderá prestígio e respeito entre as vadias.&lt;br /&gt;De acordo com os judeus, a qabalah é uma forma de misticismo, envolvida com magia e praticada por eles desde a época do Antigo Testamento. Sabe-se também que mais da metade dos conhecimentos ocultistas existentes atualmente provêm da qabalah. Você poderá encontrar muito sobre a qabalah no Velho Testamento, entretanto, não o aconselho a fazer tal coisa, pois muita gente já tentou e não conseguiu descobrir porra nenhuma. Outros acabaram seus dias de glória no hospício. Pesquisa é um troço complicado.&lt;br /&gt;A base filosófica da cabala está centrada no tetragramaton. A maioria dos ocultistas concorda que o nome de Deus é composto de quatro letras (Yod, He, Vaus e He), que é pronunciado como Jeová ou Iavé pelos cristãos. Os judeus cabalistas, entretanto, jamais tentam pronunciar essa palavra, preferindo Adonai ou Reginaldo Rossi. De acordo com o cabalismo, Deus criou o mundo ao pronunciar corretamente o tetragramaton, sendo esta uma palavra de poder e magia no seu nível máximo.&lt;br /&gt;O hebreu antigo não possuía vogais e, desse modo, qualquer um pode dar palpite sobre o modo correto de pronunciá-la. Afirmam os cabalistas que, se alguém pronunciasse corretamente essa palavra, iria chover bocetas e cabaços na sua horta durante 365 dias seguidos. Essa é a palavra perdida que nunca foi dita, mas uma gorda conta bancária e um carro importado do ano podem produzir o mesmo efeito sobre a mulherada.&lt;br /&gt;Também não esqueça de que na cabala o termo Shekinah significa sabedoria, representada pelo sexo feminino, que a personifica. Ela é mencionada no Livro dos Provérbios, escrito pelo rei Salomão. Se tiver muita paciência, poderá encontrar referências a ela em trechos obscuros do referido livro. Alcançar o conhecimento é algo semelhante à união sexual com o Shekinah. Talvez daí tenha surgido o termo “conhecer”, tão freqüentemente usado na Bíblia para indicar que alguém manteve relações sexuais com outra pessoa.&lt;br /&gt;A Sabedoria Devassa também foi muito influenciada pelo gnosticismo, uma corrente filosófico-religiosa surgida junto com o cristianismo. Em muitos aspectos, as duas correntes eram absolutamente iguais, exceto pelo fato de seus adeptos não terem chegado a um acordo sobre o nome de Jesus. Uns achavam que deveria ser Christos, outros Chrestos, e outros, ainda, Crest, que dá um sorriso mais branco. E todos sabem que isso faz uma grande diferença.&lt;br /&gt;Assim, tanto o gnosticismo quanto o cristianismo ficaram bastante mesclados, e você deve saber que todos os assuntos contidos no Novo Testamento, que forem confusos e de difícil interpretação, são gnósticos, ou seja, estão intimamente relacionados com bestas de sete cabeças, virgens possuídas por íncubos, demônios praticando missa negra, candelabros de fogo descendo do céu e por aí afora.&lt;br /&gt;O que se sabe sobre o gnosticismo é que, de repente, os seus adeptos se envolveram com todos os tipos de artes mágicas negras e celebrações pagãs de sexo livre. Esta posição é bastante contraditória, já que inicialmente os gnósticos haviam exposto a teoria de que o deus Jeová não era o Deus verdadeiro, mas sim um maligno criador de um mundo maligno, isto é, o Diabo. Desse modo todos os cristãos e judeus que adorassem a Jeová estariam adorando, na verdade, ao Diabo, enquanto o Deus verdadeiro permanecia nos bastidores, todo misterioso.&lt;br /&gt;A grande proeza do Deus verdadeiro era passar-se pelo Demiurgo. Para os gnósticos, Sofia era uma personificação feminina da sabedoria, assim como Shekinah para os cabalistas, mas com notória influência dos gregos. Neste caso, a conexão com a sexualidade era ainda mais forte, pois Sofia era uma prostituta e provavelmente estava a par de muitas coisas interessantes confessadas na alcova.&lt;br /&gt;Na Roma antiga, as religiões de mistério baseadas na Sabedoria Devassa foram bastante populares, sobretudo pelo fato de usarem estratégias bastante inteligentes para conseguir novos adeptos. Em vez de baterem às portas das casas, tentando vender uma revistinha do tipo Torre de Vigia (periódico das Testemunhas de Jeová), eles sugeriam que, quem desejasse se filiar, teria de se submeter a anos de penosos aprendizados num puteiro etrusco, para merecer o ingresso. Com isso formavam-se enormes filas de pessoas desejando filiar-se a tais religiões de mistério.&lt;br /&gt;Havia os mistérios venusianos, que impunham aos adeptos anos de complicada iniciação sexual, cuja revelação final, para o aspirante de conhecimento secreto, consistia em manter o pau sujo de mel dentro de um formigueiro de tucandeiras durante oito horas. Desse modo, talvez o principal mistério fosse o modo como continuaram conquistando novos adeptos. Os venusianos tinham seus mistérios baseados em rituais de fertilidade, quase sempre envolvendo cultos dionísiacos, ou seja, sexo grupal envolvendo faunos, sátiros, ninfas, vestais e birita à vontade, e eram tão divertidos quanto as orgias de Calígula.&lt;br /&gt;Depois de passar alguns séculos submersa no limbo, após a queda do Império Romano, a Sabedoria Devassa reapareceu de forma fragmentada em certas tradições do Extremo Oriente, como budismo (dos adoradores de bundas), taoísmo (dos machos que se julgavam o tal), sufismo (dos primitivos pegadores de onda no estreito de Ormuz) e confusionismo (dos sujeitos que não tinham paciência para fazer uma mulher entender como uma partida de futebol entre camelos é sempre mais importante do que uma tensão pré-menstrual e acabavam enlouquecendo em busca do Nirvana). A corrente voltou à tona no Ocidente quando Renê D’Kulhon Grand concentrou-a dentro da Ordem Regular dos Cavaleiros Templários.&lt;br /&gt;Os Cavaleiros Templários são tão polêmicos quanto a existência de Atlântida ou da Lemúria. Existem inúmeras teorias sobre esses cavaleiros. Para muitos, eles eram os guardiões de um harém do rei do Sião, em Turim. Para outros, eles possuíam conhecimentos secretos dos magos do Antigo Egito e eram capazes de fazer uma fêmea chegar ao orgasmo só de ver sua espada reluzente. E há ainda aqueles que defendem a idéia de que eles estavam envolvidos na conspiração que matou o presidente Kennedy.&lt;br /&gt;Pelo que se sabe sobre os Cavaleiros Templários, fica bastante difícil imaginarmos a razão pela qual eles eram capazes de abandonar lares, esposas e filhos, viajando para a Terra Santa, com o único propósito de proteger as estradas para os peregrinos que para lá se dirigiam. Só se suas esposas fossem verdadeiros dragões. Os ocultistas mais românticos acreditam que os Cavaleiros Templários provavelmente possuíam um terrível conhecimento secreto para abater lebres casadas e, por isso, eram perseguidos implacavelmente pelos maridos traídos.&lt;br /&gt;Outros, no entanto, acreditam que Felipe, na época rei da França, necessitando de dinheiro para manter o seu inglório reinado, percebeu que, se prendesse os Cavaleiros e confiscasse a imensa fortuna que possuíam, teria resolvido seus problemas financeiros. Assim, acusou-os de feiticeiros e mandou queimá-los em imensas fogueiras, apoderando-se da grande fortuna acumulada pelos Cavaleiros Templários.&lt;br /&gt;Acredita-se que Felipe tenha passado longas noites arquitetando um plano diabólico para incriminar os Cavaleiros. Ele esculpiu um ídolo oriental conhecido por Baphomet, com cabeças e patas de bode, seios de mulher, asas de anjo e a cara do Pedro de Lara, algo bastante assustador para aquela época. Aquele ídolo, supostamente adorado pelos Templários, foi também acusado de representar a imagem do mal.&lt;br /&gt;Outro grande serviço prestado pelo rei Felipe aos ocultistas foi destruir os Templários, antes que eles pudessem revelar ao mundo qual era o terrível segredo que possuíam. Portanto, qualquer coisa que se diga sobre eles poderá ser aceito como verdadeiro ou não, dependendo do lado que a mulher que você quer comer esteja. A mulher tem sempre a última palavra, como na hora em que ela lhe olha com um ar de inocência e pergunta: "É pra cuspir ou pra engolir?" e você dá de ombros, com indiferença.&lt;br /&gt;Quando, em 1314, Jacques de Paul Moley foi queimado por alegada heresia e muitas outras acusações, o Templarismo entrou na clandestinidade ou mesmo desapareceu na sua forma original. A partir de 1737, alguns escritores, como Andrew Michael Ramsey, defendem a idéia de que existiu uma sucessão de Grão-Mestres e uma organização templária sem interrupção desde a supressão da Ordem a ferro e fogo.&lt;br /&gt;Não há, contudo, nenhuma evidência de que tal tenha efetivamente ocorrido durante os 400 anos que decorrem desde a dispersão dos Cavaleiros Templários e o Neotemplarismo da segunda metade do século 18. Pelo contrário, existem evidentes falsificações e anacronismos para justificar tais teorias de continuidade, que se apresentam também inconsistentes e absurdas.&lt;br /&gt;O Templarismo emergiu no início do século 18, caminhando em duas direções. A primeira, que não nos interessa, virou parte integrante da &lt;em&gt;Maçonaria&lt;/em&gt; e, atualmente, constitui o grau mais elevado do Rito de York - ramo mais antigo da Maçonaria que requer que os seus membros estejam afiliados num Capítulo do Arco Real e também, em muitas jurisdições, que sejam igualmente membros de um Conselho de Mestres Reais e Escolhidos. Atualmente, numa Comenda de Cavaleiros Templários, conferem-se sucessivamente a Ilustre Ordem da Cruz Vermelha, a Ordem de Malta e, por fim, a Magnânima Ordem do Templo.&lt;br /&gt;A segunda corrente, que é a que nos interessa, virou parte integrante da &lt;em&gt;Machonaria&lt;/em&gt; e entrou para os anais (no bom sentido) do misticismo devasso como Ordem do Espada-Matador, tendo sido fundada pelo escritor Giacomo Casanova, na cidade de Veneza, em 1742. No imaginário popular, o italiano Giacomo Casanova e o espanhol Don Juan às vezes se confundem. Ambos foram aventureiros, sedutores e libertinos.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8639940-109891117304499025?l=amoal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109891117304499025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109891117304499025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amoal.blogspot.com/2004/10/do-antigo-egito-idade-moderna.html' title='Do Antigo Egito à Idade Moderna'/><author><name>Simão Pessoa, 1º Sacerdote da AMOAL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05933186576875034341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8639940.post-109847455010545405</id><published>2004-10-26T16:49:00.000-04:00</published><updated>2004-11-01T22:43:05.546-04:00</updated><title type='text'>Atravessando o Primeiro Umbral</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/640/kslk026.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/400/kslk026.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Os verdadeiros abatedores de lebre são pessoas inteligentes, perspicazes, criativas, inventivas e bem-humoradas. Se o que você deseja é tornar-se um mestre da arte da sedução, deverá ter uma mente ágil e imaginação fértil, sobretudo quando estiver diante de mulheres de nariz empinado. Após a leitura destes ensinamentos, você provavelmente terá conhecimento de coisas até então ocultas e misteriosas, com a vantagem de saber práticas mágicas dos mais ilustres sedutores do mundo. Tudo quanto eles aprenderam e fizeram será colocado em suas mãos.&lt;br /&gt;Esse é um privilégio raro e você deve se considerar um eleito, escolhido para uma missão nobre e especial. É importante, para você que deseja tornar-se um aprendiz de espada-matador ou um mestre consagrado na arte de abater lebres, guardar segredo de tudo quanto aprender. Recuse-se terminantemente a dar qualquer tipo de informação sobre seus conhecimentos de nossas ciências ocultas. Alegue não poder revelar os segredos aprendidos, pelo fato de haver feito um juramento numa organização secreta e muito poderosa.&lt;br /&gt;Se alguém desejar informações sobre suas misteriosas práticas de conquistas sexuais, diga-lhe que somente os iniciados têm acesso ao conhecimento secreto da Sabedoria Devassa, e este não pode ser revelado a ouvidos profanos e impuros. Quanto às práticas de magia descritas neste livro, não as leve demasiado a sério, já que os antigos magos e grandes mestres nunca o fizeram. Algumas podem funcionar, outras jamais. O grande mistério em tudo isso é que, quando você menos espera, alguma coisa acontece inesperadamente. Cabe a você estar preparado para a epifania.&lt;br /&gt;Ao proferir algumas palavras mágicas, você pode abrir todas as portas de sua vida e comer as mulheres mais desejadas do planeta. Exemplo: "Recebi o décimo-terceiro antecipado e estou cheio da baba! Hoje não tem puta pobre!". Esta é uma frase de grande poder de força nos tempos modernos. Existem muitas outras que, ao longo dos séculos, vêm sendo usadas para as mais diversas finalidades. Tenha muito cuidado em empregá-las pois, em alguns casos, uma simples frase dita na hora errada pode começar uma guerra entre você e sua amante, entre você, sua sogra e a cunhada ou uma grande briga no trânsito na hora do estacionamento. E com esses azuladinhos metidos a bosta, vou te contar!&lt;br /&gt;Todos os espadas-matadores de renome conquistaram grande credibilidade a partir da imagem certa que construíram para si mesmo. Eis algumas dicas que você pode pôr em prática a partir desse momento. Todas as noites, fique em frente de um espelho, durante algumas horas, aperfeiçoando um olhar sedutor. Use roupas já testadas em rituais de fertilidade para atrair bons fluídos e provocar comichão nas xoxotas: costumes Ermenegildo Zegna, camisas Hugo Boss ou Dolce &amp; Gabanna, gravatas de seda Valentino e sapatos Samello.&lt;br /&gt;Se possível, ostente alguns amuletos de poder (cartão de crédito internacional, chave de carro importado, relógio Omega Seamaster, pulseira H. Stern cravejada de diamantes, telefone celular, que é também filmadora, máquina fotográfica, fax, computador e barômetro digital). E, por último, não deixe que ninguém toque em alguma parte do seu corpo. Os grandes mestres preferem o quincas, mas você pode escolher a cabeça, os ombros, as pernas, a chapeleta da pomba ou qualquer outra parte.&lt;br /&gt;É recomendável, porém, não abusar demais dessas excentricidades ou você vai ficar parecendo um &lt;em&gt;mauricinho&lt;/em&gt;. Tudo tem limite. O importante é deixar que as outras pessoas descubram naturalmente o seu lado místico e oculto. Não exiba suas roupas ritualísticas em um velório ou numa festa de aniversário de criança, onde só pintam mocréias. Mas misture fotos em que você esteja com duas prostitutas ruivas e uma anãzinha vesga praticando a posição "Catando cavaco na Polinésia", com aquelas que foram tiradas em recente excursão a Maués, e ofereça casualmente para que seus amigos vejam. Quando descobrirem tais fotos, mostre-se aborrecido e tome-as imediatamente, pedindo desculpas.&lt;br /&gt;Provavelmente, alguns desejarão mais explicações sobre aquelas fotos estranhas. Diga, por exemplo, que infelizmente já não pode manter em segredo algo que foi revelado publicamente. Confesse que você está praticando magia sexual. Que você é um adepto menor da Sabedoria Devassa oriunda de Lemúria. Ou de Atlântida, se o interlocutor tomar o nome do famoso continente perdido pelo antigo apelido de um centroavante do Fast Clube nos anos 60. Com esses analfabetos em ocultismo, todo cuidado é pouco.&lt;br /&gt;Mudança de nome também provoca um efeito fantástico. Se disser que agora se chama &lt;em&gt;Frater Luxurius Lux&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Lever &lt;/em&gt;e pertence à &lt;em&gt;Antiga e Mística Ordem dos Abatedores de Lebres&lt;/em&gt;, com toda a certeza provocará mais respeito em seus ouvintes e despertará mais credibilidade do quer dizer Irmão Hilton, vidente e espírita, chegado recentemente de Codó, no Maranhão. O seu novo nome deve ser escolhido com carinho, assim como deve ser precedido de um vistoso título nobiliárquico que mostrará seu nível de evolução.&lt;br /&gt;A título de informação, eis algumas sugestões já testadas no mundo inteiro: grão-mestre, conde-mor, excelsus, venerável, magister, imperator ou supremus rex. O ideal é uma coisa exótica, estrangeira, desconhecida da maioria das pessoas. Entre os ocultistas, existe uma longa tradição de se apresentarem como grandes mestres. Você também pode se intitular assim. Jamais se diga aprendiz. Os aprendizes não são respeitados por ninguém e nenhuma mulher quer fazer sexo com aprendiz&lt;br /&gt;Outra coisa que você necessita fazer para criar uma aura de mistério, condizente com seus novos conhecimentos de magia sexual, é mudar seus hábitos de vida. Abandone de vez aquela onda de freqüentar o mesmo bar aos sábados. Saia de circulação por alguns meses, e volte a ver os velhos amigos apenas para informá-los de que aconteceram algumas coisas muito estranhas em sua vida e que logo, em momento oportuno, eles terão mais detalhes.&lt;br /&gt;Faça isso e mude logo de assunto ou saia rapidamente, não sem antes dar dois tapinhas na pomba, levantar a palma da mão direita e dar um rápido grito, que assustará a todos: "Ayô, Silver, avante!". Fuja sem maiores explicações, mas fique preparado para os telefonemas dos amigos, julgando provavelmente que você pirou de vez. Mantenha sua palavra de que, no momento certo, lhes contará tudo sobre as coisas inexplicáveis que lhe sucederam depois que leu um determinado livro.&lt;br /&gt;O melhor a fazer é freqüentar lugares desconhecidos deixando um certo ar de mistério a seu respeito. Em contato com novas pessoas, você poderá criar uma reputação de "come-quieto" sem dificuldades. Não dê seu endereço a ninguém, ainda que lhe peçam. Embora pareça suspeito, você deverá permanecer envolto em mistério, até chegar o momento de falar sobre suas práticas sexuais na Tradição Devassa. Quando achar conveniente, dirá à pessoa que todas as precauções foram tomadas, até que você descobrisse a boa índole e verdadeiras intenções dela.&lt;br /&gt;Diga que você está fugindo há setecentos anos das Mocréias Assassinas da Tessália, uma antiga ordem de sapatões que você ajudou a destruir no início da Idade Média. Afirme que, nesta reencarnação, você tem tentado fugir das Mocréias Assassinas, mas está praticamente sozinho e necessita de mais poder e força para destruí-las em definitivo.&lt;br /&gt;Peça ajuda à pessoa, dando-lhe uma pequena cruz de metal enferrujado (comprada numa loja de antigüidades ou no ferro-velho) e rogando para que, se algo de mal lhe suceder, ela deverá enterrar a cruz num local secreto, até que alguém baixinho, vestido de branco, se identificando como um Zeta Reticuli Grey, proveniente do planeta Zeta Reticulan, localizado próximo da estrela Barnard, nas vizinhanças do sistema estelar de Órion, lhe peça de volta o amuleto.&lt;br /&gt;Uma das coisa que mais vão ajudar na sua reputação como abatedor de lebres será a demonstração de conhecimentos sobre magia sexual. Você pode ser mestre em massagem sueca com a cabeça do pau estrangulada, com registro em Estocolmo, mas se não souber impressionar a vagabunda ao tratar das práticas sexuais mais mirabolantes existentes, não conseguirá boa impressão nem será convincente. Mas tenha calma! Você não deve se aprofundar em coisa alguma. Afinal, nenhum mago deve ensinar seu feitiços e práticas ocultas a ninguém.&lt;br /&gt;Você deve apenas sugerir que possui determinados conhecimentos secretos sobre como fazer uma mulher ficar gozando por meia hora seguida, sem lhe tocar no clitóris, e deixar a vagabunda morder a isca. Se ela quiser mais detalhes, diga que jamais poderá revelá-los a pessoas não iniciadas na organização secreta da qual você faz parte. Mas que você poderá fazer uma pequena demonstração prática se ela jurar guardar segredo. Não tem mulher que resista. Não pela trepada em si, mas porque toda fêmea adora guardar segredos.&lt;br /&gt;Ao chegar ao final destes ensinamentos, você terá tanto conhecimento sobre a Sabedoria Devassa que dificilmente alguém duvidará de você. Um outro recurso inteligente para atrair a atenção das cachorras é expor seus conhecimentos sexuais secretos, mas de maneira tão obscura, cheia de rodeios, que ninguém terá condições de saber se são verdadeiras ou não.&lt;br /&gt;É fundamental ser bastante convincente. Para não ficar com a impressão de que está simplesmente enganando as pessoas, saiba que o verdadeiro ocultismo é realmente isso: muita conversa fiada no pé do ouvido, muita cascata entremeada de silêncios súbitos, muito descaramento e sangue-frio. Os ocultistas eram, de fato, pessoas muito misteriosas, e seus conhecimentos não chegaram a ser publicados em livros, porque grande parte foi queimada, junto com eles, em imensas fogueiras da Inquisição.&lt;br /&gt;Isso significa dizer que os ocultistas de verdade procuraram manter suas descobertas e conhecimentos o mais oculto possível. O pouco que foi revelado provocou tanta indignação e revolta nos ignorantes e poderosos, que durante muitos séculos eles foram perseguidos, decapitados, queimados e torturados publicamente ou obrigados a abandonarem sua práticas sexuais consideradas demoníacas.&lt;br /&gt;Você pode usar este argumento, absolutamente válido, para afirmar que, ainda hoje, os ocultistas são assassinados friamente por grupos de extermínio capitaneados por urutus, tribufus e jaburus. Muitos são encontrados mortos, vitimados por colapso cardíaco ou acidentes isquêmicos provocados por excesso de viagra, quando, na verdade, foram habilmente eliminados por legiões de fanáticas exterminadoras de falo.&lt;br /&gt;É por causa disso que você não quer correr o risco de falar demais nem tornar outras pessoas cúmplices ao revelar conhecimentos secretos. Mas já que eles estão tão interessados pelo assunto, recomende-lhes comprar o livro secreto da AMOAL. Eu, pessoalmente, vou lhe agradecer. Minha conta bancária, também.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8639940-109847455010545405?l=amoal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847455010545405'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847455010545405'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amoal.blogspot.com/2004/10/atravessando-o-primeiro-umbral.html' title='Atravessando o Primeiro Umbral'/><author><name>Simão Pessoa, 1º Sacerdote da AMOAL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05933186576875034341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8639940.post-109847446633821606</id><published>2004-10-26T16:47:00.000-04:00</published><updated>2004-11-01T22:43:58.826-04:00</updated><title type='text'>A imutável lei da espada</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/640/kslk028.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/400/kslk028.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Muito bem, caro neófito da AMOAL. Antes de avançarmos nos conhecimentos ultra-secretos de nossa organização, vamos falar um pouco sobre o nosso melhor amiguinho (ou "anjo da guarda", se preferirem). Se você não sabe de quem se trata, estamos falando daquele sujeito roliço, vermelhão e educado, que sempre se levanta para uma mulher sentar.&lt;br /&gt;De acordo com alguns estudiosos, até o período Neolítico os homens não sabiam qual era sua função na geração de uma nova vida. A partir do momento em que o homem descobriu que tinha papel importante na concepção, a estrutura da sociedade passou de matriarcal a patriarcal. Foi quando o homem descobriu que o pênis não servia apenas para mijar.&lt;br /&gt;Associado à determinação e à força, o pênis é o símbolo máximo da masculinidade e, por esta razão, fonte imensa de prazer, mas também de ansiedade e de dor. Os romanos davam a ele o nome de &lt;em&gt;fascinum&lt;/em&gt; - de fascinar e fascinação. Para Jung, "o falo é fonte de vida, da libido, o criador e fazedor de milagres e, como tal, é adorado por toda parte".&lt;br /&gt;O xivaísmo é um culto dentro do hinduísmo e seu símbolo é o linga ou falo. Xiva disse: "Eu não sou diferente do falo, o falo é idêntico a mim. E portanto deve ser adorado. Onde quer que haja um órgão masculino ereto, eu e eu mesmo estou presente". Ou seja, a gente fala pelo falo e ponto final.&lt;br /&gt;O culto fálico possuía um caráter mágico na Antigüidade. Filho de Baco e Vênus, Príapo nasceu com um pênis desproporcionalmente imenso e sempre duro. Envergonhado, fugiu para o campo e tornou-se protetor de hortas, jardins e gado. Seu nome deu origem ao priapismo, uma ereção prolongada de mais de seis horas e muito dolorida, causada por traumas e algumas doenças.&lt;br /&gt;Em algumas civilizações do passado, o falo era considerado um símbolo religioso. O &lt;em&gt;digitus infamis&lt;/em&gt; - gesto feito com o dedo médio, que para nós significa outra coisa - representava um pênis e era utilizado como amuleto contra doenças, maldições, inveja, mau-olhado e paqueras de mocréias.&lt;br /&gt;Na Grécia antiga, as figuras masculinas sempre ostentavam órgãos sexuais pequenos. O gregos consideravam o membro avantajado "feio e ordinário". Aristóteles acreditava que um pênis pequeno era mais fértil do que os maiores, porque o esperma tinha menos espaço para percorrer.&lt;br /&gt;Um dos deuses preferidos do antigo Egito era Osíris, geralmente representado na figura de um touro enfurecido com três pênis. Para seus sacerdotes, os genitais masculinos eram considerados troféus de guerra. Uma vitória dos egípcios contra os líbios lhes rendeu 13.230 pênis.&lt;br /&gt;Os habitantes de Komaki, a 250 quilômetros de Tóquio, celebram há 3 mil anos o festival da fertilidade chamado Hounen Matsuri. A procissão pelas ruas da cidade até o altar de Tagat Jinja é acompanhado por cânticos e homens carregando um pênis enorme ereto. O falo gigantesco, feito de cipreste, pesa mais de 400 quilos e é ofertado a Hounen para que todos tenham dias frutíferos, colheita abundante e um ano de prosperidade.&lt;br /&gt;A arte japonesa de tatuar cada centímetro do corpo é chamada Irezumi. Nem mesmo o pênis escapa. É a última parte do corpo a ser tatuada por ser a mais dolorida. Na tribo Walibri da Austrália, o cumprimento entre amigos não é dar as mãos, mas apertar o pênis um do outro. Benito Mussolini repelia o mau-olhado tocando seus testículos. O símbolo de Pompéia era um pênis alado.&lt;br /&gt;Grigory Rasputin, o monge, que supostamente possuía poderes sobrenaturais, foi um mestre da sedução. Num livro sobre seu pai, Maria Rasputin afirma que os rituais religiosos de seu progenitor invariavelmente transformava-se em orgias nas quais seu pênis era cultuado.&lt;br /&gt;Em tribos da África, maridos traídos se vingam envenenando os próprios pênis. Preparam o veneno e o antídoto. Tomam o antídoto e depois lambuzam o pau com o veneno. Transam com suas mulheres (os mais bonzinhos dão antídotos para as esposas também), e quando o Ricardão chega para se divertir, é acometido por uma dor alucinante, parecida com queimaduras, que o deixa gravemente doente. As tribos Ngoni e Zulu usam uma poção que não causa a morte, mas a impotência.&lt;br /&gt;O general e conquistador francês Napoleão Bonaparte não tinha um pinto muito grande. E no fim da vida seu pênis encolheu drasticamente - um dos sintomas de envenenamento por arsênico. O pau do general francês continua causando polêmica. John Lattimer, ex-catedrático de Urologia do Hospital Columbia, em Nova York, afirma ter em sua coleção o pênis de Napoleão. O mito nunca foi confirmado.&lt;br /&gt;No cemitério Pére Lachaise, em Paris, acredita-se que a escultura Victor Noir - jornalista francês assassinado por Pierre Bonaparte, primo de Napoleão III - tem poderes mágicos. Uma esfregada nos órgãos genitais de Noir seria suficiente para estimular a fertilidade feminina. Pelo aspecto gasto dos países baixos de Victor, o remédio é muito procurado.&lt;br /&gt;Uma das receitas do Kama Sutra para causar a ilusão de um pênis mais, digamos, vibrante é esfregar o membro com água morna, antes do sexo, e depois lambuzá-lo com uma mistura de mel e gengibre. O vick vaporub e a popular pomada Tigre também produz o mesmo efeito.&lt;br /&gt;Para prolongar o prazer, o Kama Sutra sugere: frite muitos ovos de codorna na manteiga e depois mergulhe-os no mel de abelha. Rebata tudo com um litro de catuaba. Essa iguaria irá lhe proporcionar uma ereção que durará a noite toda. A mistura de leite de camelo com mel também foi documentado como um potente afrodisíaco.&lt;br /&gt;No século 5 a.C a circuncisão era prática tradicional no Egito. Tanto que para estudar num templo local, o matemático grego Pitágoras fez a cirurgia. Era uma questão cultural: os egípcios antigos consideravam bárbaros os não-circuncidados. Os gregos consideravam os circuncidados bárbaros. Os romanos cagavam e andavam para a questão: o que eles queriam mesmo era foder as mulheres egípcias e os guerreiros gregos, não necessariamente nesta ordem.&lt;br /&gt;Defensores da circuncisão citam inúmeros benefícios à saúde: menor probabilidade de problemas urinários, diminuição da incidência de câncer e eliminação da balanopostite (inflamação da glande e do prepúcio em decorrência da falta de higiene). Circuncidados também têm duas vezes menos probabilidade de pegar herpes, sífilis e HIV.&lt;br /&gt;Os defensores de que pau não foi feito para ser cortado consideram a cirurgia uma mutilação. Alegam que uma boa higiene diária tem feito as doenças diminuírem. Outro fator para manter a gola rulê: as terminações nervosas contribuem para aumentar o prazer dos homens e são insubstituíveis durante a prática da punheta.&lt;br /&gt;Segundo os judeus, para quem a circuncisão é obrigatória, não há diferença de sensibilidade. O que pode acontecer é uma mudança temporária na sensibilidade dos homens adultos que se submetem ao procedimento, mas logo tudo volta ao normal. Há controvérsias a respeito.&lt;br /&gt;No Senegal, a etnia Ehing realiza a cada 25 anos um ritual de circuncisão chamado Kombutsu. Os homens têm seus prepúcios cortados com uma faca. Significa um renascimento masculino. A tribo Dogon, da África, acredita que o prepúcio contém a alma feminina do homem e que o clitóris tem a maldade da mulher. Nos dois casos, a circuncisão foi a solução encontrada para acabar com os problemas de identidade.&lt;br /&gt;Entre os muçulmanos, a circuncisão tornou-se comum - não obrigatória -, pois o profeta Maomé era circuncidado. Durante o reinado de Elizabeth, um cientista inglês recomendou a circuncisão como prevenção contra a masturbação, que, segundo ele, poderia levar a uma morte horrível. Hoje em dia, muitos hospitais vendem prepúcios de bebês para a indústria farmacêutica. Um pedaço de prepúcio possui material genético para o desenvolvimento de duzentas mil unidades de pele artificial.&lt;br /&gt;Em média, o volume de uma ejaculação cabe numa colher de café e possui de 200 a 600 milhões de espermatozóides. Cada um deles pode viver até 48 horas no corpo feminino. São necessários 10 dias aproximadamente para fabricar um espermatozóide. A frutose é o componente principal do esperma. É ela que dá aquele gosto agridoce e travoso de que as mulheres se queixam tanto.&lt;br /&gt;Uma colher de sêmen possui 5 calorias e 6 milímetros de proteínas. O número médio de jatos durante a ejaculação varia entre 3 e 10. A velocidade da ejaculação pode atingir 40 km/h. O tempo estimado do orgasmo masculino oscila em torno de 4 segundos. Homens com menos de 40 anos - e turbinados com viagra - são capazes de ter uma ereção em menos de 10 segundos.&lt;br /&gt;O Livro dos Mortos dos egípcios, escrito por volta do ano 2000 a.C, traz a primeira condenação à masturbação de que se tem registro. No início do comunismo na China, a masturbação também era condenada porque poderia "minar a vontade revolucionária". Deve ser por isso que o regime comunista foi pro beleléu.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8639940-109847446633821606?l=amoal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847446633821606'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847446633821606'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amoal.blogspot.com/2004/10/imutvel-lei-da-espada.html' title='A imutável lei da espada'/><author><name>Simão Pessoa, 1º Sacerdote da AMOAL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05933186576875034341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8639940.post-109829091733469510</id><published>2004-10-26T13:48:00.000-04:00</published><updated>2004-11-01T22:45:00.940-04:00</updated><title type='text'>Feministas, metrossexuais e outros bichos escrotos</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/640/00322901_lg.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/400/00322901_lg.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A 1ª Sacerdotisa da AMOAL Francesca di Paola se preparando para o Ritual da Cobra Boiúna, considerado o mais tradicional ritual de fertilidade executado entre os praticantes do sexo casual. Quem for reprovado na experiência é automaticamente promovido a bartender de boate gay.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As três melhores coisas da vida são: cerveja gelada, conversa fiada e mulher pelada. As três piores são: cerveja quente, conversa indigente e mulher que quer ser igual a gente. Essa última, então, é um pé no saco. Derivada de uma mutação genética chamada Betty Friedman, ainda nos longínquos anos 60, a feminista, ao contrário da crença popular, não é uma mulher horrenda que odeia pênis. Ela é uma mulher horrenda que adora pênis. Adora tanto que gostaria de ter um. A Natureza, no entanto, não colabora. Apesar do imenso esforço que faz, o pênis da feminista, como o de Hugh Hefner, não cresce jamais. Revoltada, ela se vinga pregando a castração (física ou psicológica) do macho da espécie.&lt;br /&gt;Em casos mais radicais, a feminista dedica-se a perseguir tenras garotinhas como se fosse uma versão masculina do Michael Jackson. Mas, como quer continuar a irritar os homens, ela vira cantora de música popular e entope rádios, TVs e CDs com seus guinchados horrorosos.&lt;br /&gt;A primeira feminista surgiu na pré-história. Nas organizações primitivas, os papéis sociais eram claramente definidos. O homem saía para caçar, a mulher ficava em casa dando um trato na caverna. Mas logo, claro, surgiu uma fêmea histérica dizendo que era melhor com uma lança na mão do que qualquer macho da tribo. Aí ela saiu toda metida da caverna – e se atolou até o pescoço em bosta de mamute. O tempo passou, veio a Era do Gelo e os mamutes foram extintos. Mas as pré-históricas feministas, que sempre foram frígidas, resistiram à nevasca. Nos anos 20, elas ganharam o direito ao voto. Nos anos 50, o direito à pílula anticoncepcional. Nos anos 60, o direito de queimar sutiã em praça pública. Agora elas vão ganhar é um tapão no pé do ouvido.&lt;br /&gt;Existem muitas feministas bonitinhas, cheirosinhas e até comíveis, mas tem vezes que o feminismo entranha. Entoca dentro das convicções da mulher, desvirtuando a feminilidade, e daí só sai com exorcismo brabo. E como fazer isso? Usando a principal arma da feminista, a igualdade dos sexos. Comece pelo problema mais simples: a moça está usando cueca. Então, pronto. Revide usando as calcinhas que mofam, aposentadas, no fundo da gaveta dela. Calcinha é um troço muito justo, e inevitavelmente muita coisa ali na frente vai sobrar. Só de ver uma peça de roupa lanceando já vai ser um baita choque. Nem mesmo aquela feminista de passeata resiste, impassível, à destruição do próprio armário. Ciúme das vestimentas, manja? Mas cuidado. Assim que conseguir seu objetivo, tire a calcinha. Antes que você vire metrossexual.&lt;br /&gt;Agora, e se as pernas peludas forem o caso, a axila hirsuta? (axila é como mulher chama o sovaco.) Fácil, apele para a barata. Não há igualdade que resista a uma baratona nojenta. Basta citar a bicha que a mulher – qualquer uma – sobe na cadeira, pedindo arrego pro macho mais à mão. Comente que a perna dela, peluda desse jeito, está parecida com a perna da barata – a cascuda tem aqueles espinhozinhos repugnantes nos gambitos que parecem cabelinhos, eca. Ah, ela vai sair correndo pro banheiro, gritando mais que sirene de bombardeio, louca pra se livrar das tais convicções feministas. Melhor até esconder seu aparelho de barbear.&lt;br /&gt;O feminismo é corporativista como qualquer outra ideologia, seja uma religião de ocasião, seja uma filosofia política, seja o pensamento do mercado. Em geral, são devaneios difundidos por um caga-regras com uma auto-imagem superfaturada, e que, se não for internado logo no manicômio, acaba confundido com intelectual, gênio ou messias. O feminismo é tão perigoso quanto as outras ideologias e interfere na qualidade da relação entre homens e mulheres.&lt;br /&gt;Feministas são inteligentes e costumam ter um “falo” enorme, não o substantivo, mas o verbo. Ao deparar com a possibilidade de uma boa trepada com uma feminista – elas também podem ser gostosérrimas –, é bem provável que você tenha de discutir a relação antes que ela aconteça de fato. E a melhor atitude é tirar a questão do âmbito corporativo e trazer para o campo do individual. Tire o pé de apoio dela e você estará dando uma demonstração de inteligência superior, só possível àqueles que conhecem o seu rebanho (as mulheres).&lt;br /&gt;Ela vai achá-lo interessante, o instinto vai falar mais alto e você só precisa fazer bem o serviço. Na manhã seguinte, espere pelo cafezinho na cama. Isso vai acontecer porque ela se sentiu valorizada. E mulheres nutrem aqueles que a valorizam. Nada melhor do que uma excelente comida para fazê-la entender que mulher não nasceu para ser rainha, nem subproduto da Betty Friedman. Porque mulher, quando merece, é deusa. E, em terra de deusas, quem tem cetro é rei.&lt;br /&gt;É unânime em quase todas as sociedades ocidentais que ninguém suporta criança precoce e velho safado. Nos tempos atuais, foi acrescentado mais um item – a feminista brandindo um livro da Camille Paglia na frente do seu carão barbado. O leitor atento deve estar se perguntando: mas se o ideal de toda feminista é ser um garanhão reacionário e todo garanhão reacionário, que se preza, não se mete a ler, se mete em outras coisas, então por que essa mulher estaria tão preocupada com leituras? Resposta: pra encher o seu saco. Talvez porque ela não tenha um pra encher.&lt;br /&gt;Então o que fazer pra que sua cara-metade, com ganas de ser uma dessas queimadoras de sutiã, deixe de ler o Hemingway e passe a gostar das melhores páginas da Barbara Cartland? É preciso fazer um desmame gradual. Comece colocando um exemplar do &lt;em&gt;Da Guerra&lt;/em&gt;, de Carl von Clausewitz, junto a uma revista &lt;em&gt;Nova&lt;/em&gt; no banheiro. Se ela não pisotear e cuspir a revista, troque sutilmente o livro na semana seguinte por algo mais suave, tipo &lt;em&gt;O Segundo Sexo&lt;/em&gt;, de Simone de Beauvoir. Vá deixando a &lt;em&gt;Nova&lt;/em&gt; e diminuindo lentamente o teor de testosterona dos livros até chegar &lt;em&gt;n’O Pequeno Príncipe&lt;/em&gt;. Nesse ponto, deu-se a cura.&lt;br /&gt;Detalhe importante: em hipótese alguma ministre, de cara, um &lt;em&gt;Dona Benta – Comer Bem&lt;/em&gt;. Um choque desses pode produzir efeito inverso. Sua companheira feminista vai passar a incorporar definitivamente o &lt;em&gt;Scum&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Manifesto&lt;/em&gt;, de Valerie Solanas. Aí, só levando num terreiro de quimbanda.&lt;br /&gt;A feminista pode ser bonitinha, inteligente, boa de cama, mas há uma visão de inferno que ela te proporciona que estraga tudo. É quando a moça levanta o braço desafiador no ar, o sovaco peludo aparece e ela fecha os olhos e grita: “Quando eeeeeeu soltar a minha voz, por favor, enteeeeeeeenda”. Não entenda. Qualquer tipo de tolerância a discos do Gonzaguinha e da Ângela Rorô é uma traição à sua classe. Só que esse é um tipo de mulher que se esconde em lugares muitos específicos, ou seja, você só a encontra na Vila Madalena, em São Paulo, em Santa Teresa, no Rio, ou na lanchonete do ICHL, em Manaus. E se você freqüenta esses lugares, é por sua própria conta e risco.&lt;br /&gt;O problema é que há um tipo muito específico de feminista que é a fã de Chico Buarque, aquela que acha o compositor exemplo único de homem que entende as nuances do universo feminino. Essa é a mais perigosa, e se reproduz com certa facilidade nos ambientes mais insuspeitos. Mostre a ela que, na verdade, enquanto ela faz o discurso sobre a sensibilidade buarquiana, o que ela realmente quer dizer é “ele tem uns olhos lindos” e “ah, como eu queria dar pra ele”. Isso, decore bem, é culto à forma, a maneira mais baixa de avaliar uma obra de arte, privilegiando conceitos estéticos superficiais no lugar de um trabalho consistente e que fala por si só. Se ela argumentar, diga que ninguém que escreveu “Bastidores” pode ser um heterossexual convicto. Se ela continuar argumentando, erga aquela cópia velha de “Construção” ameaçadoramente na direção da moça e diga: “Fica me enchendo o saco não que o meu Calabar vai cantar e vai sobrar Paratodos aqui já, já...”. Mas, por favor, é o último recurso.&lt;br /&gt;Freud foi o primeiro cara a perceber que as mulheres têm uma voraz inveja do pênis. Em seu divã em Viena, muitas pacientes foram curadas com a frase: “Senta aqui no colinho que o titio vai te explicar porque você gosta tanto de pirulito”. Entretanto, ele mesmo só tomou total consciência do assunto quando sua mulher tentou capá-lo após descobrir suas práticas pouco ortodoxas. Daí advém seu livro &lt;em&gt;O Mal-estar na Civilização&lt;/em&gt;. Realmente, explicar para uma mulher porque elas têm a envidia penis é um assunto duro. O problema está na família dela, mais especificamente na jararaca da mãe dela. Segundo Freud, foi a genitora dela que deu um pênis para aquele seu cunhadão folgado e não para a sua namorada. Eis o motivo pelo qual ela tem ressentimento da mãe. E porque ela vai querer compensar a ausência de um pênis pegando o seu emprestado para fazer ela própria um filho. Ou seja, ela briga com a mãe e sobra para você.&lt;br /&gt;Mas até mesmo as mulheres perceberam as inúmeras vantagens do pênis, que não só permitiu ao homem erigir a civilização ocidental como ainda o abençoou com a mais “aliviante” das graças: mijar de pé. Afinal, só quem controla seu mijo pode controlar seu destino. É também por isso que as mulheres não querem que você jogue futebol, tome cerveja com os amigos ou deixe a toalha no chão. É a velha mania: só porque ela não tem pênis, ninguém terá. Quanta bobagem. Deus sabe o que faz. Ou você acha que se sua namorada chegasse com um pênis a casa não ia cair para o lado dela? Enfim, um conselho adicional às mulheres, feministas ou não: não levem tanto a coisa por trás. Inveja do pênis não é problema. Você pode ter quantos pênis quiser!&lt;br /&gt;Muito bem, meu amigo, você conseguiu fazer aquela guerreira do Talibã feminista se comportar como uma mulher de verdade. Agora vem a parte mais difícil: convencê-la de que você é o mestre do amor, o Barry White dos lençóis de seda, o Garrincha do Kama Sutra. É aqui que a manjada tese de Maquiavel (“os fins justificam os meios”) ganha força. Vale tudo para persuadir a vítima a liberar os portais do Paraíso: trapacear, mentir, irritar, implorar e/ou imitar o Ronald Golias – o jogo é esse e ninguém disse que ele seria limpo Eis algumas dicas espertas para que você a faça colocar em erupção aquele vulcão escondido:&lt;br /&gt;Espalhe entre as amigas dela que você é um cara muito bom de cama. Elas não vão acreditar, mas com certeza isso aguçará a curiosidade feminina.&lt;br /&gt;Comente com ela, assim, casualmente, que você não consegue entender porque as mulheres quando estão no quarto orgasmo começam a cantar “Glória, Glória Aleluia”.&lt;br /&gt;Combine com a gostosa do RH para que ela faça cenas de assédio explícito pra cima de você. Pague se necessário.&lt;br /&gt;Fique postado diariamente na calçada diante da casa da vítima e grite: “Eu só saio daqui quando você der pra mim!”.&lt;br /&gt;Pensando melhor, coloque diante da casa dela um outdoor com a sua foto e os dizeres “Me experimenta! Me experimenta! Me experimenta!”. Custa um pouco mais caro, mas você não precisará ficar tomando chuva.&lt;br /&gt;Como último recurso ofereça dinheiro. Nesse caso, a questão não é se ela aceitará, mas quanto você vai poder pagar...&lt;br /&gt;Se depois de tudo isso você fracassar, aí o negócio é ir dançar sem camisa em uma boate para metrossexuais.&lt;br /&gt;Seduzir, como todo membro da AMOAL deve saber, significa levar para a cama uma pessoa que você deseja e que tenha obrigatoriamente um sexo diferente do seu. A arte da sedução ou a chamada dança tribal do acasalamento, portanto, só funciona a contento quando os dois interessados são heterossexuais. Esta é uma regra de ouro, onde não há meio-termo.&lt;br /&gt;Trocando em miúdos, sedução é a arte da conquista praticada entre duas pessoas de sexo diferente. Não, meu chapa, não é nada disso. O fato do seu pingolim ser pequeno e fino e o do seu amigo ser grande e grosso realmente torna seus “sexos diferentes”, mas não é dessa diferença que estamos falando. Presta atenção, gafanhoto, ou você é boiola?!&lt;br /&gt;O sexo heterossexual é predominante em todo o reino animal e vegetal, com exceção de alguns legumes frescos que, vira e mexe, aparecem envolvidos em práticas sodomitas. Sim, estamos falando do pepino, do nabo, da cenoura e, dependendo da safra, do chuchu e da macaxeira. Isso irrita bastante o mamão-macho, que já tentou se mudar para o reino mineral, mas achou a vizinhança muito paradona.&lt;br /&gt;O &lt;em&gt;homo sapiens&lt;/em&gt; provavelmente surgiu em nosso planeta há uns 30 mil anos, mas o &lt;em&gt;homo boiolis&lt;/em&gt; deve ter surgido há uns 50 mil (boiola adora aparecer primeiro do que todo mundo!). De qualquer forma, o único animal que vira bicha depois que cresce é um tipo de macho geneticamente modificado, quase sempre o caçula da prole. Aí, quando a rabiolagem é descoberta, o pai dele vira bicho, a mãe se joga do 15.º andar e os irmãos mais velhos tomam guaraná com formicida, para não compartilhar da infâmia.&lt;br /&gt;Entretanto, nenhum bicho nasce bicha e isto inclui até o veado que, curiosamente, não é chegado a uma viadagem, a despeito do que dê a entender o desenho animado Bambi. O heterossexualismo, portanto, é uma forma clássica e consagrada de reprodução da espécie, o que nos leva a uma indagação bastante séria e pertinente: se os viados não se reproduzem pela via usualmente aceita, por que existem cada vez mais baitolas no mundo?&lt;br /&gt;O renomado cientista japonês Fujiro Nakombi, Ph.D em Ciências Boiológicas pela Universidade de Kyoto, afirma que os boiolas se reproduzem por cissiparidade, feito, digamos assim, as amebas. Durante as madrugadas, em mictórios infectos situados no cais do Porto ou em boates decadentes na periferia da cidade, o homossexual entra num deles pra retocar a maquiagem e, de repente, se divide em dois. O mais interessante é que cada uma das partes vira uma bichinha novinha em folha, já de brinquinho na orelha, tatuagem tribal na omoplata, óculos de lente amarela, quimono de lutador de jiu-jítsu e cantando “Macho Man”.&lt;br /&gt;Deve ser por isso que tem tanto baitola cortando os pulsos nos sábados à noite ou virando pajé de boi-bumbá. Culpa da concorrência desenfreada. Infelizmente, aquela técnica reprodutiva clássica transformou o heterossexual ortodoxo em minoria sexual. Minoria sexual ainda menor só mesmo a formada pelos japoneses que, mal servidos pela natureza, são obrigados a comer com dois pauzinhos. E se alguém fizer alguma piadinha a respeito, eles vão lá no Havaí e tacam umas bombas em Pearl Habor, iniciando um novo conflito mundial. Japonês é igual a pókemon: você nunca sabe o que esperar de um deles.&lt;br /&gt;O diabo é que a cada ciclo econômico, as agências de pesquisa municiam as agências de publicidade, que convencem os anunciantes de que um novo perfil de consumidor apareceu. Foram os neo-hippies nos anos 70. Foram os yuppies nos anos 80. No auge da exuberância irracional norte-americana, nos anos 90, eram os BoBos, os burgueses boêmios. Agora, no século 21, são os metrossexuais.&lt;br /&gt;Metrossexual é a contração de “heterossexual” com “metropolitano”. Essa a sua definição: um empreendedor bem-sucedido, entre 25 e 45 anos, que vive nas grandes cidades e se preocupa com seu aspecto visual, se dedica a essa preocupação e gasta com ela, como fazem seus colegas gays do mesmo extrato social. Com uma diferença fundamental: o metrossexual, dizem as más línguas, se considera um macho.&lt;br /&gt;Segundo Marian Salzman, diretora-executiva de estratégia da Euro RSCG em Londres e coordenadora do estudo “O Futuro dos Homens”, que popularizou o termo na mídia e ganhou as páginas do The New York Times, “cada vez mais homens comuns estão começando a apresentar qualidades metrossexuais mesmo sem saber”. Você está nessa? Ah, então se foda, gafanhoto. Você é viado, mesmo sem saber!&lt;br /&gt;O termo “metrossexual” foi usado pela primeira vez em 1994 pelo escritor gay Mark Simpson, no artigo “Lá vêm os homens do espelho”, publicado pelo jornal britânico The Independent. Passou anos na gaveta para ganhar força total nos últimos anos, muito por conta do estudo da Euro RSCG e do rebuliço que ele causou no mercado de produtos voltados à vaidade masculina ao declarar que a tribo pode unir até 15% dos homens desta faixa etária nas grandes cidades. É superior aos dos 10% de gays assumidos.&lt;br /&gt;Os metrossexuais lêem Details, GQ e Vanity Fair, revistas que dividem suas capas em igual número entre homens bonitos e mulheres bonitas, usam roupas de grife, discutem as novidades da linha masculina da Clinique e são capazes de fazer um ranking com os cinco melhores “day spas” de qualquer capital européia em questão de segundos. Segundo a pesquisa, que ouviu 519 britânicos e o mesmo número de norte-americanos, 49% deles acham perfeitamente normal um homem fazer limpeza de pele e manicure e 39% aprovam a cirurgia plástica masculina.&lt;br /&gt;O representante supremo é o jogador de futebol britânico David Beckham, do Real Madrid, que pinta as unhas, muda o corte e a cor do cabelo como quem troca de camisa no final do jogo, gasta milhares de libras com produtos de beleza e confessou já ter usado algumas vezes as calcinhas da mulher, a ex-Spice Girl Victoria. Seu equivalente norte-americano é o ator Brad Pitt, casado com a também atriz Jenniffer Aniston, que planeja por semanas a posição exata de cada fio de seu cabelo “despenteado” e é um dos maiores salários do cinema. “Hollywood, aliás, é um celeiro de metrossexuais”, disse Salzman.&lt;br /&gt;O mercado começa a se movimentar. A Condé Nast, a mesma editora da Vogue e New Yorker, planeja soltar nas bancas dos EUA uma revista de compras só para homens. O canal de TV paga “Bravo” vem exibindo um reality show chamado “Queer Eye For The Straight Guy” (mais ou menos, “Um olhar gay para os caras héteros”), em que gays ajudam heterossexuais desleixados a virar metrossexuais. E o território latino-americano, Brasil e México à frente, é o próximo passo. “Queremos explorar o fenômeno com a perspectiva latina”, disse Marion Salzman. “É surpreendente perceber quanto do que é considerado traço típico do amante latino, como as boas maneiras e o galanteio às mulheres, na verdade é metrossexual”. Você está nessa? Então, você é viado, gafanhoto!&lt;br /&gt;O sucesso do programa “The Queer Eye For The Straight Guy” não vem apenas diminuindo a distância entre gays e heterossexuais nos Estados Unidos. A série também despertou o mundo da propaganda e a indústria da moda e beleza para o lançamento do metrossexual. Para alguns teóricos, repetimos, esta é denominação que vem sendo dada para os homens que, dizem, gostam do sexo oposto, mas se permitem cuidados com a pele, cortes de cabelo sofisticados, decoração aprimorada, e assim por diante. Eles também têm várias amigas mulheres e são sensíveis o suficiente para gostar tanto de arte quanto de futebol. Ou seja, um gay que gosta de fazer sexo com mulheres. Você está nessa? Então, você é viado!&lt;br /&gt;Enquanto em cidades como Nova York o conceito é tão velho quanto os yuppies dos anos 80 (lembram da obsessão por cremes esfoliantes do personagem principal de O Psicopata Americano, de Breat Easton Ellis?), em outros lugares dos Estados Unidos, o termo está dando o que falar. De uma hora para outra, jornais, revistas e canais de TV do Texas e Utah apresentam o “novo homem”, que não vê a preferência sexual ser questionada por fazer bronzeamento, ir à manicure ou usar roupas coloridas. A jornalista Maureen Down, do New York Times, chegou a chamar Richard Ashcroft de metrossexual – e aconselhou o presidente George W. Bush a repensar o guarda-roupa.&lt;br /&gt;O termo, como já dissemos anteriormente, foi inventado como uma brincadeira pelo escritor inglês Mark Simpson. Ele dizia que os metrossexuais preferiam fazer compras igual mulheres do que fazer sexo. O resgate foi por conta de uma pesquisa realizada por aquela tal agência de publicidade americana, que descobriu que os homens do país estão ficando mais sensíveis do que se imaginava. Você está nessa? Então, você é viado!&lt;br /&gt;Em época de crise econômica, nada melhor do que um novo rótulo que possa impulsionar produtos considerados supérfluos. A indústria dos cosméticos para homens, que tenta emplacar há vários anos com anúncios em revistas como Details e GQ, agradece. Grifes masculinas, cuja missão é tentar convencer seus clientes a diversificar o guarda-roupa, fazem qualquer coisa para ajudar a promover iniciativas que divulguem o conceito do metrossexual.&lt;br /&gt;Embora já venha sendo esculhambado ao mesmo tempo em que ganha força na mídia, o termo chegou até inspirar um livro. A bíblia já nascida clássica The Metrosexual Guide to Style, de Michael Flocker, traz dicas (sérias!) sobre como heterossexuais podem entrar na onda. O título, que cita Nova York como a capital mundial dos metrossexuais e não tem apenas dicas de beleza e estilo, contém pérolas como: “O processo zen de se expressar através da arte pode ser altamente satisfatório”.&lt;br /&gt;Há quem aposte, no entanto, que a rápida popularização do rótulo vem sendo mais celebrada pelos gays que ainda estão dentro do armário. Homens que não assumiram a sexualidade para os colegas de trabalho já podem agora usar a desculpa de serem metrossexuais. E mães e pais que também não querem encarar a realidade podem ficar orgulhosos dos filhos “metrossexuais”. Você e sua família estão nessa? Então, você é viado!&lt;br /&gt;Um dos grandes expoentes e pioneiros dessa onda no Brasil é o apresentador Marcos Mion, que apareceu com unhas pintadas, bandanas e outros acessórios quando era considerado cult/trash com seu “Piores Clipes” na MTV. Hoje está na geladeira da Band, mas não perdeu o estilo que o consagrou. Jogadores de futebol no Brasil são em sua maioria considerados bregas: gostam de pagode e de loiras falsas em busca de fama.&lt;br /&gt;Na Inglaterra eles ditam moda, ou melhor, ele dita moda. David Beckham aproveitou de sua genética abençoada para transformá-la em marketing. A cada campeonato, muda o visual, fazendo com que toda a mídia se volte para ele, atraindo contratos milionários de publicidade, anunciando de relógios a salgadinhos chips. Até aparecer o Ronaldinho Gaúcho dizendo que já “fez” o inglês dentro do vestiário, com pedaladas e tudo. E ainda dizer que deu umas porradas no safado, para ele deixar de ser fresco.&lt;br /&gt;Esse movimento, se é que pode ser chamado assim, tem uma determinada força, embora seja altamente elitizado – em tempos de botox, só os muito afortunados têm caixa pra aderir às novidades do mundo dermatológico-escravagista-libertário das futilidades masculinas. Para reconhecer um metrossexual é simples. Ele é antes de tudo um narcisista. Se tiver dificuldade de encontrá-lo numa multidão, experimente disparar o flash de uma câmera. É só reparar em quem faz pose. Você está nessa? Então, você é viado.&lt;br /&gt;Se algum dia o assunto em uma mesa de bar acabar, diga que você desconfia ou conhece um “metrossexual”. É a garantia de mais algumas horas de conversa. De cosméticos a veículos, de imóveis a refeições, há uma imensa indústria se movimentando para satisfazer os desejos desse pessoal. Segundo a 2B Brasil, empresa de consultoria, só o setor de saúde e beleza masculina já movimenta US$ 10 bilhões por ano no Brasil, um país assumidamente de miseráveis.&lt;br /&gt;Para entender melhor esse assunto, precisamos voltar no tempo. Há alguns anos, a seção Brasil da Real Academia de Sacanagem reuniu os membros (e seus membros) em assembléia extraordinária, realizada na cidade de Ponta Grossa, para discutir uma questão relevante. Depois da queda do muro de Berlim e do socialismo de maneira geral, muitas fronteiras mudaram no mundo. E qual a repercussão dessas mudanças no sexo? Mudaram também as fronteiras do homossexualismo? Seria o metrossexualismo uma forma superior de dar a bunda? O príncipe Charles senta ou não senta na boneca?&lt;br /&gt;Desde o primeiro encontro da Real Academia de Sacanagem, realizado em 1984, em Ankara, na Turquia, a definição do homossexualismo era aceita como um dogma: o homem que gosta de pau, sente simpatia, acha bonito esteticamente, já pegou no de um amigo ou pensou seriamente no assunto, é homossexual. Mas os tempos são outros e novas questões foram introduzidas no seio da sociedade (a “introdução no seio”, inclusive, será discutida em reunião posterior). O sexólogo Eric Von Bussen, do Instituto de Vaginologia de Massachussets, apresentou um caso a ser estudado: “O metrossexual que se deixa enrabar por uma mulher com um pênis de plástico é homossexual?”&lt;br /&gt;O congresso ficou dividido. Os tradicionalistas voltaram a defender a opinião de que, tendo pau no meio e sendo esse meio o meio do homem, não resta dúvida, é viadagem. A comitiva liberal de Campinas defendeu a tese de que não sendo o parceiro um outro homem e não sendo o pênis de material orgânico, não há homossexualismo na relação. Com o que a representação japonesa concordou prontamente. Mas ao conhecerem as dimensões de um pênis de plástico ocidental, os japoneses, assustados, recuaram da sua posição e se encostaram na parede para rediscutir o assunto. Já os campineiros foram firmes e puseram um valioso axioma: “Entre quatro paredes, vale tudo entre duas pessoas de sexos diferentes”. Ao que o egrégio professor Von Bussen contestou com mais uma contundente questão: “Um metrossexual que se deixa enrabar por um travesti usando pênis de plástico é homossexual?”&lt;br /&gt;Os tradicionalistas, irritados, manifestaram surpresa, não conseguindo levar a sério a dúvida do professor. Eles afirmaram que qualquer encontro entre um homem e um travesti, que não seja para encher o segundo de porrada, só pode ser coisa de viado. Mas a comitiva de Pelotas observou que, se o travesti tiver se submetido a uma operação no Marrocos, ele perdeu sua condição de homem e, sendo o pênis inorgânico, trata-se de uma relação heterossexual como qualquer outra. O colombiano Fúlvio Gimenez y Roblades, que até então se manteve calado, pediu a palavra para agüir os liberais gaúchos: “Um metrossexual que se deixa enrabar por um travesti operado, mas usando um pênis confeccionado com material humano é homossexual?”&lt;br /&gt;Um bate-boca generalizado se instalou na assembléia. Durante horas não se chegou a nenhuma conclusão. Até que a alegre delegação de São Francisco argumentou: “Se o material utilizado for derivado do pênis extraído do próprio travesti, não há dúvida, existe um certo grau de boiolismo envolvido nesta relação. Mas, se o pênis em questão foi manufaturado com o material orgânico de um terceiro, não há homossexualismo”.&lt;br /&gt;Os tradicionalistas, cada vez mais enfurecidos com os rumos da discussão, propuseram a aprovação imediata de uma moção: “Homem que gosta de chupar pau e dar o cu é viado, seja metrossexual ou não”. Entre murmúrios gerais, a reunião ia se encaminhando para um bom termo, uma vez que parecia não haver argumento capaz de derrubar este postulado. Mas o incansável professor Von Bussen apareceu com mais uma de suas brilhantes ponderações: “O metrossexual que chupa o próprio pênis e enfia no próprio ânus é homossexual?”&lt;br /&gt;Os japoneses resolveram se retirar da reunião por considerar a proposição fantasiosa e inexeqüível. Os tradicionalistas continuaram firmes nas suas suposições anteriores e voltaram a afirmar: “Tem cheiro de cu queimado é baitolice!”. Mas as delegações de Campinas, Pelotas e São Francisco se reuniram para avaliar a questão e chegaram a seguinte conclusão: “Se o sujeito em questão estiver fazendo uso de seu pênis pensando no pênis de outro pode haver uma certa tendência homossexual, mas se o rapaz estiver pensando em outra coisa, é apenas um prazer solitário”.&lt;br /&gt;Os tradicionalistas voltaram a tumultuar o ambiente, exigindo que o congresso tomasse uma atitude de macho e definisse de uma vez por todas que “quem gosta de pau de homem, não interessa sexo, cor, credo, tamanho, família ou propriedade, é homossexual”. Mais uma vez a mente iluminada do ilustre pensador colombiano Fúlvio Gimenez y Roblades fez-se presente com uma explanação para lá de pertinente: “O sujeito que chupa o pênis de um cachorro é homossexual?”&lt;br /&gt;Mais uma vez os debates se acirraram. Alguns grupos tentavam observar que dependeria da raça ou do pedigree do animal. Ninguém conseguia resolver se o sujeito em questão era ou não era homossexual, mas finalmente o congresso aprovou alguma coisa com unanimidade: “O sujeito que chupa o pênis de uma cachorro pode não ser viado mas, com absoluta certeza, é um porco!”&lt;br /&gt;Na seqüência, o psicólogo croata Eugênio Takinovsky levantou uma nova questão pertinente: “Um príncipe herdeiro que é flagrado por um mordomo tendo relações sexuais no banheiro com outro mordomo é um metrossexual drag queen ou um trânsfuga pustulento da decadente nobreza européia, que resolveu se vingar de sua condição de cervo real queimando a rosca?” Ninguém quis se manifestar sobre tão palpitante assunto.&lt;br /&gt;E assim se encerrou mais um encontro da Real Academia de Sacanagem – Seção Brasil, que se reunirá em breve para discutir as seguintes questões: A mulher que só transa com travesti é lésbica? E a mulher que só transa com travesti operado é lésbica? Um travesti operado arrependido, que reimplantou um pênis de plástico para enrabar uma mulher é lésbico? Um homem que, depois de umas biritas, chega em casa e transa com um travesti virtual é homossexual ou CD-Rom de bêbado não tem dono? Um homem que só faz sexo “papai-e-mamãe” com sua esposa uma vez por ano, e mesmo assim com finalidades reprodutivas, é metrossexual? Ou é corno?&lt;br /&gt;Mas vamos voltar ao essencial. A palavra “viado”, utilizada como sinônimo de homossexual masculino, não tem nada a ver com “veado”, nome do macho da corsa. Viado é uma corruptela da palavra “desviado”, que era como os boiolas eram chamados em meados do século 20. Naquela época, a medicina considerava o homossexualismo uma doença. Os rapazes que agasalhavam croquetes eram considerados “desviados” do comportamento sexual normalmente aceito e tratados com desprezo. Felizmente, isso mudou, e hoje o viado é um espécime emergente, em franca evolução. Antigamente não se ouvia falar em tantas variações semânticas, mas hoje tem apelido para tudo quanto é tipo de homossexual. Vamos aos mais comuns:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Viado&lt;/strong&gt; – Esse é o mais antigo e tradicional de todos. Todo mundo conhece um. Ele fala com voz desafinada e a língua entre os dentes. Também costuma virar os olhos enquanto fala e sempre desmunheca. Tem cinco variações: viadinho, viadaço, viadão, viado-filho-da-puta e o mais antigo e tradicional deles, o viado velho.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bicha&lt;/strong&gt; – É o viado mais rampeiro que existe, daqueles que fedem a mijo e usam calça corsário com tamanco. Suas duas variações mais conhecidas são a bicha-louca, que é um misto de viado com maluco, e a bicha-nojenta, que é aquela que trabalha com a gente na empresa.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gay&lt;/strong&gt; – É o viado metido a intelectual. Ele é alegre, inteligente, extrovertido, mas dá o rabo igualzinho aos demais. Só que com mais criatividade. O gay fala de sexo anal o tempo todo e costuma pregar que boceta só tem fama, bom mesmo é cu. O dele, evidentemente.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Boneca&lt;/strong&gt; – É a mais fêmea dos viados, a que gostaria de ser chamada de “viada”, por ser no feminino. Na realidade, ela se acha a própria me-ni-na-mo-ça e sonha com um casamento ma-ra-vi-lho-so. O único problema é que como toda boneca de verdade tem sempre a bunda malfeita.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fruta&lt;/strong&gt; – É aquele viadinho meigo, frágil, branquinho, pálido, com gestos graciosos e delicados. Geralmente é ou foi criado pela avó, jogando bola-de-gude no carpete e colorindo revistas Recreio. Na pior das hipóteses, é aquela “filha” que a mãe não pôde ter e foi criado usando camisolinha rosa e laço de fita no cabelo desde pequenininho. Geralmente só dá o rabo mediante solicitação expressa, pois é extremamente tímido.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Baitola&lt;/strong&gt; – É a bicha nordestina. Normalmente, é um fio-duma-égua bem abestado que nasceu florzinha e se mandou pro Sul Maravilha (Rio ou São Paulo, onde sempre cabe mais um e não precisa usar Rexona) pra fazer saliência bem longe da família, senão o pai matava o desajustado de porrada.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pederasta&lt;/strong&gt; – É um viado em desuso. Teve sua vez na época dos grandes bailes de carnaval no Municipal ou no Ideal Clube, quando se fantasiava de “Esplendor da Corte Assíria de Hamurabi” e podia pagar alguns trocados para ser comido pela molecada. Hoje, a bunda murchou, apareceram as varizes e as estrias, o rosto se desmantelou, enfim, virou um verdadeiro lixo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Qualira&lt;/strong&gt; – É o viado discreto, enrustido. Em geral, é rico e se casa para camuflar suas atividades. Paga bem e pede discrição. Freqüenta muito o proctologista e é capaz de trair a mulher com o próprio cunhado garotão, em troca de emprestar o carro. Às vezes, sofre de crise existencial e cai em depressão. Mas nunca se arrepende. Aí, também já é pedir demais, né, santa?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Meigo&lt;/strong&gt; – É o viado que você nunca tem certeza se ele realmente atraca de popa. Você desconfia pelos seus gestos e trejeitos, mas se souber que ele não é viado não vai ficar decepcionado. Ele deixa dúvidas. Quando você acha que um cara é meio viado mas não tem certeza, chame ele de “meigo”, que é a abreviatura de MeioGay.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Colírio&lt;/strong&gt; – Esse é o viado que ninguém, absolutamente ninguém, imagina que seja. Ele fala como homem, se veste como homem, anda como homem, coça o saco como homem, pode ser casado e até ter filhos, compra a revista Playboy e comenta “Meu Deus, que mulher gostosa!”. O colírio costuma ser inflexível quanto a odiar os homossexuais e se fosse possível mandaria matar todos sob tortura (pode ser uma maneira de eliminação da concorrência através de uma ação inconsciente). Ele chama-se “colírio”, porque se aparecer uma oportunidade de se relacionar com outro homem sem que ninguém saiba, o sacana vai pra cama e dá tanto o rabo que tem de passar colírio (Moura Brasil ou similar) no olho do cu, de tão ardido que fica. Dizem que quando o colírio é pingado no anel de couro ainda quente, chega a fazer tzzzzzzz e a biba abre logo uma cerveja. Quando você quer chamar alguém de viado, mas não quer que ele desconfie, diga assim: “Esse aí tem cara de quem usa colírio!”&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Jibóia&lt;/strong&gt; – É o tipo mais dissimulado de viado. Geralmente vive camuflado, é sempre engraçado e muito “dado”, e se oferece para tudo. Gosta de ser popular e chamar atenção. Só conversa tocando as pessoas, principalmente se o interlocutor for homem. O jibóia é muito encontrado em repartições públicas e empresas estatais de turismo. Ele vive esperando algum colega dizer a frase do dia: “Vou dar uma mijada. Tem alguém pra balançar pra mim?”. Tome cuidado com o seu colega de trabalho, cujos olhos brilham ao escutar essa frase. Ele pode ser um tremendo jibóia.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Boiola&lt;/strong&gt; – É um viado mais moderno, mais antenado, mais globalizado. Ele pratica surf, aeróbica, jiu-jítsu, capoeira, rapel e pára-quedismo. Gosta de usar óculos espelhados na testa. Finge que namora a coleguinha de turma. Freqüenta rodas de pagode, mas, no fim da noite, dá sempre uma passadinha no Bingo pra botar a “cartela” em dia. Por serem viados de marca, também conhecidos como “viados globalizados”, os boiolas possuem uma subclassificação, que os diferencia das bichas rampeiras e sem pedigree:&lt;br /&gt;Boiola-BigMac – tem sempre um molho especial.&lt;br /&gt;Boiola-DisneyWorld – fazem fila para entrar nele.&lt;br /&gt;Boiola-OB – gosta de tudo bem enfiadinho.&lt;br /&gt;Boiola-Brahma – é gay até em pensamento.&lt;br /&gt;Boiola-Swatch – dá de uma em uma hora.&lt;br /&gt;Boiola-KiaBesta – dá para onze de uma só vez.&lt;br /&gt;Boiola-Cinemark – o sujeito só entra depois de pagar.&lt;br /&gt;Boiola-Batom-Garoto – todo mundo come.&lt;br /&gt;Boiola-Flamengo – é o queridinho das multidões.&lt;br /&gt;Boiola-Viagra – quando toma o pinto sobe.&lt;br /&gt;Boiola-Rexona – onde sempre cabe mais um.&lt;br /&gt;Boiola-Aspirina – depois que toma, passa a dor de cabeça.&lt;br /&gt;Boiola-LuxLuxo – usam ele da cabeça aos pés.&lt;br /&gt;Boiola-Ericsson – tem cobertura garantida em qualquer lugar do Brasil.&lt;br /&gt;Boiola-Dunkin’Donuts – tem a melhor rosquinha.&lt;br /&gt;Boiola-Maggi – ainda dá o maior caldo.&lt;br /&gt;Boiola-Miojo – todo mundo come, mas vive negando.&lt;br /&gt;Boiola-Skol – gosta de tomar no redondo.&lt;br /&gt;Boiola-Windows 2000 – passa a maior parte do tempo no pau.&lt;br /&gt;Boiola-Land Rover – aceita engate na traseira sem reclamar.&lt;br /&gt;Boiola-Bombril – seu toba tem mil e uma utilidades.&lt;br /&gt;Boiola-Sadia – o que mais entende de peru.&lt;br /&gt;Boiola-Maksoud Plaza – quem entra, se sente em casa.&lt;br /&gt;Boiola-Tostines – está sempre fresquinho, fresquinho.&lt;br /&gt;Boiola-alfinete – pede que só coloquem a cabeça.&lt;br /&gt;Boiola-calculadora HP – pisca quando metem o dedo.&lt;br /&gt;Boiola-cofre – dá muito trabalho pra entrar.&lt;br /&gt;Boiola-pipa – todo mundo segura pelo rabo.&lt;br /&gt;Boiola-serra-elétrica Still – não deixa um pedaço de pau em pé.&lt;br /&gt;Boiola-Gillete – corta dos dois lados.&lt;br /&gt;Boiola-máquina-de-escrever Remington – quanto mais batem, mais ele gosta.&lt;br /&gt;Diferente do viado, que não consegue esconder seu destino, identificar um corno é um pouco mais complicado. Sabemos que, como Cristo, ele está no meio de nós, mas, afinal de contas, quem é esse bicho escroto chamado corno? A palavra corno vem do latim “cornu”, nome dado àquele apêndice duro e recurvo que guarnece a fronte de alguns animais.&lt;br /&gt;A denominação de “cornudo” ou “chifrudo” atribuída ao homem que é traído pela companheira, teve origem na Idade Média. Em algumas regiões da Europa, quando o marido flagrava a sua própria esposa com outro, ele tinha por obrigação moral lavar a sua honra com sangue, ou seja, teria de matar os dois. Caso isso não fosse feito, os habitantes da aldeia lhe colocavam na cabeça uma espécie de chapéu com dois enormes chifres ou cornos, e o “chifrudo” era empurrado pelas ruas, sendo motivo de gozação pelas pessoas do lugarejo.&lt;br /&gt;Em Portugal, no ano de 1751, o rei Dom José baixou uma lei destinada a proteger os casados do hábito, então freqüente, de se colocar chifres nas portas de suas casas onde acontecia uma traição. Naquela época, em Portugal, quando os amigos ou conhecidos não tinham coragem de contar ao colega que o mesmo estava sendo traído, colocavam chifres na porta do corno para alertá-lo do fato. A moda pegou e alguns desordeiros começaram a colocar chifres nas residências, mesmo que o proprietário não fosse corno. Dom José baixou a lei proibindo o fato, determinando que todos os que fossem pegos nessa atividade seriam presos e enforcados.&lt;br /&gt;De acordo com os últimos avanços da ciência, sabemos agora que ninguém é corno por acaso. O corno já nasce corno. Em se tratando de chifres, portanto, não há culpados: há destino.&lt;br /&gt;Os próprios tribunais de alçada estão cada vez mais convencidos disso, tanto que depois de encher de chumbo a consorte, não adianta o sujeito alegar em juízo que se casou com uma vagabunda, que sua mulher era uma tremenda piranha, que a megera depois de velha deu pra dar pra todo mundo. Nada disso. O chifre não é conseqüência do casamento, mas sim do nascimento.&lt;br /&gt;O problema reside no fato de que determinados homens não produzem espermatozóides, mas espermatocornos. A exemplo de seus primos, eles também são uns bichinhos rabudos e rebolativos que viajam na maionese, porém, com algumas diferenças de ordem comportamental. O espermatocorno, por exemplo, não tem por finalidade fecundar o óvulo. O que ele quer mesmo é “dar o flagrante”.&lt;br /&gt;Assim, ao ser cuspido, ele dá imediatamente o seu grito de guerra: “Cadê ele? Cadê ele? Hoje eu mato aquele cachorro!”. Daí, ao invés de seguir o caminho natural dos espermatozóides, ou seja, disputar uma corrida de 100 metros rasos em direção ao óvulo, o espermatocorno fica escondido na trompa, só de olho. O negócio dele é dar porrada: “Hoje eu pego aqueles dois!...”.&lt;br /&gt;Devido a uma mutação genética ainda não muito bem explicada pela Ciência, o espermatocorno possui um discreto chifrinho bem no meio da testa, que ele usa para fustigar o óvulo: “E então?! Vai contar ou não vai? Ele não veio hoje não, é? Fala, miserável, fala, antes que eu te arrebente toda de porrada!”.&lt;br /&gt;Ocorre, porém, que numa dessas fustigadas o espermatocorno pode acabar fecundando o óvulo, cedendo parte da sua carga genética para o novo ser a ser gerado, ou seja, o futuro “corninho”. Felizmente, a natureza protege mãe e filho enquanto o corninho está no útero. Chifres de verdade, este novo ser humano só terá depois de nascer. Ainda bem, né? Imaginem se o bebê-corno já nascesse com chifres? Adeus, xoxota, não é, gafanhoto?&lt;br /&gt;De qualquer forma, o grupo dos cornos é grande e solidário, e continua em fase de crescimento. Afinal de contas, todo verdadeiro corno adora chegar para o seu colega e revelar que ele também é chifrudo. Isso dá uma ótima desculpa pra encher a cara e cair de bêbado sem que ninguém venha lhe importunar.&lt;br /&gt;Existe alguma energia mística ligando a confraria dos cornos. Os homens que usam touca de touro tendem a se reunir em rodinhas de bar e discutir muito. Normalmente, eles ficam horas e horas se vangloriando de terem comido as mulheres A, B e C. Além de ser tudo mentira, a mulher D, de “deles”, aproveita essas horas para mandar brasa em casa.&lt;br /&gt;É relativamente fácil reconhecer um corno na multidão, principalmente quando ele está acompanhado “dela”, ou seja, da vadia. Observe atentamente os casais que passam por você e depois tire as suas conclusões:&lt;br /&gt;Ela é gostosa, ele é bundão.&lt;br /&gt;Ela anda de minissaia acima dos joelhos, ele anda de bermudão abaixo dos joelhos.&lt;br /&gt;Ela é toda jeitosinha, ele é todo sem jeito.&lt;br /&gt;Ela usa roupa decotada até o umbigo, ele usa suspensórios sobre a barriga.&lt;br /&gt;Ela parece séria, ele parece babaca.&lt;br /&gt;Ela chama ele de “paizinho”, ele chama ela de “mozão”.&lt;br /&gt;Ela masca chicletes, ele chupa jujuba.&lt;br /&gt;Ela usa calcinha de renda, ele veste cueca de copinho.&lt;br /&gt;Ela é toda “cheguei”, ele é todo “já era”.&lt;br /&gt;Ela usa desodorante íntimo, ele usa naftalina e pó granado.&lt;br /&gt;Ela gosta de caldo na cama, ele adora caldo de cana.&lt;br /&gt;Ela suspira quando ele chega, ele baba quando ela vai embora.&lt;br /&gt;Ela nega que esteja saindo com o rapaz da tevê a cabo, ele acredita.&lt;br /&gt;Você pode também ter certeza de que o sujeito é corno se ele é useiro e vezeiro em usar expressões como estas:&lt;br /&gt;Mô-ô, cheguei!!!&lt;br /&gt;Hoje, não, bê-nhê... eu tô exausto!&lt;br /&gt;Sexo não é tudo na vida!&lt;br /&gt;Lá em casa quem decide se vai “ter” ou não, sou eu!&lt;br /&gt;Eu li numa revista que transar demais faz mal pra próstata!&lt;br /&gt;Amô-ôr, que horas você vai voltar?&lt;br /&gt;Tô a fim mesmo é de tomar um uisquinho e depois cair na cama!..&lt;br /&gt;O mais importante na vida do casal é o diálogo!&lt;br /&gt;Corno não tem que ter vergonha de ser corno! Isso faz parte da vida, boi só usa chifres de enxerido...&lt;br /&gt;Eu não sou corno! Tenho certeza, né, amor?&lt;br /&gt;A grande dúvida existencial da humanidade é saber como se comporta o corno brasileiro quando encontra suas mulher com outro macho na cama. Há algumas pistas:&lt;br /&gt;O paulista: não diz nada e depois resolve fazer terapia, pois afinal de contas o problema deve ser dele.&lt;br /&gt;O carioca: como é chegado uma boa sacanagem, junta-se aos dois e faz uma suruba até o sol raiar.&lt;br /&gt;O mineiro: valente e machista, ele mata o sujeito e continua casado com a mulher.&lt;br /&gt;O gaúcho: como é chegado a um espeto, mata a mulher e fica com o sujeito.&lt;br /&gt;O baiano: acha porreta e volta para a casa da neguinha cheia de axé, de onde saíra mais cedo do que de costume.&lt;br /&gt;O cearense: vai na bodega, toma uma garrafa de cachaça de cabeça, entra em casa e passa os dois na ponta do punhal. No dia seguinte, arruma outra mulher.&lt;br /&gt;O pernambucano: abre uma sombrinha colorida e começa a fazer passos de frevo dentro do quarto pra ver se o sujeito fica assustado e vai embora.&lt;br /&gt;O paraense: vai na cozinha, pega uma panela cheia de maniçoba e obriga o sujeito a comer aquela gororoba toda, para matá-lo de indigestão.&lt;br /&gt;O mato-grossense: laça o sujeito pelo pescoço e o leva para ser trabalhador-escravo nas gigantescas plantações de soja.&lt;br /&gt;O paranaense: vai na casa do escritor Dalton Trevisan, conta o ocorrido e vira personagem de um novo conto.&lt;br /&gt;O catarinense: diz com desprezo “ah um relho nas costas!”, aí pega a prancha de surf e vai pegar ondas em Camboriú.&lt;br /&gt;O acreano: enche a cara de Santo-Daime e jura que tudo não passa de uma miração.&lt;br /&gt;O roraimense: não faz absolutamente nada. Se os gafanhotos comiam 10% do orçamento do Estado e ninguém tentava impedir, como evitar que um deles comesse a sua mulher.&lt;br /&gt;O amazonense: pega o tururi no armário e vai brincar de CarnaBoi com outros cornos iguais a ele.&lt;br /&gt;O maranhense: vai sentar na sala até que os dois terminem o que estão fazendo, pra ele poder dormir um pouco.&lt;br /&gt;O brasiliense: fica puto da vida, vai pro Congresso e inventa mais um imposto.&lt;br /&gt;O paraibano: enche a intrometida de porrada, chicoteia o cabra da peste, salga e o dependura, pra fazer carne de sol.&lt;br /&gt;O goiano: pega sua viola e cai na estrada à procura de outro corno para montar um dupla sertaneja.&lt;br /&gt;Os outros cornos brasileiros ainda não foram aprovados pelo Inmetro. &lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8639940-109829091733469510?l=amoal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109829091733469510'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109829091733469510'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amoal.blogspot.com/2004/10/feministas-metrossexuais-e-outros.html' title='Feministas, metrossexuais e outros bichos escrotos'/><author><name>Simão Pessoa, 1º Sacerdote da AMOAL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05933186576875034341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8639940.post-109847517492554886</id><published>2004-10-22T16:59:00.000-04:00</published><updated>2004-10-27T15:51:19.963-04:00</updated><title type='text'>O Primeiro Grande Mestre da AMOAL</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/640/Casanova.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/400/Casanova.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Filho de um casal de atores, Casanova nasceu em Veneza, em 1725, e amou dezenas de mulheres pelos lugares onde andou. Conheceu mais de uma centena de cidades, entre as quais Lyon, Praga, Viena, Paris, Roma, Amsterdã, Londres, São Petersburgo, Madri e Dux, na Boêmia, onde morreu em 1798. Mas, ao contrário de Don Juan - personagem semilendário que teria vivido em Sevilha e cuja imagem, com várias modalidades de caráter, inspirou versos e prosas, peças de teatro e enredos de filmes - não há dúvidas sobre sua existência.&lt;br /&gt;Eterno enamorado das paixões fugazes, Casanova iniciou precocemente a vida sentimental. Aos nove anos já mantinha relacionamento íntimo com a balzaquiana Bettina, irmã do abade encarregado de sua educação. Aos 15 se tornou um amante experiente. Pretendeu seguir a carreira religiosa, chegou a receber as ordens menores, mas foi expulso do seminário de Veneza por comportamento escandaloso.&lt;br /&gt;Aos 17 começou a viajar, envolvendo-se em inúmeras intrigas e brigas. Consolidou a imagem de mulherengo ao escrever o livro Memórias, publicado pela primeira vez em alemão, no início do século 19. Algumas cenas relatadas por ele são tão ousadas que o editor Friederich Brockhaus, de Leipzig, cortou-as do texto final.&lt;br /&gt;É compreensível, portanto, que Casanova não seja lembrado pelo fato de ter sido igualmente um grande intelectual. Além de escrever bem em prosa e verso, dominava o latim e o grego. Traduziu a Ilíada, poema épico sobre a guerra de Tróia, atribuído a Homero, composto de 24 cantos, com mais de 15 mil versos. Conhecia filologia, teologia, matemática, física e música, tendo sido violinista profissional. Adorava jogar cartas e introduziu a loteria na França. Gostava de política, foi encarregado de missões diplomáticas e freqüentou a corte de Catarina II, imperatriz da Rússia. Ali se sentiu à vontade. Catarina II, após destronar o marido Pedro III, que ameaçava repudiá-la, também levou uma vida cheia de peripécias amorosas.&lt;br /&gt;Casanova não selecionava as mulheres. Assediava nobres e plebéias, jovens e maduras, louras e morenas, bonitas e feias, analfabetas e intelectuais. Suas memórias completas só apareceram em 1960, numa edição francesa. A leitura confirma que ele soube harmonizar, como poucos, os prazeres refinados da mesa com a sensualidade da alcova. Usava a comida e a bebida como pretextos para conquistar as mulheres.&lt;br /&gt;Numa viagem a Turim, conheceu as jovens Armelina e Emília. Convidou-as para jantar e, a certa altura, começou a discorrer sobre a combinação das ostras com o champanhe. Armelina foi a primeira que sucumbiu à astúcia de Casanova. "Parecia-me impossível que pudesse resistir às minhas gentilezas, ao final do jantar e daquele momento de orgia com champanha e ostras", escreveu o conquistador nas Memórias. Emília, extasiada com o charme de Casanova, deixou cair uma ostra entre os seios. O galanteador estava a postos e socorreu a moça.&lt;br /&gt;Especialista na psicologia feminina, ele variava o menu conforme a mulher a conquistar. Nas Memórias, Casanova afirma que as louras tendem a preferir verduras frescas, frutos do mar, peixes na manteiga, aves, comidas adocicadas, cremosas, suaves e queijos não muito picantes. Bebem os vinhos brancos e o champanhe. Já as morenas adoram hortaliças de perfume intenso, ostras com limão, embutidos apimentados, risotos, carne vermelha, queijos fortes, doces recheados e chocolate. Gostam dos vinhos tintos, como o Bourgogne e o Bordeaux, e do champanhe.&lt;br /&gt;Casanova também se referiu às ruivas, de pele muito clara e sensível. Essas, segundo ele, escolhem "alimentos requintados e leves, mas por outro lado o temperamento as aproxima do fogo. Tomam vinhos brancos secos, os Côtes du Rhône e os rosados. E champanhe, sempre", sublinha. Nada mais justo. Era seu combustível de combate.&lt;br /&gt;Pessoalmente, Casanova privilegiava a culinária italiana, embora elogiasse as cozinhas francesa e espanhola. Gostava de creme de queijo com trufa branca, agnolotti com manteiga e sálvia, bacalhau &lt;em&gt;mantecato&lt;/em&gt; (desfiado, cozido no leite e batido com azeite até virar creme), risoto ao champanhe, esturjão com cogumelos, enguias com polenta, chocolate quente e café. Aplaudia a cozinha espanhola e vaiava a inglesa. Mas garantia aguçar o apetite sexual comendo 12 ostras no café da manhã e outras 12 no almoço. Também se sentia estimulado bebendo os vinhos brancos da Úmbria e de Chipre, além do moscatel grego da ilha de Cérigo. Abominava os jejuns, afirmava que lhe causavam distúrbios visuais.&lt;br /&gt;Acabou conseguindo dispensa eclesiástica dessas penitências e passou a comer carne na quaresma, obrigando suas parceiras a fazerem o mesmo. Um trecho das Memórias sintetiza as duas maiores paixões de Casanova. "Cultivar os prazeres dos sentidos foi (...) a suprema preocupação da minha vida", afirma. "Nunca tive outra mais importante. Sentindo-me nascido para o sexo diferente do meu, sempre o amei, e fiz-me amar tanto quanto me foi possível. Também amei a boa mesa com arrebatamento, e apaixonadamente todos os objetos feitos para excitar a curiosidade".&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8639940-109847517492554886?l=amoal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847517492554886'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847517492554886'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amoal.blogspot.com/2004/10/o-primeiro-grande-mestre-da-amoal.html' title='O Primeiro Grande Mestre da AMOAL'/><author><name>Simão Pessoa, 1º Sacerdote da AMOAL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05933186576875034341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8639940.post-109847502869320637</id><published>2004-10-22T16:57:00.000-04:00</published><updated>2004-10-27T15:49:54.560-04:00</updated><title type='text'>O Segundo Grande Mestre da AMOAL</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/640/don%20juan.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/400/don%20juan.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;No século 19, um espanhol chamado Don Juan Tenorio deu uma nova roupagem para a Tradição Devassa, com a introdução dos graus de evolução internos, os rituais sagrados e o nome pelo qual a organização ficou conhecida até hoje: Antiga e Mística Ordem dos Abatedores de Lebre (AMOAL). Amante da boa mesa, da boa cama e do bom vinho, Don Juan era um conquistador incansável, irresistível e incorrigível. Aquele que vestiu como nenhum outro o adjetivo &lt;em&gt;mulherengo&lt;/em&gt; e que não pôde pertencer a nenhuma fêmea porque simplesmente era de todas.&lt;br /&gt;Ousado, apaixonado, muito safado, volúvel e fiel - fiel ao amor em si mesmo, como uma Afrodite masculina -, mais que um personagem, quase um mito, assim era Don Juan. Ele foi um daqueles personagens que já existiam no imaginário popular antes de ganhar forma literária. Suas histórias eram conhecidas na Europa desde o século 16. O primeiro a colocá-las no papel foi um padre. Isso mesmo. O religioso espanhol Tirso de Molina, autor da peça O Burlador de Sevilha, foi o primeiro a contar as peripécias desse &lt;em&gt;highlander&lt;/em&gt; moderno.&lt;br /&gt;Depois da estréia em Burlador, Don Juan, mesmo sob diferentes nomes, apareceu em mais de uma dezena de peças. Quem lhe deu versão definitiva foi o escritor espanhol romântico José Zorrilla, que escreveu no século 19 a peça Don Juan Tenório. Mas a histórias desse conquistador não param por aí. Mozart o fez protagonista da ópera Dom Giovanni, os dramaturgos Bertold Bretch (Don Juan) e Moliére (Don Juan e o convidado de pedra) também se valeram de seu charme. O cineasta Ingmar Bergman o retratou no filme O Olho do Diabo. Enfim, uma infinidade de exemplos de apropriações, que mostram que Don Juan era tão sedutor, que foi capaz de seduzir e conquistar uma centenas de autores nos últimos cinco séculos, teve mais de mil mulheres e não conseguiu amar verdadeiramente nenhuma delas..&lt;br /&gt;Na Tradição Devassa, Don Juan é aquele sujeito que banca o romântico, paparica, manda flores e depois desaparece. Ele parece que adivinha do que uma mulher gosta. Faz o possível e o impossível para conquistar uma vadia. Utiliza palavras doces, gentileza e atenção e faz a vítima acreditar que não existe ninguém mais importante para ele na face da terra. Ele é tão encantador que parece bom demais para ser verdade. Parece vindo de um conto de fadas. Só que quando consegue o que quer, perde o interesse e some. Cafajeste? Nem sempre.&lt;br /&gt;Embora aja de caso muito bem pensado, não é por maldade que se comporta assim. Ele é apenas um caso clássico de conquistador compulsivo.&lt;br /&gt;O Don Juan moderno leva a mulher a acreditar que está diante de um homem sedutor, romântico e sensível. Atrás da fachada se esconde o velho instinto caçador do macho, que é capaz de investir meses para conquistar o objeto do seu desejo. Investe em restaurantes e casas noturnas badaladas, e-mails carinhosos, muitos telefonemas, presentes e até em viagens a lugares paradisíacos.&lt;br /&gt;Assim que parece que o namoro vai engrenar, ele salta fora. Sem explicação, sem adeus. E não raramente até troca o número do celular para não ser incomodado. Geralmente o Don Juan não sabe levar um "não" e acaba vencendo pela insistência. Foge de quem tenta controlar a sua vida e qualifica como chata quem liga o dia todo para saber onde ou com quem está. E na companhia da iludida costuma desligar o celular. Ele diz não sentir remorso e alega que a maioria das mulheres se deixa levar muito facilmente por conta da carência afetiva.&lt;br /&gt;O Don Juan retira satisfação e prazer do processo da conquista e não do objeto dela. Ele ama só conquistar. Segundo pesquisadores americanos liderados pelos psiquiatras Peter Lee e Michael Smith, os portadores da síndrome do Don Juanismo possuem um comportamento compulsivo porque possuem um desequilíbrio no cérebro. Teriam carência de uma substância chamada feniletilamina, que provoca as sensações de exaltação, alegria e euforia que se experimenta ao estar apaixonado.&lt;br /&gt;Os especialistas acreditam que a paixão ocorre quando os neurônios do nosso centro emocional ficam saturados por uma substância produzida no próprio cérebro denominada FEA. A sensação de euforia provocada por ela geralmente começa a desaparecer depois de três a seis meses de namoro, mas não para o conquistador compulsivo. Ele necessita permanentemente de uma nova dose para se manter apaixonado pela conquista.&lt;br /&gt;Peter Lee afirma que por trás do homem poderoso, inabalável e brilhante, se esconde um ser infeliz, pois percebe que acaba repetindo o ritual indefinidamente e não consegue manter um relacionamento estável e duradouro e, muitas vezes, acaba sozinho. Mas isso, claro, não passa de conversa fiada de um provável boiola enrustido. Aliás, como a maioria dos psiquiatras americanos. &lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8639940-109847502869320637?l=amoal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847502869320637'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847502869320637'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amoal.blogspot.com/2004/10/o-segundo-grande-mestre-da-amoal.html' title='O Segundo Grande Mestre da AMOAL'/><author><name>Simão Pessoa, 1º Sacerdote da AMOAL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05933186576875034341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8639940.post-109847495013252749</id><published>2004-10-22T16:55:00.000-04:00</published><updated>2004-11-01T22:30:55.066-04:00</updated><title type='text'>O Terceiro Grande Mestre da AMOAL</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/640/Simenon.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/400/Simenon.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;No século 20, a Tradição Devassa teve como &lt;em&gt;qutub&lt;/em&gt; (mestre perfeito ou pilar) o escritor Georges Simenon, considerado por André Gide como "o maior de todos, o mais autêntico romancista da França contemporânea". Nascido em 1903, em Liège, na Bélgica, Simenon foi um dos maiores fenômenos literários de todos os tempos. Sua capacidade de escrever uma novela em uma ou duas semanas - exatamente em onze dias, segundo ele, - datilografando um capítulo por dia numa média de 92 palavras por minuto, rendeu-lhe a espantosa produção de aproximadamente 420 volumes durante meio século de trabalho. Cerca de 200 destes foram escritos com o único objetivo de ganhar dinheiro e publicados sob vários pseudônimos. O restante, mais de 150 romances e 50 contos (sendo 84 &lt;em&gt;casos &lt;/em&gt;o Inspetor Maigret) são thrillers psicológicos, pequenas novelas de não mais de duzentas páginas, conhecidas pelos leitores europeus como &lt;em&gt;simenons&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;as quem foi Simenon? Quem foi esse homem capaz de escrever tanto e tão rapidamente novelas excelentes, a ponto de a crítica reabilitá-lo no seu centenário de nascimento, acariciando-o depois de tê-lo desdenhado por longo tempo por achá-lo um escritor menor, comercial? Quem foi esse homem que produziu romances psicológicos tão densos e profundamente humanos, a ponto de ser comparado a Balzac, Dostoievski e Dickens?&lt;br /&gt;A resposta é difícil. A primeira dificuldade está no excesso que caracteriza o homem que nasceu na Bélgica, foi repórter de jornal provinciano, mudou para Paris com menos de vinte anos, viajou pela Europa e pela África, esteve nas ilhas Galápagos, na Polinésia e na Turquia, e morou nos Estados Unidos e na Suíça.&lt;br /&gt;A segunda dificuldade em dizer se Simenon é um grande artista está na sua popularidade. Desde sempre, seus livros venderam às toneladas. Só os 25 volumes de suas obras (quase) completas venderam mais de 1,5 milhão de exemplares, sem contar as edições avulsas e de bolso. Mundialmente, ele é o sétimo autor mais lido - ganha até de Agatha Christie - tendo vendido mais de 1 bilhão de exemplares. Ao contrário de artistas da escrita, o estilo de Simenon não perde quase nada na tradução. Sua fluidez e vocabulário são facilmente adaptáveis a outros idiomas.&lt;br /&gt;Seus livros deram origem a 56 filmes, feitos entre 1932 e 1998, que se confundem com a história do cinema francês. Adaptações de sua obra foram dirigidas por Jean Renoir, Marcel Carné e Claude Chabrol e interpretadas por Jean Gabin, Pierre Renoir e Brigitte Bardot. Histórias de crime, policiais e detetives, esses filmes tiveram sempre boa bilheteria. A extrema comunicabilidade da obra de Simenon tem pouco a ver com a noção de grande arte. Pense-se em Proust e Céline, para ficar na França.&lt;br /&gt;A terceira e última dificuldade em se considerar Simenon um romancista sublime está na personalidade do autor, que foi tão excessivo na vida quanto na obra. "Ele era prolixo em tudo: na sua maneira de falar, de escrever, de publicar, de fazer amor", disse Denyse, sua secretária e amante antes de ser sua segunda mulher, com quem teve três filhos. "Nós fazíamos amor todos os dias, três vezes por dia, antes do café da manhã, depois da sesta e antes de dormir".&lt;br /&gt;Depois de poucos anos de casamento com Denyse, Simenon adotou a bigamia, tornando-se amante de sua cozinheira, mas sem abandonar a mulher nem as relações com prostitutas, fãs, jornalistas, arrumadeiras de hotel, garçonetes, qualquer rabo-de-saia que lhe passasse pela frente. Velho, jactou-se de ter feito amor com mais de dez mil mulheres.&lt;br /&gt;Aos vinte anos, Simenon registrou que seu objetivo era "ganhar o máximo de dinheiro possível escrevendo livros fáceis, e depois fazer literatura". Com menos de trinta anos, estava rico, mas continuou a escrever para ganhar dinheiro, que gastava a rodo. Ao fim da 2.ª Guerra Mundial, assinou um contrato milionário, nunca igualado na França: 250 mil euros para cada livro; 15% dos direitos autorais nos primeiros dez mil exemplares vendidos, e, a partir daí, 20%; mais a totalidade dos direitos de publicações no exterior e adaptações cinematográficas.&lt;br /&gt;Simenon não era um intelectual. Abandonou a escola quando tinha dezesseis anos. Menino, parece ter lido os romancistas do século 19: Balzac e Dumas, Dickens e Stevenson, Gogol e Dostoievski. Depois, teria lido Proust e Conrad. E nada dos clássicos, de crítica e história literária, de teoria, de filosofia ou de estética. Jamais ligou para isso, como nunca se interessou por política.&lt;br /&gt;Já a política se interessou por ele: um de seus biógrafos, Pierre Assouline, diz que ele era um &lt;em&gt;populista conservador&lt;/em&gt; que escreveu artigos anti-semitas no começo dos anos 20, teve um irmão que foi condenado à morte por ter colaborado com os nazistas durante a Ocupação e passou dez anos nos Estados Unidos no pós-Guerra por medo de ser processado na França.&lt;br /&gt;Os romances sérios e as memórias de Georges Simenon fascinam os críticos. Ele é e será lembrado, contudo, por ter criado o inspetor Jules Maigret, personagem de 84 de seus romances. O primeiro deles, Pietr le Letton, foi publicado em 1931, quando Simenon tinha 27 anos. O último, Maigret et Monsieur Charles, saiu em 1972, quando o escritor ia completar 70 anos. Nesses quarenta anos, Maigret continuou a ser um cinqüentão pacato, modesto, apegado à rotina, que anseia por estar em seu apartamento na hora do jantar, que sua mulher mesmo prepara.&lt;br /&gt;Nessas quatro décadas, houve o fascismo, o stalinismo, a 2.ª Guerra Mundial, a Ocupação, Vichy, a Resistência, a Libertação, o gaullismo, a Guerra na Argélia, o Maio de 68, inovações científicas e tecnológicas, a mudança no mundo - e Maigret continuou indo cotidianamente ao número 36 do Quai des Orfèvres, sede da Polícia Judiciária, dar expediente como comissário-chefe, e dela sair para percorrer Paris e a França profunda, medíocre como ele.&lt;br /&gt;Maigret é um detetive singular. Não é particularmente arguto nem dispõe de grandes poderes dedutivos ou intuitivos. É um homem um tanto anódino, até medíocre. Mas ele entende a lama humana, os desejos torpes, os passos em falso de gente comum que, em condições nenhum pouco especiais, pode cometer um assassinato. Maigret não tem idéias nem se interessa pelas alheias. Ele presta atenção aos detalhes, ao que as pessoas fazem.&lt;br /&gt;O crítico Pierre Marcabru diz que Maigret tem dois vícios: o cachimbo e a curiosidade: "Essa curiosidade o faz entrar nos motivos dos outros. Sobretudo nos dos pobres-diabos. Ele se coloca no lugar deles sem tentar compreendê-los e, menos ainda, explicá-los. Ele os aceita. Daí vem a sua simpatia atenciosa pelos criminosos de ocasião, pelas lastimáveis vítimas da fatalidade. Não é sem melancolia que eles os manda para o cadafalso. O mundo é triste, feio, mal feito, desencorajante".&lt;br /&gt;O mundo criado por Simenon, o mundo mecânico e medíocre que impregna a trama mesmo dos romances de Maigret é uma forma de arte. Uma arte aborrecida, cuja trama se esquece dias depois de fechar o livro, mas cujo tom cinzento e frio parece ser o da vida que se levou e, em parte, ainda se leva na França pequeno-burguesa de hoje. Mas para se conhecer a história desse autêntico espada-matador existem pelo menos dois livros fundamentais: &lt;em&gt;O homem que não era Maigret&lt;/em&gt;, de Patrick Marnham, e &lt;em&gt;O mistério de Georges Simenon&lt;/em&gt;, de Fenton Bresler, um advogado inglês e correspondente do Daily Mail, em Londres.&lt;br /&gt;No seu livro, Bresler promove uma devassa na vida de Simenon, apresentando-o ao público como um homem neurótico, compulsivo e maníaco por escrever e fazer sexo. Quanto a esta última atividade, o autor não prova documentalmente, como no caso da superprodução literária, as 10 mil mulheres que Simenon alega haver &lt;em&gt;conhecido&lt;/em&gt; (8 mil delas prostitutas). Simenon, no entanto, declara ter ultrapassado tal marca com a mesma certeza de quem vendeu milhões de livros no mundo todo e não vendo absurdo algum em tal façanha sexual: "É um número normal, quase banal", diz ele.&lt;br /&gt;De qualquer modo, a proeza propagada por Simenon é repetida por todos os seus biógrafos. Bresler afirma que Simenon tinha uma imaginação hiperativa e que existe até um estudo sobre a sua personalidade, publicado em jornal médico, no qual uma equipe de psiquiatras suíços o declara um "fantasista, uma pessoa incapaz de distinguir verdades de mentiras".&lt;br /&gt;Bresler declara também que Simenon teria sido rejeitado pela mãe, que ele foi amante de Josephine Baker nos anos 20, em Paris, onde se promoveu como menino-prodígio, e que sua capacidade engenhosa de criar, aliada à fertilíssima imaginação, o fizeram inventar o detetive Maigret, em 1930, o que lhe trouxe, de imediato, riqueza e sucesso internacional. As pessoas que conviveram com ele descrevem-no como um ser autoritário, antipático e difícil de suportar. Seus relacionamentos e uniões conjugais seriam, geralmente, apenas transações físicas, desprovidas de sequer sentimentos e terminavam ou em divórcios ruidosos ou em separações rancorosas.&lt;br /&gt;Sua primeira mulher, Règine, detestava sexo e o casamento ruim de vinte anos finalmente terminou quando ele conheceu Denyse, que era sexualmente voraz. Esse casamento também faliu e Denyse acabou sendo internada em uma clínica, de onde nunca mais saiu - foi lá que escreveu um livro de memórias sobre seu casamento&lt;br /&gt;Fenton Bresler conta, ainda, que os dois filhos de Simenon teriam abandonado a casa paterna tão logo puderam por ser impossível qualquer tipo de convivência e que sua única filha, Marie-Jo, cometeu suicídio por ter mantido com ele uma relação incestuosa. Esses fatos não parecem ter ocorrido com o Georges Simenon que passou os últimos anos de sua vida encapsulado num refúgio tranqüilo na Suíça, tendo por companhia a antiga empregada Teresa, que esteve com ele até sua morte.&lt;br /&gt;Tampouco faz jus à imaginação popular que o vê como um modelo para o famoso Maigret. Mas o autor não pretende deixar dúvidas a respeito: a única semelhança entre o Simenon e Maigret é o desempenho, a competência. De resto, Maigret, com sua bondade, senso de justiça, simpatia intuitiva pelos seres humanos e fidelidade a uma mulher é o homem que Simenon jamais teria sido.&lt;br /&gt;Apesar de tão surpreendentes revelações, o mistério permanece, ou melhor, foi aguçado. Psicopata ou não, tenha ele praticado ou não atos escabrosos e compulsivos como sugere o livro de Fenton Bresler, grande escritor sem sombra de dúvida ele foi, o que pode ser comprovado nas páginas de algumas excelentes novelas, como "O gato", "O homem que via o trem passar", "O cão amarelo", "Carta ao meu juiz" ou em "Os quatro dias de um pobre homem". Georges Simenon morreu em Lausanne, França, em 5 de setembro de 1989 e suas cinzas estão espalhadas ao pé de uma árvore que ele amava, em frente à casa cor-de-rosa, na avenida Figuiers, onde morava.&lt;br /&gt;Infância pobre na Bélgica. Sentimento de rejeição pela mãe, que queria fazê-lo padre. Sedução aos 12 anos de idade por uma menina três anos mais velha. Abandono da escola aos quinze. Primeiro emprego de repórter aos dezesseis. Órfão de pai e primeiro romance publicado aos dezoito. Casamento e ida para Paris aos vinte. Tudo isso acompanhado de muitas bebedeiras, freqüência diária a bordéis, amizade com assassinos, suicídio suspeito de amigo e outras peripécias que foram compondo sua visão sombria e amarga do mundo.&lt;br /&gt;Na Paris folle da década de 1920, Simenon, apadrinhado por Colette, desandou a escrever com velocidade espantosa: sessenta contos curtos e três longos em um mês, 44 romances populares em um ano, treze romances policais em dezoito meses. Esse ritmo diminuiu um pouco ao longo do tempo e à medida que o sucesso crescia, mas a prolificidade nunca o abandonou: quando deixou de escrever ficção, produziu 27 obras autobiográficas, em que verdades e mentiras se misturam inextricavelmente.&lt;br /&gt;Pode-se pensar que a literatura não deixava tempo para outras coisas: nada mais falso. Simenon tinha uma fome devoradora de sexo, sendo capaz de ir pra cama com quatro mulheres diferentes no mesmo dia. Na verdade, não era tão difícil assim, pois duas ou três já viviam em sua casa, em ménages à trois ou à quattre. Para ele, o trabalho era a distração do sexo. Escrevendo para ganhar dinheiro, Simenon tornou-se milionário, vendendo 500 milhões de seus livros enquanto era vivo, traduzidos para 55 línguas diferentes, ao mesmo tempo que conquistava a admiração de grandes autores como Céline, Max Jacob, Cocteau, Pagnol, Mauriac, T. S. Eliot, Henry Miller, George Steiner, Thornton Wilder, John le Carré, Charlie Chaplin, Fellini, Jean Renoir e André Gide, entre outros.&lt;br /&gt;Quando começava a escrever um livro, era como se entrasse em transe mediúnico. Não admitia interrupções. Essa escrita obsessiva explica talvez um dos supremos prazeres de Simenon, a sensação que temos, quando o lemos, de que o tempo parou, um ideal místico que as artes de quando em quando satisfazem. Em toda a obra de Simenon a justiça é feita. Esse, o seu tema, inteiramente realizado, é que é um esteio contra o pessimismo incruado da literatura moderna.&lt;br /&gt;Simenon precisava de sexo pelo menos três vezes ao dia, se não passava mal. Gostava de atacar por trás as mulheres. Não se conhece caso de resistência, ou Marnham não as cita. Sua penúltima mulher, Denyse, numa memória de 1978, "O Gato e o Passarinho", diz que ele escrevia horas e vinha sobre ela, que tirava as calcinha e ficava de quatro. Era enrabada por quase meia hora. Quando enchia-se dele, sexualmente, ela o levava a bordéis. Se o papo com as prostitutas estava bom, quando Simenon terminava, Denyse sugeria que tomasse outra mulher, o que o marido fazia na mesma hora.&lt;br /&gt;O escritor teve muitos casos. O mais famoso foi Josephine Baker, a negra americana que abafou no musical em Paris nos anos 20 e 30. Simenon deixa claro em sua autobiografia de muitos volumes (chatíssima, sua única obra ilegível) que só não se casou com Josephine porque tinha medo de ser chamado de Mr. Josephine Baker. E deixa também claro que era o &lt;em&gt;traseiro cantante&lt;/em&gt; (sic) da mulher que mais o atraía. Quando alugou uma casa grande em Lausanne uma das empregadas perguntou ao mordomo: "On passe toutes à la casserole?", ou seja, "vamos todas ser passadas na vara"? A resposta foi "sim". Cama a três e a quatro foram freqüentes nos três casamentos de Simenon, que, não custa nada repetir, dizia ter comido mais de 10 mil mulheres...&lt;br /&gt;Também não resistiu flertar com sua filha, muito bonitinha, Mary-Jo, neurótica ao extremo, que, aos 25 anos, em 1978, suicidou-se. Mas marcou uma época e ficará. Quando o romance parecia esgotado na totalidade psicológica de Proust e na exploração completa da linguagem de Joyce, Simenon ressuscitou sozinho a narrativa, onde eventos e pessoas vistas num relance de extrema nitidez, que nos satisfazem perfeitamente como seres humanos e nos provêem o prazer ancestral, pré-histórico, de uma história contada à tribo em volta de uma fogueira. E a biografia de Patrick Marnham é não só extremamente bem-sucedida, como um estímulo a ler e reler Simenon para quem ainda não teve o prazer de conhecê-lo.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8639940-109847495013252749?l=amoal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847495013252749'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847495013252749'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amoal.blogspot.com/2004/10/o-terceiro-grande-mestre-da-amoal.html' title='O Terceiro Grande Mestre da AMOAL'/><author><name>Simão Pessoa, 1º Sacerdote da AMOAL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05933186576875034341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8639940.post-109847486299460336</id><published>2004-10-22T16:54:00.000-04:00</published><updated>2004-11-01T22:32:36.706-04:00</updated><title type='text'>O Quarto Grande Mestre da AMOAL</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/640/Jorge%20Guinle.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/400/Jorge%20Guinle.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Historicamente, George Simenon é considerado o primeiro Grão-Mestre da AMOAL na era contemporânea e um dos seus quatros &lt;em&gt;qutubs&lt;/em&gt;, sendo que os outros três são Giacomo Casanova, Don Juan Tenorio e Jorginho Guinle. Nascido em 1916, em uma chácara no bairro carioca de Botafogo, o personagem responsável por introduzir os ensinamentos da AMOAL no Brasil foi criado entre carambolas e pitangueiras, e cresceu com uma única finalidade na vida: transar com todas as mulheres do mundo.&lt;br /&gt;Para realizar sua missão, Jorginho Guinle torrou toda sua fortuna pessoal - uns 20 milhões de dólares, por baixo - em champanhe, caviar e passeios de Rolls-Royce. Virou um neopobre, mas ganhou o título de maior playboy brasileiro de todos os tempos. Se não conseguiu transar com todas as mulheres do mundo, conquistou boa parcela delas.&lt;br /&gt;Jorginho era um conquistador de grifes. A lista de estrelas que passaram pela sua cama inclui Marilyn Monroe, Rita Hayworth, Ava Gardner, Jayne Mansfield, Rommy Schneider, Hedy Lamarr, Kim Novak, Veronica Lake, Zsa Zsa Gabor, Maria Montez, Susan Hayward e Anita Ekberg. Além de milionário, ele tinha algo essencial: tempo. Nosso venerável grande mestre nunca trabalhou na vida. Na realidade, o primeiro emprego veio depois que ele completou 80 anos. Estava quebrado e precisava comer. Elegante, refinado, charmoso, arrumou uma atividade apropriada: virou guia turístico. Passou a mostrar as virtudes de Paris a neomilionários.&lt;br /&gt;Jorginho viveu boa parte de sua vida no exterior. A primeira viagem aconteceu aos 5 anos. Aos 15, ganhou um porta-retratos de ouro de um marajá indiano. Em Versalhes, convidou uma bela mulher para passar o Carnaval no Rio de Janeiro e ouviu uma resposta estarrecedora: "Não posso. Na semana que vem, vou assumir o trono da Dinamarca".&lt;br /&gt;A maioria de suas namoradas e amantes era pouco inteligente. "Se eu quisesse inteligência, sairia com o Einstein", ele gostava de dizer. Tinha sua ética particular: "Um playboy jamais dá em cima das mulheres dos amigos". O básico da conquista, ele ensinava, é ser discreto e saber o momento certo de atacar: "A mulher sempre vai ceder em algum momento. O segredo é perceber quando isso acontece".&lt;br /&gt;Jorginho era o rei do Rio. Seu castelo, o Copacabana Palace. O hotel, erguido nas areias de Copacabana em 1923, esteve nas mãos da família Guinle até 1989, quando foi vendido a James Sherwood, dono da cadeia Oriental-Express, por 23 milhões de dólares. Se os quartos de Copa falassem, contariam 1.001 noites de histórias sobre o maior playboy brasileiro e suas namoradas. Como aquela da exuberante Jayne Mansfield, que, incomodada com o barulho de uma construção vizinha ao Copa, abriu a janela e mostrou os poderosos seios para os operários. "O barulho parou na hora", conta ele no seu livro de memórias &lt;em&gt;Um Século de Boa Vida&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Segundo Jorginho, Jayne Mansfield foi sua namorada mais desinibida. Um dia, ele foi buscá-la no aeroporto, a bordo de um Rolls-Royce, e a atriz não quis esperar: atacou-o dentro do carro. Eles transaram no trajeto entre o Santos Dumont e o Copa. "Ninguém nos viu. O carro era alto", ele contou, em uma entrevista. "Toda mulher americana é boa de cama", frisou. Rita Hayworth e ele namoraram em um barco, ancorado no Iate Clube do Rio, durante o Carnaval.&lt;br /&gt;Outro amor de Carnaval foi Rommy Schneider, um romance &lt;em&gt;vapt-vupt&lt;/em&gt;. Na Quarta-feira de Cinzas, a atriz se mandou, abandonando-o por um alemão. Já ao se apaixonar por Veronica Lake, Jorginho bateu de frente com um adversário peso pesado - o milionário (bem mais do que ele, aliás) Howard Hughes. A disputa foi resolvida com cavalheirismo: Hughes ofereceu três modelos gostosas (muito gostosas mesmo) ao brasileiro, em troca de Veronica. Ele topou.&lt;br /&gt;Jorginho aprendeu a dançar com Ginger Rogers. Depois de umas lições de twist, ele conduzi-a pelo salão, ouvindo-a sussurrar em seu ouvido: "Você dança melhor que Fred Astaire". A primeira estrela conquistada por Jorginho foi Maria Montez. Ele tinha 23 anos e ela, 20. O romance durou só alguns dias, mas foi o suficiente para ele perceber as vantagens de namorar uma atriz famosa: ganhava sempre a melhor mesa nos restaurantes e virava o centro das atenções. Teve um caso com Jane Leight, que em seguida separou-se de Tony Curtis. As más línguas disseram que Jorginho foi a causa do divórcio. Ele diz que eram apenas fofocas. Apaixonado por Marilyn Monroe, Jorginho comprou um colar de topázios brasileiros para presentear a atriz. Não deu tempo. Marilyn morreu dias antes, de overdose.&lt;br /&gt;As situações extravagantes vividas pelo playboy foram tantas que não caberiam em um longa-metragem. Ele teve, por exemplo, o privilégio de assistir à filmagem da principal cena de &lt;em&gt;Casablanca&lt;/em&gt;, o mais clássico de todos os filmes - estava lá, no estúdio, quando Humphrey Bogart pede ao pianista para tocar de novo &lt;em&gt;As Time Goes&lt;/em&gt; &lt;em&gt;By&lt;/em&gt;, a canção de amor que o fazia lembrar-se de Ingrid Bergman.&lt;br /&gt;Ele assessorou pessoalmente Walt Disney na criação do personagem Zé Carioca. Certa vez estava no teatro, na França, junto com o pai e o tio, quando percebeu que a platéia apontava para os três. "Por que eles estão olhando tanto para nós, pai?", perguntou. "Não é para nós, filho. É para o seu tio Santos". O tio Santos era ninguém mais, ninguém menos que Santos Dumont, "o pai da aviação", um parente carinhoso que costumava mimoseá-lo com selos raros.&lt;br /&gt;O eterno playboy morreu com 88 anos na madrugada de sexta-feira, 5 de março de 2004, no hotel Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, vítima de um aneurisma na aorta abdominal. Jorginho Guinle havia sido internado na segunda-feira num hospital de Ipanema mas, na quinta, dia 4, assinou um termo de responsabilidade para deixar o hospital, após se recusar a retirar o aneurisma. Guinle deixou o hospital e morreu em uma suíte do hotel, por volta das 4h30.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8639940-109847486299460336?l=amoal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847486299460336'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847486299460336'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amoal.blogspot.com/2004/10/o-quarto-grande-mestre-da-amoal.html' title='O Quarto Grande Mestre da AMOAL'/><author><name>Simão Pessoa, 1º Sacerdote da AMOAL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05933186576875034341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8639940.post-109847373566330555</id><published>2004-10-17T16:35:00.000-04:00</published><updated>2004-11-01T23:38:32.290-04:00</updated><title type='text'>Usando as poções mágicas como se deve</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/640/kslk029.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/400/kslk029.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Não é de hoje que os biriteiros sempre encontram na mídia dicas sobre comportamento social, sobre como devem agir em eventos, badalações, festas, etc. Sem nenhuma exceção, todos sempre martelam no mesmo ponto: "Evite o consumo exagerado de álcool". Chegaram até a criar, vejam só vocês, a ridícula expressão "Beba socialmente".&lt;br /&gt;Ora, o que é beber socialmente? Tomar dois chopes e uma dose de whisky? Para que isso? Bebida foi feita para descontrair, para animar, e isso não se consegue bebendo socialmente. Se é pra beber dois chopes, é preferível tomar dois copos de suco de cupuaçu, que é muito mais gostoso e engorda menos. Afinal, o grau de descontração em ambos os casos será o mesmo: zero.&lt;br /&gt;Não caia nessa roubada de "beber socialmente". Isso é papo de quem não tem caráter e fica inventando coisa pra tentar enganar os puros de coração, como nós. Beba para ficar bêbado. Essa é a idéia central de uma verdadeira noitada etílica.&lt;br /&gt;Para ficar muito doido bem depressa, a solução é misturar bebida destilada com fermentada. Por exemplo, para cada tulipa de chope tome uma dose de vodka. Para cada copo de vinho (você toma vinho? Hummm), uma dose de uísque. Para cada copo de cerveja, uma dose de gim. Para cada copo de champanhe, uma dose de cachaça de cabeça - as mineiras são melhores.&lt;br /&gt;Se preferir, parta logo para o &lt;em&gt;rabo de galo&lt;/em&gt;, também conhecido como &lt;em&gt;traçado&lt;/em&gt;: num copo alto, misture uma dose de cachaça, uma dose de conhaque, uma dose de vermute, uma dose de rum, uma dose de martini e uma dose de steinhager. Mexa um pouco, vire na boca sem fazer careta e rebata tudo com uma cerveja estupidamente gelada. Na terceira rodada, você vai perceber que já se sente melhor, já fala com mais desenvoltura e começa a ter idéias cada vez mais claras. Você também está mais determinado, confiado e saliente.&lt;br /&gt;Estando muito doido em alguma boate, em algum clube de forró, em alguma quadra de escola de samba, ou seja, na guerra mesmo, essa é a hora de agir. Muito provavelmente, poucas serão as mulheres do recinto que você não vai ter coragem de encarar. O álcool é o combustível da criatividade e da coragem, o próprio "elixir da beleza". Você está imbatível e cada vez mais confiante. Dê preferência a mulheres que também estejam bebendo, afinal de contas, você quer uma boa companhia.&lt;br /&gt;Algumas dicas são fundamentais para o sucesso da investida. Evite palavras complicadas, que podem fazer você enrolar a língua. Encontros consonantais, por exemplo, são terminantemente proibidos. Evite comer sílabas. Fale um pouquinho mais devagar. Evite, também, babar. Agüente bravamente e despeje toda a saliva na hora do beijo. Se a vaca reclamar, recite mentalmente: "Foda-se. Daqui a pouco eu vou precisar de bastante cuspe pra passar no pau quando encarar essa sua bunda rechonchuda e se não tiver cuspe suficiente você vai ficar histérica, sua puta reclamona!". Mas não deixe ela perceber seu risinho triunfal.&lt;br /&gt;Para ilustrar melhor a importância de se chegar bastante alcoolizado junto de uma popozuda com o intuito de conquistar a vadia, compare os trechos desses dois diálogos:&lt;br /&gt;(Diálogo com você ainda sóbrio)&lt;br /&gt;Popozuda: Você faz o que da vida?...&lt;br /&gt;Você: Bem, eu sou estudante de Direito, faço estágio numa firma do Distrito Industrial e me formo no final do semestre, acho até que vou ser o orador da turma...&lt;br /&gt;Popozuda: Ah. Que legal...&lt;br /&gt;(Pausa. Depois de alguns minutos em silêncio, a popozuda pede licença e vai até o banheiro. Na volta, encontra uma amiga e começam a conversar animadamente, depois se dirigem a uma mesa cheia de machos, enquanto você, um bundão ainda sóbrio, fica lá na sua mesa, tomando suco de laranja sem gelo, tentando descobrir direito o que aconteceu.)&lt;br /&gt;(Diálogo com você completamente bêbado)&lt;br /&gt;Popozuda: Você faz o que da vida?...&lt;br /&gt;Você: Bem, eu sou cinegrafista profissional, fiz um curso de fotografia submarina mês passado em Búzios e semana que vem estou partindo para Fernando de Noronha para gravar um especial para o Discovery Channel, sobre a vida dos tubarões-martelo...&lt;br /&gt;Popozuda: Nossa, que legal!! E eles pagam bem?...&lt;br /&gt;Você: Claro, e ainda por cima é em dólar! O bom dessa profissão é que você viaja muito e conhece os lugares mais interessantes do mundo. Há dois meses, eu estava no Hawai acompanhando o surfista pernambucano Carlos Burle na tentativa de quebrar o seu próprio recorde mundial nas Tsunami. Já ouviu falar em Tsunami? Tsunami quer dizer "onda gigante", em japonês. Os surfistas pegam carona no jet-ski para descer ondas de até 30 metros, uma altura equivalente à de um prédio de dez andares. As grandes ondas nascem nas águas do Alasca. Depois chegam ao litoral havaiano. Oceanógrafos prevêem onde a formação atingirá seu ponto mais alto. Na competição, o surfista é rebocado pelo parceiro num jet-ski para passar a arrebentação e ganhar a velocidade necessária para descer a onda. O perigo é grande. Se cair da onda, o surfista poderá ser estraçalhado pelos corais do fundo ou permanecer até cinco minutos submerso. Os atletas treinam apnéia. Já ouviu falar em apnéia?... (e tome blá, blá, blá...)&lt;br /&gt;Popozuda (olhos brilhando e sem coragem de contar que leva uma vida fuleira): "É mermo, é?...".&lt;br /&gt;Obviamente o segundo diálogo captou muito mais a atenção da vagabunda, deixando-a hipnotizada. Sóbrios, estamos propensos a cometer erros de avaliação e relatar vidas ordeiras, banais e desinteressantes. Foi o que você fez no primeiro diálogo. O que importa é saber que bêbado você está com a maior cara-de-pau do mundo e criativo o suficiente para inventar um caso que certamente vai iludir seu alvo.&lt;br /&gt;Claro que se você der o incrível azar de a pessoa com quem estiver conversando conhecer profundamente o assunto que você inventou, ainda assim a sua criatividade vai falar mais alto e dificilmente você vai deixar a vagabunda escapar ilesa. É só voltar a falar sobre o assunto favorito de qualquer mulher: como você ganha bastante dinheiro na sua profissão e como tem andado sem tempo para gastar os dólares acumulados. Não esqueça: quem gosta de pica é viado, mulher gosta é de dinheiro.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8639940-109847373566330555?l=amoal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847373566330555'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847373566330555'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amoal.blogspot.com/2004/10/usando-as-poes-mgicas-como-se-deve.html' title='Usando as poções mágicas como se deve'/><author><name>Simão Pessoa, 1º Sacerdote da AMOAL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05933186576875034341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8639940.post-109847366044952410</id><published>2004-10-17T16:34:00.000-04:00</published><updated>2004-11-01T23:38:04.210-04:00</updated><title type='text'>Cuidado: as aparências enganam</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/640/kslk039.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/400/kslk039.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;É evidente que para ser um garanhão de responsa ou um grande mestre da AMOAL não basta apenas saber lidar com o álcool e com a alma feminina. A exemplo do que os senadores romanos diziam sobre a esposa de César ("Não basta apenas ser honesta: ela tem que parecer que é honesta".), o verdadeiro abatedor de lebres não pode &lt;em&gt;apenas&lt;/em&gt; ser macho, ele tem que &lt;em&gt;parecer &lt;/em&gt;que é macho. Portanto, existem algumas coisas que você não deve ter, usar, mostrar ou fazer nunca, em hipótese alguma, mesmo sob tortura chinesa.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capanga e Bolsa à Tiracolo&lt;/strong&gt; - Há muito tempo, quase na pré-história, alguns trogloditas saíam às ruas com uma elegante bolsa, cuja alça prendia-se em um ombro. Tratava-se da famigerada capanga, um dos maiores atentados à estética já praticados pelo ser humano. Pior que ela, só mesmo a "bolsa à tiracolo". Todos conhecem essa, né? A que ficava debaixo do braço, recebendo um banho diário de catinga, e ainda tinha uma microalça pela qual era possível também segurá-la, minutos antes de guardá-la no &lt;em&gt;rack&lt;/em&gt; ou em outro móvel igualmente brega. Além de cafona, era coisa de viado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lenços&lt;/strong&gt; - Lenços de pano tiveram seu momento. Assim como o motor a vapor, o disco de 78 rotações e as novelas do rádio. Muito tempo passou, mas ainda há quem insista em usar os absurdamente anti-higiênicos lencinhos de pano. Alguém vai dizer: "Ah! Mas dá para fazer a linha com uma garota que está chorando...". Pára!!! Quem é a doida que vai querer enxugar as lágrimas num pano em que provavelmente foi expectorado um quilo de catarro? Acorda! Além desse lencinho, temos modalidades "fashion-paraíba", tais como bandana, lenço no pescoço, lenço no tornozelo e outras aplicações tão esteticamente bonitas quanto uma fralda geriátrica. Usar lenço sempre foi e será coisa de viado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Correntinha de Óculos&lt;/strong&gt; - Na intimidade do seu lar, é altamente recomendável usar esse utensílio, principalmente se você for uma pessoa desastrada. Mas, na rua, na frente dos outros, aos olhos do povo, enfim, evite essa baboseira. Além de completamente ridícula, a correntinha de óculos pode te complicar muito mais do que se não houvesse nenhuma cordinha. Isso porque é comum alguém se enroscar nela sem querer e jogar seus óculos a uns três metros, destruindo-o completamente. Se eles apenas caíssem naturalmente porque você é desastrado, não aconteceria tamanho estrago.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Medalhinhas em geral&lt;/strong&gt; - Erasmo Carlos, o amigo-de-fé-e-irmão-camarada, nos tempos em que ainda atendia pelo epíteto de "Tremendão", lançou moda com um ferrinho pendurado numa corrente (era algo assim, sei lá). Virou febre. Parece que era um treco específico de um carro, o que gerava problemas para os proprietários desses veículos. Isso foi nos anos 60. Naquela época, já era algo meio cafona, mas a Jovem Guarda tinha autoridade para lançar moda. Hoje, porém, qualquer tipo de correntinha é considerada brega, inaceitável, cafona, tacanha, ridícula e digna de apedrejamento e morte por asfixia num vaso sanitário de estação rodoviária. Faz-se necessária uma singela enumeração, para efeito de simples referência, acerca das medalhinhas condenadas: crucifixos, escapulários, estrelas-de-Davi, coisas religiosas em geral, símbolos orientais em geral, símbolos de umbanda em geral, referências a times de futebol, miçancas em geral, cacarecos de hippies em geral e guias espirituais, sem exceção.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Canetas, lápis e afins&lt;/strong&gt; - O português da padaria é motivo de troça porque usa um singelo lápis na orelha. Acho isso equivocado. Realmente, é brega pra diabo, mas esse lápis já tem toda uma significação cultural. A coisa é tão arraigada que o Armando, dono daquele famoso bar manauara, resolveu informatizar o pardieiro. Descobri porque o vi atendendo no balcão com o mouse na orelha. (pausa para o riso amarelo diante da piada velha e sem graça) De todo modo, é bem melhor o lápis (ou a caneta Bic carcomida) do português do que uma Montblanc de executivinho júnior. Isso mesmo. Não há nada mais cafona do que ostentar uma caneta cara. Ainda mais porque na rua Marechal Deodoro elas custam algo em torno de 20 reais (isso se o camelô te passar a perna, porque com dérreá você leva duas). Lembra da época da escola? É igual: lápis, caneta, borracha, apontador e congêneres: tudo em estojo. Caneta é coisa de apontador de jogo do bicho, despachante e advogado de porta de cadeia (daqueles que usam anel de rubi e broche da OAB).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Prendedor de Celular&lt;/strong&gt; - À mesma proporção que a ciência nos apresenta as maravilhas da tecnologia, a baianada nos apresenta a indecências da cafonice. Sim, eu sei, os prendedores de celular são fabricados no exterior. Foi licença poética preconceituosa e bairrista. Mas é dureza, meus chapinhas. Prendedor de celular é algo que me faz perder a amizade com qualquer um. Não dá para olhar com respeito para uma pessoa que deixa o celular penduradão, do lado de fora da cinta, todo malandrão, no maior estilo "veja-como-estou-a-cara-do-amado-batista". Assim não dá! Desse jeito não tem cu de peruano que agüente!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Broches e Bottons&lt;/strong&gt; - Da mesma forma que o trequinho de corrente do Erasmo Carlos expirou há quarenta anos, não há nada que justifique alguém usar broche ou botton desde a época de &lt;em&gt;Hard Day's Night&lt;/em&gt;, dos Beatles. Exceção óbvia ao período eleitoral, que dá margem para alguns broches já tradicionais e bacaninhas (a estrelinha do PT, o tucaninho do PSDB, o boto navegador do Gilberto e até a abelhinha do Amazonino). Bom, ocorre que isso é uma bosta de feio. Se broche é brega, botton é mais brega ainda. Não usem isso! Passem no final da rua Guilherme Moreira e vejam só o "público-alvo" do camelô. Depois quero ver alguém usar "brochinho do KLB". Só se for muito viado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Chaveiros à mostra&lt;/strong&gt; - Certa vez ouvi um aforismo bacana, que é o seguinte: um homem rico não anda com um monte de chaves. É verdade. Feliz ou infelizmente, as pessoas bem posicionadas não precisam fazer a linha "carcereiro", carregando umas 135 chaves num chaveirinho desmilingüido. Para piorar a situação, algumas pessoas penduram o chaveiro num passador de cinto, ou algo do gênero. Aí é demais. Não só forçam a amizade, mas também imploram para receber tiros de canhão na nuca! Pendurar as chaves no cinto é a mesma coisa que andar com a cueca suja pendurada no pescoço.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pochete&lt;/strong&gt; - Falar mal de pochetes ficou uma coisa tão batida que os humoristas consideram quase tão ridículo quanto fazer um trocadilho. Pode ser, mas daria para esquecer da dita-cuja nesse tipo de coisas que um macho não deve usar? Impossível! Afinal, nada é mais cafona do que a pochete. Simplesmente nada. Reza a lenda que no ano de 1995, por aí, as pochetes despencaram do "uso aceitável" para o "totalmente cafona". Não passaram pelo estágio intermediário de "cair em desuso". Simplesmente se tornaram um ícone da cafonália - o que nos remete a algum estudo mais aprofundado, não é mesmo? Para ficar na real, prefira cometer todos os pecados anteriores, mas jamais use uma pochete. Não tem desculpa. Por mais que andar de bolsos cheios seja brega, prefira isso a carregar pochete. Equilibre suas coisas na cabeça, contrate um escravo para carregar suas tralhas, use uma mochila, mas não use pochete. Sabe-se que há uma quadrilha internacional que mata violentamente pessoas com pochete. Cuide-se.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pedir caipirinha com adoçante&lt;/strong&gt; - Você pede caipirinha com adoçante? Fala sério?! Tá de regime, bofe? Ou você bebe ou não bebe caipirinha, porra! Caipirinha é o seguinte: limão, açúcar, gelo e cachaça, já ensinamos. Se é pra pedir diferente não chame de caipirinha, diga pro garçom o seguinte: "Hoje vou pedir uma bebida de fresco. Me vê um copo com limão, cachaça, gelo e adoçante dietético". Assim, você não deixa ninguém irritado na mesa.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Chupar sorvete&lt;/strong&gt; - O verbo &lt;em&gt;chupar&lt;/em&gt; não deve fazer parte do vocabulário de um macho. Um verdadeiro macho quando come sorvete o faz com dentadas e não com chupadas. As únicas coisas que um macho tem permissão de chupar são peitos, bocetas e cus. O resto é coisa de viado!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Comprar ou usar roupas de cores exóticas&lt;/strong&gt; - Se quando você vai comprar uma camisa em vez de dizer para a balconista "me dá aquela marrom-clara" diz "me dá aquela creme", você deve ser fresco. Macho que se preza sabe que só existem sete cores na natureza - e se você pensou nas sete cores do arco-íris, que hoje é uma bandeira dos viados, deve mesmo dar a bunda. Que diabos é a cor fúcsia? E mais: como diabos se escreve? As cores existentes são verde, amarelo, azul, branco, vermelho, marrom e preto. Só, somente só. Cinza? É uma mistura de preto e branco. Rosa? É uma mistura de vermelho e branco. Laranja? É uma mistura de vermelho e amarelo. Salmão? É um tipo de peixe. Mostarda? Uma merda que se usa em sanduíches. Vinho? Uma bebida de viado. Caramelo? Um tipo de bala gosmenta, e assim por diante.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Segurar sacolas plásticas pela alça&lt;/strong&gt; - Ao fazer uma compra e receber seus embrulhos dentro de uma sacola, você segura a sacola delicadamente pela alça? Então você é fresco. O verdadeiro macho segura a porra da sacola de encontro ao corpo, como se estivesse acochando uma quenga, ou por baixo, pegando nos fundos, como se estivesse levantando uma vagabunda pela bunda. Mire-se no exemplo dos estivadores. Você já viu algum estivador com essas frescuras de carregar sacolas pela alça? Então...&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ficar parado na escada rolante esperando chegar no outro piso&lt;/strong&gt; - Escada foi feita pra gente andar e exercitar o físico, porra, e não pra neguim ficar parado nela com cara de otário. Se a escada é rolante, o problema é dela. Faça sua parte e ande depressa para chegar mais rápido no outro piso. Se estiver cansado, vá de elevador.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tomar sucos de frutas misturadas&lt;/strong&gt; - Se você chega na lanchonete e diz "moço, me dá um suco de laranja com mamão!", então você atraca de popa. Que pederastia é essa? Ou você toma um suco de laranja ou um de mamão. Ou então um depois do outro, mas os dois misturados nem fodendo. Isso é coisa de viado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pedir sobremesa em restaurante&lt;/strong&gt; - Você é daqueles que, depois de forrar o bucho, adoram saborear pavê de frutas tropicais, pudim de ameixas, frapê de coco, manjar branco ou papaya batido com licor de cassis? Então por que você não usa essas imundícies para passar na bunda e adoçar as hemorróidas? Macho que é macho não come sobremesa nem na casa da sogra. No máximo, depois do almoço, ele prova de um pedaço de goiabada com creme de leite. E se alguém olhar com cara de desconfiado tem de falar que está apenas tirando o gosto da buchada de bode detonada cinco minutos antes.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Chegar aos trinta anos sem marca de cicatrizes pelo corpo&lt;/strong&gt; - Você é um cara que não tem cicatrizes? Que passou toda sua vida ileso, sem um arranhão, sem um braço quebrado com fratura exposta, sem um corte de linha de papagaio no meio da mão, daqueles que demoram dois minutos para o sangue começar a sair? Ah, então você é uma bicha desvairada! Macho mesmo cai no chão e quebra a testa assim que começa a engatinhar. Ele se arranha no arame farpado, se queima com fogo de artifício, quebra a unha chutando sarjeta, corta os pés em caco de garrafa, esfola os joelhos no asfalto caindo de patinete, toma porrada e mais porrada, e vai acumulando seu sinais de virilidade. Quanto mais detonado, melhor. Esses sinais indicam que você não foi um menino criado na casa da vovó, com carpete persa, meia dúzia de gatinhos angorá e a proibição expressa de descer ao playground para se divertir. Você só podia mesmo virar fresco.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Raspar os pêlos do corpo&lt;/strong&gt; - Com exceção de raspar a barba ou o bigode, qualquer outra perda de tempo com depilação é coisa de boiola ou de gaúcho. Macho que se preza só deve se preocupar em raspar a barba e o bigode e, de preferência quando forem falhos, para não parecer tão ridículo quanto o Cantinflas. Raspar o peito, o sovaco e as pernas, nem se for pra pagar promessa ou disputar olimpíada de natação. Se você se parece com o Tony Ramos, azar o seu. Aceite seu aspecto de urso cinzento e mude-se para a Sibéria.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Colocar luzes, descolorir, fazer alisamento ou trancinhas, enfim dar um trato no cabelo&lt;/strong&gt; - Se você já fez alguma dessas coisas no seu cabelo isso é um sintoma grave de boiolagem recalcada. Cabelo é só cabelo e mais nada. Além do mais, se cabelo fosse enfeite não nascia no cu. Se você tem algum resquício de telhado na cabeça, dê-se por feliz porque um macho de verdade raramente tem. Todo macho devia ser careca. Faz parte da natureza masculina.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Passear no Shopping nas tardes de sábado&lt;/strong&gt; - Se você gosta de tomar um sorvetinho enquanto passeia no Shopping com sua namorada, nas tardes de sábado, o que você está desejando mesmo é queimar a rosca. Sábado é sinônimo de futebol, de cerveja, de churrasco, de pagode e de pegar mulher nas baladas. Macho de verdade só vai para o Shopping com a namorada no domingo e, assim mesmo, se for durante o horário do Faustão. Aí, enquanto ela olha as promoções, você fica tomando chope na Praça de Alimentação e azarando as menininhas. Sempre pode rolar uma bela surpresa.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ter como bicho de estimação um gato&lt;/strong&gt; - O gato por si só não passa de um cão boiola. Aquele lance de ficar se lambendo o dia todo e de não tomar banho é nojento. Fora o fato de o gato ter aquelas frescuras: gato faz pipi e caca, depois esconde embaixo da terrinha (entenda isso como se você sempre se metesse a abaixar a tampa da privada depois de usar o vaso sanitário). Bicho de macho é o cachorro: cachorro tá pouco se fodendo pra tudo, mija e caga em qualquer lugar, bebe água da privada e até coça o saco. Ter gato em casa é coisa de viado!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Saber o nome de mais de quatro coisas na padaria&lt;/strong&gt; - Macho entra na padaria e fala logo o que quer, no máximo quatro itens, que normalmente são o pão, o café, o leite e a manteiga. Chegar na padaria pedindo um pote de queijo meia cura Philadelfia Diet, um pote de iogurte Danoninho, um pacote de salsichas de frango Perdigão, 250 gramas de lombo canadense defumado "cortado bem fininho, viu?!", e um salame (!!!) italiano tipo calabrês, é sintoma grave de viadagem. Sai dessa, mermão!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sair pra dançar&lt;/strong&gt; - Que porra é essa?! Macho sai pra beber, pra zoar, pra discutir no trânsito e pra pegar mulher. Macho que sai pra dançar não é macho! No máximo, você pode dar uns passos na pista de dança, com a intenção, é claro, de se aproximar da mulher que te chamou a atenção, mas não vá além disso. Macho que sai para dançar está querendo foder pica.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pedir bebidas com nomes exóticos&lt;/strong&gt; - Se não for para impressionar uma fêmea que você quer carcar, evite chamar o garçom e pedir Negroni, Dry Martini, Blood Mary. Vai ficar parecendo coisa de viado! Macho não tem frescura, bebe aquilo que todo mundo conhece: vodka, pinga, whisky e cerveja, muita cerveja! Detalhes em copo de macho são limão, gelo ou azeitona verde, dependendo da bebida. Canudinho e guarda-chuvinha de papel roxo nem pensar. Aquilo é coisa de viado!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Reparar como os outros estão vestidos&lt;/strong&gt; - Você é daqueles que repara que seu amigo está vestindo a mesma camisa de ontem? Então você é viado! Qual a diferença entre seu amigo sair para tomar uma cerveja com uma camisa de grife que não sai por menos de 100 pratas (coisa de viado) e sair com uma camiseta que ele ganhou de brinde do cartão de crédito? Nenhuma! Se o cara tá ridículo, o problema é dele, ou melhor, sobra mais mulher pra você! Se você dá uma de Clodovil e repara se a roupa de seus amigos combinam, você está querendo dar o cu! E vai acabar encontrando quem queira.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Comer bolo em festa de aniversário&lt;/strong&gt; - Só viado faz isso. Macho que é macho se enche de salgadinhos, bebe pra caralho e depois vomita. Quem come bolo em festa de aniversário é mulher, criança e viado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pedir meias porções ou meias doses&lt;/strong&gt; - O nome é porção ou dose porque já é calculado, ou seja, um macho come uma porção de gororoba, ou bebe uma dose de birita. Então, quem come meia porção é meio macho. Pior ainda são aqueles que pedem pratos terminados em "inho". Por exemplo: "Êi, garçom, me traz um arrozinho, por favor?" Isso é frase típica de viado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Consolar ex-namoradas de amigos&lt;/strong&gt; - A única maneira do verdadeiro macho fazer isso é passando o rodo nela e depois contando pra turma ou então fazendo com que ela fale algo que possa ser usado pra zoar o seu amigo que foi escanteado. Do contrário, ela que vá chorar no ombro da puta que a pariu!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pedir café descafeinado&lt;/strong&gt; - Só sendo muito viado!!! Café tem que ser servido quente, forte e amargo, que é coisa de macho! Você só tem direito a acrescentar conhaque, uísque ou formicida. O resto é coisa de viado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Saber o nome de mais de quatro tortas ou bolos&lt;/strong&gt; - Onde já se viu um macho entrar numa padaria e dizer: "Desculpe, você poderia me dar um pedaço de bolo de ameixa e um brownie caramelado!". Vá se foder, seu putinho! Com mais de 20 times na primeira divisão, cada um com pelo menos 25 jogadores, e você ainda reserva espaço na memória para se lembrar de nome de tortas e doces? Só sendo muito fresco.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alimentar o cachorro com comida para cães&lt;/strong&gt; - Isso é coisa típica de bichinha que divide o quarto com outra biba! As multinacionais inventaram a comida para cães para deixá-los afrescalhados. Um cachorro de macho come o que cair no chão ou então o que ele desenterra. Depois de comer essas porcarias enlatadas, os cachorros tornam-se afeminados. Já não bebem água de torneira, afinam o latido, não cheiram nada podre e param de correr atrás do gato. Pra começarem a se roçar na sua perna, vai ser um passo. Mate-os.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dirigir com as duas mãos no volante&lt;/strong&gt; - Isso é um sintoma clássico de viadagem. Se os caubóis conseguem laçar os touros com uma só mão, por que um homem precisaria de duas mãos para segurar o volante? Ele só pode pousar as duas mãos no volante em dois momentos: para ultrapassar um viado babaca numa curva fechada estando a 150 km/h ou para buzinar para a madame do carro na frente encostar pra direita e ver se pára de fazer merda no trânsito. No resto do tempo, a mão direita tem que ficar livre para poder sintonizar a emissora de rádio, falar ao telefone, fumar, se masturbar, segurar um sanduíche ou uma lata de cerveja, e principalmente, ficar passando a mão nas coxas da namorada. Dirigir com as duas mãos no formato do relógio às 10:10, não há outra explicação, só pode ser simpatia de boiola.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Verificar a data de validade dos produtos no supermercado&lt;/strong&gt; - Um sujeito que perde tempo numa gôndola de supermercado tentando saber se o produto que quer comprar está vencido ou não, só pode estar querendo dar o cu. Macho que é macho não perde tempo em supermercado. Aliás, ele nem entra. E se entrar, ele pega logo as porras que a mulher disse que era pra comprar e sai correndo pro caixa, torcendo para nenhum amigo lhe ver. Macho de verdade não olha para essas coisas de alimento vencido. Que mal podem fazer um leite azedo ou uma carne esverdeada?...&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tocar as verduras com a ponta dos dedos para escolher qual a melhor para comprar&lt;/strong&gt; - Você é costureira para saber a qualidade de um tecido pelo toque digital? Não? Então por que ainda acredita que nessa viadagem existe algum sentido metafísico? Guarde seu toque digital para as bocetinhas em flor. Macho de verdade está cagando e andando pra saber se o tomate está passado, se o alface está queimado, se a couve tem fungos, se o cheiro-verde está em adiantado estado de putrefação. Pelo contrário. Verduras maduras, maturadas, quase podres, podem ajudar na produção de gases caseiros, que servirão para depois se divertir com os amigos na disputa de quem solta o peido mais fedido e barulhento.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Reparar demais no modo de vestir de uma guria&lt;/strong&gt; - Qualé? Você acha que isso é fetiche?! E se esse fetiche está querendo te lembrar qual a cor do seu vestido favorito?! Porra, cara, então você só pode ser bicha. Macho de verdade só se lembra do volume dos airbags e do pára-choques da menina e, assim mesmo, se não estiver muito de porre.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Entrar numa churrascaria e aceitar comidas pervertidas oferecidas pelo garçom&lt;/strong&gt; - O sujeito que se amarra numa chuleta ou gosta de picanha ou pede pro churrasqueiro encher seu prato de lingüiça está querendo dar o cu. Macho que se preza só pede maminha e olhe lá. Um macho de verdade só entra em churrascaria para zoar do corno que está cantando baladas em inglês, naquele jeito macarrônico aprendido no Yázigi, e assim mesmo se a chuva for de foder e seu carro estiver a quatro quarteirões de distância! O resto é coisa de viado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Chegar aos 30 anos de idade sem barriga&lt;/strong&gt; - A cerveja ajuda a distinguir os machos dos viados. Macho tem a barriga proeminente devido aos tonéis de levedo e lúpulo que enfia no bucho. Viado tem a barriga igual a um tanquinho de tanto receber peso nas costas. Mas aos 30 anos se você ainda se preocupa com seu físico, você é viado! Como todo mundo sabe, quem gosta de homem malhado é viado, mulher gosta de dinheiro. Você tem mais é que parar de se preocupar com a barriga e tratar do seu bolso porque aquela menina gostosona de 20 anos dá mais importância ao carro importado e ao cartão de crédito que você tem, do que aos seus músculos do abdômen...&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8639940-109847366044952410?l=amoal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847366044952410'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847366044952410'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amoal.blogspot.com/2004/10/cuidado-as-aparncias-enganam.html' title='Cuidado: as aparências enganam'/><author><name>Simão Pessoa, 1º Sacerdote da AMOAL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05933186576875034341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8639940.post-109847346012507537</id><published>2004-10-17T16:31:00.000-04:00</published><updated>2004-11-01T23:37:29.040-04:00</updated><title type='text'>Caiu na rede é peixe, entrou na vara também</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/640/kslk10.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/400/kslk10.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Nos dias de hoje, fazer sexo com um mínimo de critério e razoável envergadura anda a exigir esforços cada vez mais intrincados. Com a evolução da teoria lacaniana sobre a libido e a invasão do mercado pelos manuais de contorcionismo, vemo-nos na obrigação de performances e comportamentos cada vez mais sofisticados.&lt;br /&gt;Pode-se dizer, sem medo de errar, que hoje são raros os praticantes do autêntico sexo calmo e sem reclamações. A não ser, é claro, aqueles que comungam com a prática da necrofilia em cemitérios e jazigos abandonados. Enfim, nunca foi tão difícil transar com resultados acima do nível mínimo exigido pelos críticos, sociedades protetoras de animais e sexólogos.&lt;br /&gt;A emancipação feminina, que explodiu com a geração &lt;em&gt;paz e amor&lt;/em&gt; da segunda metade dos anos 60, provocou uma verdadeira revolução no comportamento sexual das mulheres. Se antes eram os homens que davam as cartas na relação, garantindo sua supremacia até mesmo na hora do amor, hoje são elas que saem à luta e assumem a iniciativa.&lt;br /&gt;Jogo de cena, olhares insinuantes, conversa franca e até mesmo atitudes pouco ortodoxas na cama têm assustado o espírito masculino, acostumado a garantir seu prazer independente da satisfação da parceira. Apesar de toda história delineada por essa nova mulher ao longo das décadas, muitos homens admitem que ainda não estão preparados para encarar essas mudanças.&lt;br /&gt;Em pouco mais de trinta anos a mulher livrou-se da passividade e passou a impor suas vontades. Consciente de sua sexualidade e segura de seu novo papel na sociedade moderna, ela não abre mão da satisfação pessoal e parte para a ação na hora de assegurar o prazer. Entretanto, especialistas em comportamento sexual alertam para o risco da vulgaridade.&lt;br /&gt;Afinal, não se trata de copiar o padrão de conquista masculino com cantadas e investidas agressivas, mas de exercer o mesmo direito de partir para o jogo da sedução. Para o homem amazonense, criado dentro dos padrões de uma cultura patriarcal e machista, as investidas femininas assustam. Muitos têm medo de não corresponder e se sentem até mesmo diminuídos quando passam de conquistadores para objeto de desejo.&lt;br /&gt;De acordo com os grandes mestres da AMOAL, a revolução feminina garantiu uma maior segurança às mulheres, hoje mais confiantes do seu corpo e conscientes do que lhes desperta a libido. Essa história de que apenas os homens devem tomar a iniciativa já é coisa do passado. Muitos deles até gostam e se sentem estimulados pelo jogo de sedução feminino. Outros, por sua vez, são tomados por receios de não obterem um desempenho à altura do esperado mas, mesmo assim, cedem às investidas para não serem chamados de "bloqueados" ou "homossexuais".&lt;br /&gt;Aliás, um dos reflexos de que os homens ainda não assimilaram bem a nova postura feminina de assumir a iniciativa no sexo pode ser observada nos casos onde o fato é capaz de desestabilizar relacionamentos e até mesmo motivar separações. Muitos homens pensam que isso é uma ameaça, pois deduzem previamente que a esposa ou namorada está esperando uma resposta à altura. Por isso, é indispensável o diálogo. Afinal, o que vai determinar os limites são a história, a cumplicidade, a intimidade do casal, e, evidentemente, o tamanho da jeba do cidadão, que não pode ser nem muito grande nem muito fina.&lt;br /&gt;Na verdade, o homem tem que aprender a viver em condições de igualdade com as mulheres, sem que isso represente uma ameaça de perda de poder. O arquétipo da mulher virgem e pura, que ainda povoa o imaginário masculino de muitos quarentões, está cada vez mais raro e as atitudes femininas mais ousadas surgem como uma forma de usurpação do papel do homem na sociedade.&lt;br /&gt;Numa situação em que o homem é abordado por mulheres mais decididas e que conduzem a relação sexual de acordo com o seu prazer, existem dois extremos de reação que se pode observar: ou ele brocha ou acaba se apaixonando, o que vai ser sempre péssimo para suas futuras conquistas amorosas.&lt;br /&gt;É evidente que o mundo mudou e as mulheres junto com ele. Sem manual para decifrar a nova etiqueta da relação homem-mulher, o jeito é usar o bom senso para não ficar de fora do jogo. Não é tão simples quanto apertar um botão, nem tão complicado quanto libertar os prisioneiros do submarino alemão daquela aventura do Indiana Jones em CD-Rom (&lt;em&gt;The Fate of Atlantis&lt;/em&gt;). Acredite, é possível conviver em paz com o sexo frágil e até mesmo viver bons momentos ao seu lado, fornicando como um fauno.&lt;br /&gt;As regras não são rígidas. Não será preciso que alguém edite a versão início-de-século do livro de boas maneiras de Marcelino de Carvalho - best seller do começo de 1900 - para socorrê-lo nessa parada. Sensibilidade é a palavra-chave. As mudanças não fizeram das mulheres trogloditas-fêmeas, dispostas a se vingar dos 20 mil anos de opressão machista. Mantenha-se autoconfiante e decidido.&lt;br /&gt;Imagine que conheceu uma moça e gostou dela. Depois de uma verdadeira maratona, conseguiu o telefone e gostaria de convidá-la para jantar. Ligue para ela. Mas nunca depois das 22 horas. Se for preciso ligar para o escritório, faça-o no final da tarde - interromper uma reunião ou um dia de trabalho conturbado pode ser desastroso.&lt;br /&gt;Marque noite e lugar de comum agrado. Procure não ser insistente - não conseguir lugar na agenda dela pode ser um aviso de que você está perdendo tempo. Prepare o bolso. No primeiro encontro, o homem paga a conta. Sempre. Mas cuidado. Gastar muito para impressionar a vadia é uma tática totalmente em desuso.&lt;br /&gt;Buscar a moça em casa é uma gentileza nem sempre possível. Alternativa: combinem de se encontrarem no lugar, mas chegue antes. Se for atrasar, avise. Na hora de fazer o pedido, não imponha as suas preferências gastronômicas. Nem faça cara feia se ela pedir o manjado estrogonofe com batatinha palha. Com o tempo, apresente a ela os prazeres da boa mesa.&lt;br /&gt;Conversa vai, conversa vem, não force nenhuma barra. Não queira arrancar confidências entre uma taça e outra de vinho (você toma vinho? Hummm...). Use a sintonia fina do seu radar para detectar como avançar. Não seja apressado. Fuja da tentação de queimar etapas cobrando o jantar que pagou para ela com uma esticada no motel mais próximo. O problema não é ter segundas intenções, mas sim colocar a carreta na frente dos bois. Deixe as coisas rolarem.&lt;br /&gt;Na hora de pagar a conta, nada de pânico ou comentário sobre a quantidade de "sal" que adicionaram nela. Aja naturalmente ao preencher o cheque ou entregar o seu cartão de crédito. Não combine nada que seja incapaz de cumprir, mesmo que seja só telefonar no outro dia. Não distribua notas de 50 reais aos garçons. Um homem elegante é discreto até para dar gorjeta.&lt;br /&gt;Mas vamos supor que você encontrou uma gata deliciosa, executou toda a operação citada anteriormente, mas, para seu desespero, ela só transa se Saturno estiver alinhado com Netuno, tendo Libra em retrocesso na quarta casa do Sagitário. Em vez da tabelinha, ela prefere consultar o I-Ching. Ela também acha que Paulo Coelho é um gênio da raça e não apenas acredita em duendes como conhece pessoalmente uns dois ou três.&lt;br /&gt;Bem, temos uma boa notícia para lhe dar: não é preciso se submeter à leitura das obras completas do Paulo Coelho para fisgar a moça. Basta conhecer alguma coisa sobre esoterismo light ou mentir descaradamente. Ela não acredita em qualquer coisa? Pois vá em frente! Nós vamos mostrar a seguir algumas dicas simples de como liberar o druida que existe em você e abater as bruxinhas do novo milênio. Faça bom proveito.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8639940-109847346012507537?l=amoal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847346012507537'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847346012507537'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amoal.blogspot.com/2004/10/caiu-na-rede-peixe-entrou-na-vara.html' title='Caiu na rede é peixe, entrou na vara também'/><author><name>Simão Pessoa, 1º Sacerdote da AMOAL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05933186576875034341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8639940.post-109847338124718359</id><published>2004-10-17T16:29:00.000-04:00</published><updated>2004-11-01T23:37:05.296-04:00</updated><title type='text'>O coelho corre. Pro abraço!</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/640/kslk015.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/400/kslk015.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Paulo Coelho é uma espécie de Ratinho do esoterismo: tem milhões de admiradores, mas sua contribuição ao patrimônio cultural da humanidade é muito discutível. A filosofia coelhiana pode ser resumida assim: "Deus está dentro de nós e se você fizer o bem tudo vai dar certo". Não é grande coisa, mas, pensando bem, para este início de milênio até que dá pro gasto.&lt;br /&gt;Paulo Coelho é hoje um dos 20 escritores vivos mais lidos no mundo, ao lado de sucessos incontestes como Gabriel García Márquez ou Umberto Eco. Entre os autores brasileiros, tornou-se mais conhecido no exterior do que Jorge Amado, Érico Veríssimo, Clarice Lispector e Guimarães Rosa.&lt;br /&gt;Também os números a seu respeito denunciam sua força (literária?). Primeiramente, algumas referências brasileiras:&lt;br /&gt;Até 1995, venderam-se aqui 4 milhões de exemplares dos seus livros. E 1 milhão mais em 1996.&lt;br /&gt;Só &lt;em&gt;O Alquimista&lt;/em&gt;, lançado em 1988, vendeu 1,65 milhão em 6 anos. Em média, 23 mil exemplares vendidos por mês.&lt;br /&gt;A primeira edição de &lt;em&gt;As Valquírias&lt;/em&gt; (1992) teve uma tiragem de 100 mil exemplares, totalmente vendidos em 3 dias!&lt;br /&gt;A primeira edição de &lt;em&gt;Às margens do Rio Pedra sentei e chorei&lt;/em&gt; (1994) também foi de 100 mil exemplares.&lt;br /&gt;Em 1996, a primeira edição de &lt;em&gt;O Monte Cinco&lt;/em&gt; também: 100 mil exemplares.&lt;br /&gt;Agora, dados sobre seus êxitos no exterior:&lt;br /&gt;Seus livros já foram publicados em 36 idiomas, por 64 editoras de 59 países. E com sucesso. Chegaram aos primeiros lugares de venda no Canadá, na Bélgica, no México, na Argentina, na França, Espanha e Portugal. Há uma boa performance também em países tão diferentes como Colômbia, Noruega, Inglaterra, Marrocos e Coréia do Sul.&lt;br /&gt;Lançado em Tóquio, por exemplo, &lt;em&gt;O Alquimista&lt;/em&gt; chegou ao oitavo lugar entre os mais vendidos em menos de 2 meses.&lt;br /&gt;Outro exemplo de sua força: a primeira edição italiana de &lt;em&gt;Às margens do Rio Pedra sentei e chorei&lt;/em&gt; teve 100 mil exemplares.&lt;br /&gt;Até 1995, na França, foram vendidos dos seus livros então traduzidos mais de 500 mil exemplares. Mas com &lt;em&gt;O Alquimista&lt;/em&gt; houve um salto. Só este livro, lá, de 1994 a 1996, teve 1,5 milhão de exemplares vendidos.&lt;br /&gt;Tudo somado: até o primeiro semestre de 1997, seus livros venderam mais de 14 milhões exemplares no mundo inteiro, dos quais 6 milhões foram de &lt;em&gt;O Alquimista&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Por que tanto sucesso, tantos leitores? No auge da crise da modernidade em que mergulhamos (todo o século 20 é esta crise), os jovens e os não tão jovens, no hemisfério sul ou norte, anseiam confusamente pelo retorno ao mundo das tradições, das revelações - repleto de anjos dispostos em hierarquias luminosas -, mundo que nos dê uma fé: o milagre é possível, ou que nos dê uma vitória sobre o caos: a magia é possível.&lt;br /&gt;O milagre ou a magia são necessárias, uma vez que as instituições básicas estão em petição de miséria e falharam em sua missão. Da escola sai um estudante que escreve "purisso" (e por isso pouco sabe sobre o porquê das coisas) e "séquiço" (irresponsabilidade ortográfica que reflete a sua prática sexual). Nas famílias, os filhos já contam como algo provável o colapso do amor dos pais, profecia dos mini e megadivórcios que eles próprios protagonizarão mais tarde. E se as religiões tradicionais perdem terreno, fundar novas torna-se um empreendimento mais barato, e mais rendoso, do que abrir uma empresa. Um quadro perante o qual resta a tristeza silenciosa, e uma saudade. Queremos de volta a sabedoria, a segurança, a certeza.&lt;br /&gt;Já nos idos de 1930, Nicolau Berdiaev apontava para o fim da era antropocêntrica, da era "moderna". O homem auto-suficiente, gerado pelo Renascimento, tornou-se uma "paixão inútil", como concluía Sartre. Temos agora o saldo negativo na ponta do lápis: duas guerras mundiais, a falência econômica e ideológica do comunismo (que prometera o paraíso terrestre), a selvageria competitiva, o consumismo de uns e a miséria de outros, a violência urbana desenfreada, o humanicídio dos milhões de abortos, o uso e abuso das drogas, a poluição, a pandemia da Aids e um clima de depressão generalizada.&lt;br /&gt;Mas, ao mesmo tempo, o mundo não pode parar: está cada vez mais veloz e complexo (e banal). Os novos velhos amigos, a televisão e o telefone, e o computador, a secretária eletrônica, o fax, e o celular, o bip e agora a Internet exigem de nós o contato desgastante com uma enxurrada de fatos e informações, solicitam uma rapidez estressada nas respostas a todo tipo de mensagens, cobram resultados diuturnos nunca satisfatórios.&lt;br /&gt;Essa mentalidade eficientista, no trabalho, contrasta com a nossa perda de cultura, culto e descanso na vida doméstica. Contrasta e, de algum modo, é a sua fatal contrapartida. Até o ócio tornou-se um problema. Descansar é "puxado". É preciso viajar, inventar programas exóticos, gastar dinheiro, ou desistimos de tudo e ficamos em casa, resignados, plugados na TV.&lt;br /&gt;Estará então tudo perdido? Não, ainda temos Paulo Coelho, cujo leitor típico pode ser encontrado tanto entre mocinhas que trabalham nos salões de beleza como entre vestibulandos e altos executivos. Cujo leitor pode ser você (eu não, que eu não sou chegado).&lt;br /&gt;Paulo Coelho escreve de modo trivial, trivial até demais. Paulo Coelho nos dá simultaneamente um pouco de sabedoria, fé, lazer, e a esperança de pôr o mundo em ordem, coisa que a ciência, a política e a economia não souberam fazer. Paulo Coelho é uma alternativa para o nosso vazio: "Consegui", ele próprio afirma, "fazer com que gente que nunca havia entrado em livrarias - e que nunca havia lido um livro até o final - terminasse por ler e comentar o que eu escrevia" (O Globo, 23.09.1990).&lt;br /&gt;Sim, acertou na mosca. E por isso deu certo. Pelo menos por enquanto.&lt;br /&gt;Não sei se ele conhece este provérbio africano: "O coração do homem não se satisfaz com pouco... nem com muito", mas o fato é que, mesmo de leve, atingiu esse coração, comunicando-se através de uma linguagem acessível, sugestiva, com uma certa dose de criatividade. Diálogo nunca moralista ou dogmático. Ele afaga a nossa carência de sagrado e de infinito, de vitória moral e de auto-realização, fala-nos de alma para alma, sem a menor sofisticação ou cobrança. Ou coerência...&lt;br /&gt;O seu charme &lt;em&gt;new age&lt;/em&gt; vem ao encontro da sede de transcendência e de metafísica (e de lucidez até) que, no Brasil e no mundo, tem sido (mal) saciada em esoterismos, novas seitas e livros dos mais estranhos e, para dizer a verdade, bastante superficiais.&lt;br /&gt;Do meio de duendes, quiromantes, búzios e pirâmides, Paulo Coelho surgiu como um paradigma, como um exemplo para quem busca respostas mais "elevadas" num contexto social desequilibrado, ao mesmo tempo individualista e massificante, tecnologicamente avançado e espiritualmente abandonado, pluralista mas tacanho.&lt;br /&gt;O ministro da cultura francês, que lhe entregou em abril de 96 a comenda de cavaleiro das artes e das letras, disse em seu discurso: "Seus livros fazem bem porque estimulam a capacidade de sonhar, nosso desejo de buscar e de encontrar a nós mesmos nessa busca."&lt;br /&gt;Seu sucesso econômico lembra um sinal de predestinação: Deus o abençoou.&lt;br /&gt;Não acredito, porém, que Paulo Coelho sonhe em ser o fundador de uma espécie de religião (embora sua peregrinação para divulgar seus livros pelo mundo atraia pequenas multidões de fiéis). Se ele montasse uma escola de magia e cobrasse por suas aulas ficaria muito mais rico, embora o próprio autor reconheça que, nesse caso extremo, não escaparia da ira divina e logo seria fulminado por um raio. Contenta-se com encontrar o seu anjo da guarda e dar conselhos "místicos" como o Sopro de RAM e o Exercício da Crueldade.&lt;br /&gt;O Sopro nada mais é do que respirar com calma, inspirando lentamente, mantendo os pulmões cheios durante o máximo de tempo possível e soltando o ar numa rápida expiração, tudo isso com a convicção de trazer para dentro de si o amor, a paz e a harmonia com o universo.&lt;br /&gt;Quanto ao Exercício da Crueldade, é uma espécie de mortificação. Sempre que a pessoa tenha um pensamento negativo (ciúme, inveja, ódio etc.) deverá cravar a unha do indicador na raiz da unha do polegar até que a dor seja bem intensa, concentrando-se para purificar o momento espiritual através do sofrimento físico.&lt;br /&gt;Sem nenhuma sombra de fanatismo, porém, o que o antigo companheiro musical de Raul Seixas pretende é promover o "crescimento espiritual" dos leitores (baseio-me na sua entrevista ao O Estado de S. Paulo, 12.12.1992), que se resume num voltar-se para si mesmo, "não no sentido egoísta, mas no sentido de procurar a transformação por meio da cultura".&lt;br /&gt;A "obra coelhista" é um evento sócio-espiritual-literário ímpar. Em poucos anos, Paulo Coelho converteu-se num dos escritores brasileiros mais lidos de todos os tempos, e não é raro deparar com gente que se apóia no autor para enfrentar a luta da vida. Um barbeiro meu conhecido, por exemplo, atribui seus avanços profissionais à força de vontade que os escritos de Paulo Coelho lhe infundiram.&lt;br /&gt;Ocultismos à parte, a visão de mundo que ele nos oferece, tão epidérmica quanto nós mesmos, e a sua, digamos, "filosofia" é um conjunto de truísmos como: "quando se ama, as coisas fazem ainda mais sentido", ou: "a vida é exatamente o oposto da morte", ou: "sempre temos a tendência de fantasiar as coisas que não existem, e de não ver as grandes lições que estão diante de nossos olhos", ou ainda: "as coisas simples são as mais extraordinárias".&lt;br /&gt;E justamente por isso Paulo Coelho agrada tanto - seus livros são uma saída fácil, a longo prazo insuficiente, para uma época problemática, cuja última solução, na ótica de muitos, está no recurso irracional a uma neobruxaria psicologizante. Tudo &lt;em&gt;light &lt;/em&gt;é claro.&lt;br /&gt;Aliás, é curiosa a sua posição religiosa oficial. Numa entrevista (O Globo, 10.08.1996), quando lhe perguntaram por uma religião, foi taxativo: "Sou católico apostólico romano e mando rezar uma missa toda vez que volto de viagem". O que não implica uma militância explícita. Ao repórter que pediu sua opinião sobre as questões do aborto e do homossexualismo, lembrando a oposição da Igreja católica, o escritor descartou-se: "As minhas colocações sobre isso eu discuto dentro da Igreja" (Folha de S. Paulo, 10.10.1996).&lt;br /&gt;No seu recente &lt;em&gt;Manual do guerreiro da luz&lt;/em&gt; - que traz na segunda página a seguinte invocação: "Oh Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós. Amém" -, Paulo Coelho desenha a figura do santo lutador, que combate o bom combate (expressão usada por Paulo Apóstolo ao aconselhar seu discípulo Timóteo), e que vence as dificuldades da vida cotidiana e espiritual. O guerreiro da luz sabe que "a fé transforma o veneno em água cristalina". O guerreiro da luz tem suas crises, mas supera-as todas vestindo a armadura da fé e do amor. "O guerreiro da luz tem sonhos. Seus sonhos o levam adiante. Mas ele jamais comete o erro de pensar que o caminho é fácil e a porta é larga. Sabe que o Universo funciona como funciona a alquimia: &lt;em&gt;solve et&lt;/em&gt; &lt;em&gt;coagula&lt;/em&gt;, diziam os mestres. ‘Concentra e dispersa Tuas energias, de acordo com a situação’. Existem momentos de agir, e momentos de aceitar. O guerreiro faz a distinção" (pág. 112).&lt;br /&gt;Eis a sabedoria. A capacidade de transformar as dificuldades em vitórias. O texto subliterário em sucesso editorial.&lt;br /&gt;Pois disso se trata, afinal de contas.&lt;br /&gt;No próprio &lt;em&gt;O Alquimista&lt;/em&gt; sobrevivem erros gramaticais como no uso do verbo "haver" - "Haviam montanhas ao longe, haviam dunas, rochas, e plantas rasteiras que insistiam em viver onde a sobrevivência era impossível" (pág. 217) -, erros como misturar o tratamento de segunda e terceira pessoa - "Mas foi para isso que você criou a caça [...]. E o homem então alimentará um dia tuas areias" (pág. 218) -, erros como uma vírgula fora do lugar - "Mas as pedras tinham dito que o velho, continuava com ele" (pág. 71) -, erros como o advérbio interrogativo com seus elementos juntos - "E porque não chegamos lá imediatamente?" (pág. 142) -, erros simples de concordância - "estas coisas tem que ser transmitidas de boca para ouvido" (pág. 146) —, erros mais ou menos toleráveis que deixam transparecer uma singela despreocupação com a língua, disseminada depois em lugares-comuns, diálogos curtos, enredos lineares, personagens pouco elaborados, finais felizes, dramas inconsistentes.&lt;br /&gt;Em &lt;em&gt;O Monte Cinco&lt;/em&gt; o autor utiliza o pretérito mais-que-perfeito com a mesma liberdade do descompromisso gramático-literário. O importante é que essa espécie de pretérito lembra-lhe uma linguagem sagrada, e é essa a impressão que o leitor deseja experimentar:&lt;br /&gt;"Há muito tempo atrás, o patriarca Jacó acampara e - durante a noite - alguém entrou em sua tenda e lutou com ele até o sol nascer. Jacó aceitou o combate, mesmo sabendo que seu adversário era o Senhor. Ao amanhecer, ainda não fora vencido; e só parou o combate, quando Deus concordara em abençoá-lo" (pág. 229).&lt;br /&gt;Deus já tinha concordado antes de ele parar o combate (ou o combate é que parou) em que depois seria vencido?&lt;br /&gt;Está ligeiramente mal escrito e levemente confuso, pequena amostra de todo um estilo sem estilo, mas acessível.&lt;br /&gt;Talvez o sucesso de Paulo Coelho seja simplesmente uma demonstração da nossa incultura, patrimônio nosso, da maioria dos brasileiros que não conheceram, ou não souberam o que era importante ler, ou simplesmente não foram estimulados e ensinados a ler o que era importante e instrutivo.&lt;br /&gt;Não esqueçamos, porém, as dezenas de traduções. No inglês, no francês, no espanhol, no italiano, no japonês, estará o nosso autor, graças aos abnegados tradutores, livre dos erros e das eventuais confusões. Estará ali, na sua essência, e a sua essência é a mensagem: "[...] nossa responsabilidade também é imensa: cabe a nós, neste momento da História, desenvolver os próprios poderes, acreditar que o Universo não acaba nas paredes do nosso quarto, aceitar os sinais, seguir os sonhos e o coração. Somos responsáveis por tudo que acontece neste mundo. Somos os Guerreiros da Luz. Com a força de nosso amor, de nossa vontade, podemos mudar o nosso destino, e o destino de muita gente. [...] Um dia chegará em que os que batem na porta [sic] verão ela se abrir; os que pedem, receberão; os que choram, serão consolados" (&lt;em&gt;As Valquírias&lt;/em&gt;, págs. 236-7).&lt;br /&gt;Na Feira de Frankfurt, Paulo Coelho foi homenageado num coquetel para duzentas pessoas, organizado pelas editoras que o publicam no mundo todo. Em seu discurso de agradecimento, o autor resumiu em duas palavras o seu projeto literário: "Nosso negócio é o sonho".&lt;br /&gt;Enfim, estamos perante um fenômeno editorial inegável, incentivado e acolhido por uma voracidade popular, mundial, de palavras e ações que privilegiem o mistério, seja isso o que for.&lt;br /&gt;Há um pedido mudo para que se revalorizem atitudes de adoração, oração, ascese, esperança, humildade. Na nossa onicarência pedimos de volta a onipotência, sonhamos com uma Solução. E Paulo Coelho tem esta Solução. Sabe aproximar-se de cada pessoa e falar-lhe ao ouvido, confidencialmente, confirmando a opinião de José Ortega y Gasset de que um autor agrada na medida em que "sabe imaginar concretamente seu leitor e este sente como se uma mão ectoplásmica saísse das linhas para tocar sua pessoa, para acariciá-la - ou então, cortesmente, dar-lhe um soco" (&lt;em&gt;A rebelião das massas&lt;/em&gt;. Martins Fontes, 1987, pág. 5).&lt;br /&gt;Paulo Coelho sabe que a Solução é amar: "Das dez mil cartas que recebo por ano, pelo menos cinco mil são com pedidos de gente querendo ser meu discípulo. E se não leio todas as cartas, garanto que pelo menos elas são beijadas por mim e enviadas para a secretária responder" (Isto é, 03.08.1994).&lt;br /&gt;Quem ama é amado. Paulo Coelho é amado em virtude do seu gnosticismo sincrético, seu esoterismo exotérico, seu catolicismo reencarnacionista, sua sensibilidade agudíssima para as demandas espirituais e psíquicas do nosso tempo, sua sabedoria tão despretensiosa que chega a parecer charlatanice, e sua iletrada (mas simpática) visão estética, a ponto de citar como regra de ouro do seu fazer literário um "o negócio é não complicar" (Jornal do Brasil, 27.07.1996), atribuído por ele, é incrível, a Jorge Luis Borges.&lt;br /&gt;Então está claro que se a garota que você almeja abater for leitora do "mago", o melhor é afirmar que você também é um bruxo de grande poder, filiado à Antiga e Mística Ordem dos Abatedores de Lebre. Convide-a para ver a espada cerimonial da ordem, adiantando com ar de mistério: "Ela é enorme, levemente curvada para a direita, e aumenta de tamanho quando manipulada durante os rituais". Se funcionar, escreva-nos contando detalhes, para que nós também possamos usar o truque.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8639940-109847338124718359?l=amoal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847338124718359'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847338124718359'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amoal.blogspot.com/2004/10/o-coelho-corre-pro-abrao.html' title='O coelho corre. Pro abraço!'/><author><name>Simão Pessoa, 1º Sacerdote da AMOAL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05933186576875034341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8639940.post-109847312908028872</id><published>2004-10-14T16:25:00.000-04:00</published><updated>2004-11-01T23:36:14.150-04:00</updated><title type='text'>Elas são do baralho!</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/640/ksh029.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/400/ksh029.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Jamais diga que sua especialidade é decifrar os enigmas da sorte no baralho da Playboy. É claro que ela não vai acreditar. Seja mais sutil. Diga-lhe que você vê o destino dos seres humanos num Tarô cigano do século 15, e tudo mudará de figura. Impressione-a com sua cultura inútil: o Tarô, o mais famoso dos baralhos de adivinhação, foi criado na Itália do século 14. Alguns espertalhões dizem que é egípcio. Mentira. O baralho originou-se, possivelmente, de um jogo de ilustrações para fábulas medievais que acabou ganhando vida própria sem o texto.&lt;br /&gt;O Tarô é composto de 22 Arcanos Maiores e 56 Arcanos Menores. Os Arcanos Maiores têm figurinhas desenhadas e são bem legais. Os Menores, muito chatos, nem sequer merecem nossa atenção. Como a interpretação das cartas baseia-se na livre associação de idéias, você só precisará de uma pitada de sensibilidade. Digamos, por exemplo, que, depois de dispor as cartas em círculo e pronunciar palavras cabalísticas em aramaico primitivo, você tire o Arcano 12, vulgo "O Enforcado". Simples: "Nossa, gata! Um cara tentou se matar por sua causa, mas é tão burro que amarrou a corda no pé! Que bundão!" Se ela rir, está no papo. Se ela ficar séria, mude de estratégia.&lt;br /&gt;&lt;a name="num4"&gt;Você pode, por exemplo, ler o tarô para saber se vai carcar ou não a vagabunda, mas deve primeiro deixá-la embaralhar, separar e "deitar" as cartas. Embaralhe os arcanos pensando firmemente na sua pergunta. Abra-os em forma de leque. Com a mão esquerda, retire três deles. Disponha as cartas emborcadas na mesa. Vire a primeira carta (a da esquerda) e terá simbolizados os elementos favoráveis à realização do seu objetivo. O segundo arcano (disposto à direita) vai lhe indicar o que o impede de atingir seu desejo. Revelando a terceira carta (do centro), você terá o conselho que o tarô oferece para a resolução do problema. &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Vamos tomar como exemplo a pergunta: "Vou comer a xota ou o tobias dessa vaca?" Primeira carta: o que está favorecendo a trepada. Saiu a carta " A Roda da Fortuna", indicando que haverá uma virada, uma mudança de planos, uma coisa muito boa. Segunda carta: a dificuldade, o que vai atrapalhar. Abriu-se a carta "A Casa de Deus", a torre, afirmando que haverá problemas. Talvez a menina tenha menstruado naquele dia ou esteja sofrendo de uma crise de hemorróidas. Terceira carta: a sugestão do tarô. A carta aberta é a da Grã-Sacerdotisa, simbolizando o bom senso e o trabalho. A orientação do oráculo é de que você apele para o boquete. Viu como é fácil?&lt;br /&gt;Claro que você vai precisar saber minimamente o significado dos arcanos para a eventualidade de se deparar com uma vagabunda que conheça os princípios mais rudimentares do baralho. Vamos a eles:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Mago&lt;/strong&gt; - Criatividade, início, esforço incansável, dedicação aos ideais e busca do conhecimento.Representa a habilidade. Ele tem várias coisas sobre a mesa e parece saber manuseá-las muito bem. O Mago sabe aproveitar as oportunidades da vida. Tem os pés no chão mas o seu chapéu lembra o símbolo do infinito (um oito ao contrario). Isso quer dizer que ele não perde a noção da realidade, ao mesmo tempo em que sabe ter como meta o infinito. Recomenda que usemos as armas que estão ao nosso alcance (Viagra, K-Y gel, Cialis, camisinha etc).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Grã-Sacerdotisa&lt;/strong&gt; - Poder, sabedoria, bom senso, discernimento, moralismo e segurança. É a grande mãe, dona do conhecimento. Repare que seu chapéu ultrapassa os limites da carta, o que significa mente poderosa. A sua figura serena recomenda calma e o melhor aproveitamento possível das nossas experiências. Tem a seriedade de quem trata de assuntos importantes com harmonia, sabendo conciliar os opostos. Quem não tem cão nem gato caça com rato, gafanhoto!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Imperatriz&lt;/strong&gt; - Progresso feminino, talento natural, fertilidade, intuição, poder de decisão e ação. Representa os valores materiais da mulher, sua fecundidade e beleza. Dona de muito poder, ela tem o cetro na mão esquerda , que por sinal está aberta. Isso significa um poder receptivo e não autoritário. É a própria xoxota.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Imperador&lt;/strong&gt; - Poder, honestidade, organização, segurança, realização e apoio. É o grande homem. Tem força e poder. Com o cetro na mão direita fechada, ele olha com firmeza, representando a força por meio do sucesso material. Sua coroa é vermelha e amarela, mostrando força e inteligência. É o próprio caralho.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Sumo Sacerdote&lt;/strong&gt; - Autoridade, equilíbrio, inteligência, justiça, poder espiritual e dever moral. É o grande pai da espiritualidade sexual. Repare que ele parece estar orientando as duas figuras que estão na parte inferior da carta. Sua coroa, além do vermelho e do amarelo, também tem o verde. É a língua, que serve tanto para dar prazer como causar dor (com as palavras!).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Namorado&lt;/strong&gt; - Momento de escolha, liberdade, amor, união, beleza e perfeição, confiança, cautela e otimismo. Aparece dividido entre duas mulheres. Não se sabe se elas são sua mãe e namorada ou uma mulher mais jovem e outra mais velha. O seu corpo está voltado para a direita, mas sua cabeça para a esquerda. Ele representa um momento de indecisão entre o novo e o velho ou entre o arriscado e o seguro ou entre a ex e a atual. Recomenda reflexão, mas na hora do pega pra capar seja o que Deus quiser.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Carro&lt;/strong&gt; - Equilíbrio, segurança, domínio, sucesso, triunfo, aproximação amorosa e realização. É o símbolo do sucesso. Aparece como o senhor que controla os cavalos e sabe dar a direção que quiser à sua vida. O Carro mostra que é necessário tomar as rédeas e controlar as forças psíquicas para conduzir a vida ao caminho que nós escolhemos. Simboliza a sua conta bancária e os seus cartões de crédito.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Justiça&lt;/strong&gt; - Austeridade, imparcialidade, integridade, disciplina, decisão e prontidão. Significa o equilíbrio tanto na vida prática quanto na espiritual. Ela alerta para o senso de justiça que todos devemos ter. O broto verde que aparece no canto esquerdo simboliza a esperança de que a justiça seja feita. Por exemplo, comer uma xoxota não é justo, mas é certo. Comer um brioco não é certo, mas é justo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Ermitão&lt;/strong&gt; - Informação, sabedoria, paciência, discrição, conhecimento, estudo e prudência. É a essência da sabedoria. Aquela que só se alcança com a experiência de vida. Seu manto azul mostra que ele está recoberto de fé no seu conhecimento. A lamparina que traz na mão significa a luz da verdade. O Ermitão é bom e nos remete a busca do que há de mais sincero dentro de nós. É o que nos leva à comer uma mulher casada, mesmo correndo o risco de engravidá-la e o marido ficar sabendo. Mas o filho é nosso e vai ser tratado com todo amor. O corno que se foda.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Roda da Fortuna&lt;/strong&gt; - Destino, mudança, ascensão, iniciativa e êxito. Quer dizer que o mundo gira e as coisas mudam. O que hoje parece ser uma coisa, amanhã pode ser outra. Representa mudanças ou, muitas vezes, aponta para o sucesso inesperado. É mais ou menos como confiar na sorte.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Força&lt;/strong&gt; - Inteligência, sucesso, magnetismo sexual, poder invencível, maturidade, domínio do "eu" e harmonia. A mulher com expressão tranqüila consegue controlar o animal. Ela mostra que precisamos dominar o lado instintivo, os impulsos, para que atuemos com mais suavidade e beleza interior diante dos problemas. Ela nos ensina a usar manteiga sem sal, por exemplo, na falta de lubrificante adequado para comer um brioco.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Enforcado&lt;/strong&gt; - Idealismo exagerado, abnegação, perfeição moral, falta de vontade, traição e abandono.Repare que ele não está pendurado pela mão e sim pelo pé, e não parece estar sufocado. Pelo contrário, tem uma expressão serena com as mãos nos bolsos, como se estivesse observando. Isso quer dizer que, às vezes, temos que olhar as coisas por um outro ângulo para que posamos compreendê-las. É necessário dar uma parada para ver se não estamos esquecendo de levar algo em consideração. É preciso verificar sempre se não esquecemos de colocar a camisinha. As DSTs não brincam em serviço. E quem vê cara não vê o resto.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Morte&lt;/strong&gt; - Transformação, renascimento, libertação dolorosa, mudança de país, cidade ou casa, lucidez mental, insegurança financeira. Como o nome não está no pé da carta e sim em cima, esse arcano não representa a morte, mas a superação e a transformação para algo novo. Como é predominantemente bege, aponta para mudanças no campo material. E, como as folhas caídas no chão do desenho, nós também temos que derrubar algo de nossas vidas para dar espaço ao novo, assim como fazem as árvores no outono.  É a dica para sair daquele inferno chamado lar com a leve sensação de que já vai tarde.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Temperança&lt;/strong&gt; - Equilíbrio, autocontrole, serenidade, harmonia, paciência e estabilidade. É a virtude universal, que derrama a água do seu jarro azul (o espírito) para o jarro vermelho (a força) . Mostra a importância do equilíbrio interior, da moderação, da paciência necessária para esperar aquela vagabunda da Contabilidade vir se arrastar aos seus pés.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Diabo&lt;/strong&gt; - Força misteriosa, egoísmo, sedução sem escrúpulos, sucesso por meios ilícitos e punição.Rege as grandes forças instintivas, a sexualidade, o vigor físico e o poder de atração. Ele também é o senhor do medo. Para se viver bem é preciso superar esse medo, conseguindo, então, dominar nossos instintos.  É fundamental numa suruba homérica, para você conseguir sair dela com todas as pregas no lugar. Ou para não movimentar os quadris durante o exame da próstata.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Casa de Deus&lt;/strong&gt; - Destruição, dificuldade, presunção, orgulho, fracasso, vaidade, timidez e malogro.Nesta carta, um raio aparece destruindo uma torre e fazendo com que as pessoas caiam. E é isso que ele representa: a destruição de algo estabelecido. Mas, se você olhar com atenção, vai notar que a queda não é mortal. E ela é a busca de algo novo. Após a destruição, o novo aparece. É como levar um fora da mulher amada e descobrir, no dia seguinte, que existem mil mulheres mais gostosas do que ela, todas dando sopa nas casas de forró.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Estrela&lt;/strong&gt; - Esperança, inspiração criadora, otimismo, autocontrole, energia, satisfação. Aponta para a realização dos ideais. São sete estrelas e uma grande no centro, representando a concretização de algo que se deseja muito. Os jarros de água sendo derramada significam que uma nova vida começa quando conseguimos realizar nossos ideais. Se você for poeta, pode deitar e rolar explicando esse arcano.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Lua&lt;/strong&gt; - Obscuridade, advertência, forças ocultas, desilusão, entorpecimento e superficialidade. É o nosso inconsciente, sempre apontando para as sensações mais profundas que, muitas vezes, não conseguimos explicar e preferimos não ver. É preciso olhar para dentro e descobrir o que nos faz sentir de determinada maneira ou o que nos mantém presos a uma certa situação. Convém não exagerar, ou você corre o risco de descobrir que tem uma bicha presa no seu armário interior e louca pra sair.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Sol&lt;/strong&gt; - Realização, felicidade, entusiasmo, sinceridade, prazer. É a claridade que nos permite ver as coisas e perceber bem a realidade que estamos vivendo. Ele traz segurança. Mas preste atenção nas crianças: elas mostram que quando estamos transparentes, sem mistério, ficamos com a pureza infantil. Preste atenção nas adolescentes: elas mostram, com suas marcas de biquíni na bundinha, que a vida é bela, muito bela.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Julgamento&lt;/strong&gt; - Renascimento, libertação, iluminação do caminho, sentimento de justiça, gênio inventivo, revelação de desígnios ocultos e saúde física. Remete ao apocalipse, onde os puros de alma se levantam ao som das trombetas. Repare que os corpos são beges, mas seus cabelos são azuis, ou seja, suas mentes estão plenas de fé e emoção. O Julgamento diz que temos que ir em busca do que há de mais puro em nós mesmos. Encontrando o que restou de bom, podemos superar nossos problemas. E o que resta de bom, para o homem, é ter aos 50 anos o mesmo tesão de punheteiro juvenil.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Mundo&lt;/strong&gt; - Sorte, recompensa, realização, finalização de obras, integridade e totalidade, encontro de amor, lucidez, liberdade e felicidade. É a realização plena e total. A carta mostra uma figura envolta numa guirlanda que começa azul, passa pelo vermelho e chega ao amarelo. Isso quer dizer que, usando nossas emoções e nossa força física, conseguimos alcançar a inteligência e a sabedoria. As quatro figuras que aparecem nos cantos representam os quatro elementos da natureza que conferem equilíbrio ao mundo. Representa a síntese de tudo que conhecemos. A partir daí, só nos resta morrer do coração - e, se possível, fodendo com uma ninfeta.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Louco&lt;/strong&gt; - Isolamento, precipitação, loucura, confusão. É o único que não tem número. Por isso, mesmo significa liberdade. Ele olha para o infinito e, com isso, mostra que a vida é muito mais do que vemos e a felicidade pode estar além das aparências da vida cotidiana. Tem apenas uma trouxinha com o essencial e, no entanto, tem uma expressão tranqüila. Isso quer dizer que muitas vezes nos preocupamos com coisas superficiais e não percebemos o que é realmente importante. E o importante é não brochar. Nunca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8639940-109847312908028872?l=amoal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847312908028872'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847312908028872'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amoal.blogspot.com/2004/10/elas-so-do-baralho.html' title='Elas são do baralho!'/><author><name>Simão Pessoa, 1º Sacerdote da AMOAL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05933186576875034341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8639940.post-109847213244934013</id><published>2004-10-14T16:08:00.000-04:00</published><updated>2004-11-01T23:35:43.686-04:00</updated><title type='text'>Elemental, meu caro Watson!</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/640/kslk6.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/400/kslk6.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Quando ela disser, com aquele sorriso encantador, que viu "um lindo duende esta manhã no jardim", só há duas respostas possíveis: "Ótimo, pega ele para gente fazer uma salada crua..." e "Que linda a sua camisa-de-força... É Giorgio Armani?" No entanto, sarcasmo e ironia nunca ajudaram ninguém a levar uma mulher para a cama (sei do que estou falando, acredite!). O que você precisa saber para encantar aquela gata de bata indiana, perfume de ervas e incensos nos bolsos é que gnomos e duendes são elementais da natureza. O gnomo é ligado ao reino mineral e o duende ao reino vegetal. Existem também uns bichos ligados aos reinos animal e agual (isso mesmo, agual...), mas isso não vem ao caso. Os elementais se manifestam fisicamente apenas para as pessoas que têm muita "luz", "energia positiva" e "elevada sensibilidade" - e é exatamente o que você tem de dizer se quiser traçar a garota. Ah, sim! Caso o assunto venha à tona, duendes e gnomos se vestem à moda medieval, uma roupa que até no tamanho lembra a dos anõezinhos da Branca de Neve. Você ainda pode explicar pra menina que também nas montanhas do Norte de Portugal e especialmente na região de Trás-os-Montes (percebeu a ironia, gafanhoto?), existe, ainda hoje, na memória oral dos mais idosos uma raça de figurinhas míticas, semelhante aos "duendes", que o povo identifica como "trasgos". São seres fantásticos, rebeldes, de pequena estatura, usam gorro vermelho e são dotados de poderes sobrenaturais. E o que é, afinal, o "trasgo" na memória oral transmontana? É uma figurinha rebelde que aparece "para fazer judiação às pessoas, partindo louça, arrastando os móveis, atirando pedras nos espelhos, espalhando a cinza, despejando os sacos das nozes, cuspindo catarro na cara das pessoas..." Segundo as antigas crenças religiosas, são pequenas "almas penadas", isto é, "meninos que morreram sem serem batizados e cujo espírito regressa depois às casas onde viveram, ou então para junto de antigos familiares". Diz a lenda que ninguém pode levá-los a mal "pois, tendo morrido enquanto crianças, também não têm culpa por não terem sido batizados". Se ela quiser ver o "trasgo" de barrete vermelho, basta desabotoar a braguilha. O resto é por conta da sua criatividade e imaginação.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8639940-109847213244934013?l=amoal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847213244934013'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847213244934013'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amoal.blogspot.com/2004/10/elemental-meu-caro-watson.html' title='Elemental, meu caro Watson!'/><author><name>Simão Pessoa, 1º Sacerdote da AMOAL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05933186576875034341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8639940.post-109847204923877323</id><published>2004-10-14T16:07:00.000-04:00</published><updated>2004-11-01T23:34:51.930-04:00</updated><title type='text'>Tudo certo como dois e dois são cinco!</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/640/kslk7.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/400/kslk7.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ela se chamava Ivete e agora se chama Hywetteh. Tudo para atrair bons fluídos. Deve ter funcionado, porque o corpinho, hummm, está mais bem desenhado que o símbolo Yin-Yang. Nesse caso, tudo o que você tem de saber sobre numerologia é que ela é a versão ocidental do cabalismo judaico. Funciona assim: se no princípio era o Verbo, então as letras possuem poder e, bem combinadas, podem atrair a sorte. Em suma, o Aurélio é o nosso Deus e o professor Pasquale o seu único profeta. Não existem dois numerólogos que concordem sobre o poder atribuído a cada letra ou palavra, portanto, pode dizer o que lhe vier à cabeça. Tipo: "A expressão &lt;em&gt;sexo&lt;/em&gt; &lt;em&gt;anal&lt;/em&gt; tem oito letras e a mesma vibração de Hywetteh. Vira, Hywetteh, vira...". Só não vá mudar seu nome de Fábio Arnaldo para Fasianaldo. Seria ridículo, para dizer o mínimo. Os numerólogos acreditam que os números regem a vida no Universo e, conseqüentemente, o destino das pessoas. Ela baseia-se na antiga gematria, mas os profanos a transformaram em brincadeira de salão. Como na gematria, trata-se de transformar as letras em números e ver no quê que dá. Se você disser que pode descobrir os segredos mais recônditos de uma pessoa a partir da numerologia, logo se formará numa fila de curiosos, crentes no seu poder revelador. Você pode trocar letras por números, usando vários sistemas existentes. O mais fácil está exposto a seguir, bastando atribuir o referido número às respectiva letras do alfabeto: AIJQK são 1, BYR são 2, CGLS são 3, DMT são 4, EHNX são 5, UVW são 6, OZ são 7 e FP são 8. Quando lhe perguntarem a razão de não usar o número 9, explique que o 9 é o número sagrado dos incas (ou dos caldeus, dos assírios, dos babilônios, sei lá, de qualquer merda de civilização já desaparecida), por isso não é usado. Após transformar as letras de um nome em números, some todos eles e encontre um significado apropriado, dependendo, é claro, do QI da vagabunda. Você poderá usar outros números, tais como datas de nascimento, número de telefone, altura, peso, e tudo o mais que sirva como somatório. Dependendo da mulher, você pode até sugerir que ela troque de nome, como, aliás, vêm fazendo cantores e celebridades do mundo artístico. O cantor Jorge Ben, depois de fazer uma série de cálculos numéricos, decidiu acrescentar &lt;em&gt;jor&lt;/em&gt;, passando a chamar-se Jorge Benjor, algo bastante sonoro, impressionante e completamente diferente do nome do seu colega americano George Benson. A cantora Sandra Sá acrescentou alguns números poderosos ao seu nome e virou Sandra de Sá. O ocultista Aleister Crowley, na verdade, tinha, como nome de batismo, Alexander. Alguns críticos maldosos dizem que ele trocou de nome somente por não saber escrever corretamente Alexander. É claro que isso é uma infâmia terrível, pois, senão, ser-lhe-ia impossível escrever e soletrar Aleister. De qualquer forma, o caminho para chegar naquelas carnes é insistir nessa brincadeira de salão.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8639940-109847204923877323?l=amoal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847204923877323'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847204923877323'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amoal.blogspot.com/2004/10/tudo-certo-como-dois-e-dois-so-cinco.html' title='Tudo certo como dois e dois são cinco!'/><author><name>Simão Pessoa, 1º Sacerdote da AMOAL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05933186576875034341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8639940.post-109847190736378849</id><published>2004-10-14T16:05:00.000-04:00</published><updated>2004-11-01T23:34:31.603-04:00</updated><title type='text'>Me Tarzan, You Daime!</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/640/kslk025.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/400/kslk025.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Cuidado, você está pisando em terreno minado. A gata deliciosa pode muito bem sacar uma borduna da bolsa se você fizer ironia com o Santo-Daime. Se você não consegue juntar o nome à criatura, Daime é o chá feito de um cipó pelos índios da Amazônia, também conhecido como ayhuasca. Pois essa gororoba anda fazendo sucesso entre os brancos. E branco, &lt;em&gt;you know&lt;/em&gt;, é complicado, neurótico, estressado, culpado e reprimido. Não é capaz de sentir um baratinho e ficar nisso mesmo. Precisa inventar uma religião para justificar a viagem. Nasceu assim o Santo-Daime. A seita saiu da Colônia Cinco Mil, na periferia de Rio Branco (AC), e chegou às melhores casas das melhores famílias de nossa melhor sociedade. A executiva de tailleur que você está paquerando no restaurante talvez só se comunique em variações semânticas de uga-uga. À menor provocação, ela é bem capaz de virar bicho. Literalmente: um dos lances do daimismo é encontrar o animal-totem protetor. Se for um tatu-bola, tudo bem. Pra comer, você só vai precisar de uma joelheira. Mas, se pintar uma onça-pintada, saia de perto...&lt;br /&gt; &lt;a target="ext" href="http://www.hello.com/"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8639940-109847190736378849?l=amoal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847190736378849'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847190736378849'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amoal.blogspot.com/2004/10/me-tarzan-you-daime.html' title='Me Tarzan, You Daime!'/><author><name>Simão Pessoa, 1º Sacerdote da AMOAL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05933186576875034341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8639940.post-109847179183242811</id><published>2004-10-13T16:03:00.000-04:00</published><updated>2004-11-01T23:34:07.493-04:00</updated><title type='text'>Alô, alô, marciano!</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/640/kslk022.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/400/kslk022.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ai, ai, ai, meu caro: quer dizer que ela curte homenzinhos verdes e jura que foi abduzida (não confundir com "abusada" e "seduzida") por eles?! Ela acha que Arquivo X é baseado em fatos reais?! Não ligue para o hospício. Ainda. Milhões de pessoas afirmam a mesma coisa. Essa crença, a única genuinamente contemporânea, é mais comum do que sonha nossa vã filosofia. Portanto, se a gatinha lunática for gostosa, afirme, sem temer o ridículo, que somos visitados freqüentemente por zeta-reticulanos cinzas e brancos. Ambos vêm da estrela Zeta Retículi, são nanicos, têm um cabeção enorme e dois olhões pretos, embora não possuam nenhum parentesco com o Inocêncio de Oliveira. Os zeta-reticulanos brancos são gente boa. Já os cinzas não valem um dracma: mutilam animais, seqüestram seres humanos e se escondem na famigerada Área 51, no deserto americano de Nevada. Se, ao dizer tudo isso, ela duvidar da sua sinceridade, erga a mão em sinal de paz e pronuncie várias vezes &lt;em&gt;Klaatu barada nikto!&lt;/em&gt; Ela vai cair de quatro. Aí, é só montar. Caso ela perceba que esta é uma citação do filme &lt;em&gt;O Dia em que a Terra parou&lt;/em&gt;, melhor ainda. Isso só prova quanto você é ligadão no objeto (voador) de desejo dela.&lt;br /&gt; &lt;a target="ext" href="http://www.hello.com/"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8639940-109847179183242811?l=amoal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847179183242811'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847179183242811'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amoal.blogspot.com/2004/10/al-al-marciano.html' title='Alô, alô, marciano!'/><author><name>Simão Pessoa, 1º Sacerdote da AMOAL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05933186576875034341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8639940.post-109847171064002998</id><published>2004-10-13T16:01:00.000-04:00</published><updated>2004-11-01T23:33:22.956-04:00</updated><title type='text'>O sexo dos anjos</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/640/kslk11.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/400/kslk11.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Um ser humano normal, como você, só recebe a visita de um anjo em três ocasiões: (a) Para avisar que, se não parar com essa história de sodomia - e gomorria -, a cidade inteira arderá no enxofre; (b) Para ordenar que você suba num morro e passe a faca no pescoço do seu único filho; (c) Para contar que sua mulher está grávida do novo Messias.&lt;br /&gt;A bem da verdade, anjos nunca foram criaturas confiáveis. A começar por Lucibel, vulgo Lúcifer, espécie de Golbery de Deus que surtou, resolveu dar um golpe de Estado e se deu muito mal. Apesar dessa índole duvidosa, porém, o culto aos anjos também virou cult neste novo milênio.&lt;br /&gt;A questão, como sempre, é saber se a gatinha de olhos azuis que acende uma vela para o anjo da guarda todas as noites vale uma reza? Se a resposta for afirmativa, diga-lhe que você é íntimo de Gabriel, Samuel, Azrael, Miguel, Rafael ou qualquer outra coisa terminada em &lt;em&gt;el&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Se quiser impressionar, explique-lhe que os anjos são divididos em três principados ou níveis hierárquicos. O primeiro principado é uma espécie de Forças Armadas de Deus e zela pela segurança do Céu. O segundo é composto de anjos mensageiros, que trazem recados do Senhor para os homens ("Seguinte, tu serás martirizado na próxima quarta-feira de manhã, ok!"). O terceiro principado fica na Terra mesmo, protegendo igrejas, cidades e, é claro, a sua gatinha de olhos azuis.&lt;br /&gt;Anjos freqüentemente se metem em assuntos terrenos. Ajudaram a tomar Antióquia, por exemplo, 900 anos atrás, durante a Primeira Cruzada. Pelo menos era o que se dizia na Idade Média, um tempo estranho. Os islâmicos têm os deles - foi o anjo Gabriel, aliás, que revelou o Corão de um só sopro ao profeta Maomé. Entre os hinduístas, eles se chamavam devas e tagarelavam boas novas. Quanto mais antiga a cultura, menos categórico parece ter sido o papel dos anjos: podiam ser benevolentes mas também malcriados e caprichosos, e muitas vezes nem davam bola para os destinos humanos.&lt;br /&gt;Anjos já foram barbados e desprovidos de asas, ao que indicam as pinturas encontradas nas catacumbas cristãs. Foram também decididamente femininos, como as figuras etéreas, adolescentes e delicadas de Botticelli. Qualquer que seja sua aparência, porém, é preciso ir devagar, muito devagar com eles - dar muito poder aos anjos é praticamente um crime de lesa-majestade divina. Mesmo porque anjos da guarda são uma espécie de contrabando (legítimo, como inúmeros outros) do judaísmo para o cristianismo e nem sempre vêm para o bem - isto é, o bem-estar e conforto da assistência. No Novo Testamento, a passagem que eles freqüentam com mais intrepidez é o Apocalipse, e não exatamente como mensageiros de boas alvíssaras.&lt;br /&gt;Também não custa lembrar que a finalidade dos anjos é sobrenatural, não instrumental. Como parte da Criação, eles também têm suas contas a prestar a tarefas mais importantes do que servir de office-boys miraculosos para os inúmeros, ínfimos e insanos negócios humanos - ao menos da perspectiva do cosmos, que é a deles. Anjos não podem ter poderes comparáveis a Deus. E muito menos concorrer com Ele na hora agá de decidir o rumo dos acontecimentos. Uma coisa é anunciar o nascimento de Jesus ou João Batista, outra dar a dica das ações que vão subir na Bolsa de Valores ou arranjar um emprego melhor com salário em dobro, ou mesmo ajudar na conquista daquela gata sarada que sempre olhou com desprezo pra você, tarefa para as quais eles nunca foram talhados, desde o início dos tempos.&lt;br /&gt;Também os anjos têm dilemas - tanto que alguns, perseguidos pela dúvida, resolveram cair do Paraíso e tentar os homens. Aos outros, os que persistem na sua natureza e função original, caberiam missões mais ousadas e nobres. Como a dos anjos pintados por Paul Klee na década de 30, que teimavam em olhar as ruínas da História de costas para o futuro. Os anjos de Klee se encarregavam da compaixão pela humanidade. Eram legítimos anjos cristãos. E há ainda aqueles anjos mais práticos, que zelam (ou não) pelo bem-estar de uma parcela cada vez maior da humanidade, sem que sejam tão famosos assim:&lt;br /&gt;Motel - Anjo protetor dos amantes.&lt;br /&gt;Abravanel - Anjo protetor de quem topa tudo por dinheiro, principalmente de jogadores da Tele-Sena. Só aparece aos domingos.&lt;br /&gt;Chanel - Anjo protetor dos costureiros e estilistas.&lt;br /&gt;Aluguel - Anjo mau, impede as pessoas de conseguirem sua casa própria.&lt;br /&gt;Embratel - Anjo protetor do monopólio das comunicações.&lt;br /&gt;Cinzel - Anjo travesso, faz as pessoas darem marteladas nos dedos.&lt;br /&gt;Ravel - Anjo protetor dos compositores ufanistas.&lt;br /&gt;Pinel - Anjo travesso, faz as pessoas baterem com o sorvete na testa e babarem na gravata.&lt;br /&gt;Plantel - Anjo protetor das vacas, ou melhor, das modelos em início de carreira.&lt;br /&gt;Papai Noel - Anjo protetor do comércio, mas só aparece no fim do ano.&lt;br /&gt;Mel - Outro anjo mau, impede os diabéticos de se divertirem.&lt;br /&gt;Rímel - Anjo protetor dos cílios de peruas metidas a gatinhas.&lt;br /&gt;Tonel - Anjo protetor dos alcoólatras e bêbados em geral.&lt;br /&gt;Bedel - Anjo dedo-duro, protege as escolas dos alunos arruaceiros.&lt;br /&gt;Rapel - Anjo protetor dos esportes radicais.&lt;br /&gt;Anatel - Outro anjo mau, permite aumentos astronômicos nas contas telefônicas.&lt;br /&gt;Quartel - Anjo protetor das fronteiras.&lt;br /&gt;Tafarel - Anjo protetor dos goleiros frangueiros.&lt;br /&gt;Pastel - Anjo protetor da colônia chinesa.&lt;br /&gt;Gel - Anjo protetor dos cabelos ruins e rebeldes.&lt;br /&gt;Bordel - Anjo protetor do sexo livre.&lt;br /&gt;Sarapatel - Anjo protetor da culinária amazônica.&lt;br /&gt;Babel - Anjo protetor das escolas de idiomas.&lt;br /&gt;Manuel - Anjo protetor das piadas preconceituosas.&lt;br /&gt;Papel - Anjo protetor dos intestinos soltos.&lt;br /&gt;Está claro que para convencer a gatinha a liberar o pastel de carne você pode inventar seus próprios anjos e atribuir-lhes as qualidades que quiser. Basta um pouco de criatividade e imaginação.&lt;br /&gt; &lt;a target="ext" href="http://www.hello.com/"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8639940-109847171064002998?l=amoal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847171064002998'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847171064002998'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amoal.blogspot.com/2004/10/o-sexo-dos-anjos.html' title='O sexo dos anjos'/><author><name>Simão Pessoa, 1º Sacerdote da AMOAL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05933186576875034341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8639940.post-109847164489572437</id><published>2004-10-13T16:00:00.000-04:00</published><updated>2004-11-01T23:32:54.730-04:00</updated><title type='text'>Meu coração é de cristal!</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/640/kslk12.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/400/kslk12.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Tão antigos quanto a própria Terra, os cristais sempre fascinaram o homem por sua beleza e energia. Em antigas civilizações da Índia e da Grécia, os cristais eram usados com fins terapêuticos. Atualmente, muitos terapeutas holísticos usam os cristais - fontes de energias naturais - em sessões de cromoterapia e massagem para harmonizar, renovar as energias e comer as mulheres que acreditam nessas merdas. Assim como os viados, os cristais trocam energia, ou seja, emitem e recebem continuamente. Cada cristal tem suas propriedades energéticas, que podem ser usadas para energizar um ambiente ou comer alguém. Para saber como usá-las, veja quais são os cristais mais indicados para cada parte do corpo feminino:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Xoxota&lt;/strong&gt;: é regida pelo elemento água, simbolizado pela cor azul. Podemos ativar esse setor com os cristais água marinha, lápis lazúli ou turmaliza azul. Podemos colocar também um pirita, que está associado ao ouro e à riqueza de uma piriquita depilada. O diopsidio também pode ser usado porque é uma pedra que traz concretização profissional e comercial para todo tipo de puta.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Seu Tobias&lt;/strong&gt;: a pedra mais usada para esse setor é a ametista, pois simboliza o terceiro olho. Ela ativa a intuição, alarga o plissadinho e é uma ótima pedra para a meditação. Podemos também usar o cristal de quartzo, que simboliza a pedra da clarividência, sabedoria e misticismo, indicando que você quer conhecê-la interiormente, começando pelo intestino.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Peitões&lt;/strong&gt;: são regidos pelo elemento madeira e pelas cores verde e azul. Podemos ativar esse setor com as pedras lápis lazúli, quartzo verde, turmalina verde e quartzo azul, ou chupando os bicos, alternadamente, com bastante carinho.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Boquita&lt;/strong&gt;: as cores que predominam nesse setor são o vermelho, o lilás, o amarelo, o dourado, o laranja, o verde e outras cores de batons vendidos em bancas de camelôs. Com essa variedade de cores, podemos usar uma boa quantidade de pedras para ativar este setor, como pirita, turquesa, granada, água marinha, citrino, esmeralda, turmalina verde ou um pau de cabeça bem vermelha.&lt;br /&gt; &lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8639940-109847164489572437?l=amoal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847164489572437'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847164489572437'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amoal.blogspot.com/2004/10/meu-corao-de-cristal.html' title='Meu coração é de cristal!'/><author><name>Simão Pessoa, 1º Sacerdote da AMOAL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05933186576875034341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8639940.post-109847156973472110</id><published>2004-10-13T14:59:00.000-04:00</published><updated>2004-11-01T23:28:39.473-04:00</updated><title type='text'>Pisando nos astros, distraída...</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/640/kslk012.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/400/kslk012.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Astrologia é sempre um bom assunto para engatar qualquer conversa. Mesmo que você não saiba absolutamente nada do assunto, pode se sair com essa: "Desculpe, Mô, mas nós, piscianos do segundo decanato, não acreditamos em astrologia!" (torça para ela não perceber a ironia: pisciano acredita em qualquer coisa!). Algumas informações que podem ajudá-lo a ir ainda mais fundo: a astrologia foi desenvolvida na Babilônia e baseia-se no fato de que a Terra é o centro do Universo e 12 astros circulam ao seu redor, influenciando a vida das pessoas e a programação da tevê a cabo. Não cometa a besteira de argüir que a Terra não é exatamente o centro do Universo e que os astros não circulam em torno dela. Você quer ou não quer comer a menina? Diante disso, tudo mais é irrelevante.&lt;br /&gt;Para conquistar gatas que vivem com a cabeça nas estrelas, vamos lhe ensinar um truque. Você por acaso percebeu que há sempre uma característica bacana e outra nem tanto para cada signo? Pois essa é a lógica zodiacal elementar. O resto dependerá de quão bom você é em matéria de chutes. E, mesmo se errar, não desanime. "Menina, você é tão sofisticada. Aposto que é de... deixe-me ver... Sagitário!". Há sempre o risco de ela responder: "Não, eu sou de Leão...". Respire fundo e vá em frente: "Eu sabia! Mas seu cometa lunar está em Sagitário, certo?". Essa abordagem é um tanto canalha, mas quase sempre funciona. Mesmo quando Júpiter avança pela segunda casa de Saturno, à esquerda de quem entra.&lt;br /&gt;Durante muitos anos, os grandes mestres da AMOAL debruçaram-se (opa!) sobre alguns mitos zodiacais e, partindo de concepções lógicas e astrológicas, elaboraram conselhos e indicativos sexuais que poderão ser extremamente úteis e entendidos como avisos, premonições ou, no mínimo, divertimento excitante para o estressado homem da nova era.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Signo: Aquário (21/1 a 19/2)&lt;br /&gt;Ponto Sensível: pernas e tornozelos&lt;br /&gt;Frase-chave: Vamos sonhar juntos?&lt;br /&gt;Característica: As aquarianas são sonhadoras sexuais. Fatais ao extremo, sabem como poucas administar o sexo para seu próprio benefício. Dadivosas e adeptas do voyeurismo, vêem na masturbação uma válvula de escape sociossexual para seus fluidos gozosos e essenciais. Adoram beijar na boca e ficar namorando na cama. Um péssimo hábito. Os homens costumam namorar para ir para a cama. As aquarianas, não. Elas costumam ir para a cama para namorar. Portanto, cuidado. Nada de muita trela para essa história de dengos pós-coito. Mantenha sua mulher de Aquário sempre na real. O mais aconselhável nessas horas é o sexo constante e vigoroso. Alguns tapinhas, de leve e bem articulados, cairão bem. Mas não vá ficar animado e descer o braço na sua companheira. Elas podem ser românticas, mas não são bobas. Certifique-se, antes das possíveis bordoadas, do consentimento da sua aquariana para sexo anal e nunca ultrapasse os limites por ela impostos. Sabemos que a tentação é forte, mas você conseguirá. Calma.&lt;br /&gt;Dica: Sonhadora, a aquariana gosta de fantasiar amores impossíveis, enquanto se delicia com carícias feitas em suas pernas e tornozelos. Comece a excitá-la por aí, com ela vestida. Depois vá despindo-a lentamente, ajoelhe-se e beije aquelas outras partes do corpo dela. E esqueça da vida.&lt;br /&gt;Combinação: A aquariana sente-se atraída por nativos de Gêmeos, Touro e Peixes, desde que sejam delicados, chameguentos, tenham saldo bancário positivo e, no mínimo, dois cartões de crédito.&lt;br /&gt;O que a mulher de Aquário mais detesta: Homens que viram para o lado e roncam depois da transa, e livros do Nelson Rodrigues.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Signo: Peixes (20/2 a 20/3)&lt;br /&gt;Ponto Sensível: pés&lt;br /&gt;Frase-chave: Do jeito que você quiser!&lt;br /&gt;Característica: As piscianas são as mais céticas do zodíaco. Não acreditam na multiplicidade dos orgasmos e muito menos na fidelidade masculina. São do tipo que comparam as atividades sexuais humanas com a obra completa de Jorge Amado: um ou outro clímax, uma ou outra atuação inspirada, mas no fundo tudo a mesma coisa. Portanto, com essa incrédula o trabalho será maior. Mas vale a pena. Deve-se provar que elas estão erradas. E isso é o que elas mais desejam. Vivem sonhando com algum tarado que lhes faça ver que estão equivocadas, que sexo é a melhor invenção do mundo e coisa e tal. As mulheres de Peixes adoram todo tipo de sacanagem. Tente convencer a sua pisciana de que sexo ao acordar faz bem à pele, que espermatozóides não fazem mal ao estômago e que duendes não só existem como possuem membros enormes e adocicados. Caso obtenha sucesso em pelo menos um desses itens, você terá uma amante para ninguém botar defeito. Basta um pouco de paciência e otimismo.&lt;br /&gt;Dica: Brinque muito. Beijinhos e mordidinhas nos dedos dos pés. Depois lambuze os calcanhares com chocolate cremoso e lamba-os bem devagar. Um, dois, três minutos e a tímida pisciana vai ficar do jeito que você gosta - e vai lhe mostrar tudo do que ela é capaz.&lt;br /&gt;Combinação: A pisciana sente-se atraída por nativos de Leão, Virgem e Sagitário, desde que sejam pacientes, acreditem em duendes, tenham saldo bancário positivo e, no mínimo, dois cartões de crédito.&lt;br /&gt;O que a mulher de Peixes mais detesta: Homens que, em pleno sexo oral, engasguem com pêlos pubianos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Signo: Áries (21/3 a 20/4)&lt;br /&gt;Ponto Sensível: cabeça&lt;br /&gt;Frase-chave: Que excitante é esse seu jeito de ser!&lt;br /&gt;Característica: Tenha certeza de uma coisa: com mulheres arianas não se tem certeza de nada. Amantes superelogiadas e exigentes, as arianas levam uma fama injusta de taradas, apesar de serem um arraso na primeira transa, como se fossem experientes e campeoníssimas da alcova. As arianas parecem que já nascem sabendo de tudo. Uma maravilha de autodidatismo. O grave com essas mulheres é a continuidade da relação. Aí mora o perigo. Elas tendem a ficar enfastiadas com muita rapidez e terminam por se acomodar com o tempo. Não são raras vezes em que essas deusas acabam, inclusive e desgraçadamente, cochilando durante o coito, o que costuma ter conseqüências quase trágicas para qualquer casal com um mínimo de amor-próprio. Poucos homens sabem entender. O ideal com elas seria o combate total à monotonia ou, em casos mais dramáticos, férias conjugais ou a introdução de terceiros na relação, desde que não se configure uma sem-vergonhice extrema e se mantenha o sigilo para que não termine virando chacota entre os amigos.&lt;br /&gt;Dica: Para seduzir uma nativa de Áries, acaricie sua cabeça. Depois massageie seu couro cabeludo, aumentando a pressão nos dedos sempre que passar pela nuca. Sussurre bobagens engraçadas em seus ouvidos. O resultado? Conte-nos depois.&lt;br /&gt;Combinação: A ariana sente-se atraída por nativos de Touro, Câncer e Leão, desde que assimilem críticas a respeito de sua masculinidade, tenham saldo bancário positivo e, no mínimo, dois cartões de crédito.&lt;br /&gt;O que a mulher de Áries mais detesta: Homens que, após as relações sexuais, limpem o membro em cortinas do quarto, lençóis e/ou cobertores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Signo: Touro (21/4 a 20/5)&lt;br /&gt;Ponto Sensível: pescoço&lt;br /&gt;Frase-chave: Você é uma delícia quando fica possessiva!&lt;br /&gt;Característica: Procure, sempre que possível, levar a sério uma taurina. Evite piadas em hora errada e comentários jocosos antes ou após as relações. Durante, nem cogitar, seria suicídio sexual. O humor da mulher de Touro é péssimo e seu pavio é curtíssimo. Porém seu apetite e alcance sexuais são notáveis. Uma taurina, bem conduzida e com as devidas preliminares, pode levar você à loucura. A noite inteira. Essencialmente carinhosa e otimista, não saberão perdoar, contudo, pequenas impotências. Logo, cuidado com elas se você não estiver 100% convicto de que irá cumprir suas funções eréteis e ejaculadoras com certo sucesso peniano. Dito de outro modo: nunca broxe com mulheres deste signo. Elas costumam não admitir e, além do mais, detestam perder. Além de nunca mais olharem pra sua cara sem dar um sorrisinho de escárnio, as taurinas podem até falar que perdoam, mas jamais esquecem. Outro aviso importante: nunca peça a uma mulher de Touro para dividir a conta do motel. Qualquer coisa, menos isso. Ela não o perdoará.&lt;br /&gt;Dica: Basta roçar de leve os lábios no pescoço de uma taurina que já é meio caminho andando para uma longa noite de loucuras. Mas atenção para o segredo desse toque: não diga uma palavra, faça tudo silenciosamente. E esbanje machismo. É dessa forma que você leva a nativa de Touro a perder a acidez e se abrir para toda e qualquer espécie de prazer sexual.&lt;br /&gt;Combinação: A taurina sente-se atraída por nativos de Áries, Gêmeos e Aquário, desde que estejam saudáveis e sejam superpotentes (ou vice-versa), tenham saldo bancário positivo e, no mínimo, dois cartões de crédito.&lt;br /&gt;O que a mulher de Touro mais detesta: Homens que digam: "Meu bem, juro que isso nunca, jamais, me aconteceu antes...".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Signo: Gêmeos (21/5 a 20/6)&lt;br /&gt;Ponto Sensível: ombros&lt;br /&gt;Frase-chave: Você é a minha alma gêmea!&lt;br /&gt;Característica: A mulher geminiana é mística por natureza. Quanto mais misterioso e etéreo você se mostrar, mais chances de sexo você terá. Alguma coisa parecida com um cara em duradouras crises existenciais, sempre em busca de sua verdade interior. Enfim, um homem à procura do sexo como uma forma de desenvolvimento do seu âmago celestial, numa de abrir o terceiro olho. Dela, evidentemente. Você reconhecerá com facilidade uma geminiana autêntica quando, na hora do orgasmo, se deparar com interjeições e gritinhos histéricos, acompanhados de palavras de ordem como: "Ai, meu São Judas Tadeu, que eu não agüento!" ou "Meu Jesus Cristinho, tá bom demais!". Lembre-se de que uma mulher de Gêmeos não se deixará impressionar pelo tamanho ou duração da sua ereção, e sim pela cor da sua aura, ou seja lá o que isso possa significar. Na dúvida, experimente entoar uns mantras na fase pré-orgásmica. Com geminianas, não costuma falhar. Aliás, tem ótimo efeito.&lt;br /&gt;Dica: É simples despertar o desejo da nativa de gêmeos: basta ter habilidade com as mãos e um pouco de creme hidratante ou óleo aromático. O próximo passo é deitá-la de bruços, espalhar o óleo ou creme em seus braços e massageá-los suavemente. Em pouco tempo, a geminiana se entregará totalmente em seus cuidados. Faça dela o que quiser!&lt;br /&gt;Combinação: A geminiana sente-se atraída por nativos de Gêmeos, Escorpião e Peixes, desde que sejam temente a algum deus, critiquem abertamente o aborto, estejam familiarizados com o Kama Sutra, tenham saldo bancário positivo e, no mínimo, dois cartões de crédito.&lt;br /&gt;O que a mulher de Gêmeos mais detesta: Homens que, durante ou após as relações sexuais, palitem os dentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Signo: Câncer (21/6 a 22/7)&lt;br /&gt;Ponto Sensível: estômago&lt;br /&gt;Frase-chave: Quero cair nos seus braços!&lt;br /&gt;Características: A canceriana é o tipo de mulher que vai passar por cima de você como um trator. Sutilmente desajeitada e desinibida, pode vir a realizar sua mais recôndita fantasia erótica. Meio egocêntricas, costumam conversar exclusivamente sobre seus problemas. Isso tem seu lado bom: dificilmente você verá uma canceriana falar dos problemas alheios. Ela pode ser tudo, menos fofoqueira. Meticulosas e sensíveis, as mulheres de Câncer vão querer experimentar todos os seus fetiches mais escabrosos. O único cuidado é com o seu lado incrivelmente desajeitado. Joelhadas no saco, cabeçadas e até quedas da cama durante a penetração serão comuns. A fatídica escapulida peniana no vai-e-vem da relação sexual, então, sempre acontece e faz parte do seu cotidiano. O mais adequado quando isso ocorrer é se conformar e recomeçar a transa, sem maiores alardes. Cancerianas são suscetíveis a críticas. É melhor você ter humildade nessas horas e aproveitar o que ela pode lhe oferecer de melhor: se você der sorte e não acontecer nenhum acidente grave, as chances de trepadas fantásticas serão enormes.&lt;br /&gt;Dica: Não há canceriana que resista a estimulação de sua zona erógena: o estômago. Por isso, antes de mais nada, ofereça-lhe um bombom, ou melhor ainda, um licor erótico. Depois, acaricie delicadamente toda área estomacal dela, primeiro com a ponta dos dedos e depois com a chapeleta da pica. Ela vai viajar na maionese!&lt;br /&gt;Combinação: A canceriana sente-se atraída por nativos de Touro, Leão e Aquário, desde que não temam a morte, possuam seguro contra acidentes pessoais, tenham saldo bancário positivo e, no mínimo, dois cartões de crédito.&lt;br /&gt;O que a mulher de Câncer mais detesta: Homens que não consigam transar na parte de cima do beliche, por terem medo de altura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Signo: Leão (23/7 a 22/8)&lt;br /&gt;Ponto Sensível: costas&lt;br /&gt;Frase-chave: Você é o meu máximo múltiplo comum!&lt;br /&gt;Características: Profundamente inteligentes e cultas, mesmo quando loiras, as mulheres deste signo costumam ser insaciáveis, apaixonadas e competentes, e podem levar você ao nirvana sexual. Alguns detalhes, no entanto, devem ser considerados. As leoninas são extremamente inseguras. Para elas, nas relações amorosas em geral, o que mais importa, como no funcionalismo público, é a estabilidade. Bastante ciumenta, a todo momento estarão questionando: "Você me ama mesmo?" ou implorando sequiosas: "Diz que me ama, diz...". E por aí vai, numa ladainha desagradável e que, inevitalmente, deverá ser cumprida à risca, caso contrário ela, de mulher amantíssima, passará a ser uma real ameaça à sua paz sexual. Ela se sentirá traída e contra-atacará impiedosamente e, então, meu caro, ninguém escapará ileso. Cuidado, portanto, com isso. Pelo menos a cada semana, e notadamente após as relações sexuais, diga sempre que a ama como no primeiro dia em que a conheceu. Mas atenção: não a deixe perceber que você, por dentro, está se arrebentando de tanto rir.&lt;br /&gt;Dica: Deite sua leonina de bruços e cubra suas costas de beijinhos, lambidinhas e mordidinhas. Quando perceber que ela está no ponto, não vá direto para os "finalmentes": acaricie as costas dela demoradamente, deslizando as mãos ao longo da coluna vertebral. Ela vai ficar uma fera!&lt;br /&gt;Combinação: A leoniana sente-se atraída por nativos de Sagitário, Aquário e Capricórnio, desde que sejam fiéis e aparentemente sinceros, tenham saldo bancário positivo e, no mínimo, dois cartões de crédito.&lt;br /&gt;O que a mulher de Leão mais detesta: Homens com pouca atividade sexual e que durmam de boca aberta, roncando e babando na fronha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Signo: Virgem (23/8 a 22/9)&lt;br /&gt;Ponto Sensível: mãos e ventre&lt;br /&gt;Frase-chave: Gata, você é a maior limpeza!&lt;br /&gt;Características: Astrológica e literalmente falando, as mulheres deste signo não levam tão a sério a virgindade. Alguns estatísticos e estudiosos de ecologia arriscam dizer que atualmente existem bem mais baleias Mink que virginianas intactas e puras a partir dos 15 anos. Enfim, as nativas de Virgem tendem a se abrir sempre a novas perspectivas. Mas cuidado: essas mulheres não são desfrutáveis como podem parecer. Ao contrário, podem e devem ser consideradas de família. Só não mostram abertamente suas posições a respeito do sexo com medo de que a própria família acabe se dando conta. Outro detalhe que chama a atenção em relação às virginianas é seu jeito de querer tudo sempre arrumadinho, arejado e limpinho. São até capazes de, durante a relação sexual, apontar para o teto e reclamar que ele está precisando de uma nova mão de tinta. Lamentável. Em compensação, podem atingir orgasmos múltiplos com surpreendente facilidade, desde que, é claro, estejam em ambientes sempre arrumadinhos, arejados, limpinhos e cheirosinhos.&lt;br /&gt;Dica: A virginiana costuma se excitar ao máximo quando explora o corpo de seu parceiro. Portanto, deixe que suas mãos mágicas deslizem da cabeça à ponta de seus pés. Demonstre que está excitado, que ela conhece o sexo como ninguém. Depois é a sua vez: massageie o ventre dela. Com a língua. A partir daí vai ser difícil parar.&lt;br /&gt;Combinação: A virginiana sente-se atraída por nativos de Áries, Escorpião e Libra, desde que estejam sempre limpinhos e arrumadinhos, tenham saldo bancário positivo e, no mínimo, dois cartões de crédito.&lt;br /&gt;O que a mulher de Virgem mais detesta: Homens sexualmente esforçados, todavia com pintos de dimensões acanhadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Signo: Libra (23/9 a 22/10)&lt;br /&gt;Ponto Sensível: região lombar&lt;br /&gt;Frase-chave: Esse seu bocão é um espanto!&lt;br /&gt;Características: As nativas de Libra podem ser consideradas as "boas de cama" do zodíaco. São famosas e respeitadas no meio sexual por suas incríveis quebras de quadril, com movimentos e contorções espetaculares que levarão você ao êxtase. Cumpre notar que, com a repetição constante de tais movimentos, a libriana ganhará estupenda tonificação dos músculos internos das coxas e do ventre, sob o umbigo. Isso sem contar com a melhoria do funcionamento intestinal, que aqui não nos interessará em nada. O fato importante é que uma mulher de Libra, em razão da sua grande capacidade aeróbica, será um sucesso no sexo oral. O seu ritmo cadenciado e aos poucos atingindo a perfeita aceleração é vastamente comentado e um dos seus melhores dotes sexuais. Um boquete libriano nunca mais será esquecido. De onde se pode concluir que o mais sábio, durante a transa, é deixá-la a maior parte do tempo com a boca desimpedida e livre. Nada de beijos demorados, se não você perderá o melhor da festa.&lt;br /&gt;Dica: Primeiro desperte o lado romântico da libriana. Leve-a para jantar à luz de velas. Não esqueça de abrir a porta do carro todas às vezes que ela sair ou entrar. Um bom vinho, conversas sobre coisas bonitas e depois, a sós, afague sua região lombar, beijando-a ternamente no canto dos lábios. Beijo morno, sem língua. Espere um pouco e confira o que lhe espera.&lt;br /&gt;Combinação: A libriana sente-se atraída por nativos de Câncer, Virgem e Capricórnio, desde que possuam bom preparo físico, tenham saldo bancário positivo e, no mínimo, dois cartões de crédito.&lt;br /&gt;O que a mulher de Libra mais detesta: Homens com ereções involuntárias (e indisfarçáveis) durante quermesses, batizados, casamentos judaicos ou reuniões de condomínio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Signo: Escorpião (23/10 a 21/11)&lt;br /&gt;Ponto Sensível: órgãos genitais&lt;br /&gt;Frase-chave: Gosto de ficar dentro de você!&lt;br /&gt;Características: Verdadeiras musas do sexo, seguro ou não, as nascidas sob este signo solar costumam ser rotuladas como as do tipo sexual astrológico ideal. Hiperclitóricas, voluptuosas e excitáveis com facilidade, essas divas têm tudo para fazer o melhor sexo do mundo. Há relatos, inclusive, de escorpianas que obtêm orgasmo com um simples acesso de tosse. Por isso, tantas escorpianas são fumantes. Outro grupo dessas mulheres não consegue andar de bicicleta com selins muito duros, uma vez que acabam saindo pelas ciclovias gozando abruptamente, perdendo o controle da direção e podendo causar acidentes. Profundamente libidinosas, pompoaristas naturais e auto-estimulantes, as mulheres de Escorpião, porém, não são de fácil conquista. Supersticiosas e temperamentais, essas meninas costumam dar muito trabalho até consentirem em ir pra cama. Mas, após tomarem certa confiança (ou doses generosas de álcool), ninguém mais segura. Elas podem se transformar em verdadeiros vulcões astrológicos e sexuais. E haja lava. Aproveite se puder, sempre tomando cuidado para não se queimar.&lt;br /&gt;Dica: A escorpiana gosta tanto de sexo que você não deve ter nenhum receio em começar pelo prato principal. Isso mesmo: toque logo os órgãos genitais de sua escorpiana. Ela não é de papo furado quando se sente atraída por alguém. Depois, sim: converse bastante. E por incrível que possa parecer, converse, sobretudo, sobre assuntos esotéricos e mistérios.&lt;br /&gt;Combinação: A escorpiana sente-se atraída por nativos de Sagitário, Capricórnio e Áries, desde que topem brincar com fogo, tenham saldo bancário positivo e, no mínimo, dois cartões de crédito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Signo: Sagitário (22/11 a 21/12)&lt;br /&gt;Ponto Sensível: quadris e coxas&lt;br /&gt;Frase-chave: Não fuja da raia, minha egüinha Pocotó!&lt;br /&gt;Características: Com essas nativas de Sagitário é bom ter sempre cuidados redobrados. Com elas não haverá meio-termo, devido à sua representação no zodíaco como a figura do centauro (metade homem, metade cavalo). A prática sexual com elas ou será "amor carinhoso na cama" ou "sexo rasgado no estábulo". O segredo será descobrir a fase em que a sagitariana se encontra. Na fase potranca é bom estar preparado para todo e qualquer tipo de surpresa, pois é quando ficam irreconhecíveis e com a libido a mil por hora. Amantes estrondosas e da melhor estirpe, não deixarão pedra sobre pedra. Já se a fase for a da figura humana, ela só transará na posição papai-e-mamãe ou de ladinho, sem fazer barulho e até prescindindo de orgasmo. Um marasmo sexual. O lado positivo é que com sagitarianas não há cotidiano nem pasmaceiras. Toda noite haverá novidade. Outro detalhe que não pode passar despercebido com mulheres deste signo é que elas tendem a se deixar levar por homens essencialmente cínicos. Ainda não se sabe bem o porquê de tal fraqueza.&lt;br /&gt;Dica: Se as zonas erógenas delas são as coxas e os quadris, não seria interessante convidá-la para dançar? Seria, e muito! A sagitariana gosta de balanço de preferência ao som de músicas suaves. Segure-a firme pela cintura e, quando o clima propiciar, desça suas mãos até os quadris dela. Mais tarde, a sós, é hora de dar beijos em suas coxas e quadris. Sabe o que vai acontecer? Ela nunca vai largá-lo! Portanto, cuide-se.&lt;br /&gt;Combinação: A sagitariana sente-se atraída por nativos de Câncer, Gêmeos e Escorpião, desde que sejam meio selvagens, possuam uma pomba de cavalo, tenham saldo bancário positivo e, no mínimo, dois cartões de crédito.&lt;br /&gt;O que a mulher de Sagitário mais detesta: Homens que ainda confundam dismenorréias com gonorréias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Signo: Capricórnio (22/12 a 20/1)&lt;br /&gt;Ponto Sensível: joelhos&lt;br /&gt;Frase-chave: Pode vir quente que eu estou fervendo!&lt;br /&gt;Características: A imaginação de uma capricorniana não conhece limites. Ela é uma artista sexual completa que levará você ao cúmulo do prazer se for devidamente incentivada. Mas nunca teça comentários do tipo: "Minha nossa, você enlouqueceu!". Nada de repressões baratas. Tente manter a tranqüilidade e encare as performances dela com a maior naturalidade. É fato que, por vezes, algumas bizarrices sexuais deverão mesmo parecer inconcebíveis. Jamais aceite, por exemplo, ménages envolvendo os animais domésticos da casa. Não vai dar certo. No final, o mais indicado para fazer sexo com uma capricorniana será procurar não levar a vida assim tão a sério. Para reconhecer uma mulher de Capricórnio com facilidade. É só observar os gritos na hora do clímax. Os vizinhos logo saberão da existência de uma capricorniana gozando nas redondezas. Aconselha-se, nessas horas, preparar-se para um mundo repleto de novas sonoridades. E, sim, que fique bem claro que o ato de sufocar a parceria capricorniana com um travesseiro não será bem-visto por ninguém e ainda poderá trazer problemas, especialmente com a justiça. Esqueça.&lt;br /&gt;Dica: A capricorniana gosta de esnobar, alardeia que é difícil de cair em qualquer cantada. Pode ser. Mas ela não resiste a um beijo ardente e a uma roçada de pernas em seus joelhos. Se você fizer isso, adeus esnobismo: ela vai cair a seus pés, pedindo mais.&lt;br /&gt;Combinação: A capricorniana sente-se atraída por nativos de Libra, Peixes e Virgem, desde que sejam desinibidos, extravagantes, tenham saldo bancário positivo e, no mínimo, dois cartões de crédito.&lt;br /&gt;O que a mulher de Capricórnio mais detesta: Homens que contam piadas durante a relação sexual.&lt;br /&gt; &lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8639940-109847156973472110?l=amoal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847156973472110'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847156973472110'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amoal.blogspot.com/2004/10/pisando-nos-astros-distrada.html' title='Pisando nos astros, distraída...'/><author><name>Simão Pessoa, 1º Sacerdote da AMOAL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05933186576875034341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8639940.post-109847126758513928</id><published>2004-10-12T14:54:00.000-04:00</published><updated>2004-11-01T23:27:41.420-04:00</updated><title type='text'>Da azaração ao bom combate</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/640/kslk011.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/400/kslk011.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A azaração clássica de um militante da AMOAL se processa em lugares onde ocorra, simultaneamente, uma alta concentração feminina e um alto consumo de álcool, tendo como arma de guerra o popular torpedo de botequim - que só requer papel, caneta e alguma alfabetização. É evidente que no futuro o torpedo será substituído pelo pequeno e ágil míssil teleguiado. Todos serão apresentados em versão pocket, com incrível poder de alcance e eficiência. O Departamento de Tecnologia Erótica da AMOAL já desenvolveu suas próprias versões e, a título de curisosidade, vamos mostrar as vantagens de algumas delas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sting (Ferrão)&lt;/strong&gt; - Como diz o nome, a ponta do míssil é um pequeno ferrão que carrega uma mistura de anestésico com alucinógeno. Uma vez que o pescoço da mulher-vítima seja atingido, ela cairá imediatamente num transe profundo. E - claro! - vai acordar na cama de seu cafofo, como uma Branca de Neve, pensando que você é um príncipe encantado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Harpoon (Arpão)&lt;/strong&gt; - Trata-se de um artefato concebido especificamente para a arpoagem de gordinhas - fetiche cuja presença no mercado tem aumentado muito por causa do palhaço do Robert McDonald e das semanas promocionais do McFeliz. Dotado de um alucinante poder de propulsão, o míssil transportará a pequena Willy para bordo de seu automóvel (recomendamos que não seja um Ford KA). Aí, meu amigo, seu único trabalho será fatiar o peixão.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sparrow (Gavião)&lt;/strong&gt; - Para você, que é um tremendo galinha, o Sparrow é a arma ideal. Jamais erra o alvo. Depois de lançá-lo, você nunca será surpreendido por uma daquelas freiras carmelitas que se fingem de vamps pela noite. Por isso, ele poupará seu tempo e dinheiro. Pode cantar de galo, porque todas que fisgar já virão cacarejando.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Hawkeye (Olho de Falcão)&lt;/strong&gt; - É a grande vedete dos mísseis eróticos da AMOAL e já foi testado com eficácia por Orestes Quércia, Reginaldo Rossi, Falcão e outros caras mortos de bonitos. O míssil, orientado por microssensores antimocréia, localiza a melhor catwalk do pedaço e ainda facilita imensamente sua aproximação, declamando sonetos de Vinicius de Moraes, na inesquecível interpretação de Cid Moreira. Mas, se você prefere felinas mais agressivas, o Hawkeye carrega também uma coletânea de textos de Charles Bukowski, que você pode programar antes do lançamento. Com ele, não tem zero a zero.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Scud (De quem?)&lt;/strong&gt; - Precisa dizer alguma coisa? Mas, como seu QI periga ser negativo - acontece, né! -, explicaremos: o Scud fareja com precisa acurácia todo mundo que gosta de levar na contramão. O único problema que os engenheiros da AMOAL ainda não conseguiram contornar é a identificação do sexo ao qual pertence o buraco transgressor. Por isso, se você for hetero, e se quiser adquirir um Scud, deverá empregá-lo em ambientes onde haja apenas mulheres. Senão, pode dar Ricardão na parada.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tomahawk (Machadinha)&lt;/strong&gt; - Gosta de dar porrada no sexo frágil? Então, escolha Tomahawk. O alvo já chegará ao seu raio de alcance completamente abatido pelo poder de concussão do míssil. Todavia, há uma pequena questão legal a ser mudada para que o instrumento possa ser comercializado. É o quesito de lesões corporais. Caso a Câmara Federal não altere o Código Penal, o Tomahawk só será vendido para ditaduras africanas e psiquiatras.&lt;br /&gt;Mas vamos supor que você já saiu dessa fase preliminar de mandar torpedos e rebocou a vadia para seu abatedouro particular. Você já colocou o disco &lt;em&gt;Keep On Dancin'&lt;/em&gt; pra rolar. Os Humantronics estão cantando &lt;em&gt;The Sound Of Africa&lt;/em&gt;, que você vai traduzindo num inglês macarrônico, mas que serve para impressionar. Ela recusou o Bloody Mary, que você havia preparado com tanto carinho. Preferiu uma água mineral. Sem gás, claro, mas com bastante gelo. Vocês já trocaram alguns beijos. Seu pau só ainda não rasgou a braguilha porque o fecho-éclair é de aço temperado. Os dois estão a fim de trepar, mas ela está morrendo de medo. Fique frio. Esta é a hora da conversa.&lt;br /&gt;Eu sei que você está morrendo de vontade de chupar aqueles dois melões, rasgar com os dentes aquela calcinha vermelha que você vislumbrou o cós saindo fora da calça comprida, pular em cima dela e enfiar até os ovos, mas, nesse caso, apressar as coisas só vai atrapalhar. Agüente. Se acalme. Mantenha o autocontrole. Pense na morte precoce do nosso Rex Summus Santissimmus Frater Saturnus (Antonio Paulo Graça). Ou nas do Vollkommener Iluminat Frater Peregrinus (Nestor Nascimento), Orientalisher Templer Frater Sabazius (Jomar Jr.), Supremus Rex Frater Parzival (Rosendo Lima), Supremus Iluminat Frater Vulcanus (Luiz Almeida Marrom) e tantos outros grandes mestres da AMOAL. A ordem é fazer seu pau amolecer. Brochar. Pelo menos por enquanto.&lt;br /&gt;Sei que isso é difícil inclusive como exercício filosófico, mas se imagine no lugar dela. Ela vai para um quarto com um sujeito desconhecido e, evidentemente, ficou toda nervosa imaginando o que ele vai fazer e como ela vai ficar nua com alguém que ela não tem tanta intimidade. A solução para isso é fazer algo de certa forma inesperado para a vadia. Você vai se sentar no estofado como um sujeito civilizado e conversar um pouco. Jogar conversa fora. Falar sobre amenidades, fazer um elogiozinho aqui, outro acolá, e ir, aos poucos, direcionado a conversa para o momento exato que você deseja curtir.&lt;br /&gt;Quando ela estiver mais relaxada, comece a fazer-lhe umas cosquinhas ali, outras aqui, uns carinhos, um beijinho de leve, e outra coisas "inocentes". Vá aos poucos, aumentando os carinhos e reduzindo a inocência das atitudes sem deixar que ela se lembre que há cinco minutos estava completamente tensa. Quando o beijo estiver bem quente, língua contra língua, aí estaremos entrando na fase das preliminares. A etapa das preliminares é comandada por uma regra básica: "É melhor pecar por excesso do que por falta".&lt;br /&gt;Os machos, de um modo geral, não estão pré-programados para gastar tempo com preliminares. Isso não faz parte do nosso instinto natural. Pelo contrário, isso é algo que nós aprendemos (aprendemos?) com o tempo. Contudo, esta parte do ato, que o macho não costuma dar muita importância, é o fator crucial para agradar a fêmea. Palavra dos grandes mestres.&lt;br /&gt;Se a mulher estiver bem excitada, implorando para ser penetrada, ela já vai começar a achar o teu instrumento o melhor do mundo na hora em que você introduzir a cabecinha. Por outro lado, se ela estiver fria e ausente, no mínimo vai achar muito sem graça aquela coisa entrando e saindo do seu interior e, não ria, please, às vezes vai até sentir um certo incômodo. Recado dos grandes mestres: gaste todas as suas fichas aqui, porque se essa etapa não for boa, provavelmente as outras também não serão. Sei que é um saco, mas fazer o quê?&lt;br /&gt;Bom, mas chegou o momento. As preliminares foram boas, ela já está na tua, a xereca está molhadinha, agora só falta atacar. Então aí vão umas dicas que não podem faltar nessa hora:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Beijar o corpo todo&lt;/strong&gt; - Elas se derretem. Abuse disso. Abra seu repertório de beijo forte, beijo fraco, molhado e de qualquer outro tipo. Beije os pés, as mãos, os braços, pernas, coxas, virilha, ombro, nádegas, peito, pescoço e por aí fora.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Abraçar com força&lt;/strong&gt; - Segure a mulher com vigor, firmeza, tesão. Deixe ela sentir a sensação de que está protegida, de que está acompanhada de um verdadeiro homem.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Confiança e criatividade&lt;/strong&gt; - Mostre que você é um "profissional" do sexo. Que sabe o que fazer, que não é repetitivo, que tem sempre coisas interessantes a mostrar. Não faça muitas perguntas nem dê a idéia de que não sabe o que fazer com aquele corpão pelado. Tente. Invente. Faça um sexo diferente.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coisas picantes no ouvido&lt;/strong&gt; - Quando ela já estiver realmente cheia de tesão, mas cheia mesmo, você pode e deve falar aquelas coisas sujas no ouvido dela. Algumas não gostam, mas estas são a minoria. A grande maioria fica excitadíssima com isso. Fale sem medo. Chame ela de puta safada, cachorra, vagabunda, fuleira e diga o que você pretende fazer com todos aqueles orifícios disponíveis. Dar porrada, só se ela pedir. Você tem vergonha de falar palavrões no ouvido dela?! Ora, vá se foder...&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O poder dos palavrões&lt;/strong&gt; - Durante a Idade Média, na Inglaterra, as pessoas que não fossem da Família Real tinham de pedir autorização ao Rei para terem relações sexuais. Era isso mesmo. Quando as pessoas queriam ter filhos, tinham de pedir consentimento ao Rei que então, ao permitir o coito, mandava entregar-lhes uma placa que deveria ser pendurada na porta de casa com a frase &lt;em&gt;Fornication Under Consent of the King&lt;/em&gt;, cuja sigla F.U.C.K. originou a palavra chula &lt;em&gt;fuck&lt;/em&gt; ("foder"). Já, em Portugal, devido à baixa taxa de natalidade, as pessoas eram obrigadas a ter relações sexuais para aumentar a população. Para isso, era expedido o certificado de "Fornicação Obrigatória por Despacho Administrativo", cuja sigla F.O.D.A. originou o palavrão de mesmo nome. Quem fosse solteiro ou viúvo, tinha de ter na porta o certificado de "Processo Unilateral de Normalização Hormonal por Estimulação Temporária Auto-Induzida", cuja sigla P.U.N.H.E.T.A. virou sinônimo de masturbação.&lt;br /&gt;Os exemplos anteriores demonstram que os palavrões não nasceram por acaso. Eles são recursos extremamente válidos e criativos para prover nosso vocabulário de expressões que traduzam com a maior fidelidade nossos mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo fazendo sua língua. Como o Latim Vulgar, será esse Português Vulgar que vingará plenamente um dia. Sem que isso signifique a "vulgarização" do idioma, mas apenas sua maior aproximação com a gente simples das ruas e dos escritórios, seus sentimentos, suas emoções, seu jeito, sua índole. "Pra caralho", por exemplo. Qual expressão traduz idéia de maior quantidade do que "Pra caralho"? "Pra caralho" tende ao infinito, é quase uma expressão matemática, física, metafísica. A Via-Láctea tem estrelas pra caralho, o Sol é quente pra caralho, o Universo é antigo pra caralho, eu gosto dela pra caralho, entende?...&lt;br /&gt;No gênero do "Pra caralho", mas no caso expressando a mais absoluta negação está o famoso e crescentemente utilizado "Nem fodendo!". Que não significa simplesmente "Não, não e não!". E nem tão pouco o nada eficaz e já sem nenhuma credibilidade "Não, absolutamente não!". O "Nem fodendo" é irretorquível, liquida o assunto. Te libera, com a consciência e o ego tranqüilos, para outras atividades de maior interesse em sua vida. Aquele filho pentelho de 17 anos te atormenta pedindo o carro pra ir surfar no litoral? Não perca tempo nem paciência. Solte logo um definitivo "Huguinho, presta atenção, filho querido, nem fodendo!". O impertinente se manca na hora e vai pro shopping se encontrar com a turma numa boa e você fecha os olhos e volta a curtir o novo CD do Lupicínio.&lt;br /&gt;Por sua vez, o "Porra nenhuma!" atendeu tão plenamente às situações onde nosso ego exigia não só a definição de uma negação, mas também o justo escárnio contra descarados blefes, que hoje é totalmente impossível imaginar que possamos viver sem ele em nosso cotidiano profissional. Como comentar a bravata daquele chefe idiota senão com um "é Ph.D porra nenhuma!", ou "ele redigiu aquele relatório sozinho porra nenhuma!". O "Porra nenhuma", como você vê, nos provê sensações de incrível bem-estar interior. É como se estivéssemos fazendo a tardia e justa denúncia pública de um canalha. São dessa mesma gênese os clássicos "Aspone", "Chepone", "Repone" e, mais recentemente, o "Prepone" - presidente de porra nenhuma.&lt;br /&gt;Há outros palavrões igualmente clássicos. Pense na sonoridade de um "Puta-que-pariu!", ou seu correlato "Puta-que-o-pariu!", falados assim, cadenciadamente, sílaba por sílaba... Diante de uma notícia irritante qualquer um "Puta-que-o-pariu!" dito assim te coloca outra vez em seu eixo. Seus neurônios têm o devido tempo e clima para se reorganizar e sacar a atitude que lhe permitirá dar um merecido troco ou o safar de maiores dores-de-cabeça.&lt;br /&gt;E o que dizer de nosso famoso "Vai tomar no cu!"? E sua maravilhosa e reforçadora derivação "Vai tomar no olho do seu cu!". Você já imaginou o bem que alguém faz a si próprio e aos seus quando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de seu interlocutor e solta: "Chega! Quer saber mesmo de uma coisa? Vai tomar no olho do seu cu!". Pronto, você retomou as rédeas de sua vida, sua auto-estima. Desabotoe a camisa e saia à rua, vento batendo na face, olhar firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado amor-íntimo nos lábios.&lt;br /&gt;Seria tremendamente injusto, em que pese ainda inexplicáveis e preconceituosas resistências à sua palavra-raiz, não registrar aqui a expressão de maior poder de definição do PV (Português Vulgar): "Embucetou!". E sua derivação mais avassaladora ainda: "Embucetou de vez!". Você conhece definição mais exata, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação? Expressão, inclusive, que, uma vez proferida, insere seu autor em todo um providencial contexto interior de alerta e autodefesa. Algo assim como o comentário de um vizinho para sua esposa ao sacar que no auge da violenta briga do casal da residência ao lado, chegam de súbito a amante, o filho espúrio e o cunhado bêbado com o resultado do exame de DNA: "Fecha a porta que embucetou de vez!".&lt;br /&gt;O nível de estresse de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de "Foda-se!" que ela fala. Existe algo mais libertário do que o conceito do "Foda-se!"? O "Foda-se!" aumenta nossa auto-estima, nos torna uma pessoa melhor. Reorganiza as coisas. Nos liberta. "Não quer sair comigo? Então foda-se!". "Vai querer decidir essa merda sozinho(a) mesmo? Então foda-se!". O direito ao "Foda-se!" deveria estar assegurado na constituição brasileira. Liberdade, igualdade, fraternidade e foda-se!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mostre que está com tesão&lt;/strong&gt; - As mulheres também querem saber que você está excitado. Grite, gema, respire forte, tussa, arfe, faça expressões patéticas, enfim, se desdobre para fazer qualquer coisa que demonstre que você está com tesão.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Identificar os pontos fracos&lt;/strong&gt; - Todo mundo tem uma preferência no sexo. Uma posição, um ponto no corpo, um fetiche, um acessório, enfim, alguma porra que dá mais tesão do que o resto. Descubra qual é essa onda na sua parceira. Você pode descobrir por meio de conversas ou na base da tentativa ou erro. A conversa é uma opção melhor e mais direta, mas existem coisas que a fêmea gosta, só que ela ainda não sabe. É aí que você tem de descobrir o caminho marítimo para as Índias. Um pau duro sempre ajuda, claro.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Marcando território&lt;/strong&gt; - Após a penetração e quando a vadia estiver quase gozando, você deve fazer ela repetir algumas palavras de poder (ou "mantras"), na base do chamado-e-resposta. Comece assim, falando com uma voz firme, convicta e cheia de tesão: "Fala que eu sou gostoso!", "Diz que você guardou esse cuzinho só pra mim!", "Fala que nunca mais vai chupar outro pau além do meu!", "Diz que você vai me dar sempre essa xoxota, na hora que eu quiser!", "Confessa que esse corpo é todo meu" e siga nesse diapasão, até ela começar a gozar. Mesmo que ela não se lembre direito depois, aquilo vai ficar gravado no subconsciente dela. A partir daí, sempre que ela encontrar você, mesmo casualmente, aquela parte da memória será acionada e ela vai descobrir que você é o único amo e senhor da vagabunda. Não esqueça que toda fêmea tem memória de elefante.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gozar depois&lt;/strong&gt; - Isso é importantíssimo! Aliás, essa é a maior queixa das vadias: homens que gozam primeiro e as deixam a ver navios. Como todo grumete de primeira viagem sabe, primeiro as mulheres. Sempre. Em todas as circunstâncias. Qualquer outra variação é coisa de viado.&lt;br /&gt; &lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8639940-109847126758513928?l=amoal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847126758513928'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847126758513928'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amoal.blogspot.com/2004/10/da-azarao-ao-bom-combate.html' title='Da azaração ao bom combate'/><author><name>Simão Pessoa, 1º Sacerdote da AMOAL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05933186576875034341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8639940.post-109847120403540309</id><published>2004-10-12T14:53:00.000-04:00</published><updated>2004-11-01T23:27:07.520-04:00</updated><title type='text'>Brincando nos Campos do Senhor</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/640/kslk010.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/400/kslk010.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;De acordo com os grandes mestres da AMOAL, nem só do corpo a corpo se faz sucesso com alguém do sexo frágil. As pequenas atitudes também contam muito. Então não vamos deixar de lado esse departamento. Preste atenção em algumas das atitudes que deixam as mulheres extremamente felizes no pós-coito e tente colocá-las em prática:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Seja gentil&lt;/strong&gt; - Esta, de tão óbvia, dispensa maiores detalhes.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Diga que está a fim de repetir a trepada num outro dia&lt;/strong&gt; - Isso vai deixá-la cheia de si, confiante e alegre. Depois de comida, a fêmea raciocina com a seguinte lógica: "Ele diz que gostou, mas isso é só pra me deixar satisfeita. Amanhã, provavelmente, o filho da puta nem vai saber que eu existo, quanto mais telefonar. Ele só queria mesmo era me comer pra depois contar pros amigos, na mesa daquele bar fulêro".&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Telefone no dia seguinte&lt;/strong&gt; - Para resolver totalmente a insegurança da vagabunda, ligue no dia seguinte, nem que seja só para perguntar se está tudo bem. E combine uma nova trepada, mesmo que você não vá cumprir a palavra. Existem um milhão de justificativas para você dar "bolo" num encontro. Invente a sua.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nunca fale das ex&lt;/strong&gt; - Além de ficar muito puta, a sua fêmea atual tem ímpetos homicidas em relação às suas relações passadas. É o tal do ciúme póstumo, que nem Freud sabe como funciona. No máximo, seja cínico o suficiente para dizer que aquela foi a melhor trepada da sua vida. Dizendo isso pra todas, você jamais vai cair em contradição. E elas vão adorar.&lt;br /&gt;Demonstre que ela é boa, bonita e gostosa - Todo mundo gosta de ter o ego massageado. Sabendo disso, massageie o dela. Fale que ela é bonita, inteligente, charmosa, sexy, educada, gostosa, boazuda, etc. Procure algo nela que você ache excepcionalmente bonito e não poupe elogios: "tua bunda é linda!", "teus olhos são lindos!", "teus peitinhos são lindos!" e por aí afora. Mulheres adoram essas bobagens.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ninguém precisa saber da transa&lt;/strong&gt; - Se por acaso esse assunto vier à tona, deixe claro pra ela que você não vai contar pra ninguém o que rolou entre as quatro paredes. Mas, se no dia seguinte, na mesa do bar, um amigo perguntar se você carcou a guria, você não tem obrigação nenhuma de mentir.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dormir abraçados&lt;/strong&gt; - Depois da transa, toda fêmea quer ficar agarradinha ao macho, até pegar no sono. Segure a onda. Sei que é um saco, mas fazer o quê? Além do mais, cinco minutos não custam tanto, assim, a passar.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bom humor&lt;/strong&gt; - Isso é fundamental na relação. Nenhuma mulher vai liberar o plissadinho para um sujeito carrancudo, que dá coices no vento. Ria de tudo, sempre. Menos quando ela confessar que está dando a bundinha pela primeira vez.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pagar a conta&lt;/strong&gt; - Macho que é macho não deixa a mulher abrir a bolsa nem pra pegar camisinha. Se estiver sem dinheiro, encha o garçom de porrada.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Não fale dos defeitos&lt;/strong&gt; - Toda mulher tem um certo complexo por alguma coisa, mesmo que você não consiga descobrir o que é. Se ela pedir sua opinião a respeito, responda exatamente o que ela deseja ouvir.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Diga que foi muito bom&lt;/strong&gt; - Não pergunte se ela gostou. Afirme apenas que você achou a trepada do caralho e que nunca tinha gozado daquele jeito. Mesmo que a trepada tenha sido uma merda. Quem não precisa saber disso é ela, não é você. Na verdade, uma trepada só vai ser uma merda se você deixar. Saiba que, no íntimo, toda mulher é uma devassa. E não há mal algum nisso. Porque sexo é bom. E a gente gosta. Mas despertar a nossa Valentina adormecida não é tarefa para qualquer carneirinho e está mais do que na hora de você incorporar de vez o Lobo Mau. Péssimas intenções devem sempre vir acompanhadas de ótimos incentivos. A receita para você transformar sua colegial numa doutora em sexo não requer prática nem tampouco habilidade. Só boa vontade.&lt;br /&gt;Uma boa estratégia para convencê-la a cair de boca no seu amigo lá de baixo é dissertar longamente sobre as qualidades protéicas do... da... quer dizer... do esperma e, quem sabe, induzir sua gata a aproveitá-las. Segundo dermatologistas, é um ótimo tratamento de beleza para a pele e um poderoso tratamento antienvelhecimento. Aliás, não há nada para a pele tão bom quanto leite materno e esperma. Bem espalhado pelo rosto, o esperma deixa a pele da mulher hidratada e lisa como uma seda, além de eliminar cravinhos, espinhas, rugas e pés-de-galinha.&lt;br /&gt;Argumente que ele é igualmente eficaz no clareamento de manchas e também promove a estimulação do colágeno, substância responsável pela elasticidade da pele que começa a diminuir com o passar dos anos. Insista na relação custo-benefício: é melhor ela perder dez minutos chupando seu pau do que duas horas sendo maltratada num salão de beleza por uma esteticista mal humorada, durante uma sessão de peeling e esfoliamento.&lt;br /&gt;Bom, mas pode ser que sua mina não caia de boca no bráulio porque não sabe bem como agir nessa situação-limite. Nesse caso, você vai ter de ensiná-la. Comece explicando que, segundo os sexólogos Masters &amp; Johnson, depois de assistir futebol, tomar cervejas com os amigos, falar mal da empresa onde trabalha e cantar qualquer mulher que entre no seu raio de ação, o que mais causa prazer aos seres da espécie masculina é o felattio com molho à putanesca, popularmente conhecido como boquete ao creme de leite.&lt;br /&gt;Se a garota estiver realmente disposta a aprender, mesmo correndo o risco de lidar com uma mulher inexperiente, utilize seu próprio pau para o exercícios iniciais. Nada de usar cabo de vassoura, pepino, salame, salsicha e outros embutidos. Além da consistência e do sabor serem muito diferentes, estes últimos dão a impressão de nunca estarem satisfeitos.&lt;br /&gt;Peça para a guria tirar o chiclete da boca. Se ela não tiver a coordenação motora de um malabarista de rua é melhor não arriscar. Evitar filhos e acidentes é dever de toda moça de família. Além do mais, chupar o chiclete e mastigar o pau do cara pode encerrar prematuramente a carreira de uma futura "boca de veludo".&lt;br /&gt;Certifique-se de que o seu bilau esteja limpo e perfumado. Nada mais broxante para uma mulher do que chupar um pau de galinheiro. Água e sabão resolvem facilmente o problema e evitam situações constrangedoras, como daquela menina que foi ao motel com o namorado toda entusiasmada porque ele havia comprado camisinhas de vários sabores, e assim que ela começou o serviço tentou adivinhar: "Esta deve ser de atum acebolado com queijo gorgonzola", e o rapaz: "Calma, amoreco! Eu ainda não coloquei a camisinha!".&lt;br /&gt;Incentive a menina a ir engolindo a saliva enquanto chupa. Esse negócio de ficar com água na boca, só se o cara for o Mel Gibson ou o Brad Pitt. Babar sobre o pau do sujeito, além de deselegante e cafona, pode atribuir a garota um indevido ar de retardada. Ela também não pode esquecer de que os ovos fazem parte do menu principal e devem ficar sempre à mão. O aconchego da bolsa escrotal entre seus dedos, além de agilizar o gozo do macho (ela não vai querer ficar ali a vida inteira, né?), também é considerado um importante instrumento de defesa. Se o sujeito se empolgar e resolver enfiar-lhe a jeba goela abaixo, basta ela fazer um omelete! Como diz o ditado, não se faz um omelete sem quebrar os ovos de alguém.&lt;br /&gt;Quando você gozar, certifique-se de que ela não fez cara de nojo. Convencê-la de que o sêmen é uma das substâncias mais puras e nutritivas existentes é mesmo difícil de engolir, pelo menos na primeira vez. Portanto, depois que gozar na sua (dela) boca, você precisa ter o cavalheirismo de autorizá-la a cuspir. Se ela for do ramo e resolver engolir, basta ter na mão um camarão seco para ela ter a sensação de que acabou de tomar uma cuia de tacacá do Pará. O travo do sêmen provoca nos lábios a mesma sensação do travo do jambu. Não tente saber se é verdade, a não ser que queira dar a bunda.&lt;br /&gt;Ver sua garota se regalando com um brinquedinho anatomicamente parecido com seu bilau (sim, com um vibrador!) pode ser muito legal. O difícil é ela topar a empreitada. Mas há saídas. Primeiro, saiba que, para usá-lo, é preciso ganhá-lo, mas não vá presenteando sua gata assim, em qualquer lugar, com esse mimo tão encantador. Ele deve aparecer já com a transa em andamento. Quando notar que ela está clamando por algo consistente, saque sua nova (e postiça) arma. Talvez seja conveniente comprar um modelo à pilha, para não cair na novela de procurar a tomada mais próxima. E não exagere no tamanho. Ela não precisa descobrir que existe coisa muito melhor que a que você mesmo tem a oferecer.&lt;br /&gt;Persuadi-la a liberar a porta de serviço é tarefa das mais árduas, além de não ser, nem de longe, uma ação verbal. Aqui, sim, deve entrar o Lobo Mau, experiente, sedutor e ousado. Não pense que as mulheres se aventuram nessa façanha com quem não se mostre altamente especializado no assunto. Não peça, pois a resposta será sempre Não. Crie um clima (música, velas, champanhe, enfim, aquelas baboseiras irresistíveis que as mulheres adoram contar às amigas no dia seguinte). E mostre serviço, pois lubrificação aqui é extremamente necessária (se você tentar a seco, será desprezado para o resto da vida por ela e por todas que ficarem sabendo). Língua ativa é uma boa pedida: capriche nas coxas, nádegas, períneo (você sabe onde fica o períneo, não sabe? Deus do céu!). Se empenhe em lamber o bumbum, com generosidade. Mas antes coma bastante banana para não ter cãibras na língua, ou seu plano irá por água abaixo!&lt;br /&gt;Alguns trogloditas (e outros nem tanto assim) sonham em dar umas bofetadas em suas namoradas. Coisa leve, uns tapinhas de amor que, dizem, não dóem. Filhos de Nelson Rodrigues, sacaram que a mulherada gama com umas pancadas. Só não entenderam que o sentido da coisa não é assim tão literal. Mas, enfim, como fazer para ela topar uma surra, nem que seja de mentirinha? Descobrir os podres verdadeiros da moça e suas traições (mulher também trai, cara!) para ter um bom pretexto pode não ser um bom negócio. Que tal presenteá-la com umas roupinhas de butique sadomasô e prometer que, depois de você bater nela, ela pode te dar uns tabefes? Só não exagere nos golpes, porque ela vai mesmo ficar gamada. Ou então mandá-lo tocar piano no xilindró!&lt;br /&gt;Que tal encomendar o número da Feiticeira? Sim, sua belezura também pode sair rebolando para você, sumariamente vestida, esfregando o popozão na sua cara. E isso não é difícil. Bastam alguns acessórios, que você mesmo compra e dá para sua namorada. O "kit Feiticeira" deve vir com um biquininho dourado, sandálias de trançar nas pernas e um veuzinho transparente. Dizer que ela é muito mais gostosa que a Feiticeira não vai colar, mas declarar quanto ela é deliciosa e que adoraria vê-la nessa coreografia pode ser um bom começo.&lt;br /&gt;Vê-la em ação com outro carinha é uma ótima fantasia e um gesto de nobreza (que homem deixaria sua amada se regalar em outros galhos?). Ela vai fazer um bom charminho até aceitar, mas, se você aparecer com um gostosão disposto a saciá-la da forma como ela ordenar, terá um bom espetáculo para assistir. Contratar um garoto de programa pode ser a escolha mais simples. De preferência, alguém que ela nunca mais encontrará. Você se surpreenderá com o desempenho da garota... mas pegue leve: não vá perguntar depois se foi melhor com ele ou com você, porque não se compara um carrinho de cachorro quente com um buffet profissional!&lt;br /&gt;Ser cuidado por uma gueixa, que dê banho, faça massagens com óleos minerais, o alimente e o vista (além do já sabido serviço de quarto) é a tara de muito garotão por aí. Nesse caso, se fazer de carente é a melhor atitude. Não há mulher que resista a um sujeitinho ligeiramente triste e com ares de abandono. Não por despertar nela o tal do instinto materno, mas por colocá-la no comando, com a sensação de que pode fazê-lo sofrer ou gozar sem muito esforço. Ou seja, por puro sadismo. Por falar nisso, convém ficar de olho no que a moça passa em você nesse ritual de besuntadas, afinal você não vai querer que seu colega lá de baixo tenha uma crise alérgica. Nem que seu vizinho do lado seja penetrando por um objeto estranho.&lt;br /&gt;Uma exibição de auto-erotismo - ou, para falar em latim, uma dedilhada na xoxota - é um espetáculo que todo homem curte. Se a lindinha nunca se masturbou na sua frente, não se alarme. Esse pedido pode ser feito na chincha mesmo, sem rodeios (aliás, é um dos poucos que não requer tantas delongas). Para quebrar o gelo ou vencer uma possível resistência, você pode dar o bom exemplo e começar a se masturbar primeiro.&lt;br /&gt;Você ainda pode querer algemá-la, vendá-la ou dominá-la sem restrições. Ou então ser servido com qualidade profissional. Nada disso é muito difícil de conseguir e você não precisa fundir a cabeça em tentativas. Lembre sempre que mimos agradáveis, como jóias e roupas caras, se dados com freqüência, acabam com a resistência de qualquer mulher (ou pelo menos são ótimos para dar uma liberada nos pudores da moça). Que fêmea não se deixaria prender por uma algeminha da grife Giorgio Armani?&lt;br /&gt;Sexo silencioso também não tem a menor graça. É como ir à montanha-russa e não poder gritar ou entrar num ofurô quentinho e não dizer aquele "ahhhhhh" incontrolável quando o calor da água atinge os nossos países baixos. Sexo e silêncio simplesmente não combinam. Porque o mergulho coletivo é tão mais estimulante quanto barulhento for (mas também não chute o balde berrando aquelas palavrinhas mimosas que você desenrola na final da Copa do Mundo quando aquele filho da puta do Rivaldo perde um gol embaixo da trave!). Gemer indica prazer, entrega, intimidade. E, se aqueles sonzinhos guturais estão em falta, é sinal de que um desses três ingredientes está ausente no rala-e-rloa (dê-se feliz se for apenas um deles). Entenda por que as vadias às vezes não gemem e trate de resolver esse problema, agora!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A tensa&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; - Muitas (senão todas) mulheres sucumbem às neuras tradicionais na hora do sexo: pânico de engravidar, de pegar aids ou qualquer doença sexualmente transmissível, de não agüentar aquela tora no lorto, receio de ser considerada promíscua ou libertina, de não ser admirada nem amada. Isso é normal. Daí ficam tensas e todo o som que deveria sair pela boca fica reverberando no cérebro em dúvidas cruéis, durante a transa. Alguns temores são muito fáceis de resolver, e com camisinha e lubrificante se elimina a maior parte deles. Já dos dilemas psicológicos (do tipo "Será que ele vai me achar fácil, galinha, mundana, whatever"), só um pouco de intimidade pode dar conta. E a preocupação de ser ou não ser amada é quase um condicionamento histórico - proponha sexo a uma mulher e veja qual vai ser a primeira resposta que ela vai te dar. (Se você chutou "Mas a gente ainda nem se conhece direito" ou "É só isso que você quer comigo?", acertou!). A solução, com as retesadas, é eliminar, na medida do possível, as variáveis ameaçadoras. Já sair por aí dizendo "Eu te amo como nunca amei ninguém na vida" só para deixá-las relaxadas pode não ser bom negócio... Se funcionar, ótimo! Se não, pelo menos você tentou, o que já é louvável!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A contrariada&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; - É lamentável que existam fêmeas desse tipo, mas tem um monte. São aquelas que não têm o menor gosto ou interesse pelo que estão fazendo, mas fazem para agradar seu parceiro. Caem de boca, ficam de quatro e até liberam a entrada de serviço sem terem a menor vontade ou atração pela façanha, cedendo à pressão de seus amados. O resultado não poderia ser outro: suas cordas vocais ficam tão amortecidas quanto seu cérebro, que tenta contar carneirinhos ansiando loucamente pelo encerramento dessa batalha. Desejo e liberdade são fundamentais no sexo, e nada pode ser bom sem esses dois quesitos básicos, que dão o conforto psicológico necessário para mandar os tabus para o espaço. A saída, nesse caso, é nunca forçar a barra para fazer nada. Sacanagem é bom e toda mulher gosta, desde que feita quando e como ela quiser. Deu pra entender?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A entediada&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; - Esse é o tipo mais enigmático. Você nunca sabe se ela está com problemas no trabalho, se sente fome ou se preferia estar assistindo à MTV. Na verdade, não é nada disso. Ela está com tédio, fruto da mesmice e da falta de ousadia. Ou seja: ela é muito mais sacana que você. Espera desempenho irretocável, investidas malandras e variações cabeludas. Mas não diz, então se cala. Boceja até, se for cruel. Com esse tipo de mulher, não se anime muito. É legal encontrar uma safada pela frente, mas de preferência uma que deixe isso bem claro e não espere que você adivinhe te judiando desse jeito. Um chega-pra-lá numa cabrita dessas pode ser a melhor opção.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A dolorida&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; - Os homens não entendem, mas tem vezes em que transar dói muito. O atrito insistente do kojak com a perseguida tanto pode ser delicioso como altamente desconfortável. A palavra-chave para espantar a dor é lubrificação. E para ver a preciosa derretida em fluidos amigáveis basta caprichar na estimulação do botãozinho orgásmico, dos seios, das costas, enfim, em cada sereia a mágica ocorrerá num pontinho. Descobrir em qual ponto investir para ver brotar a nascente é nossa missão. A da vagabunda é ser sincera e brincar de "está quente, está frio", ou, trocando em miúdos, gemer quando a coisa está ficando boa e emudecer diante de uma tormentosa esfolada nos mamilos (homens incompetentes fazem cada coisa com o corpinho de uma fêmea...). Além de falta de lubrificação, há outro detalhe que judia da pequetita das minas: os jebões king size. Se você for portador de um tripé x-large, o negócio é ir com muita calma e apelar para gel lubrificante no desespero.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A tímida&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; - Se legítima, requer cuidado. A falsa tímida é facilmente desmascarada. É só ouvir a chave do quarto girando para deixar do lado de fora todos os seus falsos pudores e montar no cara. Mas a verdadeira, entre quatro paredes, trava. Não toma a iniciativa, olha para o teto, rói as unhas, sua frio e reza baixinho para que não seja necessário dar algum indício de que sabe o que vão fazer ali trancafiados. Tem palpitação, não lembra que tem mãos (e muito menos de usá-las em você), é passiva. Um caso quase insolúvel no quesito gemido. Mas calma, tem solução. A melhor saída para quem quer encarar uma vadia assim é demorar um pouco para chegar às vias de fato. É preciso um não-sei-quanto de ensaio até a coisa rolar de verdade, até que a tímida esteja bem à vontade e confortável com seu parceiro degenerado. Num primeiro momento, beijos ousados. Tchau e bença. Num segundo, mãos bobas. Outro tchau e bença. Daí, a descoberta dos orifícios. E mais um tchau e bença. Até que, depois de muitas idas e vindas, ela esteja clamando pela resolução desse conflito. Um certo breuzinho pode acalmá-la quando deixarem de lado essa história de cenas dos próximos capítulos e mergulharem de cabeça no desfecho da novela (que, se você tiver sorte, será no 109.º episódio da trama!).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A sincera&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; - Tipo mais comum de mudinha, não geme, para você saber que não está louquinha pelo seu cajado. Até aí, tudo bem. É mesmo papel das fêmeas sinalizar o sucesso da invasão. E agradeça se for assim, com sinceridade, urrando quando a dança estiver caliente e se aquietando em caso contrário. Se ela for gentil, tipo gemendo mansinho para te alertar, é só tentar melhorar o que já está fazendo. Se for malvada e não te deixar ouvir nem o ar que ela inspira, umas bolachas na cara pode ajudar (brincadeirinha!...). Lembre sempre que mulheres fingem, sim, e que não se chega a lugar algum (além de um breve conforto psicológico do cara) com fingimento. Você não viu aquela cena antológica do filme Harry e Sally, em que ela simula um orgasmo na lanchonete? Então, agradeça a Deus se encontrar pela frente uma mulher autêntica... Se está quieta, fique atento. Acelere. Ou diminua o ritmo. Mude de posição. Pare tudo e recomece do zero. Sinceridade é como crítica construtiva: foi feita para te esmagar fingindo que só está te apertando.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A intelectual&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; - Isso é típico de mulher em fase de crescimento: a tal da paixão pela "mente" ou "cultura" do sujeito (o que muitas fêmeas se enfiam em cada roubada em nome disso, não está no gibi!). Acontece em geral na época do colégio ou da faculdade, mas pode se arrastar vida afora (oh, desgraça!), quando elas encontram aquele chefe bacana, aquele músico talentosíssimo ou o poeta-mais-que sensível. Elas amam o que o lindinho diz, o que pensa, o que discute, o que contesta, as 50 vezes em que o sacana olha para a lua e as estrelas e volta o olhar para aqueles olhinhos saltitantes de paixão, a delicadeza com que ele segura aquelas mãozinhas... Mas, na hora H, quando o tutano é substituído pela cabeça menos pensante, não dá samba. O sujeito é desajeitado, lento demais, pilha fraca. Não dá aquelas reações químicas todas que ativam a pequena glândula sexual responsável pelas cascatas de gelzinho natural. Falta tesão. Aí, a mulher trava e não tem jeito de pegar mesmo empurrando. Literalmente. Se você topar com uma fêmea desse jeito, do tipo que fica toda arrepiada ao saber que você já leu meia dúzia de livros do Machado de Assis, decore esse conselho. Na mesa do bar, você pode agir como um intelectual empolado, mas na cama, tem que agir como um estivador depravado. E falar palavrões dignos de um trabalhador braçal da construção civil quando recebe o holerite cheio de descontos. O resto é coisa de viado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8639940-109847120403540309?l=amoal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847120403540309'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847120403540309'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amoal.blogspot.com/2004/10/brincando-nos-campos-do-senhor.html' title='Brincando nos Campos do Senhor'/><author><name>Simão Pessoa, 1º Sacerdote da AMOAL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05933186576875034341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8639940.post-109847111289530912</id><published>2004-10-12T14:51:00.000-04:00</published><updated>2004-11-01T23:26:32.930-04:00</updated><title type='text'>Uma Paixão Nacional</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/640/kslk044.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/400/kslk044.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;No Dicionário Brasileiro da Língua Portuguesa, de António Joaquim de Macedo Soares, de 1888, bunda, meu caro gafanhoto, é definida como "o assento, as nádegas, palavra chula para os portugueses mas popular no Brasil, e por isso muito aceitável". Popular e aceitável na oralidade, sim, mas pouco usada na escrita, gafanhoto.&lt;br /&gt;Só agora, recentemente, a bunda tem vindo a assumir o merecido lugar que lhe compete na mídia e nos trabalhos acadêmicos, com teses de doutoramento e mestrado. Um verdadeiro fenômeno. Fenômeno que foi detectado pelo poeta Affonso Romano de Sant'Anna, que até já escreveu em prosa "os colunistas começaram a escrever a palavra bunda com uma naturalidade tal que de repente vi-me inapelavelmente forçado a encarar o assunto, como ele exige, de trás para a frente".&lt;br /&gt;O cronista Arnaldo Jabor também já se pronunciou: "a bunda virou um instrumento de ascensão social. Nossas pobres meninas românticas, pensando em amor e filhos, lutam por um lugar ao sol e são obrigadas a rebolados cada vez mais desbragados (...). A bunda hoje é um capital". O humorista Agamenon Mendes Pereira esbaldou-se: "Temos que valorizar o produto interno e as nossas riquezas naturais. Existe um nicho de mercado na área de bundas, traseiros e nádegas da ordem de bilhões de dólares, uma vez que é notória a falta de bundas no mercado mundial. A bunda é uma commodity de alto valer agregado e a bunda tem cotação empinada em Wall Street e na Bolsa de Londres. E não adianta os coreanos tentarem imitar. A bunda brasileira não tem competidoras, ela é criada solta, ciscando no quintal, trepando no muro, trepando na árvore e atrás do cemitério".&lt;br /&gt;A pergunta que não quer calar é a seguinte: De onde vem o encanto do garanhão brasileiro pela bunda feminina? Por que os mestres da AMOAL gostam tanto de derrières, que são capaz de trocar um balaio de bocetas novas por um cu velho e cansado? Seria apenas pelo seu aspecto plástico, quase metaf[isico, o de duas redomas escondendo o fogo de Sodoma?&lt;br /&gt;Quanto ao aspecto plástico, mais do que nunca esta parte do corpo está em evidência. Em publicidade, telas de cinema, televisão e páginas de revista. Naomi Campbell de costas, com o bumbum ligeiramente coberto por uma fina camada de areia (fotografada por Richard Avedon para o disputado e preciosíssimo calendário Pirelli 1995), bate o recorde de capas dos maiores magazines internacionais. Para grands créateurs e jeunes stylistes, o derrière é indiscutivelmente um caso de tendência e o vimos desfilar sob todas as formas, cores, ângulos e costuras, em shorts, calças apertadas e maiôs.&lt;br /&gt;Alguns derrières fazem parte da mitologia corporal e uma das definições mais precisas é a de Proust: "Parte complementária, fragmentária que traz a uma passante fugitiva nossa imaginação excitada pelo arrependimento". O fotógrafo francês Jeanloup Sieff, autor do clássico livro Derrières, também é categórico ao abordar a questão: "Quando estou tomando um café e vejo uma menina passar com um belo traseiro, posso ter certeza de que vou ficar de bom humor o dia todo! Ver um bonito bumbum passeando pelas ruas de Paris é uma prova da existência de Deus e isto me dá uma certa segurança".&lt;br /&gt;Vocês lembram da Raimunda, que era feia de cara, mas bonita de bunda? E sabem por que ela era a preferida dos machos? Simples. O rosto é a parte do corpo mais visível, mais exposta e mais utilizada na vida social. Ele transformou-se nesta máscara hipócrita que serve como instrumento para exprimir o que queremos, que pode rir quando se está triste, parecer interessado quando se está profundamente aborrecido ou ficar glacial quando por dentro se queima de paixão. Mas isso não acontece com a bunda. Ela é a parte mais protegida do corpo, a mais discreta, a que guardou esta inocência infantil que o olhar e as mãos perderam há tanto tempo.&lt;br /&gt;Um bumbum deve ser descoberto aos poucos. Ele é a parte mais cheia de promessas, mais emocionante, é aquela que se lembra, se volta para o passado enquanto andamos inexoravelmente para a frente. O derrière é como uma criança apoiada com os cotovelos na janela de trás do automóvel, sonhando pela estrada que passa, sem se preocupar com o destino da viagem. E, o que é melhor, eles são tão diversos quanto os indivíduos: existem os bumbuns funcionais que servem exclusivamente para sentar (estes não têm nenhum interesse e geralmente se parecem com os rostos de suas proprietárias).&lt;br /&gt;Outros são neutros, como que assexuados, e eu ousaria dizer que são mesmos uns chatos. Mas felizmente existem os raros, elegantes, aristocráticos, que ultrapassam suas funções. São sublimes e transformam-se em objetos de arte, milagres da natureza. São como as abóbadas romanas da arquitetura corporal e são estes que nos permitem acreditar na fé original de uma mulher à imagem de Deus. Aliás, como a vida seria triste sem esta colina acolhedora, momento de repouso de todo guerreiro. A exemplo dos seres humanos, as casas também têm a frente e as costas. E vocês observam como a frente é a rua, o movimento, o barulho, enquanto as costas geralmente dão para um jardim, um pátio, o silêncio de algumas árvores, enfim, a vida contemplativa oposta à ação.&lt;br /&gt;Na literatura brasileira, que autor pode ser destacado como tendo dado especial relevo a assunto tão sublime? Impõe-se recordar do lúcido modernista de 22, Oswald de Andrade, que, em página de novela com alguma coisa de autobiográfico, confessa: "e enrabei Dona Lalá". Em versos, também modernistas, Manuel Bandeira refere-se a "genipapo na bunda". E em "Evocação do Recife" dá a entender das lindas recifenses, que viu, com olhos de menino, nuinhas, a se banharem no então também lindo e limpo Capibaribe, que entre as partes de seus corpos mais causadoras do seu alumbramento estavam as bundas.&lt;br /&gt;É curioso que, no seu excelente &lt;em&gt;Ensaios de Antropologia Estrutural&lt;/em&gt;, o professor Roberto da Matta, ao considerar o Carnaval brasileiro como "rito de passagem", destaque ser a rainha do carnaval "sempre uma vedete de formas perfeitas". E sua bunda? É parte ou não dessa perfeição?&lt;br /&gt;Se, como recorda de música de Chico Buarque, o típico brasileiro carnavalesco espera "o Carnaval chegar" para "pegar em pernas de moças", como não destacar-se seu desejo maior de apalpar as bundas da mulher, que estão logo acima das pernas?...&lt;br /&gt;O Chico Buarque é um caso à parte porque sempre foi o maior poeta da MPB, mas pelo país afora abundam, sem trocadilho, canções que exaltam o derrière da mulher. É só prestar atenção nas letras, como a de Marina Lima, que diz "...não demora muito agora, todas de bundinha de fora...".&lt;br /&gt;Durante muito tempo quando se pensava em Brasil, formava-se um cenário de sol, praia e um biquíni minúsculo entrando na bunda de uma garota gostosa, clicada obrigatoriamente de costas. É certo que isso acontece ainda hoje, mas quem acompanha o noticiário internacional percebe que os gringos estão mais interessados em dois sujeitos barbudos, um que mora em Brasília e outro que se esconde nas montanhas do Afeganistão.&lt;br /&gt;Por muito tempo, também, fomos privados daquilo que o país sempre produziu com fartura e profusão incontida: bundas maravilhosas. Dizia-se que sexo anal provocava hemorróidas, que era um ato antinatural, que dava espinhas, furúnculos e tosse comprida. Era reprovado em ambiente público e privado. Em sociedade, as garotas que tomavam chá com o dedo mindinho apontado para o alto lamentavam o "azar" daquela amiga, obrigada a satisfazer os "instintos animalescos" do marido devasso. Na cama, as esposas negavam-se a oferecer a seus maridos a entrada dos fundos. Reclamavam que doía, que sujava, usavam até o termo "imundície", para se negar a praticá-lo.&lt;br /&gt;Curioso é que o sexo anal é tão antigo como o pão e o vinho. Na Roma antiga era costume, na lua-de-mel, a mulher entregar primeiro o rabicó e só depois que eles tivessem alguma intimidade o sujeito ganhava o direito de estacionar na garagem oficial. Um sem-número de pinturas em pratos e porcelanas dos antigos gregos revela que a prática do sexo anal era uma prática tão usual como é hoje acionar o controle remoto da TV ou fazer sexo pela Internet. Na Grécia também era admitido o sexo anal entre iguais. Platão apregoava em &lt;em&gt;O Banquete&lt;/em&gt;, que a pederastia era a forma mais bela e pura de prazer. Essa linha de pensamento foi seguida por Ésquilo, Sófocles, Sócrates e boa parte do povo grego - filósofos ou não!&lt;br /&gt;Com a saída de cena dos gregos e romanos liberais e a chegada dos ultra-radicais rabinos, padres e aitolás, esse costume deixou de ser costume. Na Idade Média, o Diabo aparecia sempre com o rabo de fora. Ou seja, mexer ali era estar próximo do território do Demo. Padres e rabinos citavam a Bíblia. Lembravam que Sodoma havia sido destruída por Deus, por causa do estranho desejo de seus moradores de dar a bunda. Mesmo assim a sodomia heterossexual foi cantada aos quatro ventos por grandes luminares da literatura. Um deles foi Pietro Aretino em seus &lt;em&gt;Sonetti Lussuriosi&lt;/em&gt;, que já dizia: "Ao pé da letra quero vos foder/ O cu, comadre, em fúria tão daninha/ Com dedo, com caralho e com mexer". Enquanto isso, no Brasil, Bernardo Guimarães (de O Seminarista) pregava o bissexualismo em &lt;em&gt;O Elixir do Pajé&lt;/em&gt;: "Na taba ou na brenha/ Deitado ou de pé/ No macho ou na fêmea/ De noite ou de dia/ Fodendo se via/ O velho pajé".&lt;br /&gt; &lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8639940-109847111289530912?l=amoal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847111289530912'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847111289530912'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amoal.blogspot.com/2004/10/uma-paixo-nacional.html' title='Uma Paixão Nacional'/><author><name>Simão Pessoa, 1º Sacerdote da AMOAL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05933186576875034341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8639940.post-109847098648931209</id><published>2004-10-12T14:49:00.000-04:00</published><updated>2004-11-01T23:25:47.943-04:00</updated><title type='text'>Passando o cerol na rabiola</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/640/kslk052.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/400/kslk052.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;De qualquer forma, tabu foi feito para ser quebrado. O famoso relatório Kinsey, que balançou o mundo nos anos 50 e 60, revelou que 43% das americanas casadas, protestantes e brancas, costumavam dar o rabinho, sendo que 40% adoravam. As puritanas entraram em estado de choque. O mundo estava mesmo, literalmente, de pernas para o ar. Veio a revolução sexual na década de 60 e o sexo anal passou a fazer parte do cardápio. Deixou de ser tabu. Entrou para a ordem do dia (ou da noite).&lt;br /&gt;Como há muitas controvérsias sobre qual a melhor tática para convencer a parceira a liberar a entrada dos fundos, vamos direto ao que interessa. A receita do bom sexo anal envolve a paixão pela bunda. É preciso se apaixonar por ela, beijá-la, elogiá-la. Deitar o rosto carinhosamente sobre ela. Tocá-la, senti-la. Deve-se conversar com ela, enquanto a mão faz carícias suaves. "Que bunda redondinha!", "Que tesão de bumbum!", "Que delícia de bundinha!", "Eu ficaria toda a minha vida beijando esse bumbum gostoso", "Deixa eu entrar em você, deixa..."&lt;br /&gt;Você sabe que a entrada é rigorosamente estreita e - por isso - especialmente prazerosa. Portanto, nada de enfiar tudo de uma vez. Uma bela bunda merece tratamento especial. Primeiro, ela precisa estar amadurecida, pronta para ser colhida. Comece pelos pés da dona. Faça uma massagem redentora entre os dedos, na sola, no contorno dos calcanhares. Use as mãos, a língua, óleos sedutores. Perca tempo suficiente nas pernas e nas coxas. Ah, aquela região macia atrás dos joelhos, ou aquela outra entre as coxas...&lt;br /&gt;Salte a parte que interessa. Vá para as costas, os seios. Lamba tudo. Não deixe nenhum pedacinho da pele sem beijar, nem lamber. Ataque a formação rochosa da nuca. Faça rapel nos seios com a língua. Desça por eles, em seguida rodeie, vá e volte pelos bicos. Vire-a e desvire-a, enquanto lambe e passa a mão em toda a estrutura macia. Beije-a na boca. Beije-a nos braços, na barriga, nos pés. Beije sempre. De vez em quando, passe a mão suavemente pelas nádegas. Toque - de leve - o brioquinho, o ponto que interessa de fato. Não seja grosseiro, do tipo que vai logo enfiando o dedão.&lt;br /&gt;Antes de preparar o assalto final, caia de boca na entrada principal. Deixe o local saturado, ensopado. Provoque uma enchente seguida de um ciclone antitropical. É preciso lamber, chupar, mergulhar a língua até se molhar completamente. Seja incansável, porque depois que terminar esse tratamento intensivo, ao virá-la, a bunda irá empinar automaticamente. Ela começará a se requebrar e dizer, pelos movimentos do balanço, "me come, me come", "põe em mim", "entra todinho". Nesse momento, você não terá outra opção senão realizar os desejos dela.&lt;br /&gt;Mas muito cuidado. O lugar exige recursos especiais antes da invasão. Tenha em mãos um gel lubrificante à base de água (os que têm álcool costumam derreter a camisinha). Coloque o uniforme de guerra, envelopando seu bilau no preservativo e depois é só escolher a posição. São tantas as posições, e tão variadas que centenas de livros abordam esse tema. Algumas, no entanto, são obrigatórias.&lt;br /&gt;Que tal deixá-la de quatro, com o traseiro bem na altura do seu membro? Ou colocá-la de cachorrinho - de joelhos, com o corpo apoiado nos cotovelos e o bumbum bem empinadinho pronto para receber uma investida total? Ou de bruços com um travesseiro embaixo dela para deixar a bundinha saliente? Sem esquecer o frango xadrez, quando ela apóia as costas na cama, abre bem as pernas e coloca os pés sobre seu ombro ou ao redor dos seus braços, permitindo ocupação livre e desenfreada pela porta dos fundos.&lt;br /&gt;Pode ser de lado, em pé, debruçados na janela, emborcados sobre o braço do estofado ou na mesa da cozinha... Você deitado na cama e ela se sentar bem devagar sobre o seu bilau - recomendável para as iniciantes, porque elas vão rebolando e sentando. Caso sintam dor, tiram a bundinha, e recomeçam até o mastro encaixar todo no limite. Seja gentil. Não enfie tudo de uma vez. Coloque aos poucos. Deixe-a se encaixar lentamente. Não tenha pressa em sentir as pregas cedendo ao seu avanço. É apertado, é bom, mas muita calma. Ela vai gozar muito e implorar para dar de novo.&lt;br /&gt;Depois de concluído o serviço atrás, troque a camisinha antes de atacar a frente. O preservativo quase sempre vem sujo. Tire-o com a ajuda de uma toalha. Isso evita vergonha e constrangimentos desnecessários. Os médicos dizem que a maioria das doenças chatas, tipo vaginite e infecções na uretra do homem, costumam ser contraídas quando se penetra no ânus (um lugar habitado por bactérias e fungos) e em seguida o pênis é colocado na vagina. É lógico que camisinha é sempre obrigatória e não usá-la equivale a pedir para contrair aids. Duas ou três horas depois, a sua parceira pode sentir um afrouxamento do esfíncter (o músculo em volta do dito-cujo), mas passado algum tempo a musculatura volta ao normal.&lt;br /&gt;O certo é que, como em todas as práticas sexuais, não há regras definidas para o sexo anal. Tem mulheres que adoram, tem as que odeiam, tem as que gozam, tem as que sentem uma dor da moléstia, tem as que agüentam firme, tem as que acabam se cagando toda. Se forçar, dói de verdade. Se for com carinho, entra feito manteiga. Quando o pau estiver enterrado até os ovos, a dor inicial se transforma num arrepio que vai da base da coluna até o pescoço, desce pra sola do pé e depois volta tudo de novo. Segundo aquele famoso relatório do Instituto Kinsey, 43% das mulheres americanas casadas já experimentaram o sexo anal. Delas, 40% acharam prazeroso e 13% disseram que incorporaram a prática na sua rotina. Não dá para saber em qual grupo uma mulher se encaixa até experimentar. Também não há um livro de receitas dando o mapa da mina ou ensinando técnicas que faça todo mundo ficar feliz.&lt;br /&gt;O que existe são algumas idéias que afligem o imaginário feminino. Algumas delas têm fundamento, outras não passam de mitos. Que mulher nunca pensou que o sexo anal dava hemorróidas, dor de barriga ou "alargava" o ânus a tal ponto que não fosse possível reter as fezes? Pois essas são algumas das várias mentiras que assombram a cabeça das fêmeas. O sexo anal não dá hemorróidas. Também não há nenhum estudo que comprove a ligação entre o sexo anal e o câncer de reto. A prática normalmente não causa prisão de ventre nem diarréia. A única situação em que a penetração anal pode interferir na eliminação das fezes é se a mulher já estiver com prisão de ventre. Se o parceiro não usar camisinha e ejacular, o sêmen vai ter a ação de um clister. Isso significa que o líquido vai estimular a eliminação das fezes, como se fosse uma "lavagem" na região.&lt;br /&gt;Geralmente o sexo anal, quando feito com todos os cuidados necessários, não causa fissuras nem alarga o ânus. Por isso, as mulheres não perdem o controle sobre a eliminação das fezes e não precisam usar fraldas para adultos. Isso só acontece quando a relação é forçada e causar traumas no esfíncter (músculo da região anal), provocando sangramento interno. Claro que se a mulher perceber um machucado na região é melhor procurar um especialista. Nem todo machucado vermelho é uma hemorróida que sara sozinha. Se alguma coisa estiver errada, é melhor não esperar piorar para procurar ajuda.&lt;br /&gt;Outro mito é achar que a única pessoa que gosta da penetração anal é o homem e que a mulher não sente nenhum tipo de prazer. Na verdade, muitas mulheres sentem bastante prazer com essa prática, visto que o ânus é também uma zona erógena, mas dificilmente chegarão ao orgasmo se não houver manipulação vaginal ou do clitóris ao mesmo tempo. Há exceções, claro. Existem mulheres especiais, que gozam mais intensamente pelo cu do que pela boceta. De qualquer forma, o toque no ânus pode proporcionar muito prazer para a mulher se ela se livrar da idéia de que isso é sujo e que a região não foi "feita" para o sexo.&lt;br /&gt;Apesar de ser uma prática milenar, a sua condenação está ligada ao fato de o ânus ser um orifício ligado à excreção de fezes, portanto impuro. O sexo foi adquirindo uma aura de que deveria ser limpo e ligado à procriação. A simples busca do prazer deveria ser condenada como pecado e ligada a seres baixos e impuros. Portanto, o primeiro passo para aproveitar a relação é se livrar desses mitos e conhecer melhor o corpo, explorando todas as possibilidades de prazer que ele oferece.&lt;br /&gt;Um dos maiores medos das mulheres é que a penetração cause dor. Como na famosa "primeira vez", se ela não estiver relaxada, os músculos vão se contrair e dificultar a penetração, podendo causar dor e desconforto. Além disso, a penetração vaginal conta com algumas vantagens. A vagina é um órgão que sofre influência hormonal, o que lhe confere uma ótima elasticidade. Já a região anal não está sujeita a essa ação, sendo assim bem menos elástica, dificultando a penetração. Durante a relação sexual, a excitação estimula a lubrificação vaginal, o que também não ocorre no ânus.&lt;br /&gt;Para minimizar essas dificuldades, repetimos, o macho deve ir com calma e não tentar fazer tudo às pressas. A reação imediata do esfíncter é se contrair no início da penetração. O músculo precisa de um tempinho para se acostumar e relaxar. A mulher precisa estar calma e aproveitando a relação. Conversar com ela sobre seus receios e lhe transmitir a certeza de que você vai parar na hora que ela quiser pode dar mais confiança à fêmea, ajudando bastante na consumação do ato. Mas também tem um truque que poucas mulheres conhecem: se ela tentar sugar o pinto pra dentro, vai doer. O certo é forçar pra fora, como se estivesse cagando. Esse é o movimento natural para expandir o ânus.&lt;br /&gt;Outro ótimo aliado é o lubrificante. Use e abuse de géis e cremes, principalmente os feitos à base de água, que não irritam o tecido do reto nem corroem a camisinha. Aliás, essa deve ser outra amiga inseparável. Não dá para vacilar nesse sentido. Uma pesquisa feita por cientistas da Universidade da Califórnia mostra que três quartos dos universitários heterossexuais que fazem sexo anal não se protegem. Isso significa estar constantemente brincando de roleta-russa, pois as chances de pegar uma doença sexualmente transmissível (DST) no sexo anal são muito maiores.&lt;br /&gt;A região anal é muito sensível, e se machuca com muita facilidade. Pequenas lesões são portas de entrada muito convidativas para as DSTs, incluindo o vírus HIV, causador da aids. O macho também tem grandes chances de contrair uma doença se não usar o preservativo. A área está cheia de bactérias que podem contaminar o pênis, causando infecções urinárias. Sem contar as chances de pegar alguma DST se a parceira estiver contaminada. E vale lembrar que algumas doenças podem não manifestar sintomas por muito tempo. Uma mulher com HPV pode não apresentar as lesões por meses, mas mesmo assim é capaz de transmitir o vírus para seu parceiro.&lt;br /&gt;Outro cuidado fundamental é não usar a mesma camisinha para penetração anal e vaginal. O casal deve usar um preservativo novo todas as vezes que resolver mudar de prática. A região anal pode conter várias bactéria não comuns à vagina e que provocam corrimentos, inflamações, infecções urinárias e feridas no colo do útero.&lt;br /&gt;Geralmente a iniciativa é do macho e as mulheres se mostram mais resistentes ao sexo anal. Por que será que isso acontece? Para os machos, além de inusitado, é uma experiência e tanto pilar um patê debruçado sobre uma redoma acolchoada. A sensação é diferente, além do que o ânus causa maior tensão sobre o pênis do que a parede da vagina. Já a resistência das mulheres se baseia na dor, no nojo, no proibido e no medo de ficarem "alargadas". Como todas as outras variantes do sexo, a penetração anal deve ser uma escolha das duas partes. A relação também tem de proporcionar prazer para os dois.&lt;br /&gt;Como já foi dito antes, para esturricar um anel de couro com elegância não basta atochar a caceta de qualquer jeito. É preciso técnica. Para começar, é preciso saber preparar a rosca. A princípio, nenhuma mulher gosta de levar uma pombada no meio da bunda, sem mais nem menos. Introduzir o dedo maior-de-todos no buraco negro durante uma relação vaginal em que a mulher esteja por cima do sujeito pode ser um bom início. Se ela não pedir pra tirar, introduza, também, o anelar e depois o indicador. Recebido o salvo-conduto, será necessário amolecer a rosca da menina. Um bom lubrificante como o K-Y gel ajuda, mas o fundamental é dar elasticidade ao músculo rugoso do esfíncter com o trabalho conjunto dos três dedos. Dar um banho de língua no boca de macaco pode ajudar a vencer as últimas resistências.&lt;br /&gt;Para mulheres principiantes, o melhor coito anal é o de quatro. Primeiro porque as nádegas ficam escancaradas, deixando o caminho livre para a introdução do membro. Segundo porque dá ao homem total controle do coito, o que é fundamental para uma entrada tranqüila e sem dor. Nesta posição qualquer cacete, por mais volumoso que seja, consegue consumar o fato. O mais difícil é passar a cabeça, mas como pau não tem ombros... Deixar a mulher sentar no seu cacete é uma atitude ousada e repleta de riscos. É uma posição deliciosa, claro, onde a penetração é total, mas se a sua parceira for muito afoita ou inexperiente pode deixar o corpo despencar inteiro em cima do seu mastro. Aí não tem jeito: ou acontece lesão escrotal ou esfolamento peniano. Em qualquer situação, seu melhor amigo vai sair do campo de maca.&lt;br /&gt;Há muito tempo vem se alimentando o dilema do melhor cu. Qual seria o melhor cu? O melhor cu é o mais bonito? O melhor cu é o mais cheiroso? O melhor cu é aquele que dá pra meter sem dó, enfiando até os colhões? Ou cu é que nem porteiro de boate, importante é quem ele coloca pra dentro? Todo mundo sabe é que cu é que nem opinião (toda mulher tem, mas é muito raro serem iguais) e que nas fêmeas de bundas fornidas ele assemelha-se ao ano bissexto: você só vê de vez em quando - e se a luz estiver acesa.&lt;br /&gt;Esta é, em parte, uma das razões pelas quais o cu gera tanto fascínio na ala masculina, além de, conforme já dissemos, ser mais apertadinho que a vagina mais apertadinha disponível no mercado. Mas como saber se o cuzinho que você vai comer não vai te deixar na merda? Com uma larga experiência no assunto, advinda dos 982 cus que já comi ao longo desta minha modesta existência, cataloguei os principais tipos de lortos, seus comportamentos durante o abre-alas que eu quero entrar e as técnicas específicas para enrabá-los. Façam bom proveito.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Curupira &lt;/strong&gt;- Este tipo de cu já faz parte da lenda e do folclore brasileiro. Vive nas matas e sempre dá a impressão de estar chegando, quando na verdade está indo embora. Você tem que ser jeitoso, senão ele escapa e dá no pé. Ajuda embebedar um pouco a dona do curupira com uma boa cachaça mineira. Percebendo que você é do bem e que não vai machucá-lo, o curupira vai relaxar e se entregar aos poucos. Mas depois que enfiar a cabeça, não tire pra enfiar de novo mesmo que apareça uma caapora no quarto. Arisco aos extremos, o curupira vai se aproveitar desse vacilo e sumir no mato. Ou do quarto, o que dá no mesmo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cucurucucu paloma&lt;/strong&gt; - Cu portenho, chegado num drama e num belo tango. É quente e fogoso, mas como todo argentino, no final acaba fazendo merda. Ele tem uma relação com a &lt;em&gt;paloma&lt;/em&gt; (pomba, em castelhano) de amor e ódio. Às vezes se mostra nostálgico ou sensual, outras vezes, contestatório e rebelde, o que leva a gente a nunca saber direito se a dona é uma casta e pura donzela ou uma &lt;em&gt;milonguita&lt;/em&gt; (prostituta) incendiária. Se o tango é uma idéia triste, que se pode dançar, o cucurucucu é um cu catimbeiro, que pode ser sarcástico e engraçado e ao mesmo tempo sério e sofrido. Parodiando Jorge Luis Borges, pode-se dizer que este cu tinhoso e ao mesmo tempo modesto, tem seu lugar saleroso nas mil picas do Universo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Caracu&lt;/strong&gt; - Escuro e encorpado, tal e qual a cerveja que leva seu nome, o caracu é uma delícia. É um cu para ser comido no final do dia, durante o happy hour. Mas jamais em uma roda de amigos e muito menos ao som de pagode. Ele agüenta com estoicismo os dois ovos em cima, ou seja, seu calibre é adequado para uma penetração total. Convém não abusar demais, ou você fica viciado. Nesse caso, seu leite não vai engrossar, vai ficar é cada vez mais ralo podendo despertar suspeitas da rádio-patroa. Se você for dirigir depois de traçar um caracu, cuidado, que pode ser perigoso. Suas pernas vão estar tão bambas que não vão obedecer aos impulsos cerebrais.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cupuaçu&lt;/strong&gt; - É um cu para ser comido em pé, o que vai exigir, no mínimo, que você tenha um bom preparo físico e uma capacidade de contorção acima da média. De sabor doce e intenso, é nativo da região amazônica, mas também brota nas grandes cidades. É encontrado nas melhores casas do ramo, nas festas e lugares mais exclusivos e já foi patenteado até pelos japoneses. Fica ainda mais gostoso quando maduro. Como é uma fruta exótica, pode custar caro. Não fique surpreso se ao retirar o pau, ele surgir com uma cor indefinível na crosta. Trata-se do famoso creme de cupuaçu, que é uma bosta!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cunhada &lt;/strong&gt;- É isso mesmo que você está pensando. Trata-se do cu da irmã da sua mulher, casada com aquele sujeito folgado e metido a gostoso, que todo fim de semana vem filar cervejas na sua casa, usar seu computador para surfar na Internet e contar bravatas. Não esquente. Por mais insistentes que sejam as investidas dele, não tem jeito. A danada da esposa só oferece a rabiola para você e para outros fornecedores de cerveja para o cascateiro folgado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cumbuca &lt;/strong&gt;- Lembra do ditado "macaco velho não mete a mão em cumbuca"? Pois é, esse exemplo é perfeito. Apesar de instalado em bundas meia-trava, sem muita massa glútea, trata-se de um cu apertadinho, quase virginal, semelhante a um moedor de carne. Desconfiado e pouco experiente, ele pode apertar você e não soltar mais. É um dos poucos que você tira o instrumento sem vestígios de cocô, porque o cumbuca, ainda por cima, é autolimpante. Infelizmente, esse tipo de cu é coisa rara: devido a propaganda boca a boca dos machos e a sua perseguição implacável, ele acaba perdendo o viço com o passar do tempo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Culatra&lt;/strong&gt; - De acordo com o dicionário, é a parte posterior de uma peça de artilharia. Esse cu é fogo. Instalado nas chamadas "falsas magras", é difícil de encontrar, difícil de convencer e difícil de comer. Mas, uma vez carregado, prepare-se porque você vai precisar de muita munição para fazê-lo feliz.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Culandro&lt;/strong&gt; - Esse é o famoso cu malandro. Ele vai brincar com você de gato e rato até o último minuto. Às vezes dá e às vezes não. Você tem de ser ainda mais malandro do que ele, pois esse é um cu que procura levar vantagem em tudo. Vai sempre tentar levar você na conversa, tipo: "Ok, mas só o dedo mindinho e chega". Sua agilidade em substituir o mindinho pela pomba pode definir o jogo, que não pode acabar num desmoralizante zero a zero.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Curimatã&lt;/strong&gt; - Dá muito na água, seu hábitat. Alega que lá é mais fresquinho, que dói menos. Enfim, é um cu aquático, meio escamoso e cheio de espinhas. Vive em rios, represas e banheiras de hidromassagem, onde geralmente faz seu ninho. Com espuma, ele fica ainda mais escorregadio. O negócio é arpoar e esperar o resultado. Deve ser comido de preferência cru.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cut&lt;/strong&gt; - Este é o cu engajado, que só dá para companheiros do partido e alguns camaradas do peito. Um cu de luta, militante, subversivo. Você não precisa nem insistir que ele vai à rua lutar pelos seus direitos. Apesar de estar sempre na oposição, adora dinheiro, luxo e badalação social. Deve-se comer com parcimônia e ter cuidado para o sacana não entrar em greve.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Curare&lt;/strong&gt; - Cuidado! É um cu venenoso que quando malcomido pode sair por aí destilando veneno para os outros cus, que prontamente sairão correndo ao ver você chegando perto. Suas portadoras são mulheres com piercing nas sobrancelhas, cabelos pintados em cores berrantes e maquiagem pesada, do tipo que se embriaga com facilidade e ri alto. Desse cu você tem de manter distância a todo custo. O problema é que você só descobre o curare depois de algum tempo, quando seu nome cair na boca do povo. Fique de olho no olho desse cu.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cupido&lt;/strong&gt; - Também conhecido como cu de anjo barroco, trata-se do cu de loura original de fábrica. Como se sabe, em toda loura puro-sangue a auréola do cu é cor-de-rosa ou, em alguns casos, vermelho-claro. Cu não mente. Uma falsa loura pode facilmente pintar os pentelhos com água oxigenada, mas o entorno do quincas jamais. Loura que possui o cu com pigmentação negra ou arroxeada, pode ser tudo na vida, menos loura autêntica. De qualquer forma, o cu da loura falsa tem muito mais vantagens porque o cupido é pouco resistente e arromba-se com facilidade. Na segunda penetração, você não vai precisar nem dar a clássica cusparada, porque o bicho já está mais escancarado que a defesa do Botafogo e isso, convenhamos, tira a metade do prazer.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Curiboca&lt;/strong&gt; - Esse é uma iguaria fina. Suas proprietárias são caboquinhas interioranas de tez morena, lábios carnudos, olhos brilhantes, aparentemente ingênuas, mas que se transformam num verdadeiro furacão durante os embates de Eros. O curiboca é um cu valente, cu de luta, cu igual ao tucunaré, que não se entrega com facilidade. Afinal de contas, um cu de respeito tem de ter fibra, tem de dar trabalho, tem de resistir com bravura às investidas da pomba, se não perde toda a graça. O curiboca está nessa categoria. Ele é um campeão do Ultimate Fight Championship. Você pode lambuzar o pau de K-Y gel e atochar o lorto da garota com vaselina líquida, que só vai conseguir introduzir a cabecinha depois de quinze minutos de combate. E para cada dois novos centímetros de penetração, vai passar pela mesma agonia anterior. Quer dizer, você não come um curiboca com menos de três horas de luta. Mas vale cada gota de suor gasta no sacrifício.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cuviara&lt;/strong&gt; - Também conhecido como cu Lada, numa justa homenagem ao famoso automóvel russo que substituiu o fusquinha no coração dos brasileiros durante a era Collor. O cuviara, assim como o Lada, é aquele cu que sempre deixa você na mão. Ele se arromba logo na primeira estocada. Quer dizer, você está ali no bem bom, empurrando devagarinho, quando vupt!, entrou até os colhões. O pior é que além de perder as pregas no início da peleja, ele sangra com facilidade, a proprietária chora, xinga, pede pra tirar, diz que não está agüentando de dor, enfim, só dá aporrinhação. Melhor passar batido a experimentar.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cumeeira&lt;/strong&gt; - Trata-se daquele cu preto, arroxeado, quase cor de açaí, localizado no ponto extremo de dois montes Fuji de simetria perfeita. Para muitos especialistas, este é o melhor cu que existe e suas donas são quase sempre mulatas ou morenas cor de jambo. O cumeeira está sempre apertado, exige escarrada e, em muitos casos, o lubrificante K-Y gel misturado com Bardhall B-12. O mais interessante é que por maior e mais grossa que seja a vara do usuário, ele volta à condição original em menos de meia hora. Darwin morreu sem concluir que o cumeeira é o verdadeiro elo perdido da civilização.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Curuzu&lt;/strong&gt; - O Aurélio diz que curuzu é sinônimo de "bolo fecal", o que já deve deixar os paraenses injuriados com a história do Paissandu ser o "papão do Curuzu". De qualquer forma, o curuzu vive escondido em bundas extremamente roliças e bem fornidas, cuja dona é exibida e galinha, mas jura que nunca deu o brioco pra ninguém. Você vai ser sempre o primeiro. Também não custa lembrar que quanto maior a bunda pior o cu. Por que você acha que John Lennon pegou aquela cisma com Yoko Ono e mandou os outros três beatles pra puta que pariu? Porque japonesa não tem bunda, e a distância entre o cu e as nádegas é quase zero, o que significa aproveitamento total da vara. Já o bundão tipo curuzu consome 35% da vara só na entrada. Você enterra tudo até os ovos e a proprietária ainda humilha: "Mete tudo logo, meu bem, que não estou sentindo nada!".&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cutuba&lt;/strong&gt; - Do tupi &lt;em&gt;ku'tu bae&lt;/em&gt;, "o que fere" quebra-molas. Na verdade, ele proporciona três trancos no início da penetração. Seu design arrojado exige muita técnica do usuário pois cada tranco corresponde a um grito. A Organização Mundial de Saúde e a Sociedade Mundial dos Artistas Circenses recomendam travesseiro na boca da proprietária para que a vizinhança não chame a polícia. Mas, cuidado. Sem lubrificação adequada, o cutuba pode arrebentar o cabresto do usuário. Aí é só imaginar você chegando na emergência do hospital com o bráulio jorrando sangue feito chafariz, em meio a risinhos sarcásticos de enfermeiras e médicos plantonistas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cuiarana &lt;/strong&gt;- Instalado numa bunda semelhante a cuia de tacacá, o cuiarana só se entrega no escuro e por isso muita gente o chama de "montanha-russa espacial". Em geral as proprietárias são aquelas mulheres tímidas que gostam de dar no breu total, mandam apagar a luz e fechar a cortina, e o cidadão tem de comer esse cu em braile, enfiando um dedo aqui, outro ali, dando uma cusparada aqui, outro acolá. Recomenda-se uma rajada de Dermacyd na cabeça do pau porque ninguém sabe o que está por vir.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cuiara&lt;/strong&gt; - Outro tipo de cu esperto, velhaco, matreiro e mau-caráter. Com ele, todo cuidado é pouco. O cuiara também gosta de ser fodido no escuro mas por motivos hediondos: ele desvia o pau para a boceta e muitos sujeitos não percebem. Por isso, para evitar constrangimentos durante a relação, assim que suspeitar da presença de um cuiara você tem de ser mais velhaco ainda. Tão logo termine de penetrá-lo, enfie um dos dedos na boceta da proprietária. Se não encontrar nenhum corpo cavernoso no local, você estará, de fato, comendo o cuiara da cidadã.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Curumba&lt;/strong&gt; - Típico de mulher madura e bem resolvida, esse cu só dá de saia levantada, como se fosse a Marylin Monroe em cima de um bueiro. Jamais aceitam que a proprietária tire a roupa. O curumba gosta da tensão de alguém estar chegando, a proprietária olha tensa de um lado pro outro, e manda o sujeito ir rápido, como fazem os cardeais, padres, seminaristas e outros alces da nossa Igreja Católica quando dão a bunda para jardineiros, bombeiros hidráulicos e outros cabras safados. O curumba é um cu assustado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cutiliquê&lt;/strong&gt; - É um cu sem importância, de pouca monta, normalmente encontrado em mulheres que mal você botou o pau pra fora já estão pedindo pra serem enrabadas, sem cuspe nem vaselina. E quando você percebe, o lugar é mais folgado que cueca samba-canção. Seus movimentos, ao invés de serem pra frente e pra trás, tem de ser também pra cima e pra baixo, senão ela nem percebe o que está acontecendo. Ele é encontrado facilmente no mercado, pois a proprietária jamais goza. Por causa do seu peculiar tamanho GG, o cutiliquê precisa de um instrumento típico de jegue.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Custódia&lt;/strong&gt; - Também chamado de "buraco negro", ele é uma verdadeira surpresa. Quando você enfia a chapeleta, o custódia automaticamente se retrai, como se estivesse guardando uma duplicata, e suga o resto do pau pra dentro, com incrível facilidade. Você tem de fazer um puta esforço para se livrar da força de sucção do sacana e dar pelo menos umas três estocadas. Tem o efeito inverso do anterior, pois como o homem mal consegue se mover, a mulher sempre goza primeiro. Aí, no mínimo, ela vai passar o resto da transa pedindo pra você tirar o pau e discutirem melhor a relação. Mulher é igual homem: depois que goza, quer mais é que o parceiro se foda.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Curioso&lt;/strong&gt; - É um cu jovem, imaturo e inexperiente, que vai enfrentar a fúria dos deuses pela primeira vez. Ao ver o tamanho do pau e comparar com seu buraquinho virginal, o curioso se pergunta: "Será que vai caber?". Mas depois que ele relaxa, entra até os ovos. O único senão do curioso é que ele não gosta que o homem fique tirando e botando o pau, naquele frenético vaivém. Ele prefere ficar rebolando. Muitos homens não gostam disso, mas as mulheres admitem que é o melhor jeito para quem está iniciando. Devido sua falta de experiência, o sexo anal quando praticado com um curioso pode provocar algumas fissuras. Inclusive a fissura de dar o cu.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Culote&lt;/strong&gt; - Trata-se do tipo de cu encontrado em bundas tipo pera, que são bundas semelhantes àquela famosa calça militar usada na cavalaria (larga na parte superior e justa a partir do joelho). As donas de bundas tipo pera são em geral grandes potrancas e ótimas fodedoras. O problema é que, como a bunda cresce para os lados, o culote sofre um deslocamento vertical e acaba se localizando numa região de difícil acesso para ser comido por trás. Assim sendo, o culote é o único tipo de cu que só pode ser comido exclusivamente pela frente, na posição frango assado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Curado&lt;/strong&gt; - Também conhecido como "cu de mineira" ou "meia cura das Alterosas", é considerado o melhor cu do mundo, um cu tipo exportação. Ele é volumoso, mas não muito. Salgado, mas não muito. Apertado, mas não muito. Tem "flocos crocantes", mas não muito. E o melhor de tudo é que a proprietária trabalha em silêncio, agüenta a vara com estoicismo e resignação, sem dar um pio. Quem come um curado nunca mais fica curado da vontade de comer cu. Eu recomendo.&lt;br /&gt; &lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8639940-109847098648931209?l=amoal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847098648931209'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847098648931209'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amoal.blogspot.com/2004/10/passando-o-cerol-na-rabiola.html' title='Passando o cerol na rabiola'/><author><name>Simão Pessoa, 1º Sacerdote da AMOAL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05933186576875034341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8639940.post-109847013775464139</id><published>2004-10-11T14:35:00.000-04:00</published><updated>2004-11-01T23:22:10.300-04:00</updated><title type='text'>O segundo umbral e a verdadeira iniciação</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/640/kslk1.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/400/kslk1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Desde os bons tempos do Império Romano, todo mundo adora participar de um ritual da fertilidade, também chamado de bacanal ou suruba. Se não adora, pelo menos, tem a fantasia recorrente de participar de uma. E em termos de surubas e orgias, há as conformistas e as rebeldes. Disso se depreende graus variáveis de devassidão. Uma escala de explosões histéricas e catárticas, que são respostas a acúmulos de abstinência ou repressão (sexual sobretudo). Mas há outros ingredientes também. Exibicionismo, crueldade, sadismo e festins da imaginação, para citar alguns.&lt;br /&gt;O escritor Burgo Partridge teve muito pouco tempo para armazenar tantas informações sobre orgias e produzir seu único livro, uma história cronologicamente linear de farras sexuais. Desde as que foram pouco mais que excessos em libações até as exponencialmente dissolutas. Viveu só 28 anos. Um ataque cardíaco cortou-lhe abruptamente a vida em 1963. Nada que encontre qualquer explicação genética. Sua mãe, Frances Partridge, morreu em fevereiro de 2004 com 103 anos.&lt;br /&gt;Frances foi mulher de Ralph que antes se casou com a pintora Dora Carrington, que amava o escritor Lytton Strachey, que por sua vez era homossexual e amava Ralph. Lytton morreu em 1932. Meses depois Dora Carrington matou-se. Ralph casou-se com Frances Marshall. Todos faziam parte do chamado grupo de Bloomsbury, reunião de escritores, artistas e intelectuais que tinha como estrelas Virginia Woolf, E. M. Forster e John Maynard Keynes.&lt;br /&gt;De berço Burgo trouxe a curiosidade intelectual. O posfácio do seu livro &lt;em&gt;Uma História das Orgias&lt;/em&gt; (tradução de Manoel Paulo Ferreira, Editora Planeta), assinado por Henrietta Garnett, que foi mulher dele e com quem teve uma filha, Sophie Vanessa, esclarece que ele estudou em Oxford, adorava viajar e tinha interesse por temas variadíssimos. Inclusive orgias.&lt;br /&gt;Burgo começa pela Grécia. As festas para Afrodite eram uma loucura. Dionísio virou sinônimo de dissipação. Os gregos dão solenidade a androginia e a celebram. Demétrio de Falero, governador de Atenas, tinha "orgias com mulheres e amores noturnos com rapazes". Tingia o cabelo com "um tom duvidoso de loiro e usava maquilagem". Mas os gregos entendiam que "o prazer sexual sem limites não levaria a satisfação de ninguém".&lt;br /&gt;Os romanos mudam o padrão das orgias. Introduzem perversões, crueldades mas também a elaborada e alegórica coreografia das bacanais. Vênus era ao mesmo tempo guardiã dos casamentos respeitáveis e padroeira das meretrizes. Roma conheceu o sadismo séculos antes do Marquês de Sade. Augusto tinha uma predileção obsessiva por virgens. Tibério era sádico e sexualmente depravado.&lt;br /&gt;Insuperável foi Calígula que inspirou a façanha de Bob Guccione, dono da revista Penthouse, que conseguiu produzir um filme pornô inspirado no imperador interpretado por atores consagrados como o vetusto John Gielgud e Peter OToole. Ainda muito novo, Calígula estuprou a própria irmã, Drusila. Burgo suspeita que as orgias romanas alcançaram tal grau de degeneração que escapava "um suspeito odor de desejo de morte". Ah, sim. Ainda houve Príapo cujo "falo estupendo" batizou o priapismo, apoteoses de ereção.&lt;br /&gt;O livro salta de Roma para a Idade Média quando depravação invade mosteiros e conventos. Henrique III, bispo de Liège, teve 65 filhos ilegítimos. John Burchard, mestre-de-cerimônias pontificiais escreve numa carta sobre "estupros, atos incestuosos cometidos no Palácio de São Pedro, coisas infames infligidas a adolescentes e a meninas".&lt;br /&gt;Daí em diante o que o livro de Burgo Partridge tem de melhor são perfis de devassos que acendem as contradições entre o puritanismo e o pesado decoro da era vitoriana e o surgimento de bordéis de flagelação, tráfico de virgens e adolescentes e o crescimento geométrico da prostituição.&lt;br /&gt;Sir Charles Sedley é um desses personagens. Depois de um jantar em julho de 1663 ele despiu-se e "assumiu todas as posturas da lascívia e da sodomia que se possa imaginar". Insultou as Escrituras, bradou uma convocação de genitálias femininas, "lavou o pinto no vinho" e depois bebeu à saúde do rei.&lt;br /&gt;Entram em cena dois personagens fundamentais para uma histórias de orgias que se preza: Giacomo Girolano Casanova Seigalt e o Marquês de Sade. Casanova era exibicionista. "Não era agradável nem normal", conclui Partridge depois de relatar a cópula entre Casanova e uma corcunda (enfrentando dificuldades que ele pormenoriza com a habitual atenção médico-anatômica). Sobre Sade não há nada que já não se saiba de outras histórias do homem tantas vezes punido por "práticas devassas inqualificáveis".&lt;br /&gt;Toda a esmagadora condenação da luxúria como pecado foi inútil para deter as orgias. Já no século 18 surgem as críticas à hipocrisia. Geoffrey Gorer, biógrafo de Sade, bate-se contra a obscenidade da caça e contra a gula pornográfica. Matar raposas e comer queijos em putrefação são atos vistos com condescendência. Já o sexo... Partridge desmonta com facilidade o sofisma da argumentação.&lt;br /&gt;Na claustrofobia espiritual da era vitoriana vicejou a prostituição. Os números eram alarmantes mas com certeza exagerados. Na Londres de 1857 com seus 2,2 milhões de habitantes existiriam 80.000 prostitutas. Em 1951, menos de 100 anos depois elas seriam 10.000 numa Londres muito mais populosa. Os números não batem. Se é plausível que cada prostituta atenda 15 clientes por semana a freguesia teria de ser maior do que toda a população masculina da cidade, incluindo bebês de colo.&lt;br /&gt;Legenda dessa era foi Elizabeth Crouch, nascida em Devonshire, que como prostituta com o nome de Cora Pearl fez carreira na França. Cora "tinha enorme talento para excentricidades voluptuosas". Mas não era bonita, nem agradável e tinha um sotaque fanhoso e com ele despejava palavrões aos borbotões.&lt;br /&gt;O capítulo do século 20 é pequeno. Fala sem grandes detalhes de um rocambolesco personagem: Grigori Iefimovitch "Rasputin", nascido em 1871 na Sibéria, mas que entra em cena na vida pública em 1904. Rasputny em russo significa "devasso". Mas o que é marcante em Rasputin é sua quase pitoresca megalomania. Adestrava meninas para o sexo e dizia que isso não era pecado. "Não, minha criança, não é pecado: nossa carne vem de Deus e podemos empregá-la livremente".&lt;br /&gt;No turbilhão de orgias relatado por Partridge sobra a impressão de que nesse campo não se fez nada de novo de sua morte para cá. A pornografia escancarada nas bancas de jornais, ou nas videolocadoras, e onipresente na Internet, banaliza o prazer às custas de altas doses de servidão feminina e grossura masculina. Às torpezas, acrescentaram-se novas.&lt;br /&gt;Burgo Partiridge conta sua história sem declarada simpatia pela causa das orgias. Ao contrário. Aqui e ali reprova excessos, aponta a exuberante esterilidade de certos vícios. Mas ele é inteligente o bastante para não se enroscar em preconceitos. O Woody Alllen que é eterno personagem de Woody Allen diz que sexo a dois é muito bom, mas a cinco é fantástico. E num de seus filmes se pergunta: "Sexo é sujo?". E ele mesmo responde: "Só quando se faz direito".&lt;br /&gt;Para facilitar a sua vida na travessia do segundo umbral, gafanhoto, os grandes mestres prepararam um guia prático que o transformará num verdadeiro mestre em rituais, orgias, surubas e bacanais. Seguindo os nossos sábios conselhos, você conseguirá transformar uma frívola reunião social numa quentíssima muvuca onde ninguém é de ninguém. Depois de realizada a façanha, seja bem-vindo à AMOAL. Só assim você estará definitivamente referendado como autêntico membro do clã.&lt;br /&gt;Vamos começar pelo começo. Você resolveu patrocinar uma suruba e se iniciar no grande clã da Sabedoria Devassa? Ótimo. Depois de definir o local e o clima - não esquente, nós vamos ajudar -, você só precisa contratar uma garota e um garoto de programa. Pra quê? Bom, eles dois se infiltrarão na festa como um casal comum e, a um sinal seu, serão os primeiros a tirar a roupa e cair na gandaia.&lt;br /&gt;Como é muito difícil manter a organização numa suruba - se fosse organizada, não seria suruba -, o casal de programa funciona como o "gatilho" da orgia. Quando você sentir que há clima, dispare. A partir daí, é só relaxar e gozar. Mas, se tudo der errado, não se desespere. No final do capítulo damos algumas dicas sobre o que você deve fazer se a suruba desandar. Evoé, Baco!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Preparando o ritual de iniciação&lt;/strong&gt; - Quem nunca deu uma suruba em casa é porque não quer que os convidados sujem e quebrem tudo, ou, então, tem medo de pagar um mico e cair em desgraça diante dos outros machos do pedaço. De fato, não há nada pior do que uma suruba meia-boca, desanimada, que acaba cedo e não é comentada no dia seguinte. Dá o mesmo trabalho para organizar que um bacanal do arromba (ops!) e, na noite em que acontece, acaba sendo um embaraço só. Nós vamos dar a receita para uma orgia de sucesso. Advertimos: não é coisa simples. Entretanto, a satisfação de ver sua casa cheia de gente bonita, dançando, flertando, trepando e dando risada compensa todo o trabalho preparatório.&lt;br /&gt;Antes de mais nada, é preciso definir o que queremos dizer com a palavra suruba. Claro que não é aquilo que se convencionou chamar de reunião social. Uma reunião na casa de fulano significa que as pessoas irão se encontrar, mas a música não passará de determinado volume, as luzes estarão bem acesas e às 2 da manhã o último convidado já terá se retirado. Há reuniões com comida e sem comida, mas todas elas terminam cedo e são bem-comportadas. Quem vai a uma suruba está pensando em comer, mas suruba não é jantar. Há jantares de todos os tamanhos e estilos - até jantares dançantes -, mas eles não são o que chamamos de suruba.&lt;br /&gt;Para um militante da AMOAL, suruba é um encontro que começa às oito da noite, mas só acaba depois das 11 da manhã do dia seguinte, acontece na penumbra e ninguém é de ninguém. Há de ter gente dançando com um som legal, gente beijando, gente bebendo, gente conversando e gente trepando animadamente. Exige discrição dos presentes e uma fauna bem diversificada. Gente bonita e glamurosa, na proporção de duas fêmeas para cada macho (os esquisitões presentes não contam). Cinco fatores determinarão seu sucesso. São eles, em ordem de importância: convidados, local, bebidas, comida, som e vídeo. Cada tópico será detalhado a seguir. &lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8639940-109847013775464139?l=amoal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847013775464139'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109847013775464139'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amoal.blogspot.com/2004/10/o-segundo-umbral-e-verdadeira-iniciao.html' title='O segundo umbral e a verdadeira iniciação'/><author><name>Simão Pessoa, 1º Sacerdote da AMOAL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05933186576875034341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8639940.post-109846989244070165</id><published>2004-10-11T14:31:00.000-04:00</published><updated>2004-11-01T23:21:22.160-04:00</updated><title type='text'>O feng shui da orgia</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/640/ksh020.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/400/ksh020.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Selecionando a audiência&lt;/strong&gt; - A coisa mais importante para uma suruba fazer sucesso é garantir mais mulheres do que homens. Não só isso, mas boa parte dessas mulheres terá de ser bonita. Conseguindo isso, sua orgia certamente será um sucesso, porque o mulherio atrai convidados e esquenta o ambiente. Acontece de muitas pessoas ligarem para o celular de quem já está na área para perguntar se tem mulher bonita. Se a resposta for afirmativa, a suruba tornou-se obrigatória. Se não, procuram outra melhor. Para quem tem dezenas de belas amigas, conseguir reuni-las não será muito difícil. Mas, se mulher bonita só entra na sua casa na foto de capa do CD da Jennifer Lopez, você terá trabalho dobrado para arregimentar as vacas. Aí, não tem jeito: só resta apelar para aquele seu amigo viado que agenda meninas de programa e ponto final. Outra coisa importante: misture tipos diferentes. Chame alguns clubbers, alguns caras esquisitões, alguns publicitários, alguns playboys, alguns artistas e alguns certinhos - executivos, advogados, juízes, o que for. A variedade é o molho da suruba.&lt;br /&gt;Evite convidar pessoas anti-sociais. Não há nada mais deprimente numa suruba do que um cara se masturbando sozinho no canto da sala. Os tipos seguintes, pelas razões expostas, não devem nem saber que você vai promover uma suruba: amigos jornalistas. Eles vão espalhar o nome de todos os presentes e ainda inventar mentiras ("O Fábio? Deu pra todo mundo!"). Amigos que ficam sentimentais depois que bebem ("Pô, shó eu que não thô comendo ninguém... Vochês shão todos uns canalhash!"). Caras que tocam violão e que insistem em usar o instrumento em público ("Atenção, please! Atenção, please! Parem de gemer que agora eu vou cantar Leãozinho..."). O pessoal de Recursos Humanos da sua empresa (a não ser que você queira ser demitido por justa causa). Qualquer um que seja de Ribeirão Preto (eles não sabem fazer suruba sigilosa. Filmam tudo, colocam na Internet e depois dá o maior rolo). Mulheres feias (Raimundas têm o seu valor, mas catifundas, tribufus e mocréias não têm valor algum).&lt;br /&gt;Como você já deve saber, suruba precisa de espaço bem transado pra rolar legal. Nada pior do que festa desorganizada, sem lugar pra sentar, deitar ou ficar de quatro. Como bom anfitrião, é sua obrigação deixar seus convidados bem ajeitados - para que você também fique. Por isso, esqueça mesas dobráveis, de pés finos e tampos de vidro. Elas poderão causar prejuízos materiais e, principalmente, decapitar ou capar alguém. Prefira móveis sólidos como os de madeira. Espalhe grandes pufes pela sala: eles facilitam o encaixe das pessoas e podem ser movidos de lugar se o ambiente ficar congestionado.&lt;br /&gt;Almofadas fofas são indispensáveis: são ótimas embaixo do joelho, para apoiar as costas e sabe-se lá pra que mais. Sofás com encosto, só perto da parede, senão a visão da festa fica comprometida. Espelhos, muitos espelhos! Por todos os cantos. Até no teto. Tapetes felpudos são interessantes. Mas nunca em cores claras! Ninguém vai querer continuar se atracando em cima de manchas imensas de... bem, do que quer que seja. Cadeiras são proibidas! Tendem a quebrar e fazer a galera tropeçar. Evite tudo o que possa causar micos ou acidentes de percurso.&lt;br /&gt;Se a suruba for rolar ao ar livre, compre tapetes antiderrapantes. Além de impedir que a galera escorregue como manteiga em frigideira quente, também evita joelhos ralados. Mantenha várias toalhas, rolos de papel higiênico e absorventes íntimos em lugares discretos e estratégicos. Nunca se sabe o que pode acontecer. Cuidado! Se os casais começarem a se atracar em volta da piscina, é bom que ela tenha camas infláveis: um cadáver boiando vai, definitivamente, cortar o tesão. A menos que tenha um necrófilo naquele trenzinho bem animado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O bar do bacanal&lt;/strong&gt; - Bebida não pode faltar nunca, em hipótese alguma. Precisa ser variada, &lt;em&gt;pero no mucho&lt;/em&gt;. Não se preocupe em arrumar suco de pêssego para os bellinis nem morangos para aquele seu amigo mala-sem-alça que, quando sai, só toma daiquiris. O essencial é ter muito gelo, vodka, uísque importado, água tônica, club soda, cerveja, água, limão e açúcar para fazer caipirinha e coca-cola (light inclusive). Se tiver &lt;em&gt;energy drink&lt;/em&gt; para misturar com a vodka, melhor. Se tiver vinho branco para as vadias, ainda melhor. O resto, se vier, é lucro.&lt;br /&gt;Saiba calcular a quantidade, para não comprar a mais. Se você convidar 50 pessoas, irão à suruba entre 20 e 30. Então compre o suficiente para 30 convidados, que é o número máximo que pode aparecer. Mande com o convite (mesmo que seja um bilhetinho transmitido por e-mail) uma observação no final pedindo aos machos que levem alguma bebida. O inconveniente desse método é não poder prever o que eles irão levar.&lt;br /&gt;Se o tempo permitir, divida as tarefas, como no "amigo secreto" da escola. Peça a seus amigos mais íntimos que levem, por exemplo, duas garrafas de uísque cada um. Calcule que um ou outro chegará à suruba de mãos abanando e dirá que esqueceu. Aos menos chegados peça colaborações mais modestas, como um saco de gelo ou uma caixa de cervejas em lata. Tenha um estoque de emergência para o caso de todos os seus amigos aparecerem de mãos abanando, com pelo menos meia dúzia de garrafas de uísque - a cerveja dá para comprar na loja de conveniência da esquina.&lt;br /&gt;Qualquer barman vai querer tirar uma lasquinha das suas convidadas. Não contrate nenhum. Deixe os ingredientes sobre uma mesa bem forte. A gente garante que vai ser um dos locais mais procurados da festa. Champanhe ou espumantes são fundamentais. Mostram que você é um cara sensível, sofisticado e que, imagina!, jamais pensaria que só por causa desse aperitivo sensual as mocinhas iriam liberar a franga. Destilados são mais velozes na hora de destravar os tímidos. E é bom porque não incha a barriga e você não corre o risco de um &lt;em&gt;golden shower&lt;/em&gt; ("cascata de mijo", na linguagem dos monoglotas) durante um &lt;em&gt;cunnilingus&lt;/em&gt; caprichado.&lt;br /&gt;Vinho é imprescindível para embriagar a mulherada. O único problema é quando levanta o astral, mas não o resto. Se isso rolar com você (você toma vinho? Hummm...), comece uma dissertação sobre o radical de bacanal e ganhe tempo para o amigão se reanimar. Arma latina: rum e coca-cola. Invente qualquer história sobre o nome da mistura (cuba libre, não esqueça) e diga: "Ah, isso me faz lembrar uma piada sobre um foguete cubano, mas deixa pra lá!". Se ela rir com Cuba lançando foguetes, você está feito. Gelo é indispensável: dá pra brincar de tobogã no corpo delas, serve para curar assaduras do "amigão" e pra atirar na cabeça de quem disser "aí não, meu, mais respeito!".&lt;br /&gt;Ahã, você acha que não vai precisar beber nada durante o festerê? Espere um esquisitão chegar encostando em você. A melhor saída é dizer: "Escuta aqui, porra, eu vou ali buscar uma biritinha e não quero mais ver você pegando no meu pé, entendeu?" (A palavra "pé" tem várias aplicações). Para desopilar o figueiredo, energéticos são sempre bem-vindos. O perigo é tudo recomeçar rapidamente. Haja fôlego. Água (inclusive com gás) é a salvação da lavoura. Água tônica também: nunca se sabe quando o estômago vai embrulhar. Engov e afins são itens básicos.&lt;br /&gt;Mas tem algumas bebidas que você não deve servir nem que lhe arranquem as unhas a marteladas. Por exemplo, Keep Cooler. O nome já diz tudo. Gim, porque deixa o cara de porre na segunda dose. Se um bimbo a dois já é difícil, imagine a três, a quatro, a cinco, com a cabeça cheia de gim. Só pode dar em merda. Licores. Coisinha doce pode ser um elogio carinhoso para a perseguida da sua guria, mas, quando se trata de licores, é isso mesmo o que quer dizer "Êta coisinha doce...". Dá ânsia de vômito. Campari, Cinzano, Martini. Credo. Leia o que foi dito pra licores. Batida de coco, nem fodendo. Se a garrafa cair, vai parecer que esporraram no mundo. Metade das mulheres vai sair correndo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A comida do festim&lt;/strong&gt; - É bom partir do princípio de que os convidados comem o que lhes é oferecido. Se você comprar 10 sanduíches de metro, os 10 serão devorados. Se comprar 20, os 20 irão embora. Compre apenas o suficiente para que ninguém passe fome. Isso significa uns 350 gramas de quitutes por convidados, no máximo. Vá juntando os gramas relativos a cada aperitivo e faça o cálculo. E nem pense em servir jantar: dá um baita trabalho, custa caríssimo e acaba engessando a suruba, porque nenhuma mulher vai ter pique de encarar um "frango assado" depois de traçar um pratarraz de paella valenciana.&lt;br /&gt;Numa suruba, o mais importante é que todo mundo coma bem. Por isso, a comida deve ser leve. Ninguém vai transar depois de comer feijoada ou maniçoba. Logo, trate de providenciar só comidinhas leves para a galera segurar a onda quando o rock rolar. Melhor é providenciar quitutes que se possam comer com as mãos sem fazer sujeira, como canapês, bolinhos, sushis, salgadinhos, etc. Sanduíches de metro, apesar de ficarem bonitos na mesa, fazem a maior sujeira, porque deixam vazar molhos e mostarda. Se fizer questão, escolha recheios que fiquem firmes dentro do pão, como queijo e presunto, em vez de ingredientes escorregadios, tipo salmão ou requeijão.&lt;br /&gt;Se estiver em dúvida, procure um bom bufê e peça sugestões de aperitivos. Não estranhe se lhe sugerirem morangos com pimenta, abóbora confeitada ou barcos de endívia com ovas de peixe. Recuse isso tudo. Vá de aperitivos com mais chance de agradar a todos, como canapés de salmão com cream cheese, bolinhos de bacalhau, torradinhas, queijos (nada de gorgonzola, por favor!) e sanduíches de bisnaguinha, manteiga salgada, alface e peru. A combinação pode soar estranho, mas faz um sucesso danado. Outra coisa: calda de sorvetes de todos os sabores, mel e marshmallow têm grande utilidade. Sendo que aquele tubinho da calda ainda pode servir para mais coisas depois... Mas cuidado: é perigoso se cair em mãos inimigas. Frutas leves e sugestivas, tipo uva-itália, maçã, pêssego e banana são bem-vindas. A banana também pode servir para um monte de outras coisas.&lt;br /&gt;Nem pense em servir nozes. Com elas vem o quebrador de nozes, e tudo o que possa servir de arma letal no meio da suruba deve ser evitado. Evite também qualquer coisa com formato fálico, pela mesma razão. Frituras também, nem pensar. Pode causar efeitos terríveis. Outro alimento vetado deve ser ovos de codorna e amendoim. Vai escancarar suas intenções e a festa vai ficar parecendo inferninho da &lt;em&gt;red zone&lt;/em&gt;. Se a sua suruba for um sucesso, quando amanhecer o dia todo mundo já vai ter comido (ops!) bastante. Guarde na geladeira, para o &lt;em&gt;afterhours&lt;/em&gt;, coisas revigorantes e práticas, tipo sorvetes, refrigerantes e muita água. Se tiver sopa de mocotó, melhor ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8639940-109846989244070165?l=amoal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109846989244070165'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109846989244070165'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amoal.blogspot.com/2004/10/o-feng-shui-da-orgia.html' title='O feng shui da orgia'/><author><name>Simão Pessoa, 1º Sacerdote da AMOAL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05933186576875034341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8639940.post-109846974468402835</id><published>2004-10-11T14:29:00.000-04:00</published><updated>2004-11-01T23:20:34.700-04:00</updated><title type='text'>O som da esbórnia</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/640/ksld068.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/400/ksld068.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Você adora Cat Stevens cantando "With A Little Help From My Friends"? Bárbaro. Coloque o disco para tocar quando entrar no chuveiro de manhã. Na suruba, nunca - a não ser que queira pôr todo mundo para dormir. O maior erro cometido por surubeiros amadores é teimar em tocar seu som predileto. O importante é embalar quem está na pista de dança, tocar músicas de que a maioria das pessoas goste. E esse som que bota o pessoal para dançar muitas vezes não é o mesmo som que você ouve quando está sozinho em casa. A mistura infalível é pop e house - que é a vertente da música eletrônica que mais se assemelha ao pop. Não adianta torcer o nariz. A palavra pop vem de popular - aquilo que agrada ao povo. Quase todo mundo gosta de dançar ao som de Madonna, Prince e Michael Jackson. Fazer o quê? Inventar a roda?&lt;br /&gt;Antes de todo mundo querer dar pra todo mundo (esperamos que você não se inclua nessa categoria), a sua festa animada é só uma festa animada e, para virar uma esbórnia, ela tem um longo caminho, que passa, essencialmente, por gente animada e hormônios à flor da pele. Portanto, fuja de qualquer coisa que possa ser identificada como música popular brasileira. Já imaginou o que pode acontecer com o tesão coletivo quando o Cazuza mandar um "minha piscina está cheia de ratos/ suas idéias não correspondem aos fatos/ o tempo não pára"? Ou o Renato Russo atacar de "todos os dias que acordo/ não tenho mais o tempo que passou". Todo mundo vai cantar junto, mas ninguém vai querer trepar.&lt;br /&gt;Outra coisa. Não há tesão que resista a sertanejos, pagodeiros, freqüentadores do "Domingo Legal", "Faustão" e afins. Esqueça seus discos de rock pesado, tipo Led Zeppelin e Black Sabath, ou de rock inglês dos anos 80 (Smiths, Cure, Joy Division). Deprimido que é deprimido não come ninguém. Também não emende um Abba (você tem disco do Abba? Hum...), um Village People (hum...), um Elton John (hum...) numa Gloria Gaynor (hum...) que, além de ser chato, vai pega mal pra caralho para a sua cinzelada reputação.&lt;br /&gt;Comece a festa com velhos sucessos de Diana Ross ou Donna Summer, para esquentar o clima. Quando todo mundo já estiver embalado, é hora de passar para a música eletrônica com vocais, chamada house. Mas o som pra liberar geral é muita black music, sensual e sacolejante: Marvin Gaye, Aretha Franklin, Isley Brothers, Sly and the Family Stone, George Clinton e coisas do gênero. Dá vontade de dançar, rebolar, ficar de quatro, enfim... Se tiver muita riponguinha, encaixe (ops!) um Jorge Benjor na lista. Ou o eterno síndico e docemente cínico Tim Maia.&lt;br /&gt;Esteja atento para que nunca role um silêncio total (pense nos seus amigos que gostam de gritar "Me chama de Shirley!" na hora agá. Eles podem se sentir acuados), mas também nenhum som que atrapalhe os gemidos. Não deixe a música parar para evitar comentários constrangedores ("Não sabia que você tinha uma língua tão macia!"). Se tiver todo mundo na suruba propriamente dita, dê preferência a um eletrônico calminho (Morcheba antigo, Groove Armada, Massive Attack, Lighthouse Family). Mas se você não quer perder o melhor da festa, quem vai ficar comandando as pick-ups?&lt;br /&gt;Nem pense em contratar um DJ profissional. Além de cobrarem uma fortuna e só aceitarem tocar em equipamentos de som profissionais, os sacanas ainda acabam comendo as mulheres mais bonitas da suruba. Taí o meu sobrinho Pablo Casado, DJ de psy-trance, que não me deixa mentir. O negócio é apelar pros mais chegados. Sabe aquele seu amigão do peito, que nunca falta nas horas difíceis? Peça a ele que fique operando o som a noite toda. Faça uma seleção cuidadosa dos CDs e das músicas que ele deverá tocar. Anote tudo num caderno e entregue ao voluntário. Avise que se ele quiser inventar alguma merda, tentando fugir do script que tem em mãos, você vai estripá-lo pessoalmente.&lt;br /&gt;Como você não quer perder tempo pesquisando sites na Internet, eis aqui uma seleção que vai deixar a mulherada com a periquita molhadinha: "Love To Love Baby", da Donna Summer, "Get It On", do T. Rex, "Sexual Healing", do Marvin Gaye, "I Want Your Sex", do George Michael (você tem disco do George Michael? Hum...), "Sex Machine", do James Brown, "I Just Want To Make Love To You", dos Rolling Stones, "Music Sounds Better With You", do Stardust, "Je T'Aime... Moi Non Plus", de Serge Gainsbourg e Jane Birkin, "Stand", do Seal, e "You're The First The Last My Everything", do Barry White.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A etiqueta da suruba&lt;/strong&gt; - O pessoal já dançou, já se esfregou, já se beijou, já se "amassou", mas até agora ninguém ainda chegou aos finalmentes. Bom, que horas são? 10 horas da noite? Ainda é cedo. A suruba mal está começando. De qualquer forma, não há combustível maior para ligar a moçada que uma sessãozinha de filme de sacanagem. Mas comece leve. Se você chamar o pessoal pro sofá e colocar no Home Theather, por exemplo, Rocco Arromba Todas, poderá ser confundido com um tarado. Além disso, o pau descomunal do cara numa tela de 76 polegadas vai deixar todo macho presente com vergonha do próprio pinto.&lt;br /&gt;A idéia é não soar vulgar, mas também não parecer boiola: algo na linha de 9 e ½ Semanas de Amor parece legal, para começar. Se não souber o que pode esquentar sua platéia, tente títulos com a palavra "selvagem". Tem vários: Orquídea Selvagem, Instinto Selvagem... Qualquer um, menos documentário animal ou filme do Steve Seagal. Pensando bem, documentário animal pode ser uma boa.&lt;br /&gt;Você também pode experimentar alguns filmes cult de sacanagem (que só viraram cult porque neguinho tarado tinha receio de levar a namorada para vem o Ron Jeremy em ação e ia assistir sozinho) ou exibir logo filmes com &lt;em&gt;ménage-à-trois, à quatre, à cinq&lt;/em&gt;, do tipo Três Formas de Amar, Férias de Verão, Calígula. E, se quiser mesmo arrasar, vá antes às locadoras e alugue todos os títulos pornôs nos quais constar a expressão "gang bang". Garanto que você não vai se arrepender.&lt;br /&gt;Esqueça totalmente bestialidades (sexo com enguias, por exemplo). Pode causar gritinhos agudos e horrorizados nos mais sensíveis. Qualquer título que dê vontade de rir, também deve ser vetado. Isso inclui aquele vídeo que os amigos fizeram quando você transava com a colega de faculdade no vestiário feminino.&lt;br /&gt;Um dos grandes equívocos dos surubeiros é chegar na festa pelados. Peça ao pessoal para chegar vestido, antes que a vizinhança telefone pra polícia. Uma suruba deve começar naturalmente. Não deixe ninguém entrar com máquinas fotográficas ou filmadoras. Suruba não deve ser registrada: lembre-se daquela moçada de Ribeirão Preto.&lt;br /&gt;Como acidentes acontecem, convide sempre um amigo médico - mas atenção para a área de atuação dele. Clínica geral, tudo bem. Ginecologia, não. Se você convidar aquele seu amigo esquisitão, peça a ele para levar um acompanhante. Dois esquisitões numa suruba é perfeitamente normal, mas um esquisitão à solta é um perigo constante. Se você perceber esquisitões penetras na festa, não faça cena. Afaste-os delicadamente das pessoas, digamos, normais. Leve os caras para o quarto e mostre sua coleção de CDs da Barbra Streisand (você tem coleção de CDs da Barbra Streisand? Hum...). Tranque os caras lá dentro e jogue a chave fora.&lt;br /&gt;Não seja o primeiro nem o último a tirar a roupa. Comece pelos sapatos e evite tropeçar nas calças para não cair de boca (você gosta de cair de boca? Hum...). Depois que ficar pelado, esconda as roupas e a vergonha no armário. Vomitar na parceira não chega a ser um must, mas é perfeitamente normal numa suruba. A flatulência, por (ou pelo) outro lado, precisa e deve ser evitada. Transar no banheiro, longe do olhar dos companheiros, é falta de etiqueta. Se, durante o evento, um sujeito esquisitão chegar por trás e tentar se encaixar em você, não perca a compostura. Explique, delicadamente, que você não é cantor tropicalista e que, portanto, ele que vá se encostar na casa do caralho!&lt;br /&gt;Broxar é sempre broxante, principalmente em público. Evite cenas dramáticas e seja polido. Diga que vai soltar um barro e caia fora. Numa suruba, é perfeitamente educado introduzir-se em rodas já formadas. No entanto, se o dono da roda reclamar, não insista. Abrir novos horizontes sexuais é perfeitamente comum no ambiente descontraído e orgiástico da suruba. Lembre, porém, que bunda e conselho só se dá a quem pede.&lt;br /&gt;Evite comentários sobre as práticas ocorridas durante a suruba. "Nossa, mas essa sua boca é uma ventosa!" ou "Caralho! Se eu soubesse que teu cu era tão frouxo tinha continuado na xana!" não são frases absolutamente adequadas. Principalmente na frente dos outros. Ajude, com bom humor, seus companheiros a recuperar as roupas espalhadas pelo chão: organize um concurso para ver quem encontra mais calcinhas. Seja ético. Roubar calcinhas, tudo bem. Roubar carteiras, não. Suruba não funciona com hora marcada. Por isso, é possível que alguns grupos ainda estejam engatados enquanto você procura cigarros no chão. Seja educado e não pise em ninguém.&lt;br /&gt;Evite comentários sobre o órgão sexual dos seus amigos. Se disser: "Nossa, que coisa enooorme", vão achar que você é esquisitão. Se disser: "Nossa, que ridículo!", vão achar que você é pretensioso. Também não é de bom-tom discutir o relacionamento de casais envolvidos na suruba. Comentários do tipo: "Pô, sua mulher é a maior vadia!" nunca são bem-aceitos, não se sabe bem por quê.&lt;br /&gt;Se mesmo com todo o seu esforço, sua suruba não passar de uma festinha de colegial, não entre em pânico. Não mude de país. Não se ache um merda. Tudo neste mundo tem solução. Aqui vão algumas ótimas e práticas desculpas para um eventual insucesso:&lt;br /&gt;Se os únicos a transarem forem o casal de garotos de programa que você contratou, passe um sermão na garota (na frente de todos). Algo do tipo: "Você pensa que está aonde, sua vadia filha da puta? Isto é uma festa de família!". Em seguida, pegue-a pelo braço, puxe-a pra cozinha e a tranque lá dentro. Depois que todos se retirarem, peça o acerto de contas pelo serviço pago. A suruba não rolou, mas pelo menos você não vai acabar a festa sem comer alguém. Você ainda pode aproveitar pra sacanear algum amigo que tenha pisado na (sua) bola. É só mudar o discurso anterior para: "Eu sabia que convidar a namorada do Zezão ia dar nisso. Que vagabunda! É só ele virar as costas que ela dá as costas pro primeiro que aparece!".&lt;br /&gt;Caso você queira se vingar pela decepção do fracasso de sua suruba, mande um e-mail "por engano" para sua lista completa de e-mails com a seguinte mensagem: "Cara, você nem imagina! Sabe aquela festa ontem na minha casa? Pois é, bicho, virou o maior bacanal: a Patrícia, a Paula, a Carlinha, o Pedro, o Zezão (eu nem te falo quem engatou nele!), a Sheila, a Amelinha, todo mundo rodou na pica... Quem não comeu, deu".&lt;br /&gt;Você será eternamente odiado. Mas nunca se divertirá tanto. É assim que surgem as lenda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8639940-109846974468402835?l=amoal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109846974468402835'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109846974468402835'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amoal.blogspot.com/2004/10/o-som-da-esbrnia.html' title='O som da esbórnia'/><author><name>Simão Pessoa, 1º Sacerdote da AMOAL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05933186576875034341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8639940.post-109846955867631146</id><published>2004-10-10T14:25:00.000-04:00</published><updated>2004-11-01T23:19:09.273-04:00</updated><title type='text'>A armadilha do casamento</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/640/kslk3.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/400/kslk3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Assediada pelo conquistador, a mulher sente uma vertigem comparável à dos habitantes de uma cidade cercada pelo inimigo. Porém o seu triunfo é a queda. A sua glória, a rendição. A mulher julga discernir nas flores uma mensagem agressiva. A mulher acredita no poder das palavras. Conclusão: o conquistador bombardeará sua vítima, ou futuro troféu, com tonelada de rosas e uma infinidade de ultimatos.&lt;br /&gt;O telefone celular é uma arma branca tremendamente eficaz. Principalmente quando usado na calada da noite, dando a entender que o guerreiro não repousará a não ser nos braços da cidadela.&lt;br /&gt;Um defeito físico, verdadeiro ou falso, é meio caminho andado. Uma incapacidade de vencer na vida - não importa igualmente se real ou simulada - vale por uma flecha lançada em pleno coração almejado.&lt;br /&gt;As cartas (ou e-mails) de amor obedecerão a um sistema de degraus, contendo ciladas gradualmente reveladas. A primeira mensagem é formal, com pequenos deslizes de sinceridade. A segunda repete em quase tudo a primeira. A terceira é uma confissão beneficiada pela camuflagem da dúvida: "Creio que estou começando a gostar de você". Citações de poetas ilustres, no lugar daquilo que ele próprio gostaria de dizer, são interpretadas como delicadezas desnecessárias (e por isso mesmo valiosas).&lt;br /&gt;Considera-se falta de tato a declaração brutal de suas intenções, ainda que ótimas. O conquistador irá fechando círculo sobre círculo em torno da presa, para que esta se sinta constantemente próxima e ao mesmo tempo distante - isto é, ameaçada, mas em segurança. Até o último instante, ela imaginará que tudo não passa de uma brincadeira inconseqüente e que terá o uso de sua vontade em todas as circunstâncias. Neste ponto, considere-se que as mulheres são mais insensatas que o próprio Hitler.&lt;br /&gt;Segredinhos a dois fazem palpitar o coração feminino. Dê-lhe a impressão de que só ela sabe determinada coisa. Crie uma imagem negativa de outra mulher, gerando para a sua preferida, automaticamente, um contraste positivo. Elas gostam dos homens que sabem ser cruéis sem ser maledicentes. A crueldade para elas é tida por fraqueza. Acentue essa impressão fazendo críticas irrelevantes a ela própria. Exemplo: "Esse vestido azul é realmente bonito, mas creio que o vermelho combina mais com você".&lt;br /&gt;No momento mais crucial do assédio, uma palavra mal escolhida ou um gesto precipitado podem fazer desmoronar os sonhos do conquistador, e - ai de nós! - é psicologicamente impossível começar tudo outra vez. Por conseguinte, no momento crucial, o quase vencedor abandonará rapidamente o teatro de operações, pretextando doenças, excesso de trabalho, viagem ou qualquer outra coisa.&lt;br /&gt;Cinco dias, nem mais nem menos, de silêncio total, para que ela sinta falta das flores e dos e-mails e dos telefonemas e dos passeios que fizeram juntos. Ela pensará que ele perdeu o interesse, que se interessou por outra ou então que simplesmente não é um homem que possa ser compreendido com facilidade. Cinco dias depois, o Enigmático regressará com todas as armas anteriores e com seu prestígio em alta.&lt;br /&gt;Seguem-se mais cinco dias de escaramuças tendentes a deixá-la confusa. É o mais belo momento nesta emocionante operação de guerra, pois o agressor ocupará a própria mente e o próprio coração da vítima sem que esta se dê conta disso. Ela se imaginará em situação de perdê-lo no caso de continuar resistindo, e se sentirá inclinada a ir ao encontro dele, trocando assim os papéis. Tranqüilo, com o telefone celular no bolso, o Inacessível aguardará o chamado, que tem valor de compromisso, rendição, vitória.&lt;br /&gt;"Ele é mais forte do que eu". Esta conclusão a empolgará. Ela terá medo, doravante, de abusar dos fingimentos tipicamente femininos. Ao conquistador caberá então a atitude dos chefes. Simplesmente ordenará: "Estarei à sua espera em tal lugar, a tal hora. Você pode se atrasar 10 minutos no máximo". Ela chegará com duas horas de atraso, ficando agradavelmente surpreendida com o fato de encontrá-lo no lugar combinado.&lt;br /&gt;Atenção para a idade da pessoa. Leia alguns artigos do Código Penal. Examine com clareza o seu coração, porque um passo à frente poderá liquidá-lo, em primeiro lugar, se a ama verdadeiramente (poderá perdê-la numa demonstração irrefletida, animal, de fome), e em segundo lugar, se não a ama verdadeiramente: ela já estará de tal modo embaraçada nos seus encantos e escaramuças, que tudo fará para não ser abandonada.&lt;br /&gt;Esclareça-se ainda que ninguém se dedica tanto tempo a uma conquista sem estar verdadeiramente enamorado. As aventuras vãs nascem ao acaso, sem ciência nem arte. Portanto, seu bobo, você que imaginava ser um caçador, não passava de uma atraente caça. Ela já o pegou. Casou-se o mais depressa possível, pois duas coisas enchem o saco quando demoram: o noivado e o ônibus.&lt;br /&gt; &lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8639940-109846955867631146?l=amoal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109846955867631146'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109846955867631146'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amoal.blogspot.com/2004/10/armadilha-do-casamento.html' title='A armadilha do casamento'/><author><name>Simão Pessoa, 1º Sacerdote da AMOAL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05933186576875034341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8639940.post-109846943564367307</id><published>2004-10-10T14:23:00.000-04:00</published><updated>2004-11-01T23:18:39.170-04:00</updated><title type='text'>Da importância de não ser ferrolho</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/640/kslk037.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/400/kslk037.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Se você casou, bicho, foi de besta. Estudos recentes publicados na conceituada revista científica &lt;em&gt;Nature&lt;/em&gt; demonstraram, de maneira categórica, que nós, militantes da AMOAL, nascemos com mais testosterona do que nos é permitido usar no decorrer da vida. Se você não consegue juntar o nome à criatura, testosterona é aquele hormônio masculino que aos 12 anos nos faz furar até parede de concreto e aos 50 nos dá saudade de ter 12.&lt;br /&gt;Pois bem, com tanto hormônio dando sopa, como se manter fiel à mulher amada e não pular a cerca, de vez em quando? Impossível, claro, e todos nós sabemos disso. Afinal de contas, cavalo amarrado também come capim. Ter uma única mulher durante a vida inteira equivale a dar uma caixa de chocolates para uma criança de dois anos e pedir-lhe que coma apenas um.&lt;br /&gt;Também já foi comprovado, cientificamente, que, por uma simples questão de sobrevivência, todo homem precisa de pelo menos duas mulheres - uma em casa, outra fora de casa. Para entender, é muito simples:&lt;br /&gt;A esposa cuida da casa, dos filhos e de suas roupas. A outra cuida de você.&lt;br /&gt;A esposa fala dos problemas, das contas a pagar, das dificuldades do dia a dia. A outra fala da saudade que sentiu de você durante esse mesmo dia.&lt;br /&gt;A esposa compra um perfume caro para ir a uma festa. A outra usa um perfume caro só para você.&lt;br /&gt;A esposa dorme com aquele pijama velho e confortável. A outra coloca uma nova lingerie de seda supersensual para te esperar.&lt;br /&gt;A esposa reclama das coisas que faltam em casa. A outra ajeita tudo para que não falte nada quando você chegar.&lt;br /&gt;A esposa telefona para que você não se esqueça de passar na farmácia, no açougue, no supermercado, na padaria e na escola das crianças. A outra telefona apenas para ouvir a sua voz.&lt;br /&gt;Bem, você vai me perguntar: "Por que então não trocar a esposa pela amante?" Ora, gafanhoto, muito simples. Pelo simples fato de que a amante, se for viver com você, passará a desempenhar o papel de esposa e logo, logo, você precisará arrumar outra amante, numa espiral exponencial que só terminará no infinito.&lt;br /&gt;A questão de fundo, entretanto, não é apenas ter outra, mas, sim, como encontrar a amante ideal. Estudos avançados dos grandes mestres da AMOAL chegaram às seguintes conclusões:&lt;br /&gt;Ela não pode ser muito bonita nem muito gostosa, caso contrário você a terá por pouco tempo ou, o que é mais grave, não será o único da parada. Mas, deve ser simpática, boa de cama e estar sempre com aquele aspecto de quem acabou de sair do chuveiro. Lembre-se de que ela não quer se casar e te escolheu justamente porque você já é casado.&lt;br /&gt;Se ela também for casada, melhor as chances de dar certo, pois sendo amante enrustida jamais irá telefonar para sua casa ou colocá-lo em situação embaraçosa quando se encontrarem casualmente num supermercado.&lt;br /&gt;Ela irá ligar para seu escritório com aquela voz sensual (que só uma verdadeira amante tem) e se seus colegas atenderem e te passarem a ligação, ficarão morrendo de inveja, porque você apenas atende, fala baixinho, quase sussurrando, tapando a boca do fone com as duas mãos em concha, e não abre o jogo. Mas tenha sempre as duas rivais em boa conta. Afinal, se não fossem os problemas que a esposa oferece, a outra não faria sentido...&lt;br /&gt;Mas há alguma vantagem para uma mulher ser a outra numa relação amorosa? Claro que há inúmeras vantagens, e você precisa conhecer bem o assunto para convencer a vadia a aceitar o papel.&lt;br /&gt;Por exemplo, é econômico: ela vai economizar em presentes de Natal, Dia da Sogra, Aniversário de Casamento, Dia dos Namorados e, principalmente com você, que nunca vai poder usar um presente dado por ela.&lt;br /&gt;É confiável. Ela não corre o risco de ser corneada, por razões óbvias, já que com o desmantelo da economia brasileira dificilmente você terá cacife suficiente para bancar uma segunda amante.&lt;br /&gt;É romântico. Ela vai viver uma autêntica novela mexicana, ficar na fossa com músicas de dor-de-cotovelo e emagrecer muitos quilos sem precisar malhar em academias.&lt;br /&gt;É conveniente. Ela vai poder continuar indo pra balada com seus amigos nos finais de semana. Além disso, ela não vai ter de aturar o seu ronco no cinema quando estiverem assistindo um filme romântico porque dificilmente você irá a um cinema na sua companhia.&lt;br /&gt;É discreto. Ela não precisa aturar a mãe e as próprias amigas se intrometendo no relacionamento de vocês dois e muito menos agüentar a pentelhação da sogra (sua mãe), que, aliás, nem sabe que ela existe.&lt;br /&gt;É empolgante. Ela pode ser pega em flagrante pelos seus amigos e pela sua própria mulher! Assim, vai aprender a imitar vozes quando a sua mulher atender o celular, pegar atalhos arriscados para fugir de um flagrante e usar os disfarces mais exóticos para ir a um simples motel, como se estivesse participando de um filme de ação!&lt;br /&gt;É imprevisível. Ela pode passar a tarde preparando um fantástico jantar e planejando uma noite de sexo animal e você ligar cinco minutos antes avisando que o programa mixou porque sua mulher voltou de viagem antes da hora. Situações assim vão impedir que o relacionamento de vocês dois caia na rotina!&lt;br /&gt;É excitante. Ela nunca vai perder tempo com aquela conversa mole de querer saber como foi o seu dia, discutir os seus planos para o futuro, falar a respeito das amigas da faculdade e outras abobrinhas. Com você será sempre "vamos logo ao que interessa, que a vida é curta e ninguém pode perder tempo!".&lt;br /&gt;É seguro. Ela não corre o risco de que você a peça em casamento, ou queira te apresentar à mãe ou qualquer outra armadilha que acabe com a sua (dela) liberdade.&lt;br /&gt;É eterno. Ela pode passar a vida inteira sendo a outra. A oficial pode até ser boa em lavar cuecas, mas a amante vai ser sempre aquela mulher perfeita e disponível e você nunca vai sonhar em trocar ela por mulher nenhuma. Até, evidentemente, encontrar uma amante ainda melhor.&lt;br /&gt; &lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8639940-109846943564367307?l=amoal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109846943564367307'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109846943564367307'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amoal.blogspot.com/2004/10/da-importncia-de-no-ser-ferrolho.html' title='Da importância de não ser ferrolho'/><author><name>Simão Pessoa, 1º Sacerdote da AMOAL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05933186576875034341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8639940.post-109846931312266305</id><published>2004-10-10T14:21:00.000-04:00</published><updated>2004-11-01T23:17:29.353-04:00</updated><title type='text'>Técnicas israelenses de sabotagem sexual</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/640/kama%20sutra3.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/400/kama%20sutra3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Talvez você não saiba, mas o ciúme da sua mulher, quando bem administrado, pode funcionar perfeitamente a seu favor. Usando algumas sutis táticas de sabotagem, você vai abalar sensivelmente a segurança dela e, depois, deitar e rolar. É tiro e queda: se fizer tudo direitinho, seu café será servido na cama todas as manhãs e, de quebra, à noite, você terá uma superatleta sexual para dividir a cama. Aprenda com quem sabe e descubra como uma simples mancha de batom no colarinho pode salvar seu casamento da rotina. Lembre-se de que sua atual mulher bem que gostaria de ser a única mulher da sua vida. Como não é o caso, ela imagina que sua ex tem a cara da Vera Loyola, depois de uma marretada nas fuças. Por isso, ela vai ficar com a pulga atrás da orelha quando perceber que sua ex ainda é bem comível. Aproveite. Diga que sua ex jamais se importaria com uma simples mancha de batom. Pegue o celular e telefone para a ex, para confirmar a veracidade de sua história. Se a atual tomar o celular antes da outra atender, reclame que você comeu o hambúrguer que o diabo amassou quando foi abandonado por ela, mas que nunca discutiram por causa de mancha de batom. Sua mulher atual vai pensar duas vezes antes de começar uma briga por um motivo tão banal.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O truque das cartas&lt;/strong&gt; - Em algum lugar daquele seu escritório doméstico cheio de tralhas deve existir uma caixa de sapatos, cheia de fotos e cartas eróticas. Ou pelo menos ela deve pensar que existe - mesmo que a tal caixa contenha apenas duas cartas com adesivos do Garfield. Não deixe ninguém entrar no seu santuário, para bisbilhotar seus cacarecos. Pelo contrário. Sempre que arrumar o escritório e a megera estiver por perto, não se esqueça de fingir agradável surpresa ao encontrar seu "tesouro" e lê-lo com um sorriso cínico nos lábios. Sua mulher vai ferver de curiosidade. Esconda a caixa antes que ela consiga tomar a carta de você e ler "Querido primo, você é tão lindo que parece o Jaspion. Com amor, Angélica, 9 anos". Assim, na hora que ela falar da mancha de batom, fique transtornado e se refugie no seu tugúrio, tendo o cuidado de abrir a caixa de sapato e deixar a porta do escritório levemente encostada. Fume um cigarro atrás do outro, lendo e relendo a cartinha. Isso vai deixá-la traumatizada ou morta de ciúmes, e rapidamente ela vai esquecer a história do batom. O diabo é que no instante em que você puser os pés fora de casa, ela vai revirar todas as suas tralhas, procurando a caixa mágica. Pensando bem, é melhor comprar um cofre.&lt;br /&gt;A outra tática para burlar o sistema de vigilância feminino é jogar na ofensiva, ou seja, viver perigosamente no fio de lâmina, dando todas as bandeiras de que é o maior Don Juan do pedaço. Isso significa não ter medo de correr riscos ou de parecer ridículo. A tática é simples. Sempre que você e sua mulher estiverem numa rodada de amigos, fale sobre sexo ostentando um certo ar de enfado. Canguru perneta? Você praticou com sua babá quando tinha apenas cinco anos. Carrinho de mão, frango assado, vaca atolada e torno? Isso é trepada de amador. Cite de memórias umas duas ou três posições do Kama Sutra, daquelas inacessíveis para quem não pratica ioga, e interrompa a digressão com um silêncio obsequioso. Você, claro, não quer chocar a audiência. Mas deixou implícito que, além de ser viciado em sexo, também já comeu metade da população feminina da cidade. E que pra comer a outra metade será apenas uma questão de tempo. Sua mulher vai achar tão normais essas suas bravatas de mesa de bar, que nem vai prestar atenção nas suas puladas de cerca de verdade. De qualquer forma, aí vão algumas táticas para mantê-la sempre na defensiva.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Flerte com as amigas dela&lt;/strong&gt; - Quando você conhecer as amigas dela, ela vai perguntar: "E então, o quê que você achou das meninas?" Existe apenas uma resposta aceitável: "São bonitas, inteligentes, sensíveis, mas não chegam aos seus pés". Mulheres adoram as amigas, mas nutrem por elas um misto de insegurança e espírito competitivo. Flertar com as amigas sempre funciona, mas há um grave risco: se a moça não gostar do assédio, pode fazer a cabeça da sua mulher para meter o pé na sua bunda. O risco é seu. Índice de ciúmes: 9 pontos. Contra-indicação: Sua mulher vai enlouquecer de ciúmes e humilhação, o que é sempre perigoso. Aliás, dizem que foi assim que a Lorena Bobbit se sentiu três minutos antes de pegar a faca na gaveta...&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fale da sua colega de trabalho&lt;/strong&gt; - Mencione com freqüência uma mulher com quem você trabalha. Diga coisas do gênero: "Nossa, estou morto de cansado! A Soninha e eu ficamos verificando os pagamentos até duas da manhã!" Deixe claro que se trata de um relacionamento baseado no respeito mútuo e trabalho duro. Sua mulher vai concluir que há um caso de tensão sexual entre você e a tal de Soninha. Ela vai se remoer, temendo que um dia a Soninha arrancará o espartilho e a cinta-liga de cetim vermelho e transará com você em cima da mesa de reuniões do escritório. Nem se atreva a contar que a Soninha parece a Wilza Carla. Só reze para que sua mulher não venha buscá-lo no escritório e veja a Miss Rolha de Poço saindo do prédio. Índice de ciúmes: 8 pontos. Contra-indicação: Sua mulher vai se envolver com seu trabalho para afastar a rival. Ou seja, você vai ter de ficar acordado até duas da manhã ouvindo ela explicar porque você não consegue uma promoção.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ligue para outras mulheres&lt;/strong&gt; - Você têm amigas. Que saudável! Que moderno! Que preocupante... para ela! Sua mulher, coitadinha, sabe que um homem e uma mulher juntos, por mais amigos que sejam, sempre estão pensando em ir pra cama. De nada adianta você dizer que a Rafaela é como uma irmã mais nova para você. Claro que uma vez, meio bêbado, você deixou escapar que já deu uns amassos nela. "Mas foi só uma vez", você jura. Não adianta. Na cabeça da sua mulher o que rola é o seguinte: "Eles já transaram mil vezes e vão continuar transando". Ela vai ficar puta da vida quando a Rafaela ligar, mas ficará ainda mais furiosa quando você ligar - porque isto deixa implícito que a Rafaela é a única mulher que realmente o entende. "Aliás", sua mulher vai dizer, "já que ela te entende tanto, por que você não casa logo com a vagabunda, em vez de ficar o dia inteiro pendurado no telefone com ela, seu cafajeste sujo?!". Índice de ciúmes: 8 pontos. Contra-indicação: Cada vez que a Rafaela estiver por perto, sua mulher vai usar todo o veneno feminino para destacar os seus defeitos ("Sabia que ele tem um cheiro horrível na perereca?"). Se você tinha a esperança de um ménage-à-trois, esqueça!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vá jogar futebol com os amigos&lt;/strong&gt; - Numa sexta-feira à noite, leve a distinta para torcer por você numa imperdível "pelada", entre casados e solteiros, lá onde Judas perdeu as botas. O campo é um verdadeiro pântano, com grandes poças de lama na entrada da área, exatamente no território que você vai defender, fantasiado de beque central. Combine de antemão com seus amigos de que ela vai ser a única presença feminina na platéia. A platéia, claro, é formada por duas dezenas de bêbados com linguajar de estivador em banheiro do cais do Porto. Os termos "Filho da puta!", "Vai tomar no cu!" e "Abre na ponta, chupador de boceta!" devem ser proferidos a cada três minutos. Na hora do aperto, um deles vai colocar o pau pra fora e mijar no alambrado. Outro sujeito vai ficar pegando no seu pé, o tempo inteiro, lhe gritando "corno filho de uma égua se desloca pelo meio", enquanto alguém pede pra ele respeitar a presença da sua mulher na platéia, o que torna a sacanagem mais pesada. O jogo vai terminar com vocês sujos de lama dos pés à cabeça, parecendo um bando de zumbis, mas felizes da vida. E aí, vocês combinam a revanche para a próxima sexta-feira. Duvido que sua mulher queira pagar um novo mico. Na verdade, você acabou de ganhar um salvo-conduto para cair na gandaia nas noites de sexta-feira. Só não esqueça, em hipótese alguma, de manter o equipamento (calção, tênis e camiseta) permanentemente sujo de lama no porta-malas do carro. Depois que retornar da gandaia, basta trocar de roupa e vestir o equipamento, para entrar em casa com a maior pinta de Júnior Baiano. Sua mulher vai ficar com ciúmes daqueles vândalos bêbados? Nem morta.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Troque o nome dela&lt;/strong&gt; - Não sendo daquele tipo de tarado que vive com uma única mulher pelo resto da vida, você já deve ter tido vários relacionamentos amorosos. E sua atual mulher sabe disso. E por saber disso, ela tem crises de ciúme. Mas mesmo que ela saiba nunca diga a ela que você teve outra. Nunca. Ou vai se arrepender. Na hora, ela pode até dar um sorrisinho simpático e solidário. Mas não se iluda, ela vai guardar tudo na manga. Na hora H, vai sobrar pra você. A maioria das mulheres tem um sentimento ainda não explicado pela ciência: ciúme retroativo. A coisa acontece assim: você está ali feliz da vida, tomando uma cervejinha gelada, numa conversa relaxada. Ela finge ouvir, mas o radar está ligado, checando seus gestos, suas reações, lendo nas entrelinhas... Ela pensa: você está pensando na outra. Você já esteve ali com a outra. Já viajou com a outra. Já fez um jantar para a outra. Negue! Exerça o seu direito de permanecer calado. Para todos os efeitos, aquele é o primeiro jantar da sua vida. A primeira viagem. O primeiro drinque. A primeira vez que você diz ao garçom: "O de sempre, por favor!". A mãe dela nunca será a sogra mais legal que você teve, pois tal frase pressupõe que houve outra sogra e, portanto, outra mulher na sua vida. A Lei de Murphy foi formulada e inspirada nesses casos - se você tentar um elogio dizendo que a ex era mais gordinha, prepare-se para uma crise de choro. Você não gosta dela! Seu negócio é uma mulher fofinha! Mulher esquece o dia da tabelinha. A chave de casa. O dia de estréia do novo filme do Brad Pitt. Só não esquece um comentário que você fez sobre uma ex. Por isso, meu amigo, para todos os efeitos, você nunca transou pendurado no lustre. Você nunca amarrou ninguém na cama. Nem fez amor no sofá da sala. Aliás, você nunca sentou naquele sofá. Na dúvida, lembre-se do que dizem os policiais americanos: você tem o direito de permanecer calado, ou o que disser será usado contra você. E - claro! - você era virgem antes de conquistar a sua atual mulher.&lt;br /&gt;Não interessa o que você fale, pense ou argumente: para sua mulher atual todas as suas ex eram vagabundas profissionais da pior espécie. Todas te cornearam. Todas te exploraram financeiramente. Todas falaram (e falam) mal de ti. Todas são umas fingidas. Mas, entre todas as suas ex, ela sempre escolhe um alvo preferencial, aquela que vai ser martirizada nos seus (dela) momentos de fúria durante a famigerada tensão pré-menstrual. Assim, para evitar ficar literalmente na mão, enquanto a vagabunda está menstruada, arrume logo uma encrenca federal para escapar da situação: chame-a pelo nome da ex, daquela que é o alvo preferencial. Mas não basta chamar assim, sem mais nem menos. O nome tem de sair como se fosse um ato falho e, se possível, durante um momento de intimidade. Por exemplo, vocês estão almoçando num restaurante chique. De repente, você sussurra: "Eunice, me passa o azeite de oliva!". Ela vai ficar lívida e explodir: "Meu nome é Rossicléia, seu cafajeste filho da puta! Tu já voltou a comer aquela quenga de novo?" Aí, vai te dar um tapa na cara e sair correndo, aos prantos, derrubando as mesas. A vantagem de estar num restaurante chique é que todo mundo vai fingir que não viu e os garçons ainda vão fazer fila para te servir um cafezinho ou acender o cigarro.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mostrando quem é o fodão do pedaço&lt;/strong&gt; - Para evitar que sua mulher se transforme numa ciumenta desequilibrada com intenções homicidas, você precisa começar a domar a potranca ainda na fase do namoro. Assim que engatar um novo relacionamento, você precisa seguir algumas regras que se mostrarão fundamentais no futuro. Por exemplo, demore a responder os telefonemas dela - ou não responda - para que ela veja quem é que manda. Quando ligar para ela, não se preocupe em terminar a conversa que está tendo com alguém do seu lado. Dê a ela o raro privilégio de ficar escutando o que diz para a outra pessoa.&lt;br /&gt;Sem querer, deixe um recado para uma antiga namorada na secretária eletrônica dela. Use meias compridas quando calçar sandálias e acompanhe-a nas compras no supermercado. Conserte seus óculos com fita durex e use-os em público. Quando ela lhe perguntar o que vai fazer no fim de semana, resmungue algo sobre sair com os amigos, sem dizer quem são. Chegue sempre 15 minutos atrasado quando for levá-la para sair e depois se irrite na primeira vez em que ela demorar mais alguns minutos além do combinado. Nunca apareça na hora e no lugar combinados. Leve-a a qualquer restaurante caro e coma como se fosse sua primeira refeição em semanas.&lt;br /&gt;Proclame sua ignorância nas artes de arrumar camas, passar roupas, cozinhar e varrer. Diga que não gosta de falar sobre controle da natalidade antes de fazer sexo, porque "corta o clima". Tome posse do seu território: deixe a marca de uma mordida no pescoço dela ou em outro local bem visível. Não fique com ela o resto da noite. Espalhe boatos de que ela está dormindo com você, se não estiver. Espalhe boatos de que ela não está dormindo com você, caso esteja. Quando você ficar para passar a noite com ela, use tudo que encontrar no banheiro, inclusive a escova de dentes. Esqueça de mencionar que você tem uma namorada. Esqueça de mencionar que você tem filhos. Esqueça de mencionar que você é casado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mostrando as presas do lobo&lt;/strong&gt; - Mesmo se vocês já estiverem morando juntos, o negócio é não interromper o treinamento para Amélia iniciado na fase de namoro. Por exemplo, renove sua assinatura de Anal Sex - e tenha o cuidado de deixar um exemplar bem à vista quando a mãe dela for visitá-los. Recuse-se a jogar fora aquele objeto metálico não identificado na garagem, dizendo: "Pode ser útil um dia". Nunca jogue nada fora, especialmente roupas de baixo. Quanto mais esburacadas, melhor. Desafie a si mesmo: veja quanto tempo consegue ficar sem trocar de cueca em uma semana. Dê-lhe um sermão sobre o hábito compulsivo dela de viver comprando roupas e depois compre 20 CDs da Jovem Guarda pra você. Quando ela apresentar um prato mais sofisticado, pergunte o que há de errado com o bom e velho bife mal passado com arroz e feijão. Peça-lhe para fazer um torta de pirarucu como a que sua mãe fazia e depois faça careta de nojo ao colocar na boca o primeiro pedaço. Use as toalhas de rosto para enxugar os pés, que são bem mais anatômicas. Deixe abaixado o assento do toalete quando for urinar - e não se dê ao trabalho de fazer pontaria.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Exercitando seu cavalheirismo animal&lt;/strong&gt; - Compre lingeries eróticas para ela no Dia dos Namorados quatro números abaixo do tamanho dela. Compre lingeries eróticas para ela no Dia das Mães quatro números acima do tamanho dela. No aniversário dela, dê-lhe de presente ingressos para um jogo de futebol que você está louco para assistir. Esqueça o dia do aniversário dela, e dias depois mande-lhe um cartão de desculpas com o desenho de um gatinho com olhos tristes. Exiba com orgulho sua destreza manual, usando o controle remoto da TV para ir saltando de canal em canal. Fique pálido toda vez que ela falar em casamento.&lt;br /&gt;Encha a casa de amigos e ligue o som em todo volume, numa tarde de sábado, quando ela estiver de cama tentando dormir, morrendo de cólicas menstruais. Sempre atribua qualquer mudança do comportamento dela à síndrome pré-menstrual. Fique pálido toda vez que ela perguntar pelo seu divórcio. Quando ela estiver de dieta, compre o vídeo de ginástica da Cindy Crawford e faça questão de assistir todos os dias. Largue suas cuecas no chão e diga: "Porra, essa casa está mesmo uma bagunça". Roube a metade dela do lençol, quando deitar na cama. Durante as carícias preliminares, acaricie e pressione um ponto indeterminado da anatomia dela, de preferência no calcanhar, e pergunte: "É ele?...". Diga o nome da irmã dela quando estiver gozando. Ligue a TV, ou acenda um cigarro, ou vá mexer na geladeira, ou adormeça - assim que terminar de gozar.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como enlouquecer sua mulher na cama&lt;/strong&gt; - Amarre-a na cama e vá assistir São Raimundo e Payssandu na padaria da esquina. Amarre-a na cama e deslize uma pena pelo corpo dela. Quando ela estiver completamente excitada, diga "Espera um pouco que eu vou na cozinha pegar o resto da galinha...". Amarre-a na cama e leia um artigo sobre hermenêutica escrito por algum intelectual da USP e publicado no caderno dominical Mais!, do jornal Folha de São Paulo. Amarre-a na cama e finja que está ouvindo vozes: "E agora, mestre, devo cortar o pescoço dela ou botar fogo no apartamento?". Amarre-a na cama e conte nos mínimos detalhes sua transa com a gostosona da contabilidade. Amarre-a na cama e comece a comer a babá dos seus filhos na frente dela.&lt;br /&gt; &lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8639940-109846931312266305?l=amoal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109846931312266305'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109846931312266305'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amoal.blogspot.com/2004/10/tcnicas-israelenses-de-sabotagem.html' title='Técnicas israelenses de sabotagem sexual'/><author><name>Simão Pessoa, 1º Sacerdote da AMOAL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05933186576875034341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8639940.post-109846921667376514</id><published>2004-10-09T14:20:00.000-04:00</published><updated>2004-11-01T23:16:22.910-04:00</updated><title type='text'>A arte secreta da sedução</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/640/ksld060.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/400/ksld060.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Supondo que você já atingiu a fase crítica (mais de quarenta anos) e nunca mijou fora da bacia, então, pela lógica, você deve ter amealhado uma merreca suficiente para ter um carro decente e morar sozinho. Ou, em sendo casado, manter um abatedouro clandestino, cujo aluguel é rateado com outros amigos na mesma situação conjugal.&lt;br /&gt;Em ambos os casos, você deve ter na suíte principal (aquele quarto grande que tem uma cama de verdade, com colchão de mola e lençóis limpos, e não aquele menorzinho, que tem um colchonete imundo mais parecendo um viveiro de ácaros), pelo menos uma penteadeira, um armário embutido, um espelho circular no teto, televisão, videocassete, DVD, aparelho de som e frigobar.&lt;br /&gt;Você também deve ter uma cozinha minimamente equipada (ou seja, com pelo menos fogão, geladeira e uma mesa com duas cadeiras) e um terceiro ambiente, onde possa colocar alguns livros, revistas e cadeiras de macarrão, para simplesmente relaxar. Sem estes pequenos mimos, bicho, é preferível levar as gatas para um motel.&lt;br /&gt;Bom, pra começo de conversa use sua experiência como a grande (e, cá pra nós, única) vantagem de ter a sua idade: quarenta e poucos anos, torcedor do glorioso Vasco da Gama, vacinado, ex-eleitor do Lula, puto com a corrupção nacional e com o desemprego alucinante, mas, ainda assim, de bem com a vida porque está se iniciando nos mistérios da AMOAL.&lt;br /&gt;Caia na real. Você é um solteiro xiita (ou finge que é) e está querendo levar aquela amiga-prospect para um jantar. Para sua surpresa, ela concorda. Mas, espertinha, pede que o rega-bofe seja &lt;em&gt;chez toi&lt;/em&gt;, ou seja, somente os dois, testa a testa, olhos nos olhos. Tá ligado? Então olhe para o seu abatedouro. Percebeu que isto está uma merda? Que isto está decadente? Que isto está um puteiro de quinta categoria? Que uma mulher vendo essa bagunça vai sair correndo?&lt;br /&gt;Pois é, vamos novamente começar pelo começo. Esconda ou jogue fora (lembre-se de que as mulheres são extremamente bisbilhoteiras) as seguintes tralhas, pela ordem de importância: fitas do Lair Ribeiro, livros do Paulo Coelho, discos do Tom Jones, pôsteres da Brigite Bardot, gotas milagrosas para calvície, remedinhos diversos para mazelas cinqüentenárias, slides azulados da viagem com sua primeira mulher à Bahia (quando você ainda tinha cabelo black power), inéditos de poesia de um velho amigo que você ficou de fazer a apresentação, fotografia do seu primeiro moleque andando de velocípede, e aquelas fotos de formatura da turma da faculdade. Mulheres acham que isso dá azar. E o pior é que dá, mesmo.&lt;br /&gt;Em compensação, você pode exibir num quadro, colocado estrategicamente sobre a penteadeira, aquele ingresso do show cancelado do Pink Floyd no Brasil (isto é superfashion) ou a capa do primeiro disco do Jimi Hendrix Experience. E pode parar por aí com o seu exibicionismo idiota, porque um macho de responsa não tem muito mais coisa para mostrar, não. Todo cuidado é pouco.&lt;br /&gt;Faça uma limpa no seu guarda-roupa. Se for muito doloroso livrar-se do colete peruano que você comprou na feira-livre de Machu Pichu, separe aquela porta lá de cima no armário pra guardar tudo, sem esquecer de umas bolinhas de naftalina. Isso vai evitar que surjam nas roupas aquelas manchas brancas de mofo, como as existentes naquele seu casaco de couro com franjas, que você estava usando ontem à noite. Sim, aquilo é mofo. Tem que mandar pra lavanderia de vez em quando. Hoje em dia existem lavanderias a jato, lavagem a seco e algumas especializadas em couro. Use-as.&lt;br /&gt;Recicle as cuecas. Vá até a C&amp;A ou na Mesbla e compre uns pacotinhos de três cuecas decentes, fazendo pendent com as meias, que podem ser encontradas bem ao lado. Algumas dicas: suspensórios, cintos com fivelões dourados, sungas do Gabeira e gravatas de tricô não são usáveis por machos em hipótese alguma. Blazer e colete de casemira? Lixo. Passe na mesma C&amp;amp;A ou, se estiver bem de grana, faça um upgrade na Fórum, mas limite-se a encarar a moda básica, sem frescuras. Na dúvida, peça uma calça de boca reta. Nem boca-de-sino, nem tipo balão, com pregas e boca apertada. Calças Levi's 501 ou 505. E meia dúzia de camisas de meia, em cores neutras.&lt;br /&gt;Outra coisa: moleton não é uma roupa fofinha e bonitinha. Aquilo é pra usar quando você for fazer uma caminhada no mato, bem longe da civilização, ou pra dormir dentro de um ônibus-leito indo pra Boa Vista, e olhe lá. Esconda o seu no armário ou doe para o Exército de Salvação Nacional da Bósnia-Herzegovina. Sua preocupação básica agora, mesmo que nunca tenha lido Lênin, deve ser "o que fazer?" Especialmente com o pó entranhado em seus aposentos há meses. Com o pernil de cordeiro esquecido no fundo do forno e que já está emitindo fogo-fátuo. Com aqueles pratos descartáveis cheios de formigas-de-fogo. Com aquelas cuecas, meiões e pijamas, todos estendidos num varal improvisado entre a sala e o lavabo. Pior: como se transformar num cozinheiro charmoso em pouquíssimo tempo, quando você só se alimenta de cerveja, pizza e pacotes de Baconzitos?&lt;br /&gt;De cara, deixe apenas a sala e a cozinha liberadas para circulação. Ambas com luz de abajur lilás, para evitar a visão da sujeira e das latas vazias de cerveja empilhadas nos cantos. Tranque os outros cômodos, com exceção da suíte principal, e tire a lâmpada do banheiro (diga que queimou). Se uma fêmea conseguir ver o banheiro de um macho que mora sozinho, dará queixa na Delegacia da Mulher antes mesmo de rolar o primeiro amasso. Qualquer objeto que possa causar constrangimento durante o jantar deve ser jogado dentro da geladeira, inclusive o gato siamês da vizinha. Vai, no mínimo, evitar miados inconvenientes.&lt;br /&gt;Como os verdadeiros machos nunca costumam comprar produtos de limpeza, borrife um desodorante do tipo Brut de Marchand na sala. Na cozinha, o cuidado deve ser maior. É provável que os odores vindos da maionese estragada e do iogurte azedo estejam além do suportável para uma pessoa do sexo feminino. Na falta de um detergente, abra sua colônia Armani, jogue no chão e passe um rodo envolvido com pano. Não havendo rodo nem pano, pegue aquela camiseta velha com a qual você faz jogging, agache-se e mãos à obra.&lt;br /&gt;Segundo o Instituto de Pesos e Medidas de Juazeiro do Norte, um macho típico lava louça apenas duas vezes por ano: uma, quando recebe uma mulher gostosíssima em casa, e outra, quando um cano estoura na cozinha e ele aproveita para passar um sabãozinho nas louças que estão boiando. Logo, sua pia deve estar parecendo o prédio do Banespa em São Paulo, correto? Não perca tempo: leve os pratos para a sala, empilhe e cubra com papel celofane amarelo. Vai parecer uma instalação de arte contemporânea assinada pelo Arnaldo Garcez.&lt;br /&gt;Também não perca tempo com roupa suja: se não der para esconder dentro do fogão, coloque a trouxa na cabeça, entre com ela no lava-rápido da esquina e deixe secando por lá mesmo. Depois de melhorar o visual da bat-caverna, a primeira grande coisa que você tem a fazer é se olhar no espelho de várias maneiras e definir bem em que categoria você se encontra e, principalmente, qual o seu objetivo em relação à amiga-prospect: namorar, casar ou ficar. Se você não sabe o que é ficar, pergunte do seu neto.&lt;br /&gt; &lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8639940-109846921667376514?l=amoal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109846921667376514'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109846921667376514'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amoal.blogspot.com/2004/10/arte-secreta-da-seduo.html' title='A arte secreta da sedução'/><author><name>Simão Pessoa, 1º Sacerdote da AMOAL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05933186576875034341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8639940.post-109846794548496447</id><published>2004-10-09T13:59:00.000-04:00</published><updated>2004-11-01T23:15:58.803-04:00</updated><title type='text'>Pequenos truques para grandes trepadas</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/640/ksh106.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/400/ksh106.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Você deve estar se perguntando: "Por que esse trabalho todo para abater uma vadia?" Simples. Saídos de fábricas nitidamente distintas, garanhões e potrancas vêem quase tudo de maneira diferente. O que para um garanhão é azul-escuro para a cachorra é simplesmente cor-de-rosa! Ah, você vai me perguntar, então, por que insistimos nas mesmas teclas? Por que será que frente ao objeto de desejo esquecemos tudo aquilo que Freud e a Danusa Leão já explicaram?&lt;br /&gt;É claro que o que vamos descrever a seguir não são os arroubos da paixão, que fazem qualquer ser humano com sangue nas veias cometer os maiores desatinos. O que vamos descrever agora são aqueles pequenos detalhes que fazem um homem ser especial aos olhos das mulheres - e outros não. Está certo que macho que é macho não liga muito para essas frescuras de aparência e coisa e tal. Mas convém não exagerar. Um pouco de boas maneiras nunca fez mal a ninguém e as mulheres até se derretem todas depois disso. Por exemplo:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Não meta os pés pelas mãos&lt;/strong&gt; - É evidente que para ser um macho de primeira linha você não precisa correr para um salão de beleza, tirar cutículas e passar esmalte incolor nas unhas. Isso é coisa de treinador de futebol acostumado a assediar manicures. O que importa são os cuidados básicos, como unhas cortadas e, principalmente, limpas. Sujeirinhas sob as unhas, nem pensar! Especialmente porque na hora do pega-pra-capar a mão fica boba e os dedos costumam passear por lugares, digamos assim, escuros e úmidos. O mesmo vale para os pés. Imagine que cena linda: você tira as meias (que não podem estar furadas), ela dá aquela olhadela para o seu pé e descobre que aquilo tudo é um criatório de frieiras, calos secos e unhas encravadas, que ainda traz como bônus um chulezinho de fazer chorar. No mínimo, a guria vai gritar "sai pra lá, fedô!" e sair correndo atrás de um táxi.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Roupa suja se lava em casa&lt;/strong&gt; - Muita atenção com o que você usa por baixo! Muitas mulheres acreditam que elas revelam a personalidade de um homem. Portanto, evite peças furadas, puídas, esgarçadas e extremamente coloridas (roxas, vermelhas, lilases, amarelo-canário com o símbolo da CBF, verde-limão, estampas imitando oncinha ou zebrinha). Isso é coisa de stripper de Clubes de Mulheres, todos frangos, por sinal. Você também não precisa apelar para aqueles modelos slip, com perninhas bem justinhas, que costumam dar assadura na virilha e entrar no rego. Eles são realmente charmosos, principalmente para meninos que gostam de meninos (que não é o seu caso, né mesmo?). Vá de Calvin Klein básica: preta, marrom ou azul-marinho, ou, na pior das hipóteses, de Zorba samba-canção preta ou em cores neutras (nada de estampas do Piu Piu no primeiro encontro: a moça pode se assustar!). Essa é a pedida correta, mas o fundamental é que elas estejam limpas e macias. Nada mais terrível que aquele risco marrom no fundilho de uma cueca branca, imitando freada de bicicleta na lama!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cuidando do patrimônio&lt;/strong&gt; - Seu corpo deve estar limpinho como bumbum de bebê Johnson. E você não pode esquecer de nenhum detalhe, pois a língua da moça é capaz de detectar em segundos, por exemplo, que você não usou cotonete (cera de ouvido tem gosto horrível, dizem os entendidos). Não economize tempo com o seu melhor amigo, afinal é ele que vai fazer as honras da casa. O cheiro de esmegma (vulgo sebo de pica) é verdadeiramente broxante. Faça ou apare a barba e o bigode para que seu rosto não funcione como uma lixa no rosto e no corpo da parceira (deixe para fazer o estilo Mickey Rourke na manhã seguinte, que é mais original). Não esqueça dos cabelos, pois, se eles estiverem ensebados, é queimação de filme na certa. Quanto ao perfume, não exagere na dose. Lembre-se de que as mulheres enlouquecem com o "cheiro do macho". Não confundir com aquela fragrância que exala de seu corpo após 24 horas sob um sol senegalês que é uma coisa bem diferente. Ou seja, zero para o cheiro de suor também conhecido por "cecê". Agora, vamos dizer que você rebocou a moça depois de um suado dia de trabalho. Melhor é inventar uma desculpa para tomar um banho antes de começar a partida! Vale até chamá-la para o chuveiro, mas somente depois que você já tirou todos os elementos broxantes de seu corpo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Atenção antes de comer&lt;/strong&gt; - Se antes do ataque você pretende (ou precisa!) fazer a encenação do jantar, ou, ainda, se vai fazer uma boquinha antes de se encontrar com a moça, preste muita atenção ao que você vai comer. Feijoada, buchada, maniçoba e panelada são pratos muito bons no Nordeste e em alguns cantos do país, mas desde que o sujeito saia da mesa direto para uma rede estendida na varanda. Alimentos como repolho, ovos cozidos, bife de tofu, sopa de missô e coalhada azeda estão decididamente proibidos por razões óbvias. Pimenta-malagueta ou murupi, e alimentos gordurosos, idem. E por várias outras razões. O ardor da pimenta resiste tanto tempo na boca que a moça é capaz de sentir horas depois. Se você não sabe, não existe nada mais sensível que as partes mimosas das senhoritas. Saladas verdes são ótimas, leves e frescas. O problema é que sempre um pedacinho de alface cisma de enroscar bem nos dentes da frente. E, aí, não há charme que resista! E, por mais que seus olhos sejam azuis, lindos como uma turmalina, ela nunca vai conseguir desviar o olhar daquele verdinho enroscado nos dentes! Cebolas e alhos, queijos fortes e patê de fígado, ovos cobertos e salsichas empanadas, enfim, qualquer coisa que produza gases fétidos meia hora depois de ter sido ingerida também deve ficar fora da lista.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Uma mesa para dois&lt;/strong&gt; - Se você prometeu para a potranca que iria providenciar um jantar íntimo e ela acreditou que iria encontrar isso no seu abatedouro particular, aí vai uma sugestão de cardápio bem básico. De entrada, ofereça Doritos. É prático, tem sempre no armário (é o seu jantar de sempre) e dá um ar casual chic. De um modo geral, as mulheres adoram comidas exóticas, não se importando muito com o sabor. Portanto, para o prato principal, junte os restos da pizza de mussarela de ontem com atum em lata, molho de tomate pronto e o que sobrou do saquinho de batata frita. Misture tudo, aqueça no forno de microondas e jogue sobre um prato de Miojo. Diga que é uma receita de família chamada "Assiete à la mode de Lyon". Não se esqueça de um bom vinho para acompanhar (você toma vinho? Hummm). Ela ainda quer a sobremesa? Disponha uns biscoito cream crackers em camadas numa forma de vidro e jogue Leite Moça por cima. Se tiver uma cereja que sobrou de algum drinque, ponha no meio da maçaroca. Pronto: virou um pavê. Simples, né mesmo? E bastante original.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Comece devagar&lt;/strong&gt; - Nem pense em chegar no "enfim sós" e já ir tentando abaixar a calcinha dela com os dentes. Mulheres adoram as preliminares. Você não sabe do que se trata? Puta que pariu, mano, então compre o Manual do Espada (Editora Valer, 1999) e vá direto ao capítulo oito ("Os brutos também amam"). Mas atenção para não ficar babando na orelha e no pescoço da moça. Suaves lambidinhas surtem o mesmo efeito, meu chapa! Sussurros, também.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Acabou ou vai ter mais?&lt;/strong&gt; - Depois de tudo, nada mais deselegante que virar as costas e acender um cigarro. Fique pelo menos um ou dois minutos com a moça em seus braços, fazendo massagem sueca, e só depois vire-se para o tal cigarrinho. Evite perguntas sobre o seu desempenho e também não precisa contar sobre as outras mulheres com quem saiu. Nesse momento, pegar no sono é crime inafiançável.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Não fuja da raia&lt;/strong&gt; - Se você faz a linha filho-único-que-mora-em-Jaçanã, nem pense em pular da cama, vestir-se e sair correndo. Faça pelo menos uma cerinha de meia hora. Agora, se a transa está rolando na sua casa, não tem nada demais armar uma rede no quarto e esconder-se dentro dela, deixando a cama inteiramente para a guria.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como saber se uma mulher atingiu o orgasmo?&lt;/strong&gt; - Basta perguntar ao cabeleireiro dela no dia seguinte. Mas não pergunte diretamente, vá com calma, evite o velho mico de se expor em demasia. Apenas procure saber, discretamente, se ela foi ao cabeleireiro no dia seguinte. Quando uma mulher chega no salão dizendo "Quero mudar tudo!" é porque você pisou na bola. Ou pisou no baço dela, tentando imitar aquela posição do "encantador de serpentes" e se deu mal.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como se livrar de um beijo oferecido na hora errada?&lt;/strong&gt; - Por "hora errada" entenda-se "logo após o sexo oral". Algumas mulheres têm essa mania: depois de nos satisfazerem com sexo oral, testam nossa coragem oferecendo um apaixonado beijo na boca. A solução é simples: dê um abraço apertado em volta do pescoço dela, mantendo seu rosto colado no rosto da vadia. Nessa nova versão para o americaníssimo &lt;em&gt;cheek-to-cheek&lt;/em&gt; é impossível que se dê o encontro das bocas. Se ela ficar desconfiada, aperte mais forte. Se ela continuar desconfiada, aperte até o fim. Um bom advogado criminalista pode custar menos que o beijo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como pedir para virar o disco sem ser agressivo?&lt;/strong&gt; - Enquanto estiverem se abraçando, aperte carinhosamente seus (dela) tendões do pescoço, próximos da clavícula. Com ar de quem conhece tudo de medicina chinesa, fale que ela está muito estressada. Ofereça-se para lhe fazer uma massagem nas costas. Coloque-a de bruços e lambuze-a de creme hidratante. Com as duas mãos espalmadas, faça movimentos circulares fingindo espalhar o creme sobre as omoplatas, mas na verdade encaminhando o líquido para a espinha dorsal. A força da gravidade vai se encarregar de levar o creme através da espinha dorsal até o buraco negro lá embaixo. Quando ela ficar bem relaxada, você posiciona a espada de Eros no lugar correto e manda ver. Se ela reclamar, fale que não está ouvindo direito, deixe seu peso todo cair sobre a potranca e aproxime seu ouvido da boca da vadia. Esse movimento vai fazer seu pau entrar até os ovos. Claro que ela vai te xingar de filho da puta, mas e daí? O importante é que você está por dentro das coisas. Ou melhor, por dentro das coxas. E não vai sair de cima nem pelo caralho.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como oferecer o dinheiro do táxi?&lt;/strong&gt; - Nessa época politicamente correta, a honestidade é muito valorizada. Antes de transar, explique a ela com toda franqueza: "Meu amor, aqui no criado-mudo há três gavetas: uma com dinheiro para táxi especial, outra para táxi comum e uma terceira com vale-transporte. Gostaria de informar que, conforme seu desempenho, você terá direito a uma das três formas de voltar para casa. É que, depois que eu estiver satisfeito, vou achar você uma pessoa bastante desinteressante, quase inútil, e desejar, ardentemente, que você suma da minha frente. Mas uma ajuda para o transporte é sempre um gesto humanitário". Se ela der um tapa na sua cara e sair correndo furiosa, não faz mal: isso quer dizer apenas que ela é uma moça muito mal-educada.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como saber se a mulher está "naqueles dias"?&lt;/strong&gt; - Esse é um assunto muito íntimo, muito difícil de se perguntar assim, na lata. Você vai precisar de ajuda. Peça para o seu melhor amigo dormir com ela primeiro e depois te contar.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como saber se a parceira vai ligar amanhã?&lt;/strong&gt; - Nunca se sabe realmente se ela vai ligar (99% de chance) ou não ligar (1% de chance). Na dúvida, dê o número errado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como dizer a ela que seu perfume é insuportável sem ser grosseiro?&lt;/strong&gt; - Diga: "Que tal transarmos ao ar livre?" Ela responderá: "Mas estamos em frente ao Aterro Sanitário da Prefeitura, onde o cheiro do chorume é insuportável". E você: "Então, que tal transarmos ao ar livre?"&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como explicar uma brochada?&lt;/strong&gt; - Com exceção do Ziraldo, que nunca brochou, você sabe que um dia o carburador vai falhar. Explique a ela que você escolheu o dia para não ser pego de surpresa e que qualquer dia desses, você paga em dobro. Isso depois de ela assinar um termo de compromisso garantindo que não vai contar pra ninguém.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Durma bem&lt;/strong&gt; - Digamos que você decidiu literalmente passar a noite ao lado da moça. Arrume um jeito de controlar-se, pois roncar, babar e expelir gases durante o sono, sem putaria, são coisas imperdoáveis e decisivas!!! Aliás, disso depende o repeteco.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bafo de onça&lt;/strong&gt; - Evite todo e qualquer &lt;em&gt;cheek-to-cheek&lt;/em&gt; ao acordar e dê um jeito de escovar os dentes antes de dar bom-dia. Nesse momento, é óbvio que a moça já se levantou 15 minutos antes, tirou o bafão, penteou os cabelos, retocou a maquiagem e voltou para a cama fingindo que acabou de acordar. Se não der para escovar os dentes, sussurre em seu ouvido e evite os beijos na boca. O bafão da ressaca é insuportável, mesmo que você tente disfarçar chupando drops Halls extraforte.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Momento íntimo&lt;/strong&gt; - Chegou a hora de fazer sua higiene pessoal no banheiro, ou seja, escovar os dentes, lavar a pomba e soltar o barro. Mas, por favor, faça de portas fechadas. Não pode existir nada mais deselegante para uma mulher do que se deparar, na primeira hora do dia, com um sujeito despenteado, cara de anteontem, cheio de remelas, sentado no vaso sanitário bancando o pensador. Também não se esqueça de dar descarga no vaso, seu porco! Ah, sim: escarrar no chão e assoar o nariz com os dedos está proibido, pelo menos neste primeiro encontro. Agora, se você gostou realmente da performance da moça, prepare um café regional para os dois. Elas adoram.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como preparar um café regional?&lt;/strong&gt; - Abra o catálogo telefônico nas páginas amarelas, identifique qual deles entrega em domicílio e manda ver, mané! Ou melhor, manda vir.&lt;br /&gt; &lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8639940-109846794548496447?l=amoal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109846794548496447'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109846794548496447'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amoal.blogspot.com/2004/10/pequenos-truques-para-grandes-trepadas.html' title='Pequenos truques para grandes trepadas'/><author><name>Simão Pessoa, 1º Sacerdote da AMOAL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05933186576875034341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8639940.post-109846783665196684</id><published>2004-10-09T13:57:00.000-04:00</published><updated>2004-11-01T23:15:22.310-04:00</updated><title type='text'>A educação sexual das ninfetas</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/640/kslk5.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/400/kslk5.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Parceiras experientes, como você comprovou com sua colega de escritório, são sempre um show à parte. Quem poderá negar a importância das abnegadas balzaquianas pro nosso, digamos assim, passaporte para o mundo da sacanagem?! No entanto, as senhoras que me perdoem, mas juventude é fundamental! A firmeza da carne tenra, a penugem à flor da pele arrepiada, os seios apontando pro teto, um certo ar de dúvida e pecado mortal estampados no rostinho indefeso... Hummmm. A coisa toda soa um pouco vampiresca de nossa parte, mas não podemos esquecer a nobre tarefa a que nos propomos: preparar a juventude para a futura vida social. Somos, no fundo, educadores. O que não é pouco!&lt;br /&gt;Qualquer "educador para a sacanagem" que se preze sabe muito bem que o "processo pedagógico" requer paciência e dedicação. Quem imagina ser suficiente identificar a moça, descascar e engolir, está enganado. A nobreza de nossos propósitos só será compreendida se conseguirmos pôr à disposição da inexperiente parceira o que colhemos pelos lençóis da vida. A iniciativa sempre estará conosco. Gestos lentos, explicações divertidas, atenção constante podem ser muito úteis. A recompensa, além da mais óbvia, é ficarmos docemente gravados na memória juvenil das novas gerações. Um lucro espiritual que pode ser um belo consolo à época da aposentadoria! Mas lembre-se: abaixo de 14 anos é caso de polícia e morte certa na cadeia!&lt;br /&gt;Como conquistar uma adolescente? Bom, vamos supor que você foi convidado para dar uma palestra sobre literatura num colégio ou ajudar a filha de um amigo numa gincana estudantil ou convidado para ser jurado de uma festa na escola, enfim, um rolo desses. Para cada grupo de 50 adolescentes do sexo feminino presentes no evento, pelo menos meia dúzia delas vai se interessar por você e, no mínimo, duas vão ficar doidas pra te dar. Mesmo que você não seja nenhum Brad Pitt.&lt;br /&gt;Por que isso ocorre? Ninguém sabe. Deve fazer parte do processo de amadurecimento das vagabundas em flor. Escolha uma das duas que quer dar pra você para se encontrarem numa sorveteria no dia seguinte. Claro que ela vai matar a aula para ir ao encontro. Adolescente é movida pelo instinto da curiosidade. Se alguém ver vocês dois ali, um cidadão de cabeça branca e uma teen de uniforme escolar, no mínimo vão pensar que são pai e filha conversando sobre o futuro da nação enquanto dividem um prosaico sundae com cobertura de passas e um milk shake de chocolate.&lt;br /&gt;Leia poemas ou contos eróticos para ela e faça comentários eróticos sobre lugares inusitados onde você já fez amor (num restaurante em Nova York, no metrô de Tóquio, numa favela no Rio de Janeiro). Faça uma dissertação de mestrado sobre filmes estimulantes (Último Tango em Paris, Instinto Selvagem, Garganta Profunda). Convide-a para transar no estacionamento do aeroporto, na sala do seu escritório depois do expediente ou na lavanderia da esquina, às 4 da manhã. Além de curiosas, as adolescentes são movidas a adrenalina e adoram emoções fortes.&lt;br /&gt;Revele a ela, tintim por tintim, as suas fantasias sexuais mais picantes. Pode ser um encontro casual no Shopping Center. Ela vai ficar excitada ao ouvi-lo falar sobre isso com tamanha exclusividade. Claro, inclua algumas pistas de que a protagonista de todas as situações descritas é ela mesma. Só não vale forçar a barra para tornar as fantasias realidade de imediato (nem sempre as adolescentes encaram um convite para sexo a três logo de cara).&lt;br /&gt;Ok, você conseguiu rebocar a menininha para o matadouro. Se prepare então para bancar o Indiana Jones na Última Cruzada utilizando como bússola o definitivo mapa do prazer feminino. Anote, respire fundo e siga passo a passo. É mais simples (e muuuito mais divertido!) do que programar o videocassete. Antes de mais nada, prepare o cenário. Pode parecer óbvio, mas, voltamos a repetir, lençóis limpos, música suave, luz indireta (não escuridão) e celular desligado fazem a maior diferença para as adolescentes.&lt;br /&gt;Se for levá-la para o motel, não banque o pão-duro. Muitas meninas reclamam que os homens não conversam durante o sexo. Então, a solução é simples: converse bastante antes, durante e depois. Não é preciso fazer sexo auricular, mas capriche na tonalidade da voz e diga algo bem básico como "Você me deixa louco de tesão". Viu? Nem doeu. As adolescentes adoram elogios criativos desse tipo...&lt;br /&gt;Não tenha pressa! Narcisistas e exibidas, as adolescentes apreciam ser admiradas como quadros numa galeria de arte. Você pode começar desabotoando a blusa, mas espere um pouco mais para abrir o sutiã. Como se dizia antigamente, a expectativa já é metade do prazer. Aproveite para beijar o mamilo pela fenda do sutiã. Levante a saia dela até em cima e puxe a calcinha para baixo, sem se preocupar em tirar uma e outra de uma vez só. Aproveite para elogiar várias partes do corpo dela, a cor da calcinha, a escolha da roupa, a ausência de celulite no bumbum, qualquer coisa que soe sincero.&lt;br /&gt;Se ela estiver vestindo calça comprida, abra o zíper devagar. Se tiver dificuldade, não hesite em solicitar ajuda da gata. É melhor do que rasgar uma roupa cara da Zoomp. Caso você esteja usando gravata, desfaça o nó olhando fixo nos olhos dela, como se tivesse escondendo algo. Pendure a gravata no pescoço dela e puxe-a para um beijo de língua longo e caprichado. Aproveite depois o acessório durante o sexo para amarrar os pulsos dela (com um nó frouxo, por favor) e praticar algumas das carícias sugeridas.&lt;br /&gt;Antes de mais nada, você precisa saber onde ficam o clitóris e o ponto G de uma vagina. O ponto Grafenberg, conhecido como ponto G, é uma saliência localizada no fundo da parede frontal da vagina. Nas adolescentes, ele tem o tamanho médio de uma moeda de 5 centavos, mas com a prática continuada das relações sexuais ele vai sendo debastado pelo pênis até desaparecer completamente quando a vagabunda atinge 250 quilômetros de rola, que é por volta dos 40 anos. É por isso que quanto mais velha mais a mulher demora a atingir o orgasmo vaginal.&lt;br /&gt;Para localizar o ponto G, imagine um relógio dentro da vagina, com o doze apontado para o umbigo. O ponto G está entre o onze e o um. Ele costuma ficar protuberante quando a adolescente está excitada. Você pode massageá-lo com o dedo ou com o pênis de forma persistente. Só não vale fazer disso uma gincana.&lt;br /&gt;O clitóris está localizado no alto da vulva, ali no alto dos pequenos lábios, coberto por uma membrana delicada repleta de terminações nervosas. Grosso modo, a parte externa assemelha-se à glande masculina, em tamanho reduzido. Quando a mulher se excita, ele dobra de tamanho.&lt;br /&gt;Para atingi-lo com absoluta certeza, às vezes é preciso afastar levemente a pele que o recobre, para não atrapalhar a sensação das carícias. Na dúvida, vale perguntar se você está no lugar certo.&lt;br /&gt;Nas adolescentes, o clitóris é ultra-sensível mas com a prática continuada das relações sexuais ele vai sendo dessensibilizado pelo pênis até perder completamente a sensibilidade quando a vagabunda atinge 350 quilômetros de rola, que é por volta dos 50 anos. É por isso que quanto mais velha mais a mulher demora a atingir o orgasmo clitoriano. Se já decorou todos os macetes, você está pronto para a próxima fase.&lt;br /&gt; &lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8639940-109846783665196684?l=amoal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109846783665196684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109846783665196684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amoal.blogspot.com/2004/10/educao-sexual-das-ninfetas.html' title='A educação sexual das ninfetas'/><author><name>Simão Pessoa, 1º Sacerdote da AMOAL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05933186576875034341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8639940.post-109846766915668902</id><published>2004-10-09T13:54:00.000-04:00</published><updated>2004-11-01T23:14:56.473-04:00</updated><title type='text'>O corsário disseca o mapa do tesouro</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/640/kslk005.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/400/kslk005.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Bom, depois dessas explicações básicas imagino que você já esteja pronto para começar a exploração do corpo da menina. Então, mãos à obra.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Couro cabeludo&lt;/strong&gt; - Apesar daquele corte de cabelo extravagante (para dizer o mínimo), essa parte do corpo da adolescente esconde sensações incríveis. Use a ponta dos dedos para percorrer a região próxima à nuca, depois suba como se estivesse escrevendo um "V" perto das orelhas. Repita a operação dos dois lados, primeiro de leve, depois com um pouco mais de pressão, tomando cuidado apenas para não embaraçar os fios do cabelo recém-saído da chapinha. Você também pode dar algumas mordidinhas no coro cabeludo dela e no pé da nuca e depois assoprar. Ela se surpreenderá com a novidade.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Rosto&lt;/strong&gt; - Detenha-se particularmente nos olhos, lábios e orelhas. Explore as pálpebras. Formada por terminações nervosas, elas são muito sensíveis. Passe a língua sobre elas com delicadeza, tomando cuidado para não remover a sombra azul-turquesa (ela é clubber, mané!). Dê uma série de beijinhos e toques os cílios com os lábios e a língua. Capriche nas orelhas. Percorra alternadamente toda a parte interna e externa com a língua ligeiramente umedecida (não a encharque de saliva para não deixá-la surda) e não se esqueça de dar leves mordidas nos lóbulos, tendo cuidado para não cortar sua língua num dos piercings (ela é fashion, mané!). Respire sensualmente bem perto da orelha, para fazê-la arrepiar-se. Sem que ela esteja esperando, enfie a ponta da língua no orifício e faça movimentos circulares, como se fosse um cotonete. Sim, o gosto de cera é desagradável, mas fazer o quê? Roce os seus lábios nos dela e rastreie com a ponta da língua, intercalando com beijinhos. Prenda o lábio dela entre os seus dentes. Só depois invada sua boca com vigor. Explore a gengiva e o céu da boca. Cuidado para não cortar a língua no aparelho de correção ortodôntica que ela está usando (ela é teen, mané, já esqueceu?). Interrompa o beijo suavemente, sem tranco, e comece de novo com o mesmo empenho.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pescoço e ombros&lt;/strong&gt; - Toda mulher gosta de receber mordidas no pescoço, daquelas de deixar marcas roxas por dois dias. As adolescentes, entretanto, não suportam nem como exercício filosófico a idéia de ficar marcadas por outra coisa que não seja uma tatuagem tribal. Portanto, controle o seu impulso de conde Drácula. Não se concentre apenas no pescoço, mas suba e desça à vontade. Depois lamba e acaricie com os dedos, ou sopre suavemente logo após uma lambida. Cuidado para não machucá-la com a barba por fazer. Repita o procedimento nos ombros e na nuca.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Seios&lt;/strong&gt; - É preciso dedicar atenção aos mamilos. Muitas adolescentes não conseguem se excitar completamente sem a estimulação direta dessa região. Brinque com o biquinho (se ela for punk, muito cuidado para não engolir o piercing tipo argola!). Belisque-o de leve e enrole-o com a ponta dos dedos, como se estivesse preparando um baseado. Segure-o com a mão, como se estivesse segurando uma taça de banana split com cobertura de ameixa. Adolescentes adoram veneração. Lamba o bico com a ponta da língua em movimentos circulares, alternando com um vaivém rápido. Você logo notará que ele endurecerá. É o momento de sugá-lo de leve, depois com um pouco mais de vigor, prestando atenção nas reações dela (se estiver gostando, provavelmente ela arqueará o peito para cima, como se estivesse pedindo mais). Além de acariciá-lo com a ponta dos dedos, esfregue-o de leve com o centro da palma das mãos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mãos&lt;/strong&gt; - Massagens, lambidas e mordidelas nos dedos podem despertar sensações indescritíveis nas adolescentes, desde que você não danifique o esmalte vermelho-hemorragia que ela usa nas unhas (ela é vamp, mané!). Com a língua, faça movimentos circulares bem no centro da palma, ali onde ela esconde a "cola" na prova de Matemática, escorregando para os dedos. Em seguida, enfie um dos dedos na boca, sugue-o e morda-o de leve. Não exagere nesse setor, ou ela pode imaginar que você aprendeu aquelas técnicas chupando a pica de amigos e sua reputação de espada-matador vai pro vinagre. O tesão dela também.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pernas e coxas&lt;/strong&gt; - Por não terem ainda desenvolvido o hábito de deitar de costas sob um peso de 100 quilos, as adolescentes possuem a parte de trás das pernas muito sensível, assim como atrás do joelho e a parte interna das coxas. Comece pelos tornozelos, com a delicadeza de quem está dando polimento numa Ferrari F40. Percorra com mãos leves os tornozelos, passe pelas panturrilhas e siga até o interior das coxas. Mas não se detenha por aí! Recomece explorando com a ponta dos dedos uma perna de cada vez e dê vários beijinhos atrás dos joelhos, com lambidinhas rápidas. Só então volte para as coxas e faça movimentos circulares com as mãos (ou a boca) no sentido anti-horário. Ela praticamente perderá os sentidos!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bumbum&lt;/strong&gt; - Mesmo as adolescentes que têm bumbum pequeno ou ainda em formação se deliciam com carícias nessa área, geralmente esquecida pelos machos na hora das preliminares. No caso específico das adolescentes, é melhor começar a esquentar a área muito antes do sexo anal. Vá fundo nos afagos. Essa região pede que você a apalpe com mais vigor, fazendo carícias e massagens fortes, alternando com beijos e mordidas (leves). Vire-a de bruços na cama ou sobre o seu colo, como uma menininha prestes a levar umas palmadas (e dê algumas, massageando em seguida!). Não se esqueça da área conhecida como "rego", justamente aquela que divide os dois lados da nádegas e possui uma tatuagem de fadinha. Passe a língua sobre essa linha, acaricie o cóccix e desça delicadamente, mas não chegue até o ânus por enquanto. Invista na área da dobra. A dobra é justamente aquela área fronteiriça entre as coxas e o bumbum, qualificadíssima para carícias que a levarão ao êxtase. Use os polegares para escorregar de uma ponta à outra, do centro para as extremidades, com pressão moderada (lembre-se: sua intenção não é fazer cócegas nem fazer a menina peidar de dor). Em seguida percorra toda a extensão com a língua endurecida e assopre. Para ficar mais confortável para você, coloque um travesseiro debaixo do corpo dela, deixando o bumbum mais arrebitado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Axilas&lt;/strong&gt; - Nada melhor do que explorar as axilas segurando a gata pelos pulsos com os braços estirados para trás. Beije e lamba à vontade, circulando com a língua, chegando até a parte interna dos braços. Parado aí, dê mordidinhas, terminando por lamber e soprar as axilas mais uma vez. Se ela for do tipo natureba e tiver cabelos no sovaco, nem chegue perto.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Barriga&lt;/strong&gt; - Há uma verdadeira linha de prazer entre o umbigo com piercing de pérola semipreciosa e a área dos pêlos pubianos pintados de roxo. Invista nas lambidas. Dê início à sua deliciosa tortura circulando o umbigo da garota com a língua. Enfie-a depois no orifício e parta desse ponto para baixo, descendo até a linha onde os pêlos começam a crescer. Mude a direção sem aviso prévio, traçando uma linha horizontal. Termine sugando o umbiguinho dela.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Períneo&lt;/strong&gt; - essa região localiza-se entre a vagina e o ânus e possui uma pele fina e delicada, uma das mais sensíveis da anatomia feminina. Pressione com os dedos. Use o indicador e o médio para fazer leves pressões nessa área. Depois solte por alguns segundos e recomece. A pressão deve ser firme, mas não a ponto de machucá-la. Passe a língua, mordisque de leve. Mas não se entusiasme demais: ainda não é hora de chegar à vagina (não por enquanto).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pés&lt;/strong&gt; - Apesar de viverem encafifados naqueles tênis fedorentos, os pés das adolescentes possuem milhares de terminações nervosas e são sempre bem limpinhos. Seria um desperdício esquecer essa parte. Massageie os pezinhos delas com carinho. Não é preciso ser um expert em do-in ou shiatsu. Use os seus polegares para massagear a planta dos pés com movimentos firmes, mas seja suave e delicado na hora de tocar os dedinhos. Puxe cada um deles levemente para fora, depois enfie um a um em sua boca para rápidas lambidas e termine sugando o dedão com vigor. Ela se renderá. Mas não demore muito nessa chupação ou você já sabe o que acontece.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sexo oral&lt;/strong&gt; - não tenha dúvidas. O sexo oral, ou cunilíngua, é uma das variantes sexuais preferidas das adolescentes. Ele só perde para telefonemas para amigas da escola e atualização de blogs na Internet. Antes de começar a chupar a menina, deixe claro que você adora o cheiro natural da sua perereca e também o seu gosto. Só assim irá deixá-la bem à vontade e sem nenhum vestígio de timidez. Mas tenha paciência. Embora o sexo oral possa levar um moleque ao clímax rapidamente, o mesmo não acontece com as molecas. Não sempre. Na região da genitália feminina, existem três pontos capazes de fazer qualquer vagabunda levitar: o clitóris, os lábios vaginais e a vagina. Os três devem ser explorados pela sua língua (tomando o cuidado de não feri-los com um possível bigode ou a barba por fazer). Os movimentos devem ser variados, assim como a pressão, para evitar amortecer a área ou mesmo machucar a pele. Açoite de leve o lugar com a ponta da língua, faça penetrações na vagina (também com a língua) e dê longas lambidas nos pequenos lábios e toda a região de baixo para cima e de um lado para o outro. Se ficar cansado, use os dedos para massagear o clitóris enquanto você descansa a língua um pouco. Mas, se perceber que ela está prestes a gozar com os movimentos ritmados de sua hábil língua, não pare o que estiver fazendo em hipótese nenhuma, sob pena de receber um cartão vermelho. Você pode fazer sexo oral em qualquer lugar, desde que seja confortável para ela. Algumas adolescentes preferem cadeira à cama, porque podem acompanhar visualmente o trabalho do sujeito. O elemento surpresa conta pontos. Já imaginou brindá-la com uma cunilíngua rápida no elevador ou no banheiro do avião?&lt;br /&gt; &lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8639940-109846766915668902?l=amoal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109846766915668902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109846766915668902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amoal.blogspot.com/2004/10/o-corsrio-disseca-o-mapa-do-tesouro.html' title='O corsário disseca o mapa do tesouro'/><author><name>Simão Pessoa, 1º Sacerdote da AMOAL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05933186576875034341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8639940.post-109846753662299119</id><published>2004-10-07T13:52:00.000-04:00</published><updated>2004-11-01T23:07:23.876-04:00</updated><title type='text'>Lobo mau come o chapeuzinho vermelho</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/640/ksmk011.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/400/ksmk011.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Bom, finalmente chegou a hora de entrar nos finalmentes. Mas antes você precisa ficar ciente de duas coisas. Primeira coisa: nada de ficar com remorso por estar prestes a comer uma menina com a idade de ser sua filha. Provavelmente, nesse instante, um cara da sua idade está comendo a sua filha sem nenhum remorso. Segunda coisa: não é verdade que você não possa ler os pensamentos de uma adolescente e descobrir como levá-la ao êxtase na hora da transa. Existem, sim, as posições de que elas mais gostam e que vão pedir aos céus para que você proponha. Ter tomado um Viagra de 50 mg duas horas antes pode ajudar um bocado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Papai-e-mamãe&lt;/strong&gt; - Mulher embaixo, homem em cima. Bem sabemos que a posição parece manjada, mas costuma ser muito apreciada pelas adolescentes. Tenha, porém, a cortesia de evitar a posição caso esteja muito acima do seu peso ideal. Use um travesseiro embaixo do bumbum dela. Desse jeito, fica mais fácil massagear o clitóris da gatinha com a base do seu pênis durante os movimentos de vaivém. Falando nisso, esqueça o rigor técnico e faça movimentos circulares com o pênis, de modo a massagear toda a região. É garantia de prazer total para ela. Mas nada de deixar as mãos inertes enquanto estiver no bem-bom. Segure-a com firmeza pelo bumbum e levante os quadris em direção ao seu corpo, como se quisesse enfiar até os ovos. Se quiser vê-la chegar ao orgasmo mais depressa, escorregue uma das mãos para baixo e massageie o clitóris da menina ao mesmo tempo em que a penetra. É tiro e queda. Aproveite para emitir palavras ou gemidos de prazer enquanto se movimenta. As adolescentes gostam de saber o que o homem está sentindo com a penetração. Se nada em particular lhe vier à cabeça, descreva o que estiver fazendo ("Agora vou comer você todinha", "Quero entrar todo dentro de você", "Vou fazer voar caco de periquita pra todo lado", etc.). Qualquer coisa que deixe claro que ela está lhe deixando louco.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Carro alegórico&lt;/strong&gt; - Mulher em cima, homem embaixo. Permitir que a garota assuma o controle e fique por cima oferece várias vantagens, principalmente se você for gordo e barrigudo. Nessa posição, algumas adolescentes sentem mais facilidade para atingir o orgasmo, ajustando o ângulo de penetração e tendo o clitóris friccionado ao bel-prazer. Comece com um papai-e-mamãe invertido. Você pode fechar as pernas e deixar as dela aberta, fazer exatamente o oposto ou, ainda, enroscar-se nas pernas dela com as suas, flexionando seus joelhos, tanto faz. Ajude-a a realizar os movimentos de vaivém segurando-a pelos quadris caso perceba que ela ficou cansada. Não tenha pressa. Lembre-se: é ela quem está comandando o espetáculo. Faça com que ela monte em você. Além de permitir uma penetração mais profunda, você pode aproveitar para acariciar os seios dela ou massagear-lhe o corpo todo com as mãos. Comece com a posição papai-e-mamãe invertida e peça que ela encolha as pernas até ficar de joelhos, sentada sobre você com os quadris sobre a sua pélvis. Fácil e delicioso. Se preferir, peça para ela lhe dar as costas. Você se senta na cama com os braços apoiados atrás e as pernas abertas e estendidas para a frente. Ela se senta de cócoras e de costas sobre a sua pélvis, com os pés apoiado no colchão. Ela se movimenta como quiser e você aproveita para beijar a nuca, sussurrar palavras de sacanagem no ouvidinho dela ou morder de leve a sua orelha. Delírio total para ela.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vaca atolada&lt;/strong&gt; - Mais do que qualquer outra fêmea, as adolescentes possuem um lado "animal" e gostam de ser admiradas nessa posição radical. Comece pelo clássico. De joelhos, por trás da menina, penetre-a e fique em posição vertical ou ligeiramente inclinado, mas sem jogar o seu peso sobre ela. Aproveite as mãos inteiramente livres para massagear os peitinhos, o clitóris, segurá-la pela nuca ou pelos quadris. Ela irá adorar, também, se você ajudar a abrir ainda mais os grandes lábios da vagina com as mãos, alcançando o clitóris com o dedo indicador. A única ressalva é dosar a velocidade e a pressão dentro da vagina, pois movimentos bruscos poderão fazer com que seu pênis alcance o colo do útero, tornando a penetração dolorosa. Providencie uma poltrona confortável e uma boa cadeira. Uma idéia é fazê-la sentar-se no seu colo dando as costas para você (que se encontra sentado na poltrona). A cadeira servirá de apoio para as mãos da gata, quando você incliná-la para a frente. Estimule a fantasia juvenil dizendo que é desse jeito que você imagina quando está no carro pensando nela. Além disso, as adolescentes gostam dessa posição porque seu pênis preenche cada milímetro da vagina, enquanto você a presenteia com beijos e lambidas nas orelhas, no pescoço e na nuca e suas mãos alisam os seios ou a barriguinha.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Arrumadinho&lt;/strong&gt; - Você de joelhos, ela agachada. Você fica agachado na ponta dos pés com os dois joelhos apoiados no chão. Ela o enlaça pela frente com as pernas pela cintura enquanto você a penetra abraçando-a pelas costas e beijando-a com sofreguidão. Alguma dúvida que ela vai adorar?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tesoura voadora&lt;/strong&gt; - Deite-se e estique sua perna para a frente enquanto ela faz o mesmo. Ela mantém a perna direita sobre o seu ombro esquerdo. A perna esquerda dela passa debaixo da sua perna direita (o encaixe se parece com uma tesoura). Os movimentos devem ser sinuosos e lentos, já que a mobilidade fica ligeiramente prejudicada, mas o resultado compensa.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Corcovado&lt;/strong&gt; - Na hora em que ela estiver de quatro, fique de pé e levante-a pelas pernas, fazendo-a enlaçá-lo pela cintura. Penetre-a lentamente e diga a ela que jamais viu vista tão linda.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Galo bonito&lt;/strong&gt; - Ela se deita de lado, com um travesseiro debaixo da cabeça. Você se ajoelha por trás, a segura pelos quadris e a penetra, massageando com o pênis o começo da vagina (e provavelmente o ponto G). Ela suspira de prazer enquanto você incrementa a posição massageando os seios e o clitóris.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Seo Tobias&lt;/strong&gt; - Essa não é a modalidade favorita de sexo das adolescentes, apesar de a maioria delas já ter se tornado adepta em troca de não perder a virgindade. Mesmo que você consiga levá-la à loucura com as técnica da AMOAL, uma infecção posterior pode tornar a aventura desastrosa e a família dela descobrir tudo. Use sempre camisinha e lave cuidadosamente seu pau antes de partir para qualquer outra prática (como o sexo oral ou vaginal).&lt;br /&gt;Como o ânus e o reto não produzem lubrificação natural, passe uma boa quantidade de lubrificante na sua pomba e no tobias da menina antes de partir para a penetração propriamente dita. Esqueça a vaselina e compre na farmácia produtos à base de água (como o KY gel ou líquido, da Johnsons). Sexo anal com adolescente não significa penetração pura e simples, ainda mais se for a primeira vez da garota (aliás, ela vai dizer sempre que é a primeira vez, mesmo que já seja mais escancarada que a defesa do Flamengo).&lt;br /&gt;Comece, portanto, com uma aproximação digital. Faça movimentos circulares por fora do ânus, umedeça os dedos com lubrificantes (ou saliva) e, muito devagar e carinhosamente, vá chegando perto de sua meta. Se preferir, use a língua e, para que ela se mantenha excitada, deixe a outra mão escorregar pelo clitóris e pela abertura da vagina. Presenteando-a com um duplo prazer. Penetre então o ânus com um dos dedos (o indicador) e faça movimentos de vaivém lentos e compassados.&lt;br /&gt;Quando ela estiver se acostumando com esse tipo de penetração, lubrifique a região um pouco mais e introduza a cabeça do pau. Prometa (mas não cumpra) que irá parar se ela sentir qualquer tipo de desconforto. Controle o ímpeto de chegar muito fundo na primeira vez. Se seguir todos os passos, ela logo lhe pedirá um bis.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Encerrando o expediente&lt;/strong&gt; - Ofereça-se para dar banho na menina depois do sexo. Massageie o corpo dela com um bom sabonete líquido, enrole-a numa grande toalha macia e passe creme hidratante em massagens circulares, fazendo-a relaxar ainda mais. Ela vai pensar que está no paraíso. Vá para a cozinha e volte com um lanchinho legal para guria. Frutas, sanduíches integrais, morangos regados com champanhe ou torradas com caviar, o importante é que você alimente sua presa com todo o cuidado. Mimos especiais depois do sexo, acredite, melhoram muito o desempenho feminino no próximo encontro. Além do mais, se ela contar para suas amigas (e adolescente sempre conta), você vai ter a chance de comer metade das alunas do colégio. Sem contar as professoras.&lt;br /&gt; &lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8639940-109846753662299119?l=amoal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109846753662299119'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109846753662299119'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amoal.blogspot.com/2004/10/lobo-mau-come-o-chapeuzinho-vermelho.html' title='Lobo mau come o chapeuzinho vermelho'/><author><name>Simão Pessoa, 1º Sacerdote da AMOAL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05933186576875034341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8639940.post-109846738799128338</id><published>2004-10-07T13:49:00.000-04:00</published><updated>2004-11-01T23:06:15.003-04:00</updated><title type='text'>Procurando a mulher ideal desesperadamente</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/640/ksh062.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/400/ksh062.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Bom, agora que você já sabe os principais macetes para seduzir uma adolescente, vamos começar a particularizar o assunto. De agora em diante, os ensinamentos são para seduzir mulheres específicas. São mulheres que vivem dando mole pra você, mas como você está tão atarefado na luta para conquistar definitivamente a mulher ideal, nem consegue perceber. E o que é a mulher ideal? Digamos que você acabou de jogar futebol com um grupo de amigos. O sol é tão forte que você tem a impressão de que seu cérebro está sendo cozinhado no vapor.&lt;br /&gt;Corajoso, senta gemendo num banquinho, resgata a última energia que sobrou para tirar as chuteiras e se prepara para pegar uma cerveja. E, vejam só, aquilo entre você e o isopor com as cervejas é um igarapé. Você pula, a água o isola termicamente do inferno. Você flutua. Cada parte do seu corpo está anatomicamente envolvida por uma sensação superior. A água te dá colo. Você se pergunta se existe suíte presidencial com hidromassagem no Paraíso. Se existir, deve ser daquele jeito. A água está tão boa que você pode ficar no igarapé o resto da vida. Sim, mas o que fazer com as cervejas no isopor praticamente gritando "E nós?... e nós?...".&lt;br /&gt;A mulher ideal é assim. Não é física, é etérea. São sensações de bem-estar por estar com ela. Sua cabeça veste no colo dela. Parece que seu corpo foi desenhado nos túneis de vento da Ferrari só para você encaixar cientificamente o seu corpo no corpo dela. Ela é indescritível. Você sabe como é cada sardinha e cada pinta do rosto, mas não consegue fazer um retrato falado se ela resolver sumir, cansada da mesma chuteira toda segunda-feira à noite no meio da sala, empesteando de areia e bodum o quarteirão.&lt;br /&gt;Idealmente, aparecem quando você menos espera. Pode começar num bar, pode ser na feira ou na seção de supermercados onde estão os embutidos. Pode ser numa cirurgia de verruga ou numa fila de banco. Pode ser numa loja de conveniência de posto de gasolina ou numa batida de carro na hora do &lt;em&gt;rush&lt;/em&gt;. Elas surgem do nada, simplesmente se materializam na sua frente. A personalidade primeiro, depois o perfume, em seguida o senso de humor e - finalmente - o corpo. E, ato contínuo, surge a vontade de saber se ela é de carne e osso e quanta carne você consegue pegar com a mão ou espetar no pau.&lt;br /&gt;Note que a mulher ideal não fica nua. Fica - isso, sim - pelada. Porque não se importa em andar sem roupa pelo corredor, de bobe no cabelo, perguntando "Mas pode-se saber onde está meu rímel?". Modelos ficam nuas. Mulheres ideais ficam peladonas. Não têm marca de biquíni. Não porque sejam nudistas e dispensem o maiô. Elas são lácteas, brancas como o banho de lua da Celly Campello.&lt;br /&gt;A mulher ideal fica zonza, jamais de fogo. De Martini, Campari ou cerveja, e ainda bate com o dedo naquela bolinha que aparece às vezes no gargalo, para dar sorte. São incapazes de fechar a tampa do Nescau. Fazem um furo no azeite do tamanho do túnel do Canal da Mancha. Amassam o tubo de pasta no meio. Mas, mesmo assim, mesmo com esses pecadinhos, tente ficar sem ela por - vá lá! - um mês. O reencontro pode ser um soco no diafragma, que sai pelo corpo todo e dói dias a fio, se ela já tiver trocado você por alguém que não jogue a toalha molhada na cama.&lt;br /&gt;A mulher ideal é uma procura histórica. Platão, tempos idos, já falava dela. Segundo ele, Zeus estava receoso do desenvolvimento dos humanos, do saber acumulado. Medrava que o homem se desenvolvesse de tal modo que pudesse subir ao Olimpo e tornar-se deus. Um concorrente. Zeus, que não chegou a deus dos deuses à toa, pegou uma faca daquelas bem boas e dividiu o ser em duas metades, homem e mulher, e colocou cada uma num canto do mundo. Mas você acaba encontrando sua outra metade. E, quando encontra, se torna com ela um só, um deus, e ascende ao Olimpo. As mulheres ideais são essas nossas metades, complementares, vitais, essenciais.&lt;br /&gt;Quando as mulheres dizem que os homens não prestam, elas estão repletas de razão. Por mais casado que um homem esteja, por mais solteiro que ele queira ficar ou por mais galinha que ele tenha se tornado, uma fantasia perpassa a mente de todos os seres humanos do sexo masculino: a mulher ideal. A mulher ideal não existe, embora a mulher dos outros seja o ideal para quebrar a rotina de vez em quando. Mas em termos de perfeição, a natureza ainda está nos devendo um exemplar imune às críticas. Por melhor que uma mulher pareça, no fim você sempre descobre um defeitinho, seja uma gordurinha localizada, uma estria intrometida ou uma unha encravada.&lt;br /&gt;Na ausência da mulher ideal, você deve montar a sua a partir de várias fêmeas. No mínimo seis, no máximo 72 (seis vezes 12 meses). Uma será sua companheira de cinema, a outra deve entender muito de música, pois será com ela que você vai ter sexo com a melhor sonoplastia, tem de ter ainda aquela que lhe acompanha a botecos decadentes, aquela com quem você vai aos melhores restaurantes, a que não se importa de ir ver você jogando de beque de subúrbio num campo de várzea e assim por diante. O sexteto mínimo ou a orquestra completa forma, se não uma amante Frankenstein, o seu "grupo de apoio" - a rede de parceiras constantes com quem você vai se relacionar afetiva e sexualmente sem cobrar ou prometer fidelidade.&lt;br /&gt;A expressão "grupo de apoio" vem se tornando cada vez mais comum, ainda que restrita às alcovas ou às rodas de amigos mais íntimos. Um grupo de apoio, ou GA, tem lá suas regras. Quem faz parte dele sabe bem qual é o seu lugar, ou seja, não espera do outro mais do que ele pode oferecer. Nem sempre a existência de outros parceiros é debatida, mas todos sabem que não há exclusividade nessas relações. A freqüência dos encontros é de, no mínimo, um a cada 15 dias e geralmente os casais de "apoiadores" se formam a partir de uma relação de amizade, quase nunca são resultado de uma noite casual.&lt;br /&gt;É justamente por serem esses grupos restritos - algumas relações assim duram anos - que o psiquiatra Eduardo Ferreira-Santos, especialista em terapia de relacionamentos, os considera "bastante saudáveis". "Poderiam ser chamados de &lt;em&gt;grupos de espera&lt;/em&gt;, porque são paliativos até que os envolvidos encontrem alguém com quem sintam vontade de viver uma relação real. Ter um GA evita a solidão sôfrega e a promiscuidade de sair a cada noite com uma pessoa diferente, com alguém que mal se conhece, só para ter sexo. Mas, como a natureza masculina é poligâmica e a feminina monogâmica, podem haver desencontros, diferenças de expectativas", diz ele. Portanto, já que a mulher ideal não existe, o melhor mesmo é jogar a rede nas mulheres comuns para ampliar o seu GA e deixar o barco correr. Aposto como você não vai se arrepender.&lt;br /&gt; &lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8639940-109846738799128338?l=amoal.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109846738799128338'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8639940/posts/default/109846738799128338'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amoal.blogspot.com/2004/10/procurando-mulher-ideal.html' title='Procurando a mulher ideal desesperadamente'/><author><name>Simão Pessoa, 1º Sacerdote da AMOAL</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05933186576875034341</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8639940.post-109846722482286858</id><published>2004-10-07T13:47:00.000-04:00</published><updated>2004-11-01T23:05:13.663-04:00</updated><title type='text'>Como carcar a vizinha solteira</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/640/kslk013.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/48/1981/400/kslk013.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Todo garanhão da AMOAL tem sempre uma vizinha comível que mora sozinha. O primeiro passo para se obter sucesso na conquista daquele Boeing 747 Extra Extended, que reside ao lado de seu ninho, é uma calma e desinteressada observação. Repare como a aeronave vive no hangar, como faz o taxiamento, como cuida da fuselagem e por aí afora, para só depois tentar seqüestrá-la. Com você pilotando, claro.&lt;br /&gt;Antes de mais nada, é importante saber se não há nenhum outro candidato a Carlos, o Chacal, nas imediações. Ou se esse terrorista-concorrente já não se instalou no Boeing e pretende ficar lá mandando bala por muito tempo. Neste caso, você tem de escolher entre três opções: cancelar a viagem, ir pra Envira em barco de linha ou tentar forçar a sua entrada no vôo.&lt;br /&gt;Eu te conheço: se tu fores mesmo espada-matador, vais passar por cima do policial que confere os passaportes, por cima do funcionário do Infraero, da menina que serve as biritas na sala Vip, do motorista do trator que leva as malas, vai pisar no pescoço da comissária de bordo e invadir a aeronave a qualquer preço, dizendo que vai explodir aquela merda no World Trade Center.&lt;br /&gt;Calma. A Primeira Lei da Obtenção de Intimidades com a vizinha-avião manda ter cautela. Dois comandantes disputando o mesmo manche acabam derrubando um avião. E é sempre melhor ter um Sêneca monomotor na mão do que dois Airbus voando. Por isso, paciência nunca é demais.&lt;br /&gt;Mesmo se você cruzar com uma vizinha estonteante dessas no elevador lotado e ela for &lt;em&gt;single&lt;/em&gt;, mantenha a parcimônia. É verdade: aquele par de seios maravilhosos vai estar a alguns centímetros do seu nariz, querendo sair pelo decote. E você não é propriamente um iogue. Mas tem de ficar sobriamente sério, autocentrado, pensando em outra coisa. Não vá fazer aquela cara de Jim Carrey ao olhar para os seios dela.&lt;br /&gt;Repita mentalmente: "Estou sozinho neste elevador, estou sozinho neste elevador, estou sozinho neste elevador com uma gata morta de gostosa e dois melões maduros a meio palmo do meu focinho que estão perturbando a minha concentração!". Tudo bem, no começo é difícil, mas com o tempo você chega lá.&lt;br /&gt;Pensar numa coisa desagradável também funciona. Como quando, no jardim da infância, riam das tuas orelhas de abano. Ou quando você tomou aquele porre federal de licor de ovos e vomitou no colo da menina mais bonita da festa, que, aliás, era sua namorada. Ou quando o Zico perdeu aquele pênalti contra a França. Ou quando te pegaram enrabando o filho mais novo do bedel do colégio. Ou quando o gerente de Recursos Humanos te chamou na sala para te demitir sem justa causa. Ou, se a tentação for enorme, pense num grupo de pagode tocando no Programa Raul Gil. Mas cuidado para não chorar. Choro em elevador é coisa de viado.&lt;br /&gt;A primeira aproximação, nunca esqueça, deve ser sutil. Não cometa aproximações bombásticas nesta fase de reconhecimento do terreno. Não coloque uma máscara de suíno e entre no apartamento da vizinha, de calção verde, chuteiras e camiseta do Palmeiras, grunhindo feito um demente, só porque descobriu que o signo dela no horóscopo chinês é Porco.&lt;br /&gt;Seja sutil. Nada de bilhetes, caixas de bombons suíços, gigantescos buquês de flores, trovadores urbanos cantando "La Vie en Rose" embaixo da janela, telegramas animados ou presentes vivos (cachorros, gatos, papagaios, peixinhos, você embrulhado em papel pardo com laço de cetim vermelho). Os exageros neste momento podem ser destruidores.&lt;br /&gt;Apenas a título de ilustração, relembro um fato ocorrido há pouco tempo. Um de meus amigos, o compositor Davi Almeida, estava obsessivamente ligado à imagem de sua vizinha, a cópia cagada e cuspida (mais cagada do que cuspida, é verdade) da Kim Bassinger.&lt;br /&gt;O sacana queria porque queria um encontro com ela, de qualquer maneira. Mesmo sendo alertado por mim, fantasiou-se de Pókemon e entrou à noite em sua residência. Terminou sendo destroçado pelo rottweiler dela, que odeia este tipo de boneco estúpido de formato estranho. Mas ser sutil demais também pode ser perigoso.&lt;br /&gt;Tive um outro amigo que, para mostrar desinteresse pela sua vizinha descasada, fingia que era viado. Quando ela entrava no hall, o sacana, mesmo de terno e gravata, começava a desmunhecar, cantar músicas da Sandra de Sá e revirar os olhinhos que nem a Elke Maravilha. Algumas semanas depois, ela o convidou para um jantar íntimo. Ele achou que ela tinha mordido a isca.&lt;br /&gt;Mas durante o jantar, a vizinha o apresentou ao seu (dela) irmão, um mecânico da Scania Vabis, ex-motorista da Viação Cometa. Hoje, ele está vivendo junto com o Nilsão, um sujeito maravilhoso, que lhe fez a cabeça e o compreende por inteiro. Deixou de ser meu amigo, claro. Macho não tem amigo fresco.&lt;br /&gt;Transar com a vizinha solteira, com uma desconhecida e até com uma boneca inflável exige que você mostre confiança em si mesmo e que demonstre isso à parceira. Por isso, nunca esqueça de demonstrar ao máximo o seu total controle da situação. Passados os momentos de observação, pegue o telefone e diga a ela quem é você. Isso, inclusive, vai servir para entabular uma boa conversa.&lt;br /&gt;Apenas como exercício filosófico, tente o seguinte modelo de ligação telefônica, para deixar gravado na secretária eletrônica da sacana: "Como vai, Suelen? Aqui quem fala é o Engels, do apartamento 1.042, ao lado do seu. Você acertou a nossa rifa! Venha buscar o seu peru de Natal aqui em minha casa hoje à noite. Nós aproveitamos, tomamos um vinho branco e ouvimos o último CD do Amado Batista. Combinado? Te espero às nove. Tchau".&lt;br /&gt;Determinação. Segurança. Firmeza. É isso que toda vizinha solteira quer ouvir. Não importa se ela não entrou em rifa nenhuma, se ela não sabe quem você é, se ela odeia peru, e, muito menos, se o seu telefonema aconteceu a onze meses do Natal. O importante é que você a fez acreditar em suas palavras. Ninguém conversa com uma secretária eletrônica impunemente.&lt;br /&gt;Depois do recado pelo telefone, chegou a hora da conversa ao vivo. Na primeira oportunidade, aborde a vizinha solteira. Pode ser no hall, no corredor, no elevador ou na garagem do prédio. Mas não esqueça que começar uma conversa com perguntas do tipo "Será que vai chover hoje?" ou "Pra você aquele Júnior Baiano cheirava ou não cheirava cocaína?" é altamente desaconselhável.&lt;br /&gt;Inicie o papo de maneira simples, impessoal, sem grandes preocupações com o conteúdo da pergunta. Mas mantenha a originalidade. Dependendo da resposta, você vai conhecer, de antemão, o tipo de personalidade dela. Exemplo:&lt;br /&gt;- Só por curiosidade, Suelen, você dorme pelada, de baby-doll ou apenas de calcinha de renda transparente?&lt;br /&gt;Se ainda não foi esbofeteado, continue na mesma linha. Na seqüência, encaixe uma segunda pergunta, mais investigativa, mais íntima, mas sempre mantendo um certo ar de distanciamento:&lt;br /&gt;- Tenho notado que você reside sozinha e quase não recebe visitas. Há quanto tempo o seu botão de rosa não recebe o velho e cansado orvalho da madrugada?...&lt;br /&gt;Perceba a importância da ordem das perguntas, da construção do seu discurso. Mas cuidado: a distância entre o cavalheirismo e a grosseria é pequena. Por essa razão, deixe apenas para o final uma pergunta que pode levar à polêmica:&lt;br /&gt;- Você é contra ou a favor do sexo anal como forma contraceptiva verdadeiramente natural? Em caso negativo, explique a sua resposta.&lt;br /&gt;Não se intimide em conduzir a conversa para onde você quiser. Seja implacavelmente firme, direto e objetivo. Não mude o tom por nada. Exemplo:&lt;br /&gt;Você: "Suelen, eu tenho uma proposta radical. Nesta altura do nosso conhecimento mútuo, creio que quanto mais cedo formos para a cama, melhor será para ambos...".&lt;br /&gt;Sim, acontecerão contratempos, mas não dê ouvidos.&lt;br /&gt;A Vizinha: "Como assim, ir para a cama? Eu mal te conheci há cinco minutos, cara...".&lt;br /&gt;Prossiga:&lt;br /&gt;Você: "Sexta-feira, dia 17, às nove, no meu apartamento, acho que é um bom dia...".&lt;br /&gt;Mesmo sendo xingado ou apanhando de bolsa na cara, feche os ouvidos e vá em frente.&lt;br /&gt;A Vizinha: "Seu cretino, cafajeste, canalha, filho da puta!".&lt;br /&gt;A obstinação faz a diferença.&lt;br /&gt;Você: "Ok, marcado na agenda: sexta, dia 17. Te espero lá, hein? Não vá furar. Um beijo na bunda".&lt;br /&gt;A Vizinha: "Vou ligar pra Delegacia da Mulher, seu cachorro!!!".&lt;br /&gt;Mesmo tendo recebido um "não" ou uma bolsada na cara, você não se dirigiu à vizinha solteira a troco de nada. Você gostaria de fazer um bem pra ela. Obviamente, você quer resolver um problema seu (colocar um novo nome na sua galeria de troféus), mas também proporcionar um bem-estar a ela, quem sabe até lhe arranjando o primeiro orgasmo da vida.&lt;br /&gt;Portanto, mesmo recebendo uma negativa forte nesse primeiro contato, sempre haverá um próximo estágio do processo que poderá acontecer mais tarde. Não se avexe. Mesmo tendo sido xingado ou agredido fisicamente, respire fundo, olhe diretamente nos olhos dela e diga:&lt;br /&gt;- Muito bem, Suelen, acho que hoje avançamos até onde era possível. Eu gostaria de marcar uma outra cantada para daqui a uma ou duas semanas, para mostrar-lhe exatamente o que pretendo em relação a você. Dia 29, estaria bom?&lt;br /&gt;Diga isso massageando ostensivamente o pau, para ela saber que você é um cara sério, e que suas intenções são verdadeiras.&lt;br /&gt;Agora, puta que pariu, se tudo deu errado, tente o "contato de choque". Esta expressão pode se traduzida simplesmente por: "Chega de lenga-lenga e conversa fiada. Mete logo o pé na porta da vizinha, pra filha da puta saber que você está a fim de passar-lhe a vara!". Esta atitude pode ser entendida como um substituto cibernético de "clava na cabeça da vadia", bastante apreciada pelos nossos antepassados pré-históricos.&lt;br /&gt;Em Manaus, o "contato de choque" é diferente do que ocorre em todas as partes do mundo dito civilizado. Devido à nossa cultura de colonizados, os vizinhos, que só querem ser o que a folhinha não marca, normalmente moram em apartamentos sofisticados, bastante acima do seu poder aquisitivo.&lt;br /&gt;Aí, os filhos da puta chamam a atenção das suas vizinhas solteiras mandando para elas o boleto bancário do condomínio atrasado. Junto vai um bilhete pedindo que a vizinha pague o boleto, porque ele se encontra inadimplente, desempregado, fodido e mal pago.&lt;br /&gt;O choque costuma ser tão grande que elas desmaiam. Depois é só reanimar, fazer uma sopinha, tirar a temperatura, a saia e a calcinha, e correr para o abraço. Tenho um monte de amigos que utilizam esta tática. E até hoje, que eu saiba, nenhum deles foi preso.&lt;br /&gt; &lt;a href="http://www.hello.com/" target="ext"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; BORDER-TOP: 0px; PADDING-LEFT: 0px; BACKGROUND: none transparent scroll repeat 0% 0%; PADDING-BOTTOM: 0px; BORDER-LEFT: 0px; PADDING-TOP: 0px; BORDER-BOTTOM: 0px" alt="Posted by Hello" src="http://photos1.blogger.com/pbh.gif" align="absMiddle" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src
